Coro Oyá Igbalé oferece Oficina de Percussão com Ricardo Costa e Josué Rodrigues!


Coro Oyá Igbalé

Projeto Coro Oyá Igbalé oferece Oficina de Percussão que tem como objetivo principal a valorização e a difusão da música sacra de percussiva de matriz afro-brasileira. A proposta da Oficina é promover o intercâmbio de saberes entre integrantes da comunidade acadêmica da UNEB, músicos percussionistas e integrantes do projeto. Será nesta quinta-feira (29), e é aberta ao público interessado.

A Oficina tem carga horária de 4h e atividades acontecerão das 14h às 18h na Sala 21 do Pavilhão de Aulas Multidisciplinar (PAM – Campus I da UNEB, Cabula). A inscrição é gratuita e será realizada 30min antes do início da atividade com a monitora Gisélia Pereira (sala 21). O Certificado de participação será emitido pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão do Departamento de Educação do Campus I da UNEB.

Coro Oyá Igbalé.

Qualquer pessoa interessada pode se inscrever na Oficina de Percussão, a idade mínima é de 18 anos e a mesma será ministrada pelos instrutores de percussão Ricardo Costa e Josué Rodrigues que atuam na Orquestra Percussiva do Coro Oyá Igbalé.

 

Muncab recebe exposição fruto do trabalho do Projeto Bate-Papo Ibejis! Abertura neste sábado (01)!


BATEPAPO_IBEJIS

Entre os dias 1º e 15/12, o Museu Nacional de Cultura Afro-brasileira (Muncab) recebe uma exposição fruto do trabalho de formação educativa do Projeto Bate-Papo Ibejis, que encerra as atividades da segunda edição do projeto, desenvolvidas ao longo de nove meses. O trabalho de formação educativa do Projeto Bate-Papo Ibejis aproxima crianças de 6 a 12 anos das expressões culturais afro-brasileiras. A proposta da iniciativa é promover a transmissão das tradições dos povos de santo, através de musicalidade, mitos e lendas do candomblé.

Nesta temporada as ações foram realizadas, de modo itinerante, em três terreiros da capital baiana: Terreiro Hunkpame Savalu Vodun Zo Kwe (Curuzu); Terreiro Ilê Axé Alarabedê (Engenho Velho da Federação) e o Terreiro Ilê Axé Torrun Gunan (Fazenda Coutos). As crianças participam de atividades lúdico-educativas, como oficinas de transmissão oral, contação de lendas e mitos do candomblé, e também de outras ações artístico-culturais de pintura, dança, música e confecção de adereços das culturas afro-brasileiras.

A mostra apresenta uma série de fotografias, que retratam momentos de aprendizado e participação dos pequenos nestes encontros, além de exibir os artesanatos concluídos pelas crianças nas oficinas criativas, como pinturas de orixás em camisetas. Um monitor acompanhará a visitação, contando detalhes sobre mostra e projeto. No museu, estará disponível um espaço da leitura, com livros disponíveis para os visitantes mirins.

O evento de abertura acontece no dia 1º de dezembro (sábado), às 14h. A programação da tarde inclui apresentações de algumas das crianças que integraram as atividades. Eles também protagonizam um desfile com as camisas da linha de produtos Bate-Papo Ibejis. A visitação é gratuita e pode ser feita sempre das 10h às 16h, exceto aos finais de semana.

BATEPAPO_IBEJIS

 

QUER AJUDAR?!

A lista de produtos inclui camisetas (com diversas opções de cores e estampas), canecas, sacolas e quebra-cabeças. Os modelos estão disponíveis nos perfis do Projeto Bate-Papo Ibejis no instagram e facebook. Para adquirir os produtos, obter mais informações ou retirar dúvidas, é possível entrar em contato através do whatsapp (71) 99684-5816 ou e-mail ([email protected]).

Além disso, o projeto também lançou campanha numa plataforma de financiamento colaborativo. A durabilidade do Bate-Papo Ibejis significa que uma série de ações serão mantidas: como, o estímulo à leitura entre crianças de 6 a 12 anos, desenvolvimento da capacidade do protagonismo cultural na infância e difusão da oralidade como elemento de construção do imaginário, identidade e tradição. Clicando aqui é possível acessar e contribuir.

Serviço

O quê: Exposição Bate-Papo Ibejis

Onde: Museu Nacional da Cultura Afro-brasileira (Muncab)

Rua do Tesouro, s/nº – Centro

Quando: Abertura – 1º de dezembro (sábado, às 14h).

Visitação – 1º a 15 dezembro, das 10h às 16h (exceto aos finais de semana)

Quanto: entrada gratuita

Edição especial do Sarau Enegrescência terá debate sobre livro “O vendido”, do escritor Paul Beatty!


sarau enegrescencia
sarau enegrescencia

Coletivo que pauta as culturas negras através da educação, da literatura e das artes em geral”. Este é o Coletivo Enegrescência que, nesta quarta (28),  realiza mais um sarau, debatendo o livro “O vendido”, do escritor Paul Beatty. Será  no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura (Salvador Shopping), com o tradicional recital poético com microfone aberto. Aberto ao público.

O coletivo foi criado em 2014 e é composto pelos/as poetas David Alves, Gonesa Gonçalves e Lidiane Ferreira. O Sarau Enegrescência, que ocorre desde o ano de 2014 no Centro Cultural Casa de Angola na Bahia, é uma das principais atividades do coletivo, no qual visa difundir obras de autores/as negro-brasileiros/as e africanos/as.

Sobre o livro:

Nascido em Dickens, no subúrbio de Los Angeles, Eu, o narrador de O vendido, passou a maior parte da juventude como cobaia para estudos raciais realizados por seu pai, um polêmico sociólogo. Quando o pai é subitamente morto em um tiroteio com a polícia e é anunciado que Dickens será varrida do mapa da Califórnia por motivos políticos e econômicos, Eu tenta salvar a cidade através de um controverso experimento social: instalar uma segregação racial às avessas. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, O vendido é uma crítica mordaz a respeito de questões raciais ainda tão presentes – nos Estados Unidos, mas também no Brasil de nossos dias.

Sarau Enegrescência – edição especial
28 de novembro de 2018 – 18:00
Teatro Eva Herz | Livraria Cultura do Salvador Shopping
Entrada gratuita

Coletivo Ibomin lança “Exposição Ancestralidade e Novas Narrativas” em Plataforma!


ibomin

Começa nesta sexta-feira, 30, às 15h, a primeira das três edições da Exposição Ancestralidade e Novas Narrativas, no Centro Cultural Plataforma. Terá exibição de uma coleção de artes visuais que buscam um diálogo entre a iconografia das religiões de matriz africana e a estética do graffite. A exposição permanecerá no local até o sábado, dia 01.

O projeto Ancestralidade e Novas Narrativas é uma realização do Coletivo Cultural Ibomin e foi contemplado pelo edital ARTE TODO DIA – ANO IV, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador. As peças são resultado de oficinas de graffite realizadas com jovens das diversas periferias de Salvador e conta com o Apoio do Ilê Axé Ifá Olorum Babá Omi. Além das oficinas, também foram realizadas rodas de diálogos sobre a relação entre as artes contemporâneas e as referências iconográficas das religiões de matriz africana.

A abertura da exposição ocorrerá com um bate-papo sobre a experiência do projeto que está em seu segundo ano. Outros 02 espaços da cidade de Salvador ainda receberão as obras nas semanas seguintes do mês de dezembro.

Serviço:

O Quê? Exposição de artes visuais Ancestralidade e Novas Narrativas

Quando? 30 de novembro e 01 de dezembro (30, às 15h – abertura com bate-papo)

Onde? Centro Cultural Plataforma (Praça São Braz, s/n)

Informações: 9 9275-8751 (Leandro Vilas Verde) / [email protected]

Funceb promove mesa de debate sobre a influência da diáspora africana na perspectiva da dança!


Neste mês, a Fundação Cultural do Estado da Bahia realizará uma série de atividades em consonância com a 2ª edição do Novembro das Artes Negras. Dentre as ações, haverá apresentações artísticas, mesas de debate, oficinas e mais. No dia 27 de novembro, às 15h, a Sala King, localizada na sede da Funceb (Pelourinho) receberá o projeto Diálogos Possíveis com o tema “As influências da Diáspora Africana na perspectiva estética e poética da dança nos países da América Latina”.
A ação é gratuita e pretende reunir pesquisadores, artistas, gestores, educadores, e articuladores da dança para participarem de reflexões e discussões sobre assuntos pertinentes ao campo da dança, promovendo um ambiente de exposição e debate.
A mesa será composta pela dançarina, mestre em Artes Teatrais, doutora em Educação e professora da Unicamp, Inaicyra Falcão; pela mestre em Dança, especialista em Arte-educação e professora da UESB, Edeise Gomes; e pelo bailarino, arte-educador e pesquisador de Pernambuco, Orun Santana. A mediação ficará por conta do bailarino formado pelo Curso Profissional da Funceb e licenciado em Dança pela UFBA, Leonardo Luz.
“Essa ação visa refletir, problematizar e difundir um conjunto de idéias e pensamentos baseados no capital intelectual, cultural e artístico, para que possam ser discutidas de forma transversal, a partir das experiências, depoimentos, vivências e análises dos participantes”, conta a coordenadora de Dança da Funceb, Janahina Cavalcanti.
Serviço:
Diálogos possíveis – “As influências da Diáspora Africana na perspectiva estética e poética da dança nos países da América Latina”
Quando: 27 de novembro, das 15h às 17h
Onde: Sala king da Funceb (Rua Guedes de Brito, 14 – Pelourinho)
Gratuito

Funceb fará exibição de filme e oficina de vídeo sobre a primeira palhaça negra do Brasil!


Palhaço Xamego
Neste mês, a Fundação Cultural do Estado (Funceb/SecultBa) realiza mais uma edição do Novembro das Artes Negras, uma iniciativa que busca valorizar e dar visibilidade aos artistas negros das mais diversas áreas de atuação. As artes circenses são uma das sete linguagens artísticas abarcadas pela Funceb, e haverá uma programação especial voltada para os artistas e amantes de circo.
No dia 29 de novembro, às 18h, haverá exibição gratuita do documentário “Minha Avó era Palhaço”, dirigido por Ana Paula Minehira e Mariana Gabriel, que conta a trajetória artística da primeira palhaça negra do Brasil, Maria Eliza Alves dos Reis, “o” palhaço Xamego – a grande atração do Circo Guarany no início da década de 40. O filme estreou em 21 de março de 2016 (data de celebração do aniversário de Maria Eliza) e já foi exibido 109 vezes em 10 estados brasileiros e em Guadalajara, no México.
Após a exibição, haverá bate-papo com a cineasta, diretora do documentário, Mariana Gabriel, com o tema “Circo Guarany – Memórias de uma das primeiras famílias circenses negras do Brasil”. A programação acontecerá na Sala Walter da Silveira, localizada no subsolo da Biblioteca dos Barris.
Mariana Gabriel
Mariana Gabriel
Oficina de Vídeo – Além do bate-papo, a cineasta Mariana Gabriel realizará a oficina de vídeo Do roteiro à produção: Registro Audiovisual da Memória do Circo, que acontecerá no dia seguinte, 30 de novembro, das 9h às 18h, também na Sala Walter da Silveira, nos Barris. Os interessados devem se inscrever através deste link. Haverá certificado digital para os participantes.
A vivência formativa acontecerá gratuitamente para até 20 artistas circenses. Na ação, a cineasta vai aprofundar aspectos técnicos relacionados à direção do filme “Minha avó era Palhaço”, desde a etapa da pré-produção até sua distribuição pelos dez estados brasileiros e seu impacto na exibição do México, passando pelas fases de produção, pesquisa, pré-roteiro, composição de trilha sonora, roteiro de direção, edição, pós-produção e distribuição.
Serviço:
Exibição do documentário “Minha avó era Palhaço” de Mariana Gabriel e Ana Minehira + bate-papo “Circo Guarany – Memórias de uma das primeiras famílias circenses negras no Brasil”
Quando: 29 de novembro, às 18hOficina de vídeo Do roteiro à produção: Registro Audiovisual da Memória do Circo
Quando: 30 de novembro, das 9h às 18h. Inscrições através do link https://goo.gl/cWo8fA
Onde: Sala Walter da Silveira (subsolo da Biblioteca dos Barris)
Gratuito

Funceb lança Circuito Luiz Orlando de Exibição Audiovisual com “1798: Revolta dos Búzios”, de Antonio Olavo!


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Acervo Zumvi – Luiz Orlando
Neste mês, a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa) realiza uma série de atividades gratuitas em todas as sete linguagens artísticas abarcadas pela instituição através do Novembro das Artes Negras. Integrando a provação do Novembro Negro, a Funceb – por meio da Diretoria de Audiovisual (DIMAS) lança o Circuito Luiz Orlando de Exibição, que homenageia o ativista e cineclubista negro Luiz Orlando.
Será no dia 28 de novembro, às 19h, na Escola Estadual Luiz Viana, em Brotas e, na ocasião, será exibido o longa-metragem 1798: Revolta dos Búzios, do diretor Antonio Olavo, que conta a história do levante dos negros baianos que marcou importante episódio de luta pela independência e pelo fim da escravidão. A ação de lançamento será restrita a convidados.
Circuito – O Circuito Luiz Orlando de Exibição se constitui como uma política de acesso ao cinema através da constituição de pontos de exibição gratuitos voltados para exibição de obras brasileiras, em especial, baianas. Inicialmente o projeto acontecerá nas 85 Escolas Culturais do estado, distribuídas nos 27 territórios de identidade. O Circuito chegará a outros pontos de exibição, como pontos de cultura e centros culturais no interior e na capital. Os mesmos são formados por filmes patrocinados pelo Fundo de Cultura. A ação – coordenada pela Diretoria de Audiovisual da Funceb – DIMAS – pretende difundir a produção baiana no segmento, ampliar o acesso e estimular reflexões e diálogos em torno de temas relevantes da agenda contemporânea a partir da perspectiva audiovisual.

 

Serviço:
Lançamento do Circuito Luiz Orlando de Exibição + sessão do filme 1798: Revolta dos Búzios
Quando: 28 de novembro, às 19h
Onde: Escola Estadual Luiz Viana (rua Waldemar Falcão, 7, Brotas)

Funceb encerra Novembro Negro com debates sobre artes LGBTQI+ e Dança Afrobrasileira!


Hilda Furacão
Hilda Furacão – Fto Jacson Espírito Santo
A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa) – por meio do Centro de Formação em Artes (CFA) –  encerra Novembro das Artes Negras na próxima semana com o Workshop Afrontosas: Corpos Invisibilizados, propondo um debate sobre corpos fora dos padrões hegemônicos no âmbito artístico da cena cultural baiana. Aberto ao público, o evento será no dia 28 de novembro, das 9h às 12h, e terá a participação de Paulett Furacão, Valerie O´rarah, Hilda Furacão e Priscila Nepomoceno.
Priscila Nepomuceno
Priscila Nepomuceno – Divulgação
O debate será em torno dos elementos que contribuíram historicamente com a invisibilização de um conjunto de artistas que transitam pelo campo da dança, das artes performáticas e culturas LGBTQI+ (Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando, Intersexo e mais. Na ocasião, o artivista Elivan Nascimento mediará o debate e apresentará seu workshop de Danças Urbanas, com participação de artistas locais.
Malayka SN – Divulgação
À tarde, das 15h às 17h, será a vez da Oficina Demonxtração, com a Drag Queen, Malayka SN, na qual os participantes terão aprendizados em maquiagem cênica, tendo como base as referências do movimento estético-político das Drags Monster Queen. O intuito é fomentar a experimentação cênica de outras possibilidades de pesquisa e criação no campo das artes visuais. Também gratuito, sem inscrição prévia.
Denilson Oluwafemi
Denilson Oluwafemi

Dança Afrobrasileira e suas origens

Finalizando as ações do dia, o Centro de Formação em Artes realizará o Seminário História da Dança Afro Brasileira: Os desafios da contemporaneidade, com o dançarino, professor e pesquisador, Denilson Oluwafemi, das 18h30 às 20h. No debate, ações de pesquisa, difusão e memória sobre o contexto sócio, político e cultural presentes na construção de um conjunto de expressões, movimentos que transversalizam o campo da dança.
Na oportunidade, serão abordados os saberes ancestrais dos povos africanos e elementos da cultura popular brasileira na construção de uma forma de dançar, posteriormente denominada como dança afro-brasileira. Também aberto ao público. Todas as atividades acontecem na Escola de Dança da Funceb – Pelourinho.




O quê: Workshop Afrontosas: Corpos Invisibilizados
Onde: Escola de Dança da Funceb, Pelourinho
Quando: 28 de Novembro das 09h às 12hO quê: Oficina Demonxtração Workshop
Onde: Escola de Dança da Funceb, Pelourinho
Quando: 28 de Novembro das 15h às 17h

O quê: Seminário História da Dança Afro Brasileira
Onde: Escola de Dança da Funceb, Pelourinho
Quando: 28 de Novembro das 18h30 às 20h

Fazenda Grande do Retiro receberá primeira edição do Festival FG EnCena!


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Banco de Imagens

 

Previsto para acontecer entre os dias 30 de novembro e 02 de dezembro em espaços de arte, cultura e educação da Fazenda Grande do Retiro, o Festival FG EnCena abriu inscrições, até 15 de novembro, para artistas e empreendedores negros interessados em compor a programação. O evento, que é uma iniciativa da DiPreta Produções, vai encerrar o Mês da Consciência Negra celebrando o Dia Municipal da Cultura Afro.

A proposta é mapear grupos e artistas negros da Fazenda Grande do Retiro e região interessados em participar do evento, que pretende visibilizar projetos autorais de quem já vem desenvolvendo trabalho artístico e cultural.

“A Fazenda Grande é realmente muito grande e aqui temos um caldeirão de artistas e produtores culturais. Além disso, temos bairros vizinhos também com essa efervescência. O FG EnCena vem com essa proposta de aglutinar esses atores numa verdadeira Ocupação Cultural do Bairro. A gente precisa disso, precisamos resignificar a visão de que a Fazenda Grande é apenas mais um bairro perigoso. Nós produzimos cultura e arte e precisamos mostrar isso pra dentro e pra fora”, diz Geise Oliveira, moradora da comunidade e idealizadora do projeto.

A programação do Festival conta com roda de conversa, apresentações artísticas, sarau, mostra cultural, cortejo performático, oficinas e uma feira de empreendedores negros. As inscrições para grupos e artistas ficam abertas até 10 de novembro, já aquelas e aqueles que querem expor na Feira FG EnCena, tem até 15 de novembro para fazer a inscrição. Veja como abaixo!

SERVIÇO

O que: Festival FG EnCena

Quando: Inscrições até 10 de novembro (artistas) e 15 de novembro (empreendedores) | Festival de 30 de novembro a 02 de dezembro

Onde: Colégio Estadual Dois de Julho (Rua Mello Moraes Filho, 311 – Fazenda Grande do Retiro)

Quem: DiPreta Produções – (71)99292-8702 | [email protected]

Diálogos Insubmissos lança novo livro de Cidinha da Silva: “Um Exu em Nova York”!


“Uma perspectiva contemporânea e ficcional do cotidiano, sobre temas como política, crise ética, racismo religioso, perda generalizada de direitos (principalmente por parte das mulheres), negros e grupos LGBT.” Essa é a definição do novo livro de Cidinha da Silva, autora que lança, no próximo dia 29 de novembro, o seu primeiro livro de contos, intitulado “Um Exu em Nova York”.

 

Cidinha já escreveu 13 obras literárias – sendo oito de crônicas e seus textos pautam as relações raciais e de gênero, publicados no Brasil e no exterior., O novo livro será lançado no Diálogos Insubmissos, iniciativa que vem, durante o ano, uma série de lançamentos e debates de mulheres negras autoras.

“O livro mexe fundo no racismo religioso, ambientando-o em situações ficcionais. Tenho muito interesse em empregar a lupa das africanidades e das relações de gênero para ampliar os sentidos do mundo. E nessa mesma trajetória, “Um Exu em Nova York” é uma experiência diferente na forma como venho propondo o tema em minha obra”, explica Cidinha da Silva.

O livro reúne contos que já estavam prontos, como ‘Meia Noite’, ‘O velho e a moça’, ‘Meta-metal’, ‘Válvulas’ e ‘Jangada é pau que boia’, e outros que a autora escreveu para compor a temática que costura os textos do livro, são os casos de ‘Mameto’, ‘Farrina’, ‘Tambor das Minas’ e ‘Sábado’, entre outros contos curtos e longos. Os contos de “Um Exu em Nova York” mostram acontecimentos do dia a dia.

Sobre Cidinha

Autora de 13 livros de literatura entre crônicas para adultos, conto e romance para crianças e adolescentes, Cidinha se destaca no conjunto de escritoras e escritores negros, notadamente aqueles pertencentes a sua geração editorial, ou seja, os que começaram a publicar no século XXI, pelo fato de dedicar-se prioritariamente à crônica, gênero controverso e pouco explorado por escritores negros ao longo da história da literatura brasileira no período contemporâneo.

Um Exu em Nova York – Cidinha da Silva
Conto | Pallas Editora
Público: adulto e juvenil
80 páginas | R$ 28,00 14 x 21 cm

 

Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras – Com Cidinha da SIlva, mediação de Mônica Santos

Data: 29 ddenovembro,19h

Onde: Reitoria do IFBA – Canela ( antigo Colégio Maristas)

Apresentação poética do Grupo Ágape

Aberto ao público, sujeito à limitação do espaço.