Cantora nigeriana Okwei Odili faz show de abertura do Panorama Internacional Coisa de Cinema!


Okwei Odili
Okwei Odili – Matias Traut

Shows e festas que botam todo mundo para dançar até altas horas já são uma tradição do Panorama Internacional Coisa de Cinema. Nesta edição, é a cantora nigeriana Okwei Odili quem dá início à programação musical, dia 14 de novembro, no foyer do Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, com ingressos vendidos por R$ 2,00. Radicada em Salvador, a artista se apresentará, a partir das 22 horas, acompanhada da banda Aweto, com repertório formado por trabalhos autorais em estilos africanos e versões vibrantes de músicas nacionais.

Spike Lee é o grande homenageado do XIV Panorama Coisa de Cinema este mês!

No encerramento do festival, dia 21 de novembro, às 23h, a festa fica por conta dos coletivos Afrobapho e TrapFunk&Alivio e também terá ingressos por R$ 2,00. Formado por jovens LGBT, o primeiro integra diversas formas de arte para movimentar corpos e mentes em uma perspectiva antirracista e de confronto ao padrão heteronormativo. Criado por DJs e produtores de Amaralina, o segundo coletivo mistura letras, pontos e bases de funk com aa linguagem do trap para constituir uma música que dialoga com seu entorno.

Cineastas da Nigéria e do Quênia serão destaque no XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema!

Espaço Cultural da Barroquinha recebe debate sobre “Bairros Negros: Quilombos Urbanos”!


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Foto Correio 24h

Na próxima terça (13), às 18h, o Espaço Cultural da Barroquinha, recebe mais uma edição do Patrimônio É… com o tema Bairros Negros: Quilombos Urbanos.

A roda de conversa vai contar com a participação de Vovô do Ilê, bloco afro que este ano comemora 45 anos de existência; da mestre, doutora,  arquiteta e urbanista, Maria Estela Ramos Penha, cujas pesquisas são na temática de espacialidades e patrimônios culturais em comunidades negras urbanas e rurais e do mestre.

Terá ainda participação do doutor, arquiteto e urbanista, Fábio Velame, Superintendente de Meio Ambiente e Infra-Estrutura da UFBA. A mediação fica por conta de Alisson Sodré, Subcoordenador de Promoção de Ações Afirmativas e da identidade Étnica e Racial da SEMUR/Prefeitura de Salvador.

SERVIÇO

O quePatrimônio É… Salvador Bairros Negros: Quilombos Urbanos. A roda de conversa vai contar com a participação de Vovô do Ilê, da mestre, doutora,  arquiteta e urbanista, Maria Estela Ramos Penha e do mestre, doutor, arquiteto e urbanista, Fábio Velame. A mediação será feita por Alisson Sodré, Subcoordenador de Promoção de Ações Afirmativas e da identidade Étnica e Racial da SEMUR/Prefeitura de Salvador.

Quando: 13/11, às 18h

Onde: Espaço Cultural da Barroquinha

GRATUITO

Inscrições abertas pra Oficina de Poesia com Evanilson Alves e Sandro Sussuarana!


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As oficinas do IIIº Festival de Arte e Cultura do Sarau Da Onça seguem até o final do mês de novembro, sempre aos sábados pela manhã, em Sussuarana.

No próximo sábado (17) será a vez da Oficina de Poesia – ministrada pelos anfitriões da casa, Evanilson Alves e Sandro Sussuarana. A oficina é gratuita e as inscrições podem ser feitas através da página do Facebook do Sarau Da Onça.

As vagas são limitadas e para tanto, basta enviar uma mensagem por inbox e aguardar retorno da organização. Os selecionados receberão uma mensagem confirmando sua inscrição. O III Festival de Arte e Cultura do Sarau da Onça, projeto contemplado no edital Arte Todo dia Ano IV, Prefeitura de Salvador acontecerá no Cenpah (Centro de Pastoral Afro – Anfiteatro Abdias do Nascimento – Rua Albino Fernandes, 59 – C, próximo a Escola da Providência), onde acontecem os Saraus da Onça.

PROGRAME-SE!

O Que: Oficina de Poesia com Evanilson Alves e Sandro Sussuarana

Quando: 17 de Novembro das 8h30 às 12h

Onde: Cenpah (Centro de Pastoral Afro – Anfiteatro Abdias do Nascimento – Rua Albino Fernandes, 59 – C, próximo a Escola da Providência),

Gratuito

Balada Literária traz pela 1ª vez a Salvador o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa!


Ungulani

Balada Literária da Bahia chega à quarta edição, entre os dias 14 e 17 de novembro, celebrando a força dos encontros artísticos e o poder político e transgressor da arte. Um dos participantes será Ungulani Ba Ka Khosa, escritor moçambicano, autor de Gungunhana: Ualalapi | As mulheres do Imperador, que estará pela primeira vez na Bahia. Ele participa da mesa “SEI DOS CAMINHOS” – MOÇAMBIQUE E BRASIL, dia 17 (sábado), na Casa do Benin (Largo do Pelourinho), às 19h. Confira entrevista feita pela Editora Kapulana:

Editora Kapulana – Você publicou Ualalapi em 1987, marcando o cenário da ficção histórica moçambicana. O que o fez escrever apenas recentemente As mulheres do Imperador, dando prosseguimento a Ualalapi?

Ungulani Ba Ka Khosa- As motivações por detrás de um livro estão, muitas das vezes, na esfera do imponderável: as vezes é uma ideia que surge, outras, uma paisagem, por vezes, uma frase, enfim, vários motivos. As mulheres  do Imperador foram-me martelando a cabeça depois da edição do livro Entre as memórias silenciadas. Isto em 2013. Anunciei a intenção aos amigos mais próximos. E quis com o livro prestar uma singela homenagem às mulheres sempre secundarizadas na História maiúscula. Mas o livro não conseguia sair das primeiras três páginas. Faltava-lhe alma. Até então eu não conhecia o nome das mulheres do Imperador que regressaram a Moçambique depois de quinze anos de exílio. E andei à busca delas em tudo o que era arquivo em Moçambique. Estive em S. Tomé, terra em que elas passaram catorze anos e nove meses de exílio, e nada encontrei. E foi graças ao meu editor  português, o João Rodrigues, que consegui ter os nomes das mulheres. Encontrei a alma. E o livro arrancou. Isto em 2016

E por ocasião dos trinta anos de Ualalapi, quis fechar o ciclo sobre o império de Gaza, trazendo à luz As mulheres do Imperador.

Ungulani

Editora Kapulana – Qual você acredita que pode ser a importância de republicar Ualalapi atualmente, para Moçambique?

Ungulani Ba Ka Khosa- Ualalapi tem, felizmente, tido edições sucessivas em Moçambique. É um livro de leitura obrigatória para os alunos do ensino secundário e médio e universitário. E tem, estoicamente, resistido ao  desgaste do tempo. Isso satisfaz qualquer autor. O que falta ao Ualalapi é uma maior divulgação no exterior. Acabou de sair, ainda este ano, a edição americana –Ualalapi, fragments from the end of empire, pela prestigiosa editora Tagus Press, da Universidade de Massachusetts Dartmouth. Na colecção constam autores como Eduardo Lourenço,  Luís de Camões, Eça de Queirós, Sophia de Mello Breyner, entre outros. É prestigiante. Aqui no Brasil, a editora Kapulana prepara uma edição conjunta com As mulheres do Imperador. Em Portugal já saiu a edição conjunta, o Gungunhana. Enfim, os bons ventos estão dando vida ao Ualalapi e As Mulheres do Imperador.

IV Balada Literária da Bahia homenageia Lazzo Matumbi com programação diversa!

Editora Kapulana – Um dos pontos mais reiterados por pesquisadores de suas obras literárias é o fato de suas narrativas não serem maniqueístas no tratamento dos personagens, negando a estrutura de heróis x vilões. Isto é uma preocupação sua durante a escrita?

Ungulani Ba Ka Khosa – Na verdade, pouco leio o que têm escrito sobre a minha obra. Sei de uma quantidade de teses e dissertações, para além de críticas avulsas que as leio na diagonal.

Quando escrevo, deixo-me levar pelo texto, pelos personagens. Não tenho um guião à priori. O tema do livro dá-me a estrutura e o movimento dos personagens. O que me ficou dos tempos de aprendizagem, ou seja, o meu mote, foi o de construir uma narrativa que tivesse por base os movimentos do cavalo: passo, trote e galope. Quero que o texto vibre como os tambores que ressoam pela noite adentro na savana tropical. O resto não me interessa.

Editora Kapulana – Se sim, qual a importância desta perspectiva, sobretudo em relação a uma figura histórica controversa como Gungunhana?

Ungulani Ba Ka Khosa –Tu queres tocar o Gungunhana. É provável que a tal perspectiva se encaixe no imperador. Mas quando escrevi sobre Gungunhana, em Ualalapi, tive em mente retratar a imagem do Gungunhana que sobrevive na história oral: um tirano, um invasor, um colonizador. Esta leitura difere da que é oficialmente veiculada: o grande herói da resistência anticolonial. O que de facto foi. Mas que não retira o seu lado tirano.

Eu enveredei por essa via da chamada tradição oral. Fiquei-me por aquilo que ouvi dos meus avós e outros da mesma geração.

Ungulani Ba Ka Khosa

Editora Kapulana -De que maneira a Literatura pode contribuir com a História, e especificamente com a História moçambicana?

 

Ungulani Ba Ka Khosa – Hoje é já um lugar comum estudar-se uma época e recorrer-se a literatura de então. Penso que a literatura vai além do preenchimento dos espaços vazios ou dos interstícios da História maiúscula; ela dá alma a uma época, humaniza um período histórico. Quando os alunos me perguntam como é que eu consegui retratar o Gungunhana daquela maneira, pensando eles que aquilo é verdade e não ficção, fico feliz porque a tal  verosimilhança que os académicos tanto apregoam, deu certo. E quando isto acontece, a literatura sai a ganhar.

Editora Kapulana – Além desta obra, você publicou no Brasil (também pela Kapulana) um livro de contos (Orgia dos loucos) e um de literatura infantil (O rei mocho). Como autor, quais são as diferenças em seu processo de escrita para gêneros literários tão diversos?

Ungulani Ba Ka Khosa – O conto, gênero difícil porque ou se agarra no princípio ou se perde, é um grande gênero. E é necessário para quem se aventura na narrativa. Já o conto infanto-juvenil exige outro músculo. É um gênero a que não me atrevo a mergulhar de qualquer maneira. Corre-se sempre o risco de fazer trapaça. E muito do que por aí circula no gênero infanto-juvenil é texto de segunda categoria. É preciso ter uma grande alma para escrever um conto infanto-juvenil. Vou ancorando noutros portos da narrativa. Sinto-me seguro aí.

VEJA PROGRAMAÇÃO DA BALADA AQUI!

 

SERVIÇO

Evento: IV Balada Literária de Salvador

Quando: de 14 a 17 de novembro

Onde: Casa do Benin (Largo do Pelourinho)

Ingresso: Gratuito, com exceção do show Paralelas, com Alice Ruiz e Alzira E

V edição do Sarau Fábrica de Rimas terá serviços de saúde, rap, dj e break na Estrada Velha do Aeroporto!


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Divulgação
O Sarau Fábrica de Rimas chega à sua 5ª edição no próximo dia 24 de novembro (sábado).  Com entrada gratuita, o evento reúne música, dança, grafite, poesia, feira de empreendedores independente e oficinas.
A novidade desta edição é a feira de saúde, que conta com o apoio do projeto Viva Melhor Sabendo Jovem Salvador, que ofertará ao público teste rápido por fluído oral para HIV, além de orientação sobre a importância da prevenção, informações sobre saúde bucal e aplicação de flúor.
O sarau terá como tema “Hip hop na quebrada, onde tudo começou”. Segundo o grafiteiro e um dos fundadores do coletivo Fábrica de Rimas, Josemar Nascimento, “a representação dos valores históricos e resistência da cultura negra foram os principais fatores para a escolha”. “Quase todos os movimentos culturais e sociais nascem dentro do subúrbio, periferias, guetos e quebrada. Foi assim com o hip hop”, completa. 

Atrações

O grupo Contenção 33 estará no evento com seu EP Vida do Avesso, lançado no final de outubro. A sonoridade percussiva e dançante do rapper Mr. Armeng também estará presente, além de Mana Bella. Será partir das 9h, na Praça do Loteamento Vila Mar, na região da Estrada Velha do Aeroporto.
 
O grupo andaraiense Os Diamantina, que vem se destacando no interior da Bahia, e as revelações da Fábrica de Rimas, Latro e Smurf, se juntam ao time. Haverá apresentação também de MC Ramon, RBF, ODU, Vírus, Estilo Livre, Castele, Jamvibes, Robert Jack e Errejota. A dança fica por conta de Ananias Break e B-boy Tom, além da discotecagem de Dj Bandido. O recital de poesia traz Marina Lima, Deise Fatuna, Valdeck Almeida de Jesus e a Cia Piccola de Teatro Icbie.

Histórico

A Fábrica de Rimas foi criada pelos artistas Welber Santiago e Josemar Oliveira, em 2013, com o intuito de fomentar, incentivar e empoderar a juventude negra, através da cultura hip hop, além de descentralizar as atuações e mobilizações artísticas da cidade.
Serviço
O quê: Sarau Fábrica de Rimas
Quando: 24 de novembro (sábado), às 9h.
Onde: Praça do Loteamento Vila Mar – Estrada Velha do Aeroporto.
Quanto: Entrada Gratuita

Inscrições abertas para a VIII Noite da Beleza Negra em Sussuarana!


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A Comissão Organizadora de Sussuarana vem mais um ano realizando ações voltadas para a valorização e empoderamento da cultura negra. Estão abertas as inscrições para concorrer na “VIII Noite da Beleza Negra” até dia 10 de novembro e podem se inscrever pessoas oriundas de qualquer bairro da cidade.

Para isso, os(as) candidatos(as) devem solicitar a ficha através do email: [email protected] ou pelo wathsapp  (71) 99318-4452. Podem concorrer mulheres e homens a partir de 12 anos.

A Noite da Beleza Negra em Sussuarana é um concurso de dança afro que tem como objetivo a afirmação da identidade e resgate dos valores culturais através da dança e da estética negra. Será no dia 17 de novembro, às 18h30, em frente ao Colégio Ruth Pacheco, Nova Sussuarana. Neste ano o projeto terá um diferencial –   pela primeira vez acontecerá na rua.

Em parceria com GN Produções,  a Caminhada este ano será sobre o “SAMBA” e acontecerá no dia 18 de novembro, às 13h,  saindo da Casa do Caminho (Rua Direta de Sussuarana).  As camisas para a Caminhada custam R$ 20 e podem ser adquiridas com a produção dos eventos.

Informações:

(71)99318-4452 – Danubia Santos, 98124-6554 – Ronald Castro ou [email protected]

Cineastas da Nigéria e do Quênia serão destaque no XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema!


B for Boy - Divulgação
B for Boy – Divulgação

Uma sessão especial e uma masterclass trarão uma pequena mostra da produção cinematográfica da Nigéria e do Quênia ao XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema. Um longa de ficção e vários curtas de animação serão exibidos nessas duas atividades, realizadas em parceria com a Mostra Cinemas Africanos, com curadoria de Ana Camila Esteves e Beatriz Leal.

Trabalhando com cinema há dez anos, a nigeriana Chika Anadu vem a Salvador para apresentar o seu primeiro longa-metragem, B for Boy (M de Menino). Resultado de um processo criativo que incluiu residências nos festivais de Cannes e de Berlim, o filme mostra uma mulher de classe média fortemente pressionada pela família para ter um filho homem. O longa revela a discriminação sofrida pelas mulheres nigerianas em nome da cultura e da religião, e será exibido em 19 de novembro, às 17h50, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, sede do Panorama em Salvador.

Spike Lee é o grande homenageado do XIV Panorama Coisa de Cinema este mês!

Ngendo Mukii
Ngendo Muki – Fto Joerg KyasCanon

Mestra em animação pelo Royal College of Art (Londres), a queniana Ng’endo Mukii realiza a masterclass Taxidermia Fílmica da Animação, dia 18, às 15h50. Ela defende esta linguagem como meio para representar sua herança cultural e como forma de resistência às narrativas coloniais, ao racismo e aos estereótipos.

Ao longo da explanação, Ng’endo exibirá dez curtas de sua autoria, incluindo sua obra mais conhecida, Febre Amarela (Yellow Fever), e Marielle Franco. A cineasta está em Salvador integrando o Programa de Residência Artística Vila Sul do Goethe-Institut Salvador.

Chika e Ng’endo irão integrar a mesa Mulheres no Cinema Negro e Diaspórico, onde conversam com o público sobre o lugar das mulheres negras na produção audiovisual africana e diaspórica, considerando desde questões que vão da autoria ao mercado –  15h50 do dia 19/11.

ACESSO

Uma realização da produtora Coisa de Cinema e do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura e sua Secretaria do Audiovisual; o XIV Panorama acontece de 11 a 17 de novembro em Cachoeira (Cine Theatro Cachoeirano) e de 14 a 21, em Salvador. Na cidade do Recôncavo, o acesso à programação é gratuito, enquanto na capital baiana, os ingressos custarão R$ 12,00 e R$ 6,00 (meia). O festival conta com patrocínio da Ancine, do Fundo Setorial do Audiovisual e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul; além do apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, via Fundo de Cultura.

Confira toda programação aqui!

Xênia França e ATTOOXXA são alguns dos destaques do 6º Zona Mundi (ZM) que acontece este mês!


Xênia França

 

O Zona Mundi (ZM) – Circuito Internacional Eletrônico de Som e Imagem tá de volta! O projeto, que chega a sua sexta edição, acontecerá em três dias consecutivos, de 16 a 18 de novembro, no Museu de Arte Moderna (MAM) e na Sala de Arte / Cinema do Museu Geológico (Corredor da Vitória).

O ZM contará com seis mostras musicais, quatro intervenções visuais, duas performances interativas, uma sessão de vídeo-arte e quatro palestras participadas. No sábado (17), o Zona recebe os shows da RadioMundi, Nikima apresenta AUSS & AUSS, o duo colombiano da Ácido Pantera – que se apresentam pela  primeira vez no Brasil, e baiana radicada em São Paulo, Xênia França. Já no domingo (18), é a vez d“embaixador do hip hop haitiano” e canadense Vox Sambou, RadioMundi, Muntchako e ATTOOXXA.

Com realização da Maquinário Produções, o Festival conta com patrocínio da Ergotrans, da Oi, através do Oi Futuro, e do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura.

ÀTTOOXXÁ
ÀTTOOXXÁ Foto: Betto Jr

Programação

16/11 (sexta-feira)
MOSTRA DE VÍDEOARTE
15h às 17h – Mostra Cine Expandido
Exibição de curtas com falas de alguns dos realizadores

PALESTRAS
17h10 às 18h10 – Narrativas, Arte e Tecnologia com Nikima (BA)
18h10 – Patrimônio Imaginário com VJ Gabiru (BA)
19h – Elos Latinos na Música com Acido Pantera (COL)

17/11 (sábado)
18h às 23h – Feira Pedra Papel Tesouro + Tenda Nikima apresenta Auss & Auss + VJ Gabiru
19h – Radiomundi (BA/BR)
Nikima apresenta Auss & Auss (BA)
Acido Pantera (COL)
Xenia França (BR/BA)


18/11 (domingo)
18h às 23h – Feira Pedra Papel Tesouro e Tenda Auss & Auss + VJ Gabiru
19h – Radiomundi (BA/BR)
Muntchako (BR/BSB)
Vox Sambou (Haiti)
ÀTTØØXXÁ (BA/BR)

Programação completa:

16/11 (sexta-feira)
MOSTRA DE VÍDEOARTE
15h às 17h – Mostra Cine Expandido
Exibição de curtas com falas de alguns dos realizadores

PALESTRAS
17h10 às 18h10 – Narrativas, Arte e Tecnologia com Nikima (BA)
18h10 – Patrimônio Imaginário com VJ Gabiru (BA)
19h – Elos Latinos na Música com Acido Pantera (COL)

17/11 (sábado)
18h às 23h – Feira Pedra Papel Tesouro + Tenda Nikima apresenta Auss & Auss + VJ Gabiru
19h – Radiomundi (BA/BR)
Nikima apresenta Auss & Auss (BA)
Acido Pantera (COL)
Xenia França (BR/BA)


18/11 (domingo)
18h às 23h – Feira Pedra Papel Tesouro e Tenda Auss & Auss + VJ Gabiru
19h – Radiomundi (BA/BR)
Muntchako (BR/BSB)
Vox Sambou (Haiti)
ÀTTØØXXÁ (BA/BR)

 

SERVIÇO

Onde: MAM – Museu de Arte Moderna (Av. Contorno) e Sala de Arte / Cinema do Museu Geológico (Corredor da Vitória)

Quando: 16 a 18 de novembro de 2018

Ingresso: R$20 inteira / R$10 meia

www.sympla.com.br

Vereadora Marta Rodrigues realiza Sessão sobre Povos de Matriz Africana e Comunidades Tradicionais!


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Foto Hieros Vasconcelos

 

“Luta e a Resistência dos Povos de Matriz Africana e Comunidades Tradicionais de Salvador”. Este é o tema da Sessão Especial requerida pela vereadora Marta Rodrigues (PT), que acontece na próxima segunda-feira (12), na Câmara Municipal de Salvador.

“São nossos ancestrais. Foram eles que nos trouxeram força e resistência para permanecermos, até hoje, firmes no combate às desigualdades e ao racismo. Esses povos foram fundamentais para combatermos a escravidão, pregando a liberdade de expressão, de religião e de pensamento, luta na qual estamos até hoje”, diz a vereadora.

A vereadora ressalta, ainda, as muitas ameaças às conquistas voltadas para a redução da intolerância religiosa e da desigualdade racial no País. “Querem atacar as cotas das universidades, os movimentos sociais, instituições que estão permanentemente fazendo o debate, impedir nas escolas que o debate seja livre para a consciência crítica de nossos estudantes, incentivando a intolerância religiosa. Permaneceremos nos aquilombando. Ninguém vai soltar a mão de ninguém”, disse.

 

SERVIÇO

O que: Sessão Especial “Luta e a Resistência dos Povos de Matriz Africana e Comunidades Tradicionais de Salvador”

Quando: 12 de novembro (segunda-feira), 18h

Onde: Plenário da Câmara Municipal

Aberto ao público

 

IV Balada Literária da Bahia homenageia Lazzo Matumbi com programação diversa!


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A Balada Literária da Bahia chega à quarta edição, entre os dias 14 e 17 de novembro, celebrando a força dos encontros artísticos e o poder político e transgressor da arte. Realizada uma semana antes da edição paulista do evento – que está no 13º ano – a versão baiana elege como seu principal homenageado o cantor e compositor Lazzo Matumbi, mas também celebra as obras do cantor Itamar Assumpção e da escritora Alice Ruiz, os homenageados nacionais.

Nos quatro dias, a Balada baiana oferece uma programação que combina saraus, bate-papos, oficina, lançamentos e performances artísticas. Entre os destaques desta edição estão as presenças das cantoras Anelis Assumpção, Alzira E, da escritora Alice Ruiz e de Carlos Verçosa, escritor e pesquisador parceiro de Itamar Assumpção na juventude; o lançamento em Salvador de Bagageiro, novo livro do escritor Marcelino Freire; a presença do autor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, pela primeira vez na Bahia; uma conversa musical com Lazzo; a edição especial do Sarau Bem Black; e uma conversa-oficina sobre produção literária em tempos digitais, que contará com a participação de Talita Taliberti, gerente de autopublicação da Amazon.

Este ano, todo o evento acontece na Casa do Benin, no Pelourinho.  E a programação começa na quarta (14) com uma edição especial e afetiva do Sarau Bem Black, que celebra o Novembro Negro e as obras essenciais de Lazzo Matumbi e Itamar Assumpção (1949-2003).

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Alex Simões – Foto Meredith Lackey

PROGRAMAÇÂO

QUARTA-FEIRA / 14.11

19h às 22h – SARAU BEM BLACK 
Homenagem a Lazzo Matumbi e Itamar Assumpção
:: Presença de Anelis Assumpção
:: Performance de Alex Simões
:: Participação de Jorjão Bafafé
:: Marcelino Freire lança “Bagageiro”
:: Exibição do clipe “Moço lindo do Badauê”
Saudação do rap baiano ao Mestre Moa do Katendê

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Caminhada do Engenho Velho

QUINTA-FEIRA / 15.11

XIV CAMINHADA PELO FIM DA VIOLÊNCIA E DA INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, PELA PAZ
Não haverá programação. Estaremos na caminhada.
14h – Concentração no Busto de Mãe Runhó
Final de linha do Engenho Velho da Federação

SEXTA-FEIRA / 16.11

10h às 12h – VIDA DE ARTISTA
Conversa sobre produção de livros e ideias
com Berimba de Jesus, Luciany Aparecida e Sarah Rebbeca Kersley
Mediação: Jorge Augusto

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Mariella Santiago

14h às 15:40 – EU E NEGO DITO, VULGO BELELÉU
Conversa com Carlos Verçosa e Mariella Santiago
Mediação: Nelson Maca

16h às 17:40 – QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA 
Conversa literomusical com Alice Ruiz e Alzira E
Mediação: Marcelino Freire

18h às 18h:30 – JURACI TAVARES – POCKET SHOW 1

18h:30 às 19h – MARIELLA SANTIAGO – Ella canta Itamar! – POCKET 2

19h às 21h – SARAU DA DIVERSIDADE
:: Apresentação Ed Marte e Bia Mathieu
– Performance de Bia Mathieu, Ed Marte e convidados

 

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Bia Mathieu – Fto Divulgação

SÁBADO / 17.11 

10h às 13h – “SOCORRO” – O AUTOR QUANDO CAI NA REDE

Uma oficina/conversa sobre a escrita, a organização do livro, a auto-publicação. Como movimentar-se na rede. Mediação do curso com o escritor Marcelino Freire
e a participação da escritora Gisele Mirabai, Prêmio Kindle de Literatura, Talita Taliberti, gerente de autopublicação da Amazon, e Evanilton Gonçalves, escritor lançado pela Paralelo 13S, e do escritor Itamar Vieira Vieira Junior, Prêmio Leya de Literatura 2018

14h ÀS 16h – LAZZO: “O FILHO DA TERRA” 
Conversa com Lazzo Matumbi
Por: Ana Cristina Pereira, Dão e Lázaro Erê

16:10h às 17:40 – “NAVALHA NA LIGA” – POÉTICAS PERIFÉRICAS 
Convidados: Autores da coletânea Poética Periféricas: Novas Vozes da Poesia Soteropolitana
Mediação: Valdeck Almeida de Jesus

17:50h às 19h – “SEI DOS CAMINHOS” – MOÇAMBIQUE E BRASIL 
Conversa com o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa
Por: Nelson Maca E Wesley Correia

:: 20h: SHOW POÉTICO MUSICAL (R$ 20|R$10)
Homenagem a Alice Ruiz e Itamar Assumpção
20h às 20h:20min- Este Tal Recital lê Alice Ruiz. Com Lúcia Santos, Luiza Gonçalves, Jamile Resende e Clara Barreto.
20:30 às 21h – Diálogo  entre poesias de Conceição Evaristo e Carolina Maria de Jesus, com Vera Lopes e Emillie Lapa
21:10h às 22h:30 – PARALELAS, show com Alice Ruiz e Alzira E – Participação de Luiz Waack

SERVIÇO

Evento: IV Balada Literária de Salvador

Quando: de 14 a 17 de novembro

Onde: Casa do Benin (Largo do Pelourinho)

Ingresso: Gratuito, com exceção do show Paralelas, com Alice Ruiz e Alzira E