Atriz Cassia Valle lançará “Calu: uma menina cheia de histórias” na FLICA!


A Fundação Pedro Calmon levará para a Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica 2017, a atriz Cássia Valle (Bando de Teatro Olodum), para pré-lançar seu primeiro livro, intitulado Calu: uma menina cheia de histórias. Será no sábado (7), às 14h30, na Biblioteca Móvel, que estará estacionada na Praça da Fliquinha.

#FPCnaFlica -  Atriz Cássia Valle leva seu primeiro livro infantil para Cachoeira

 

 

“Participar mais uma vez da Flica e, especialmente com a Biblioteca Móvel e, agora, como escritora, é desejo realizado que me enche de alegria ter o livro e a literatura infantil como veículos de comunicação da minha pesquisa. Ela penetra no universo infantil e contribui para o fomento da leitura, da escrita e da contação de histórias”,

contou Cássia.

 

                                             Foto: Divulgação

O livro foi escrito em parceria com a também museóloga Luciana Palmeira e conta a história de Calu uma pequena griot, contadora de histórias, que vive grudada num bloquinho e esse bloquinho é a sua ferramenta mágica para entrar neste mundo da imaginação. “Ela é uma menina rara, num mundo onde papel e lápis estão ficando obsoletos entre as crianças”, ressaltou a escritora.

Como tudo começou

#FPCnaFlica - Atriz Cássia Valle leva seu primeiro livro infantil para CachoeiraA ideia surgiu há mais de cinco anos, quando as museólogas queriam se aproximar do universo infantil, sobre questões relacionadas à memória, patrimônio, identidade e museu. Depois de escrever o livro, elas apresentaram à editora Malê, e através de algumas parcerias conseguiram finalizar.

No livro, Calu procura uma forma de transformar o bairro em que mora em um museu a céu aberto. Cássia ressaltou a importância de trabalhar o sentimento de pertencimento da população para o patrimônio material e imaterial.

“Considero Salvador e Cachoeira grandes museus abertos. Precisamos passar por um processo de (re) apropriação do nosso patrimônio. Temos que trabalhar o sentido de pertencimento da população, através da educação específica para o patrimônio material e imaterial”, disse a escritora.

Texto Jônatas Almeida/FPC-SecultBA