Ajude o Acervo Zumvi: “Precisa ser preservado e conhecido – um rico patrimônio do Brasil”, afirma Lázaro Roberto!


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O Acervo Zumvi guarda mais de 30 mil fotogramas que registram  momentos marcantes da luta negra nas últimas quatro décadas, bem como expressões artísticas e do cotidiano da população mais negra fora do continente africano.

“Meu objetivo era fotografar o hoje para o amanhã, depois eu entendi que meu trabalho era de documentação e memória do povo preto”, diz Lázaro Roberto, 60 anos, fotógrafo e documentarista que registrou a memória da população negra desde 1978.

Biblioteca Virtual Consuelo Pondé expõe fotografias de Lázaro Roberto sobre festejos negros

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Lázaro Roberto é o responsável pelo Acervo e pela campanha de financiamento coletivo para catalogação e digitalização do acervo, que já está aberta para contribuições públicas no site Benfeitoria: 

Salvador recebe mostra que retrata a beleza e a força dos penteados afros

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Zumvi em nossa História…

As primeiras marchas de denúncia do racismo, da intolerância religiosa e do extermínio do negro, os primeiros ensaios dos bloco afro e afoxés, o início da trajetória artística de nomes como Carlinhos Brown, Margareth Menezes e Lazzo Matumbi e momentos históricos ocorridos na Bahia, como a campanha para libertação do líder sul-africano, Nelson Mandela, que esteve em Salvador em 1991, além de ocupações estudantis, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia para a implementação da Lei de Cotas Raciais, tudo registrado pelos fotógrafos que integram o Acervo Zumvi.

Lázaro Roberto

Através da campanha, Lázaro Roberto busca arrecadar R$ 50 mil reais no período de 60 dias para digitalizar e colocar à disposição do público o acervo produzido pela entidade de fotógrafos. Com as doações, o investimento será aplicado urgentemente para resguardar o acervo da ação do tempo.

Além disso, a intenção é catalogar as fotografias para que o Zumvi permaneça em ação contínua. Também é prevista a criação de um museu virtual que será chamado de Plataforma Zumvi, em que poderão ser solicitadas imagens.

A campanha – que fica aberta até o dia 19 de dezembro -, segue com recompensas para apoiadores e demais informações podem ser consultadas através do site da Benfeitoria.

Quer saber mais sobre como ajudar o Acervo Zumvi? Nos números: (71) 99205-5179 / 9137-7814.

 

Fotos Acervo Zumvi

 

Lazzo Matumbi canta “Luiz Melodia” no TCA! Ingressos à venda!


Foto: Sdney Rocharte

 

O show ‘Lazzo canta Melodia’ volta a ser apresentado em Salvador em sessão única, na Sala Principal do Teatro Castro Alves. O show integra as comemorações promovidas pelo Governo do Estado da Bahia em prol do Dia da Consciência Negra, com ingressos a preços populares.

A estreia deste projeto deu-se no último setembro, no Café-Teatro Rubi, com três dias de apresentações que tiveram ingressos rapidamente esgotados. O show foi aplaudidíssimo pelo público e elogiado por produtores culturais, artistas e imprensa. O repertório, composto exclusivamente por canções de Melodia, traz “JuventudeTransviada”, “Surra de Chicote”, “Ébano”, “Negro Gato” e outros sucessos reinterpretados de modo particular, com arranjos refeitos e assinados pelo próprio Lazzo.

“Será uma homenagem à vida e obra de um amigo, criador de canções incríveis e que,infelizmente, nos deixou ano passado”, destaca Lazzo. “Tive a inspiração deste show a partir do convite de Zé Maurício Macheline para integrar o time de artistas que homenagearam Luiz Melodia na 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira. Quando voltei do Rio, achei que uma música só é muito poucodiante do universo maravilhoso criado por Luiz”, relata.

Com realização assinada pela Aláfia Produções e Eventos, o evento conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT-BA), Teatro Castro Alves e da Fundação Cultural do Estado (FUNCEB).

Ingressos

Os ingressos serão vendidos a preços populares a partir do dia 07/11, sendo: fileiras de A a W: R$50,00(inteira) e R$25,00(meia entrada); e fileiras de X a Z11: R$30,00(inteira) e R$15,00(meia). Podem ser adquiridos no site www.ingressorapido.com.br , na bilheteria do TCA e postos dos SACs nos Shoppings Barra e Bela Vista.
Informações: (71) 4000-1139

 

Joice Berth, Djamila Ribeiro, Carla Akotirene, Rita Batista e Lívia Natália – JUNTAS!


Djamila Ribeiro

O terceiro ano do projeto Mulher com a Palavra terá a presença da filósofa Djamila Ribeiro, da assistente social e pesquisadora de Gênero Carla Akotirene e a arquiteta e escritora Joice Berth. Com mediação de Rita Batista, as três autoras da bem sucedida coleção Feminismos Plurais irão conversar com o público baiano, no dia 21 de novembro, às 20h, na Sala Principal do Teatro Castro Alves. A noite ainda contará com uma performance da escritora baiana Lívia Natália. 

#MulherComPalavra – Carla Akotirene lança livro “O que é Interseccionalidade?” em Salvador!

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Carla Akotirene Foto: Lucas Seixas

Organizada pela Mestre em Filosofia Política e feminista negra, Djamila Ribeiro, a coleção visa abordar em uma série de pequenos livros diversos aspectos e perspectivas dos feminismos, tendo como pilar principal mulheres negras e indígenas e homens negros como sujeitos políticos. Comumente, esses sujeitos são tratados como implícitos ou relegados à condição de “mero recorte” dentro de uma história única e excludente. Feminismos Plurais segue a responsabilidade histórica de romper silêncios.

A intenção de pautar o tema #feminismos ao longo do ano parte da compreensão de que há uma diversidade de perspectivas de luta por igualdade, o que é perceptível por meio do uso uso da internet e das redes sociais, uma arena pública, onde todos emitem opiniões, compartilham experiências e posicionamentos.

PROGRAME-SE!

Mulher com a Palavra – Djamila Ribeiro, Carla Akotirene, Joice Berth e Lívia Natália
Dia 21 de novembro, às 20h
Palco Principal do Teatro Castro Alves
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia entrada) (disponíveis nas bilheterias do Teatro Castro Alves, Balcões SAC e no site http://www.ingressorapido.com.br

TRANSMISSÃO – Carla Akotirene lança livro “O que é Interseccionalidade?” em Salvador!


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Foto: Antonio Terra

Na noite do dia 21 de novembro, às 19 horas, a pesquisadora baiana Carla Akotirene lança seu primeiro livro autoral, intitulado “O que é Interseccionalidade?”, o quinto volume da Coleção Feminismos Plurais. As primeiras 200 pessoas ganharão o livro.

VEJA AQUI TRANSMISSÃO DO LANÇAMENTO E COLETIVA COM DJAMILA RIBEIRO E CARLA NA FANPAGE DO SOTEROPRETA!

A Coleção Feminismos Plurais apresenta conceitos e debates fundamentais articulados por pensadoras e pensadores negras/os numa linguagem acessível e pedagógica. Impulsionada e coordenada pela filósofa Djamila Ribeiro, foi inaugurada com o best-seller “O que é lugar de fala?”, da própria Djamila Ribeiro, obra indicada ao Prêmio Jabuti em 2018. Os livros seguintes: “O que é empoderamento?”, de Joice Berth; “O que é encarceramento em massa?”, de Juliana Borges; e o “O que é racismo estrutural?”, de Silvio Almeida; já firmaram a Coleção como uma referência de produção intelectual negra no Brasil.

Carla atravessa o Atlântico, propondo uma encruzilhada discursiva para a interseccionalidade. Apresenta sete críticas ao conceito, dialogando com Angela Davis, Ochy Curiel, Gilza Marques, Jasbir Puar, Sueli Carneiro, Patrícia Hill Collins e Houria Bouteldja. Filiando-se ao método diásporico, ela busca explicar como esta “sensibilidade analítica”, cunhada pela estadunidense Kimberlé Crenshaw, no âmbito das leis antidiscriminação e pensada pelas feministas negras, está sofrendo maus usos pelas branquitudes acadêmicas, especialmente do Norte Global.

Temas como homonacionalismo, matripotência iorubá, racismo religioso, LGBTfobia e colonialismo moderno são enunciados centrais deste volume.

VEJA AQUI TRANSMISSÃO DO LANÇAMENTO E COLETIVA COM DJAMILA RIBEIRO E CARLA NA FANPAGE DO SOTEROPRETA!

 

QUEM É ELA

Doutoranda pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Carla Akotirene é referência nacional em estudos sobre gênero, raça e feminismo e sua obra foi a quarta mais vendida da FLICA – Festa Literária de Cachoeira.  O livro conta com escritas consagradas no campo acadêmico, como a doutora em sociologia, Ângela Figueiredo, responsável pelo texto de orelha, e a doutora em estudos étnicos e africanos, Zelinda Barros, que assina a nota introdutória.

No lançamento, serão distribuídos 200 (duzentos) exemplares, uma cortesia da Lola Cosmetics. A noite contará com a participação da coordenadora da Coleção Feminismos Plurais, Djamila Ribeiro, e também com a arquiteta e escritora Joice Berth.

Joice Berth, Djamila Ribeiro, Carla Akotirene, Rita Batista e Lívia Natália – JUNTAS!

Serviço

O que? Lançamento do livro “O que é interseccionalidade?”, de Carla Akotirene.

Quando? Dia 21 de novembro, às 19 horas.

Onde? TCA – Teatro Castro Alves.

Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN) realiza a XXXIX Marcha da Consciência Negra no Campo Grande !


Fto Ivone Bonfim

Na tradicional Marcha da Consciência Negra, em Salvador, as homenagens da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN) irão para as memórias de lideranças negras de importantes frentes políticas históricas e contemporâneas, a exemplo de Osvaldo Orlando da Costa (1938 – 1974) mais conhecido como “Osvaldão”, líder revolucionário da guerrilha do Araguaia; Marielle Franco;  Mestre Moa do Katendê, o jovem negro Charlione Lessa Albuquerque, assassinado a tiros em Pacajus no Ceará.

A CONEN se une ao Instituto Quilombo; o Coletivo Artivistas; Frente Povo Sem Medo; Frente Brasil Popular; Associação Cultural Aspiral do Reggae; dentre outras entidades. 

Durante o ato, artistas engajados nas discussões afro culturais também são convidados a integrar a ação, apresentando canções de protesto e que elevam a autoestima dos seguidores da Marcha, num repertório que canta as Revoltas e as lideranças negras na diáspora. 

SERVIÇO:

O Quê: XXXIX Marcha da Consciência Negra Zumbi dos Palmares

Quando: 20 novembro, a partir das 14h

Onde: Concentração no Campo Grande, encerramento na Praça da Sé

#Entrevista – Henrique Duarte e o doc “Orin – Música para os Orixás” no XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema!


Após exibir o documentário Orin – Música para os Orixás em sessões especiais em terreiros de candomblé de Salvador, na sede da Unesco em Paris e no Festival de Brasília, o diretor Henrique Duarte apresenta seu primeiro longa-metragem no XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema, nesta sexta-feira (16), às 21h, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha.

Selecionado para a Competitiva Baiana do festival, o documentário mostra como as músicas tocadas nos terreiros de candomblé tiveram grande influência na formação da MPB.

Henrique conversará com o público do festival após a exibição do documentário, mas conta um pouco sobre o processo de realização do filme na entrevista abaixo.

PSP – O que te motivou a escolher esse tema para a realização do seu primeiro longa-metragem?

Henrique Duarte – Essa questão do transe dentro do candomblé e a função que a música tem dentro disso, de ajudar a gerar esse estado de transe, isso sempre me fascinou. Nas festas que fui, sempre me chamou muita a atenção essa importância da música, tanto no processo do transe quanto como estruturador da festa, pois a música conduz toda a dinâmica. Eu sou baixista, então tocando em alguma bandas em Salvador eu tinha contato com percussionistas que, de certa forma, bebiam um pouco dessa fonte, mesmo aqueles que não frequentavam terreiro, pois acho que a música que é tocada na Bahia, a parte ritmica dela, vem de ritmos de origem afro.

Eu comecei a fazer esse filme quando estava finalizando o curso de Jornalismo, em 2014, então grande parte das entrevistas eu já tinha filmado nesse período. Em 2016, eu escrevi um projeto com Letícia Campos, que é produtora do filme, e aí a gente conseguiu aprovar pela Fundação Gregório de Mattos, no edital Arte Todo Dia. Então a gente obteve recurso para finalizar o filme e, nesse momento, a gente acabou conhecendo outras pessoas e tivemos a oportunidade de filmar coisas novas.

PSP – Você acha que essa influência do som dos terreiros é reconhecida pelos artistas da música brasileira?

Henrique Duarte – A música do candomblé está presente na música baiana, quer queira, quer não. Mesmo que as pessoas não saibam a origem de determinados ritmos, isso está incorporado no som. Gabi Guedes fala no filme que ele foi gravar percussão no disco de um artista que logo falou que não queria que tocasse ritmo de candomblé. Gabi disse “tudo bem, mas posso tocar esse tambor aqui? (era um atabaque)”. O artista respondeu que podia e Gabi tocou ritmo de candomblé sem que ele se desse conta.

A cultura percussiva baiana é muito forte e grande parte dela vem dos terreiros de candomblé. Então, para os artistas que pesquisam, que vão querer entender a origem daquilo que ele está tocando, todos eles chegam no candomblé, então eles reconhecem a importância. Os que não pesquisam podem até discriminar, podem até ter preconceito, mas na prática isso está dentro da sua música porque é mais forte do que o trabalho de qualquer artista individualmente.

PSP – Como foi a receptividade da proposta entre o povo de santo?

Henrique Duarte – A receptividade foi muito boa, até me surpreendeu positivamente. Eu achei que poderiam surgir críticas porque o candomblé tem os seus aspectos que não podem ser mostrados, não podem ser revelados, então jogar luz em cima desse tema é delicado. Mas em todos os lugares que a gente exibiu o filme, a grande maioria do povo de santo gostou e reconheceu a importância de ter um filme com essa temática, exatamente pelo fato de haver muito preconceito contra a religião.

PSP – Como esses aspectos do candomblé definiram a realização do filme?

Henrique Duarte – Procurei ter todo o cuidado com o que podia ser mostrado ou não, a forma de mostrar, as imagens que a gente filmou em terreiro, a gente sempre teve o cuidado de não tratar pela linha do exotismo, mas sim integrado dentro do contexto. O que eu queria mostrar principalmente eram os alabês (os músicos) e a dança, então procurei dar muito detalhes nos pés durante a dança, nas mãos tocando atabaque…

Não quis em nenhum momento colocar a minha voz de maneira ativa no filme, não tem uma narração, não tem um texto em lettering, quis construir a narrativa do filme toda em cima das falas das pessoas que vivem aquilo ali, estudam e participam ativamente, quis extrair o que elas próprias falam. Lógico que de toda forma é um recorte que eu dou, que tem a minha visão, o que eu achei que é mais importante ou não.

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Henrique Duarte

PSP – Qual sua expectativa para a primeira exibição do filme na Bahia?

Henrique Duarte – Voltar para Salvador é voltar para a origem, pois o filme foi feito em Salvador e a cidade tem muitos terreiros. A expectativa maior é por ser no festival, no Panorama, que é um festival que eu acompanho há muitos anos, mesmo antes de entrar na área de audiovisual. É uma honra muito grande ser selecionado junto com cineastas já consagrados. Minha expectativa é de que a sessão vai dar muita gente. Estou em contato com as pessoas que participaram do filme, convidando todos para também participarem do debate.

 

Cineastas da Nigéria e do Quênia serão destaque no XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema!

Feira Afro, Malê Debalê, A Mulherada e outras atrações marcam semana da Consciência Negra No Pelô!


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Vai chover Cultura Negra no Pelô esse mês!  Uma agenda diversa, de 16 a 22 de novembro, reunirá diversas atrações nos Largos! Entre as atrações se destacam o show do Malê Debalê, a Feira Colaborativa de Empreendimentos Negros do Bloco Alvorada e os tambores do Bloco A Mulherada, além de outros shows gratuitos e a preços populares. A programação é apoiada pelo Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

A semana começa nesta sexta (16) com a 1ª edição da Feira de Afroempreendedores do Bloco Alvorada em parceria com a Associação Protetora dos Desvalidos. A Feira contará com a exposição com vinte empreendedores afros, apresentação musical, desfile entre outras linguagens artísticas. O evento é gratuito das 12h às 22h no Largo Quincas Berro D’Água.

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Grupo_WWL_RAP

Já a noite da sexta-feira chega com o rufar dos tambores do Bloco Afro Malê Debalê que se prepara para comemorar os 40 anos de existência no carnaval 2019. O Malê convida para dividir o palco o mais belo dos belos Ilê Aiyê, o reggae afro do Muzenza e a batida percussiva do bloco Olodum. A festa começa às 20h, no Largo Tereza Batista. Ingressos R$ 20,00 (inteira) e 10,00 (meia).

Também às 20h acontece a primeira edição do show do M do Samba que faz um retrô de alguns sucessos. O show de abertura é do Grupo Sambaê. A festa é no Largo Pedro Archanjo e o samba é aberto ao público. O sábado (17) segue com o evento “O Pelô que toca e dança” que traz o ensaio da Banda Tambores do Pelô. O encontro é das 9h às 12h, no Largo Pedro Archanjo, aberto ao público.

Também neste sábado acontece o segundo dia da Feira de Afroempreendedores do Bloco Alvorada, reunindo vinte empreendimentos, além de apresentações, música, dança, desfiles de moda, entre outras atrações durante o evento. A feira é aberta ao público das 12h às 22h no Largo Quincas Berro D’Água.

A 11ª edição do FACOMSOM, festival de bandas universitárias de Salvador, acontece também no sábado a partir das 17h, no Largo Tereza Batista, a Banda Afrocidade é uma das atrações do evento, além de Os Jonsóns, WWL RAP e Sara Mandaiaque também integram a grade do evento.O festival é aberto ao público. Às 20h tem a ‘’Batucada Brasilady’’com show de Amanda Santiago, no repertório a artista passeia pelos sons percussivos, mesclando arranjos, melodias, poesias brasileiras, mixados as batidas eletrônicas. O show é no Largo Pedro Archanjo, aberto ao público.

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Neste domingo (18) acontece o terceiro e último dia da Feira de Afroempreendedores do Bloco Alvorada, reunindo vinte empreendimentos e uma programação variada durante todo o evento. A feira é aberta ao público das 12h às 22h no Largo Quincas Berro D’Água.

O Mestre Raimundo Noronha apresenta nesta segunda-feira (19) a Oficina de Capoeira Angola, com atividades abertas ao público, a partir das 16h, no Largo Tereza Batista.

Na terça-feira (20) Dia Nacional da Consciência Negra tem programação especial nos três Largos do Pelourinho, realizados pela Sepromi e SecultBA. No Largo Pedro Archanjo acontece o Projeto Zumbi, com o show “Narcizinho e Pelourinho’’, aberto ao público. Já no Largo Tereza Batista o Coletivo de Entidades Negras – CEN realiza diversas atividades pelo Novembro Negro, com programação aberta ao público. Outra atração no Largo Quincas Berro D’Água é o evento “Cultura Conectada” apresentando o ensaio do grupo Conexão Negra, com ingressos a R$  + 1kg de alimento. Todos os eventos começam às 20h.

Celebrando a Consciência Negra a Banda A Mulherada realiza na quarta-feira (21) o show “Tambores pelo fim da violência – tocar pode, bater não” uma manifestação através das batidas de percussão para combater a violência contra mulher.  O evento é às 19h no Largo Quincas Berro D’Água, aberto ao público.

Na quinta-feira (22) o Mestre Raimundo Noronha apresenta mais uma edição da Oficina de Capoeira Angola, com atividades abertas ao público, a partir das 16h, no Largo Tereza Batista.

Programação:

Feira Colaborativa de Empreendimentos Negros

Bloco Alvorada

Largo Quincas Berro D’Água

Quando: 16 de novembro (sexta) das 12 às 22h

Aberto ao público

 

Malê + 40

Ensaio do Malê Debalê

Largo Tereza Batista

Quando: 16 de novembro (sexta) às20h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

 

M do Samba

Largo Pedro Archanjo

Quando: 16 de novembro (sexta) às 20h

Aberto ao público

O Pelô Que Toca e Dança

Ensaio da Banda Tambores do Pelô

Largo Tereza Batista

Quando: 17 de novembro (sábado) 09 às 12h

Aberto ao público

Projeto Feira Colaborativa de Empreendimentos Negros

Bloco Alvorada

Largo Quincas Berro D’Água

Quando: 17 de novembro (sábado) das 12 às 22h

Aberto ao público

FACOMSOM

Largo Tereza Batista

Quando: 17 de novembro (sábado) às 17h às 23h

Aberto ao público

Amanda Santiago – Batucada Brasilady

Largo Quincas Berro D’Água

Quando: 17 de novembro (sábado) às 20h

Aberto ao público

Projeto Feira Colaborativa de Empreendimentos Negros

Bloco Alvorada

Largo Quincas Berro D’Água

Quando: 18 de novembro (domingo) das 12 às 22h

Aberto ao público

Projeto Toca Raul – Rafa Luz e convidados

Largo Pedro Archanjo

Quando: 18 de novembro (domingo) às 16h

Aberto ao público

Oficina de Capoeira Angola

Largo Tereza Batista

Quando: 19 de novembro (segunda) às 16h

Aberto ao público

 

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA VIVA!

Projeto Zumbi – Narcizinho e Pelourinho

Largo Pedro Archanjo

Quando: 20 de novembro (terça) às 20h

Aberto ao público

 

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA VIVA!

CEN – Coletivo de Entidades Negras

Largo Tereza Batista

Quando: 20 de novembro (terça) às 20h

Aberto ao público

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA VIVA!

Cultura Conectada – Ensaio do Conexão Negra

Largo Quincas Berro D’Água

Quando: 20 de novembro (terça) às 20h

Ingressos R$ 5,00 + 1kg de alimento

Tambores pelo fim da violência

A Mulherada

Largo Quincas Berro D’Água

Quando: 21 de novembro (quarta) às 19h

Aberto ao público

Oficina de Capoeira Angola

Largo Tereza Batista

Quando: 22 de novembro (quinta) às 16h

Aberto ao público

Venha Verão!

EddBalla – O Cangaceiro do Futuro

Largo Pedro Archanjo

Quando: 22 de novembro (quinta) às 20h

Aberto ao público

 

Márcia Freire – EP Malembá, pra vocês!

Largo Tereza Batista

Quando: 22 de novembro (quinta) às 20h

Ingressos R$ 20,00

Cantora nigeriana Okwei Odili faz show de abertura do Panorama Internacional Coisa de Cinema!


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Okwei Odili – Matias Traut

Shows e festas que botam todo mundo para dançar até altas horas já são uma tradição do Panorama Internacional Coisa de Cinema. Nesta edição, é a cantora nigeriana Okwei Odili quem dá início à programação musical, dia 14 de novembro, no foyer do Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, com ingressos vendidos por R$ 2,00. Radicada em Salvador, a artista se apresentará, a partir das 22 horas, acompanhada da banda Aweto, com repertório formado por trabalhos autorais em estilos africanos e versões vibrantes de músicas nacionais.

Spike Lee é o grande homenageado do XIV Panorama Coisa de Cinema este mês!

No encerramento do festival, dia 21 de novembro, às 23h, a festa fica por conta dos coletivos Afrobapho e TrapFunk&Alivio e também terá ingressos por R$ 2,00. Formado por jovens LGBT, o primeiro integra diversas formas de arte para movimentar corpos e mentes em uma perspectiva antirracista e de confronto ao padrão heteronormativo. Criado por DJs e produtores de Amaralina, o segundo coletivo mistura letras, pontos e bases de funk com aa linguagem do trap para constituir uma música que dialoga com seu entorno.

Cineastas da Nigéria e do Quênia serão destaque no XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema!

Espaço Cultural da Barroquinha recebe debate sobre “Bairros Negros: Quilombos Urbanos”!


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Foto Correio 24h

Na próxima terça (13), às 18h, o Espaço Cultural da Barroquinha, recebe mais uma edição do Patrimônio É… com o tema Bairros Negros: Quilombos Urbanos.

A roda de conversa vai contar com a participação de Vovô do Ilê, bloco afro que este ano comemora 45 anos de existência; da mestre, doutora,  arquiteta e urbanista, Maria Estela Ramos Penha, cujas pesquisas são na temática de espacialidades e patrimônios culturais em comunidades negras urbanas e rurais e do mestre.

Terá ainda participação do doutor, arquiteto e urbanista, Fábio Velame, Superintendente de Meio Ambiente e Infra-Estrutura da UFBA. A mediação fica por conta de Alisson Sodré, Subcoordenador de Promoção de Ações Afirmativas e da identidade Étnica e Racial da SEMUR/Prefeitura de Salvador.

SERVIÇO

O quePatrimônio É… Salvador Bairros Negros: Quilombos Urbanos. A roda de conversa vai contar com a participação de Vovô do Ilê, da mestre, doutora,  arquiteta e urbanista, Maria Estela Ramos Penha e do mestre, doutor, arquiteto e urbanista, Fábio Velame. A mediação será feita por Alisson Sodré, Subcoordenador de Promoção de Ações Afirmativas e da identidade Étnica e Racial da SEMUR/Prefeitura de Salvador.

Quando: 13/11, às 18h

Onde: Espaço Cultural da Barroquinha

GRATUITO

Inscrições abertas pra Oficina de Poesia com Evanilson Alves e Sandro Sussuarana!


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As oficinas do IIIº Festival de Arte e Cultura do Sarau Da Onça seguem até o final do mês de novembro, sempre aos sábados pela manhã, em Sussuarana.

No próximo sábado (17) será a vez da Oficina de Poesia – ministrada pelos anfitriões da casa, Evanilson Alves e Sandro Sussuarana. A oficina é gratuita e as inscrições podem ser feitas através da página do Facebook do Sarau Da Onça.

As vagas são limitadas e para tanto, basta enviar uma mensagem por inbox e aguardar retorno da organização. Os selecionados receberão uma mensagem confirmando sua inscrição. O III Festival de Arte e Cultura do Sarau da Onça, projeto contemplado no edital Arte Todo dia Ano IV, Prefeitura de Salvador acontecerá no Cenpah (Centro de Pastoral Afro – Anfiteatro Abdias do Nascimento – Rua Albino Fernandes, 59 – C, próximo a Escola da Providência), onde acontecem os Saraus da Onça.

PROGRAME-SE!

O Que: Oficina de Poesia com Evanilson Alves e Sandro Sussuarana

Quando: 17 de Novembro das 8h30 às 12h

Onde: Cenpah (Centro de Pastoral Afro – Anfiteatro Abdias do Nascimento – Rua Albino Fernandes, 59 – C, próximo a Escola da Providência),

Gratuito