Bloco Afoxé Baba Afoman inscreve para oficina de Dança de Afoxé!


 

O Bloco Afoxé Baba Afoman está com inscrições abertas para oficina de Dança de Afoxé. São 30 vagas para jovens de 15 a 30 anos interessados em aprender e trazer para seu cotidiano o convívio com a cultura do Afoxé.

As oficinas virtuais serão disponibilizadas aos inscritos em vídeo-aulas, por meio do YouTube. Para o público em geral as aulas serão postadas no Facebook do Afoxé. Serão quatro oficinais, duas por semana. Os participantes que fizerem as inscrições terão direito a certificado.

O projeto A Dança do Afoxé promove a cultura dos blocos de Afoxés, considerados candomblés de rua, através da dança dos orixás. Tem o objetivo de valorizar a dança por meio das coreografias com movimentos de expressão corporal, através do ritmo ijexá.

A proposta tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares Identitárias. (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

Inscrições no link:

https://mailchi.mp/f3d99d935354/a-danca-do-afoxe

ARETÉ – TEMPO DE FESTA: Cabokaji, Mayale Pitanga e Sergio Akueran se apresentam neste sábado (23)!


Em comemoração aos seis anos de atividade do Aldeia Coletivo, os artistas Cabokaji, Mayale Pitanga e Sérgio Akueran se apresentam num Live/Show, neste sábado (23), a partir das 18h, na Casa Preta Espaço de Cultura, na primeira edição do Projeto Areté – Tempo de Festa. O objetivo da celebração é posicionar a produção e pesquisa afro-ameríndia do coletivo através de Shows e Oficinas.

Para pautar a herança dos povos originários, perante forte declínio político referente às questões afro-indígenas e ambientais, o Aldeia celebra a continuidade de sua pesquisa, produção e difusão de obras de artistas indígenas, descendentes de indígenas e negres, Cruzando Tradição e Contemporaneidade, artistas consagrados e emergentes.

Essa comemoração de seis anos é um mergulho profundo na investigação de quem realmente é o Aldeia Coletivo. “Por todo esse período, através de shows, debates, espetáculos, valorizamos e divulgamos a nossa herança afro-ameríndia, nos fortalecendo para seguir na luta por nosso povo. No Projeto Areté – Tempo de Festa, convidamos todes a se encantar com a beleza, força e sabedoria da nossa ancestralidade”, finaliza Mariana Damásio, atriz e coordenadora geral do Aldeia.

A Casa Preta Espaço de Cultura e o Aldeia Coletivo foram fundamentais para o seguimento dos trabalhos do multiartista Sérgio Akueran. Ele é membro do coletivo desde o início de 2018, quando, a convite de Luiz Guimarães, criador do Aldeia, integrou Ybitu-Emi. “Naquele momento, abriu um portal de reconhecimento e caminho, que até hoje se fortalece. Por isso, participar de Areté é também firmar e honrar o Aldeia”, conta.

No show, ele estará acompanhado do musicista, Ravi Santana. “Preparamos algumas músicas do álbum Akueran e outras canções mais novas, iremos valorizar a intensidade natural das músicas.. o soar dos violões e vozes. Então, estamos bem instigados para essa apresentação que, para completar, iremos dividir espaço com o irmão Mayale Pitanga”, finaliza Sérgio.

 

Já Mayale Pitanga, membro do coletivo desde o início, considera que fazer parte disso é a confirmação dos seus acertos em relação à própria carreira. “Encontrei uma família para tudo! Trabalho, amor e conflitos, Areté – tempo de festa, mesmo em meio ao caos, estamos vivas e vivos, nos amando e cuidando. Fazer música, saudar a Deusa maior na Casa Preta e, especialmente, na Aldeia, no subsolo, é maravilhoso. Estar, sentir e trocar com as pessoas que eu amo e transmitindo via ondas e frequências para pessoas em casa um pouco de luz e paz durante a Pandemia, vamos continuar!”, finaliza o músico.

Este mês ainda acontece, nos próximos dias 26, 27, 28 e 29 de janeiro,  a Oficina de Tecnologias da Comunicação / Gerenciamento de Redes, ministrada pela jornalista e assessora de imprensa, Laísa Gabriela.

O  projeto tem apoio  financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB – Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo,  Governo Federal. Para mais informações, entre em contato: [email protected] ou https://instagram.com/aldeiacoletivo.

Inscrições abertas para oficina de Dança Afro Brasileira Contemporânea: o caminho pro divino!


O professor de Dança e bailarino, Rener Oliveira, ministra oficina de Dança Afro Brasileira Contemporânea: o caminho pro divino, de 8 a 12 de fevereiro, no horário das 17h30 às 19h. As aulas são online e gratuitas ao público interessado em participar. Inscrições acontecem de 19 de janeiro a 10 de fevereiro de 2021.

Com vasta experiência e usando toda a sua criatividade, o professor Renner Oliveira, convoca os/as participantes da oficina a compreender melhor a cultura afro-brasileira a partir dos movimentos sugeridos nas suas salas de aula, online, onde o/a participante estando em seu próprio espaço vai ter a oportunidade de vivenciar e estudar o próprio corpo.

As oficinas a cada dia seguem um cronograma de fortalecimento muscular, que é dividido em: alongamentos e fortalecimentos, técnica da Dança Afro, desenvolvendo o estudo da dança de alguns orixás. O professor propõe também a desconstrução dessa técnica, utilizando movimentação do nosso cotidiano. Por fim, haverá Roda de Conversa sobre a prática e outras vivencias dos/das participantes, como construção coletiva de um espaço de diálogo.

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O profissional pretende alcançar pessoas interessadas em dançar, ampliando seus conhecimentos para profissionais da dança ou não, trazendo para sala de aula a importância de uma dança ancestral, que mexe com o corpo e sentimentos. Para isso vai exibir a oficina nas suas mídias sociais ao vivo, YouTube e Instagram @conafrofluir, oportunizando outras pessoas a assistir.O Projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo do Estado.


Serviço


Oficina de Dança Afro Brasileira Contemporânea: o caminho pro divino

Onde: Plataforma Zoom
Quando: 8 a 12 de fevereiro de 2021, das 17h30 às 19h
Inscrições: 19 de janeiro a 10 de fevereiro de 2021 (nesse período recebe o certificado)
Gratuito

INSCREVA-SE

Maestrina Adriana Portela ministra Oficina Percussiva para Povos de Terreiros!


Foto_Samntha Scarlet

Amanhã (20), estreia a Oficina Percussiva para Povos de Terreiroscom a maestrina Adriana Portela, primeira mulher a reger uma banda feminina de samba-reggae no Brasil a Didá Banda Feminina. A oficina terá participação de convidados especiais, como Mário Pam (Ilê Aiyê), Ivanêa Costa (Corpo e Poesia) e Anativo Oliveira (Cia de Teatro Metamorfose), a partir das 7h, no canal do Youtube da Rebú Produções.

Com uma metodologia dinâmica, intercalando teoria e prática, as aulas têm o intuito de formar os participantes em música percussiva, tendo como público principal, as comunidades de terreiros de religião africana.  O roteiro foi elaborado pela própria Adriana em parceria com o coordenador pedagógico, Anativo Oliveira, ator, diretor e licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e ex- Bando Teatro Olodum.

Ao todo, serão oito aulas, divididas em duas fases: a primeira etapa, de 20 a 23/01 e a segunda, do dia 10 a 13/02, sempre a partir das 7h. Os vídeos ficam disponíveis durante todo o dia, sendo retirados do ar, diariamente, às 22h. Ao final do projeto, todas as aulas ficarão disponibilizadas no canal do Youtube.

Em cada aula serão abordados temas como: origem dos sons percussivos; como construir seu próprio instrumento de maneira sustentável; história e introdução ao Ijexá; Samba Reggae, entre outros assuntos e ritmos.  Ao final do projeto, serão gravados DVDs e distribuídos para alguns terreiros de Salvador, Região Metropolitana e Recôncavo Baiano. O projeto Oficina Percussiva Para Povos de Terreiros e tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb – Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

O projeto conta ainda com o apoio da linha de acessórios étnicos Malikáfria (@malikafrica)do Acervo Cenográfico Boca de Cena, Maurício Martins (@mauricio_figurino),cenário e figurinos e GL Studio, com stúdio e gravações das aula

Unzó Maiala realiza diálogo sobre Intolerância Religiosa no dia 21 de janeiro!


Foto Lissandra Pedreira

 

“Quais caminhos precisamos traçar para combater a Intolerância?” Essa é a pergunta tema da mesa de diálogo, que acontece no dia 21 de janeiro, realizada pelo Unzó Maiala, a partir das 10 da manhã, na Casa d’Itália (Campo Grande). 

O terreiro de Candomblé de Nação Angola é localizado no bairro da Fazenda Garcia e é  comandado pela Mameto de Nkisi Tandü, Laura Borges. Ela fala sobre o intuito do evento e a importância da discussão ampla do assunto. “O evento tem o objetivo de tentar combater e trazer uma referência diferente de pensamentos para a melhora na situação da intolerância religiosa, não só no aspecto da religião de matriz africana, mais em todas religiões.” 

A roda de conversa busca alertar  a cerca desta violência e visibilizar a luta pelo respeito a todas as religiões, além de estreitar as  formas de combate ao racismo religioso. Irão compor o debate a Ialorixá, negra, mulher Trans e pedagoga Tiffany Odara, a ativista pelos Direitos Humanos e contra o racismo, católica e assessora de Koinonia, Camila Chagas (Advogada), da escritora, poeta e mulher preta de Axé, Maiara Silva, do assistente social e presidente da Mesa de Ogãs, Junior Afikodé (Alafin Oyó), a assistente social Rosa Bonfim e do multiartista, pesquisador e descendente indígena Caboclo de Cobre, Luiz Guimarães, dentre outros participantes .

O 21 de janeiro marca o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, que foi oficializado em 2007, pela da Lei n.º 11.635, de 27 de dezembro. A data foi escolhida em homenagem a Mãe Gilda, do terreiro Ilê Axé Abassá de Ogum, localizado no bairro de Itapuã, em Salvador. Há 21 anos a Ialorixá faleceu, aos 65 anos  quando sofreu  um infarto, em consequência do crime de intolerância religiosa.

 

“Combater a desinformação é o primeiro caminho nesta luta pelo fim da intolerância religiosa. Por que não dizer de racismo religioso? Sabemos que a intolerância a nós – povo de matriz africana é também uma questão de cor de pele. Precisamos somar forças para romper as barreiras do preconceito e assegurar a todos o livre exercício dos cultos religiosos”, descreve Mameto de Nkisi Tandü.

 O público pode acompanhar a  conversa na Casa d’Itália (usando máscara e entrada sujeita à lotação do espaço) ou pela transmissão do  Instagram do @unzomaiala.

 

O que: I Roda de Diálogo sobre o combate a intolerância religiosa

Data : 21 de janeiro

Horário: A partir das 10 horas 

Local: transmissão pelo instagram. 

Projeto Despacho Deferido abre inscrições para jovens negros da periferia de Salvador!


Jack Elesbão Foto: Fabio Bouzas

 

O projeto Despacho Deferido é uma iniciativa do Coletivo Pico Preto e tem como objetivo a montagem de um espetáculo coreográfico, a partir de oficinas criativas com jovens negros da periferia de Salvador.

O curso Construção da Cena, que será realizado remotamente por meio de plataformas digitais, Google Meet e Youtube, é voltado para 50 jovens com idade entre 16 e 30 anos, que receberão gratuitamente capacitação formativa nas áreas de direção cênica, vídeo mapping, iluminação, figurino e sonoplastia. Os selecionados receberão ainda certificado de participação, além de uma ajuda de custo durante os dois meses de vigência do projeto.

As oficinas, disponibilizadas no Youtube, terão tradução simultânea em Libras, garantindo a acessibilidade e a inclusão de pessoas surdas. As inscrições serão realizadas de 15 a 25 de janeiro, através do formulário online. A montagem do espetáculo ocorrerá simultaneamente ao curso, que pretende ofertar aparato técnico e teórico para a produção e exibição do Solo Despacho Deferido, interpretado e dirigido por Jack Elesbão.

Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

INSCRIÇÕES AQUI.

Inscrições abertas para a 5ª edição do Festival de Teatro do Subúrbio!


 

A Múltipla – Ideias e Ações Culturais e o Coletivo de Produtores Culturais do Subúrbio anunciam a convocatória para seleção de espetáculos teatrais para compor a programação do Festival de Teatro do Subúrbio – FTS / Ano 5; este ano em formato 100% virtual por conta da pandemia. O Festival vai selecionar espetáculo teatral profissional e amador, de grupos, companhias e/ou artistas sediados e/ou oriundosdos subúrbios e periferias de todo Brasil. Inscrições serão gratuitas por meio do preenchimento de formulário online (www.coletivodeprodutores.com.br) de 18 de janeiro a 15 de fevereiro de 2021.

O Festival vai promover um ciclo de mostra destas produções, contribuindo com o processo de formação de público, difusão do teatro brasileiro e profissionalização. Os proponentes deverão enviar vídeos de suas montagens gravados e editados conforme especificações da convocatória e enviados no momento da inscrição. Os vídeos serão avaliados por uma curadoria formada por artistas e produtores culturais que integram o Coletivo, além de curadoras convidadas, Simone Braz e Geise Oliveira.

Com realização inteiramente online, a mostra dos espetáculos do FTS / Ano 5 será de 23 a 28 de março de 2021 no Youtube do Festival, com acesso gratuito. Poderão se inscrever espetáculos de todo o país, sem restrição temática. O resultado será divulgado nas redes sociais do Festival e do Coletivo de Produtores Culturais do Subúrbio, no início de março. Sem caráter competitivo, o Festival terá em sua programação apresentação de espetáculos convidados (com notório reconhecimento nacional), apresentação de espetáculos selecionados (após curadoria das inscrições) e apresentações do Painel Cênico (espetáculo teatral, de grupos,companhias e/ou artistas iniciantes e/ou amadores). Mais informações sobre esta edição podem ser obtidas nos perfis do instagram @coletivodeprodutores e @ftssuburbio, além do site.

O Festival de Teatro do Subúrbio nasceu da inquietação de jovens agitadores culturais da região, tendo como objetivo criar um circuito no qual os grupos das periferias de Salvador estivessem inseridos, numa troca constante com diversos profissionais do segmento. Desde 2009, quando da sua primeira edição, o Festival já alcançou mais de 6 mil pessoas e por ele já passaram mais de 40 espetáculos.

Edital – O Festival de Teatro do Subúrbio foi contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundo da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

  

SERVIÇO

Festival de Teatro do Subúrbio

Quando: Inscrições online AQUI de 18 de janeiro a 15 de fevereiro | Mostra: 23 a 28 de março

Quanto: gratuito

Onde: Youtube do Festival de Teatro do Subúrbio ( acesse aqui)

Mais informações: www.coletivodeprodutores.com.br

Mostra de Cinemas Africanos abre inscrições para imersão gratuita em curadoria e programação em cinema!


mulher negra no audiovisual
Banco de Imagens

Mostra de Cinemas Africanos abre inscrições para a “Imersão em perspectivas: livre diálogo sobre curadoria a partir de curadorias” que acontece de forma online e gratuita entre os dias 21 e 30 de janeiro. Facilitada pelo curador, crítico e pesquisador Fabio Rodrigues Filho, a atividade tem como objetivo incentivar a troca de ideias acerca de processos, práticas e pensamentos em torno da curadoria e programação em cinema. Estudantes, cineclubistas e trabalhadores da área que tenham afinidade com o tema interessados na ação devem ser nascidos ou residentes na Bahia e se inscrever entre os dias 10 e 17 de janeiro, através do site da Mostra: www.mostradecinemasafricanos.com.

Fabio Rodrigues Filho é atuante na crítica, programação, pesquisa e realização de cinema, e acumula vasta experiência na comissão de seleção de festivais, mostras e laboratórios de filmes. Serão seis encontros, intercalados durante a programação do evento, realizados através de plataforma digital, sempre das 14 às 17h. Os participantes terão acesso a um repertório de imagens, textos, programas e mostras que pretendem discutir processos e procedimentos curatoriais, além de incentivar a reflexão sobre crítica, pesquisa e mediação em cinema. Essa atividade integra uma série de ações propostas pela Mostra de Cinemas Africanos em parceria com o Cineclube Mário Gusmão (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – Cachoeira/BA).

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Critérios de seleção

Serão disponibilizadas 15 vagas para pessoas nascidas ou residentes na Bahia. A seleção dos participantes levará em conta os seguintes critérios:

– Ter afinidade ou atuar em campos distintos do cinema e apresentar interesse em curadoria, crítica e/ou mediação;

– Ter vínculo com universidades públicas ou cursos técnicos. Além disso, também serão priorizadas pessoas envolvidas com cineclubes e coletivos de exibição;

– Dispor de disponibilidade para participar de ao menos 75% da imersão, que compreende, além dos encontros ao vivo, as atividades previstas de leitura, pesquisa e acompanhamento de filmes.

O resultado da seleção será divulgado no dia 20 de janeiro no site da Mostra de Cinemas Africanos.

SERVIÇO

Mostra de Cinemas Africanos – Imersão em Perspectivas: livre diálogo sobre curadoria a partir de curadorias
Inscrições: de 10 a 17 de de janeiro no site www.mostradecinemasafricanos.com
Divulgação dos selecionados: 20 de janeiro no site da Mostra
Período da imersão: de 21 a 30 de janeiro (quinta, sábado, segunda, quarta, sexta e sábado), das 14 às 17 horas
Público alvo: 
estudantes de cinema ou áreas afins que tenham interesse em curadoria, crítica e/ou mediação
Vagas: 15

Gratuito e Online

Projeto “ÀWÒ ARA DÚDÚ” convoca pretes baianos das linguagens artísticas para a composição de fotolivro digital!


O projeto “ÀWÒ ARA DÚDÚ”, da Artista visual Alice Rodrigues, em parceria com o co-diretor do projeto, Igor Couto, procura artistas pretes baianos das linguagens das artes visuais, audiovisual, circo, dança, literatura, música e teatro, para um ensaio fotográfico que irá compor a criação do Fotolivro digital “ÀWÒ ARA DÚDÚ” (Pele Preta).

Artistas que se interessarem podem fazer inscrições de 11 a 18 de janeiro de 2021, através deste link. O livro busca trazer o corpo negro como protagonista da cena/mundo, diante da linguagem e singularidade de cada artista.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal

Mais informações em @alicerodriguesphotoart

SERVIÇO
Àwò Ara Dúdú
Quando: De 11/01/21 a 11/04/21
Inscrições: Clique aqui
Mais informações:  @alicerodriguesphotoart

“Programa de Formação Cidade Alta – Cidade Baixa: A Gente Faz Cinema” inscreve até 29 de janeiro!


cinema negro
A Tenda dos Milagres Produções Artísticas está com inscrições abertas até o dia 29 de Janeiro,  para  o Programa  de  Formação  Cidade  Alta  –  Cidade  Baixa:  A  Gente  Faz Cinema, voltado para jovens de 15 a 18 anos, que estudem ou residam nas regiões da Península de Itapagipe, Centro Histórico e adjacências de Salvador.
A  proposta  visa  uma  experiência  afirmativa  que  dá  ferramentas  para  que  jovens possam   se   expressar   cinematograficamente   e   serem autores, roteiristas, protagonistas, editoras e editores de suas próprias histórias.
As  atividades  serão  realizadas  22  de  fevereiro  a  08  de  abril.  Na  formação,  serão abordadas todas as etapas técnicas e criativas do fazer cinematográfico. O conteúdo está dividido em três etapas: um curso online de introdução às principais funções do audiovisual,  um  workshop  de  imersão  com  realização  de  dois  curtas  no  gênero documentário  e  uma  série  de  4  encontros  virtuais  sobre  oportunidades  do  mercado para  iniciantes.
Finalizado  o  processo  de  formação,  será  promovido  um  encontro com os dois grupos onde serão exibidos e debatidos os filmes realizados, promovendo um  intercâmbio  entre  os  jovens  da  Cidade Alta  e  da  Cidade  Baixa.  No  total,  serão selecionados  30  (trinta)  participantes. O  resultado  final  será  divulgado  nas  mídias sociais da produtora no dia 11 de fevereiro.
Programa  de  Formação  Cidade  Alta  –  Cidade  Baixa:  A  Gente  Faz  Cinema tem potencial  para  ser  ferramenta  de  transformação  pessoal  e  empoderamento.  E  vai muito  mais  além,  desperta  a  criatividade  e  o  sentido  de  pertencimento, ensinando também uma profissão aos jovens. O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc,  direcionada  pela  Secretaria  Especial  da  Cultural  do  Ministério  do  Turismo, Governo Federal.
Para   mais   informações   entre   em   contato   através   do   e-mail: [email protected]
Serviço:
O que: Programa de Formação Cidade Alta – Cidade Baixa: A Gente Faz Cinema
Quando: 22 de fevereiro a 08 de abril
Quem: Jovens de 15 a 18 anos, que estudem ou residam nas regiões da Península de Itapagipe, Centro Histórico e adjacências de Salvador
Onde: Online
Quanto: Gratuito
Inscrições: até 29 de janeiro, através do e-mail: [email protected]
Vagas limitadas