Banda A Mulherada faz 3ª terceira edição do projeto “Tambores Pelo Fim da Violência – Tocar Pode, Bater Não”!


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A terceira Edição  do projeto “Tambores Pelo Fim da Violência – Tocar Pode, Bater Não”, coordenado pelo Instituto A Mulherada, volta com força total ao Centro Histórico de Salvador. A iniciativa utiliza música, vídeo, poesia e dança para intermediar o enfrentamento à violência praticada contra as mulheres no âmbito doméstico e familiar na Bahia.

Para tanto, o projeto faz uma analogia entre tocar o tambor e o toque sensível na mulher, lembrando que para tirar som do instrumento percussivo é preciso ter habilidade para não o danificar, produzindo um som agradável. Da mesma forma deve ser com a mulher, cujo toque deve ser permitido por ela e feito com sensibilidade.

|Serviço|

O quê: Tambores Pelo Fim da Violência -Tocar Pode, Bater Não – Show com a banda A Mulherada.

Onde: Teatro de Arena Sesc Pelourinho

Quando: Dias 22, 29 de março

Horário: das 19h às 21h.

Acesso: Gratuito

Patrocínio: Edital Março Mulher 2018 – Respeite as Minas da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulher.

Apoio: Teatro de Arena do Sesc /Senac Pelourinho.

Não viu ainda? QUASEILHAS ocupa Mercado Iaô de 10 de abril a 04 de maio!


QUASEILHAS
Foto por Patricia Almeida

 

É a primeira obra cênica autoral brasileira integralmente em yorùbá, por meio da literatura do oríkì, gênero que se faz vivo quando declamado ou cantado. Estamos falando de QUASEILHAS, uma realização da Plataforma Araká, rede de conexão para a arte negra contemporânea criada por Diego Pinheiro e Laís Machado. Pra quem não viu esta obra prima, estará em segunda temporada com concepção, direção e oríkì’s de Diego Pinheiro (A Bunda de Simone, Oroboro e Arbítrio). O Mercado Iaô, no bairro da Ribeira, receberá a obra de 10 de abril a 04 de maio.

Criar nos vazios da memória afrodiaspórica. Esta é o convite de QUASEIILHAS ao espectador e nessa busca de estabelecer e renovar conexões em mergulhos profundos, essas memórias que parecem isoladas em uma ilha estão conectadas por algo invisível.

QUASILHAS
Foto Shai Andrade

“Em QUASEILHAS buscamos presentificar a ancestralidade que está no DNA do povo preto. No filme Filhas da Poeira, de Julie Dash, tem uma frase que exemplifica nosso objetivo: ‘O antepassado e o útero são a mesma coisa’. Um útero atlântico repleto de correntezas e de lacunas a respeito da memória afrodiaspórica. Vazios criados no processo escravagista e pós-escravagista, que tirou do povo afro-brasileiro o direito de construir de maneira positiva suas árvores genealógicas e suas memórias ao longo desses quatro séculos de diáspora.”, explica Pinheiro.

QUASEILHAS
[Foto por Patricia Almeida]

A busca de QUASEILHAS pelo preenchimento destes vazios e lacunas é política. O uso do oríkì vem para ser uma tentativa de conexão com esses vazios, por meio dos sentidos, das vibrações melódicas existentes neles, por mais que sejam cantadas em outra língua. Laís Machado acrescenta que o oríkì tem um aspecto místico. “Independentemente da língua que estamos usando, existem vibrações que são comuns e captadas, que vão ativar memórias que tem a ver com essa vibração”, pontua.

E o mais legal de QUASEILHAS…

São três os espaços de ação: Camamu-BA, Quebra Machado-BA e Pantaleon (Guatemala). Cada alárìnjó ocupa um e circulam entre os três, num eterno movimento do despertar das memórias. O público escolhe um a cada sessão. A instalação cenográfica tem concepção de Diego Pinheiro e do cenógrafo Erick Saboya.

QUASILHAS
Foto Shai Andrade

QUEM FAZ QUASEILHAS…

Direção, concepção e oríkì de Diego Pinheiro

Alárìnjó: Diego Alcantara, Laís Machado e Nefertiti Altan

Tradução e consultoria em yorùbá:  Misbah Akanni

Trilha Sonora Original: Diego Pinheiro, Laís Machado, Diego Alcantara,

Nefertiti Altan e Ubiratan Marques

Direção Musical: Ubiratan Marques e André Oliveira

Desenho de Som: André Oliveira

Musicistas: Sanara Rocha, Mayale Pintanga e Nai Sena.

Técnico de Som: Moisés Victório

Concepção Cenográfica: Diego Pinheiro e Erick Saboya Bastos

Concepção de Luz: Luiz Guimarães

 Figurino, maquiagem e cabelos: Tina Melo

 CoNcepção Videográfica: Nina La Croix

Vídeomaker: Ani Haze

 Projeto Gráfico:  Laíza Ferreira

 Assessoria de Comunicação: Preta Pretinha Comunicação – Juliana Almeida

 Assessoria de Imprensa: Théâtre Comunicação – Rafael Brito

 Produção e administração financeira:  Giro Planejamento Cultural

REALIZAÇÃO da ÀRÀKÁ – Plataforma de Criação em Arte

 

Serviço

O quê: QUASEILHAS – obra cênica de Diego Pinheiro

Quando: 10 de abril a 04 de maio – quarta, às 20h, e quinta a sábado, às 19h

Onde: Mercado IAÔ – Praça General Osório, 33, Final de Linha da Ribeira – Ribeira

iNGRESSOS ANTECIPADOS NO SYMPLA. – A PARTIR DE 29 DE MARÇO

“Sobejo”, solo com a atriz Eddy Veríssimo, volta em cartaz na Casa d’A Outra!


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Foto: Andréa Magnoni

 

Sobejo, solo com a atriz Eddy Veríssimo, indicada em 2016 ao Prêmio Braskem de Teatro, na categoria melhor atriz volta em cartaz nos dias 22 e 29 de março, na Casa d’A Outra. A peça, escrita e dirigida pelo ator, dramaturgo, diretor, figurinista, e também integrante d’A Outra Companhia de Teatro, Luiz Buranga

Sobejo retrata a biografia fictícia da personagem Georgina Serrat, uma dona de casa que depositou a fé e felicidade no casamento e tem seus sonhos frustrados pelas agressões do marido. Num misto de flashbacks e depoimentos, vemos uma mulher enclausurada em suas memórias, detalhando um cotidiano cruel e desenrolando uma teia que desemboca num final surpreendente.

Em Sobejo, Eddy Veríssimo embarca em seu primeiro espetáculo solo após integrar o elenco de diversas produções teatrais como Ruína de Anjos (2015), Remendo Remendó (2011), e Arlequim – servidor de dois patrões (2004), montagem de fundação d’A Outra Companhia e que lhe rendeu também a indicação ao Prêmio Braskem de Teatro na categoria Melhor Atriz Coadjuvante.m. O espetáculo estreou em 2016, ano em que se celebra os dez anos da Lei 11.340 (Lei Maria da Penha), criada para oferecer mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.

 

Serviço

O Quê: Sobejo – solo com Eddy Veríssimo

Quando: 15, 22 e 29 de março, 20h

Onde: Casa d’A Outra – Rua do Politeama de Cima, 114 (em frente ao Instituto Feminino).

Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)


Javier Cardona

O 3° Fórum Negro de Arte e Cultura traz a Salvador o ator e bailarino porto-riquenho Javier Cardona, radicado no Estados Unidos da América, para apresentar sua performance Taxonomía of a Spicy Espécimen – tradução Taxonomia de uma espécie picante. Cruzando diferentes linguagens – teatro, dança e performance, essa interseção multidisciplinar traz o corpo preto do artista como epicentro para gerar diálogo, levantar e propor dados.

“Xirê dos saberes: (Re) Conhecer, Existir” será o tema do 3° Fórum Negro de Arte e Cultura na UFBA!

Em cena, uma mesa. Sob ela, especiarias perfumadas – anis e dos cravos-da-índia – formam o mapa dos EUA. O corpo de Javier Cardona está disposto a estudo em um pequeno espaço de palco, provocando o público a investigá-lo, manipulá-lo, problematizá-lo e refletí-lo. A performance é interativa.

“A intenção é desorganizar e reorganizar reflexões e ações relacionadas a diversos assuntos a respeito deste corpo preto. Taxonomía of a Spicy Espécimen convida a despir e vestir metáforas e outros imaginários, desmistificando ou criando novos mitos sobre um corpo particular deitado em uma mesa para ser observado, estudado e talvez também classificado, categorizado, hierarquizado, consumido”, explica Cardona.

Pele Negra, Máscaras Brancas – espetáculo dirigido por Onisajé estreia em março!

A apresentação será no dia 22 de março, às 19h, no Teatro do Movimento, da Escola de Dança da UFBA (Ondina). Em 2019, o Fórum Negro de Arte e Cultura (FNAC) chega a terceira edição e será realizado de 18 a 22 de março em vários pontos da UFBA e traz como temática Xirê dos saberes: (Re) Conhecer, Existir. O fórum explorará a multiplicidade de saberes afros em diversas perspectivas, tanto nas artes, quanto na filosofia e outras linguagens.

“Lendo Mulheres Negras” começa 2019 com a autora Carla Akotirene!


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Abrindo o ciclo 2019 de encontros do Lendo Mulheres Negras, a convidada é a pesquisadora, mestre e doutoranda em Estudos Interdisciplinares de Gênero, Mulheres e Feminismos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Carla Akotirene.  O papo será sobre o seu livro “O que é INTERSECCIONALIDADE?”,  livro da coleção Feminismos Plurais com a coordenação de Djamila Ribeiro e publicado em 2018, pelo Grupo Editorial Letramento.

Trazendo críticas levantadas pela estadunidense Kimberlé Crenshaw, assim como o entendimento do que se refere a interseccionalidade para o feminismo negro, o livro de Carla Akotirene propõe o fortalecimento da decolonidade para a construção de saberes, levantando o nome de acadêmicas e ativistas negras como Sueli Carneiro, Ângela Davis, Patrícia Hill Collins, entre outras.

#FalaPreta – Carla Akotirene fala de seu livro na coleção “Feminismos Plurais”, de Djamila Ribeiro!

Lendo Mulheres Negras – Carla Akotirene

Data: 29/03

Horário: 17h

Local: CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais

Exposição “Kaurís” – baseada na Revolta dos Búzios – será aberta no Goethe!


Kaurís
Leonardo França – IFÁ (2016)

 

A exposição “Kaurís” – baseada na Revolta dos Búzios – será aberta no dia 20 de março, na Galeria do Goethe-Institut Salvador. A proposta da mostra é investigar os búzios como metáfora e estratégia de resistência e de libertação. Com curadoria de Tiago Sant’Ana, estarão reunidas obras em diversas linguagens, como fotografia, pintura, objeto e vídeo, realizadas pelos artistas Antônio Obá, Emo de Medeiros, J. Cunha, Leonardo França, Nádia Taquary e Shai Andrade.

“Além do contexto histórico da Revolta, os búzios têm uma posição muito importante para as religiões afro-brasileiras. Eles compõem um oráculo. A consulta aos búzios é um saber ancestral, mas também, pela natureza oracular, os búzios contribuem para lançar olhar para o futuro. A exposição é também sobre essa relação entre tempos que se cruzam através do ideal de resistência político e estético”, comenta o curador Tiago Sant’Ana.

Uma das obras que estarão na exposição é “IFÁ”, de Leonardo França, vídeo que contextualiza uma conversa entre o diretor e o pai de santo Obarayi, líder do Ilê Axé Opô Aganju. Logo após a abertura da mostra, Emo de Medeiros apresentará, às 21h30, no Teatro do Goethe-Institut, a videoperformance “TIIT” (que significa “vida” em Sumério), em que assina imagens e música, em parceria com Maxime Pere. O trabalho, que é uma celebração dos espíritos sagrados e do imaterial e digital, faz parte do projeto “IKE” (“energia” em Igbo), idealizado pela dupla.

 

KAURÍS + TIIT

Exposição coletiva de artes visuais  + Videoperfomance

Quando:

Abertura da exposição: 20 de março (quarta-feira), 19h30

Videoperformance “TIIT”: 20 de março (quarta-feira), 21h30

Visitação: 21 de março a 3 de maio (segunda a sexta), 9h às 19h

Onde: Goethe-Institut Salvador-Bahia (Av. Sete de Setembro, 1809, Corredor da Vitória)

Quanto: Gratuito

Classificação indicativa: 14 anos

 

Black Money – Luciane Reis estreia programa “Me Despache” na TV Kirimurê!


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Luciane Reis

Quilombos, irmandades religiosas e as sociedades negras, passando pelas iniciativas de inserção no comercial informal, por meio do trabalho de ganhos nas ruas das cidades, até chegarmos ao que hoje se chama de Black Money. 

Para dar visibilidade a essas iniciativas de organização econômica da população negra, promover negócios focado na superação do racismo institucional e provocar a reflexão sobre a nossa relação com o dinheiro, estará no ar, na TV Kirimurê, o programa Me Despache, uma iniciativa da agência de Fomento a Negócios Locais e Étnicos Mercafro, liderado pela comunicadora e presidenta da agência, Luciane Reis, que apresenta o programa.

“Nosso objetivo é trazer para o cotidiano das nossas famílias a conversa sobre planejamento financeiro, organização de carreiras, empreendedorismo e consumo consciente, tornando a aquisição e uso do dinheiro um ato político de afirmação negra. Traremos convidados que com suas histórias pessoais ou com suas pesquisas dedicadas à temática dos negócios contribuam para estimular a você e sua família a pensarem como anda sua relação com a Economia” – Luciane Reis

O programa estreia nesta terça-feira, dia 19 de março, às 21h na TV Kirimurê, canal 10.2 – TV Aberta. Tem reprise às quintas, às 10h.

 

Ficha Técnica
Apresentacao: Luciane Reis
Direção: André Santana e Gustavo Pereira
Produção: Gustavo Pereira e Luciane Reis
Direcao de arte: Lunnah Santos
Fotografia: Gustavo Pereira e Lucas Cerqueira
Maquiagem: Ana Andrade
Figurinista: Cáren Cruz

Centro de Umbanda Caboclo Taperoá realiza Seminário “Caminhos que levam a Exu”!


Exu

O Centro de Umbanda Caboclo Taperoá (CUCT) realiza, no dia 30 de março, o Seminário “Caminhos que levam a Exu”, que abordará o modo alegre que lhe faz jus: com exposição, esquetes de teatro e dança, exibição de filmes e animações de curta metragem, cânticos de coral e curimba, tudo mediado entre  palestras e mesas com Pais e Mães de Santo, pesquisadores e especialistas nas tradições e na cultura de origem africana.

Pra fechar o seminário, a cantora Márcia Short faz uma saudação musical ao Orixá em um pocket show com canções de carreira e menções ao universo do candomblé e da umbanda.

Laroyê…

Orixá que rege a comunicação e os caminhos, guardião das casas e das ruas – segundo a tradição Iorubá – é ele quem faz a ligação entre Orun e Aiyê, o céu e a terra, e que permite aos humanos o contato com as divindades. Há mais de cinco séculos, ainda na África, Exu foi associado com a figura do diabo cristão, e desde então é cercado de mistérios, preconceitos e desinformações. A programação do seminário visa melhorar o entendimento para combater o medo e preconceito que são origem da intolerância religiosa e do desrespeito à fé de origem africana. As mesas vão abordar temas como as lendas e mitos de Exu no Brasil e na África; as diferenças entre Exu Orixá e “Exu de Lei”; as representações de Exu na arte; e as energias, trabalhos e oferendas dedicadas a Exu.

 

Serviço

“Caminhos que levam a Exu” – Seminário

Dia 30/03/2019 (sábado) – das 9h às 17h

Local: Teatro Jorge Amado (Av. Manoel Dias, nº 2177, Pituba)

Inscrições: Pelo site www.sympla.com.br ou na secretaria do CUCT.

Valor: R$ 30,00 (trinta reais)

Sepromi lança Edital da Década Afrodescendente 2019 voltado à população negra, povos e comunidades tradicionais da Bahia!


Edital Década do Afrodescendente

Está no ar o Edital da Década Afrodescendente 2019, com o objetivo de viabilizar projetos nas áreas do reconhecimento, fomento à justiça e ao desenvolvimento da população negra, dos povos e comunidades tradicionais da Bahia. A chamada pública, que segue com inscrições abertas até o dia 12 de abril, contam com recursos na ordem de R$2,4 milhões.

Um das novidades deste ano é a ampliação do número de projetos a serem contemplados, com previsão de apoio a 44 iniciativas. As propostas podem ser executadas nas modalidades de curso, seminário, assistência técnica, oficina, intercâmbio de tecnologias e de experiências, ferramentas de comunicação e feiras. Serão viabilizadas iniciativas para períodos como Julho das Mulheres Negras, Agosto da Igualdade e Novembro Negro.

A inscrição de projetos poderá ser presencial, através de envio pelos Correios (Sepromi – Avenida Manoel Dias da Silva, nº 2.177, Pituba, CEP 41.830-000, Salvador – Bahia), ou por e-mail: [email protected]ba.gov.br. A íntegra do edital e seus anexos estão disponíveis no site www.sepromi.ba.gov.br.

Mesa de orientações – A chamada pública segue as diretrizes do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) que baseia as parcerias entre a administração pública e as organizações civis. Uma mesa técnica de orientações será realizada na próxima quarta-feira (20) para esclarecer detalhes do edital, evento que acontece a partir das 8h30, na sede da Sepromi, em Salvador.

Afrocidade e Neo Muyanga (RSA) encerram o TOCA! Verão no Goethe!


Afrocidade [Foto por Rafael Kent] (2)
Afrocidade [Foto por Rafael Kent] (2)

No dia 22 de março, o artista da África do Sul, Neo Muyanga, e a banda baiana Afrocidade se apresentam nopátio do Goethe-Institut e os ingressos já estão à venda online na Sympla, e, em breve, estarão também no Haus Kaffee (Goethe-Institut) e nas lojas Soul Dila dos shoppings Salvador e Barra.

A combinação da música de protesto dará o tom da edição de encerramento do verão do TOCA!, projeto que celebra a música autoral contemporânea brasileira Em 22 de março, o TOCA! se despede do verão celebrando a cultura negra na sua 10ª edição com representatividade e ritmo, unindo a música baiana àquela produzida na África. Quem abre a noite que encerra o TOCA! Verão é o sul-africano Neo Muyanga, residente do Programa de Residência Artística Vila Sul do Goethe-Institut. Neo nasceu em Soweto e cresceu cantando em coros tradicionais locais.

Neo compõe óperas de câmara, peças e obras musicais para conjuntos grandes e mistos, empregando uma estética sincrética que, ao mesmo tempo, faz referência aos modos tradicionais de música Basotho e Zulu, free jazz e música barroca ocidental.

Neo Muyanga – Foto Lambro e Blksonshine

SERVIÇO:

TOCA! Verão apresenta: Afrocidade + Neo Muyanga (África do Sul)

Local: Pátio do Goethe-Institut (Av. Sete de Setembro, 1.809, Corredor da Vitória)

Data: 22 de março (sexta-feira)

Horário: 20h (portões abertos às 18h30)

 

Ingressos:

Lote 1: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Lote 2: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lote 3: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

 Vendas: sympla.com.br/tocaneoafrocidade