Escola de Dança da Funceb terá aulões beneficentes este mês: aberto ao público!


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Opções para dançar não faltam na Escola de Dança da Funceb! Além das quase 600 vagas abertas nos Cursos Livres, haverá Aulões Beneficentes durante todo o  ano. As aulas acontecem todos os sábados, de 28 de julho a 10 novembro, sempre às 13h, na Escola de Dança (Rua da Oração, nº 1, Pelourinho).
Os interessados em participar devem levar um quilo de alimento não perecível no dia da inscrição, que acontece uma hora antes do início da aula, e deve ter acima de 16 anos. Os alimentos arrecadados serão doados para Instituições de Caridade a cada semana de aula.
Entre as modalidades ofertadas estão: Street Jazz, Dança Afro-Brasileira, Dança de Salão, Stiletto, Swing Baiano, Dança Contemporânea Urbana, Dança e Tecnologia, Jazz Dance, Dança do Ventre e Fusões Tribais – Bellyfusion, Dança Moderna e Dança do Ventre. Confira o cronograma de aulas: 
Serviço: 
Aulões Beneficentes 2018
Quando: aos sábados, de 28 de julho a 10 de novembro de 2018, sempre às 13h (exceto feriados prolongados como já previstos no cronograma).
Onde: Sala 1 da Escola de Dança da Funceb (Rua da Oração, nº1, Pelourinho)
Inscrição: 1kg de alimento não perecível.

#JulhodasPretas – Instituto Seve Biko pauta Feminicídio entre mulheres negras!


Feminicídio no Brasil tem cor: combate a violência contra a mulher”. Este será o tema da Mesa de Debate que a Biko organizará neste domingo (8), na sede Pelourinho. A Mesa integra a programação do Julho das Pretas, período que celebra o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha – 25 de Julho. A programação de ações na cidade é uma iniciativa do ODARA – Instituto da Mulher Negra, e envolve diversas organizações da sociedade civil.

O debate será aberto ao público, das 8h às 12h e terá a participação da psicóloga social, especialista em Direitos Humanos e Gênero (UFBA/Unime), Cristiane Furtado, que atua na Biko, prestando assistência aos estudantes.

Terá também a presença da militante e professora Dra. Ana Célia da Silva, autora dos livros “A Discriminação do Negro no Livro Didático” e “Desconstruindo a Discriminação do Negro no Livro Didático”.

A mediação ficará por conta das professoras de Linguagens da Biko.

Debate “Feminicídio no Brasil tem cor: combate a violência contra a mulher”

Quando: 8/7/18, 8h às 12h

Local: Sede da Biko – Pelourinho

Salvador ganhará a Casa do HipHop no Pelourinho: lá terá formação, empreendedorismo e inovação!


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O movimento hip-hop de Salvador deu mais um importante passo nesta quinta-feira (5), quando foi assinado um termo de cooperação entre o diretor do CMA Hip-Hop, Dj Branco, a Fundação Cultural do Estado (Funceb),  o Centro de Cultura Populares e Identitaruas (CCPI), a Secretaria de Cultura (Secult) e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia (IPAC), para implantação da Casa do Hip-Hop.
“O local pretende ser um espaço de referência do movimento hip-hop e da juventude negra do estado da Bahia, o qual chamamos de Pólo de Formação e Produção Cultural, que vai trabalhar com arte-educação, empreendedorismo e tecnologia da informação” conta o idealizador do projeto, Dj Branco.  O casarão antigo que abrigará a Casa do Hip-Hop foi cedido pelo IPAC e precisa de reforma para funcionar.
Para isso e outras demandas que serão necessárias ao funcionamento da Casa, uma parceria via Fundação Cultural do Estado (Funceb/SecultBa) viabilizou a a liberação do recurso para reforma, via emenda parlamentar articulada pela diretora-geral da Funceb, Renata Dias junto ao deputado estadual, Rosemberg Pinto (PT).   A parceria será ainda maior: para dinamizar o espaço, serão realizadas ações sócio-educativas e formativas na Casa do Hip-Hop, além de oficinas de elaboração de projetos audiovisual, de comunicação, dentre outros. Outro importante ponto da parceria é o Pouso das Artes, que receberá artistas do interior que vão fazer oficinas e intercâmbios artísticos na Casa do Hip-Hop.
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Fotos Naira Louise

MC Amanda Rosa e a DJ DMT são as atrações do projeto “Quintas Gregorianas”!


Amanda Rosa

Neste mês de julho, o projeto Quintas Gregorianas faz uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Afro-caribenha, comemorado em 25 de julho. A atração é o espetáculo “Nois Vamo Meter Mão”, que ganha a cena nesta quinta-feira, dia 5, 19h, na Galeria do Teatro Gregório de Mattos, como resultado do encontro entre a poeta e MC Amanda Rosa e a DJ DMT. A apresentação une artes visuais e performances em corpos e escrevivencias (escritas sobre vivências) de (r) existências das mulheres negras em diáspora.

No palco da exposição GREGORIOS, facão, arruda, caixas de som, latas de spray, projeção entre cenas de filmes e da realidade. A poesia de Amanda Rosa aparece intercalada  entre beat, sound system, rap, hiphop e performances da DJ DMT. Mulheres baianas, como  Maria Felipa, Maria Quitéria e Joana Angélica inspiram a cena numa referência à semana em que se comemora a Independência da Bahia.

Amanda Rosa, 26 anos, é baiana da Chapada Diamantina e mostra uma poesia permeada de força, cuidado, amor e o ódio que atravessam as palavras e transbordam em traps e rimas. Poeta, MC e atriz, começou com a escrita, caminhou para a poesia, chegou ao teatro e se reconheceu através da música como resistência.

A exposição GREGÓRIOS está em cartaz na Galeria do Teatro Gregório de Mattos e acaba de ser estendida até o mês de outubro, quando será remodelada e ganhará formato de memorial permanente.

SERVIÇO

Quintas Gregorianas –  Nóis Vamos Meter Mão com  Amanda Rosa e DJ DMT

Data: Quinta-feira, 5 de julho

Horário: 19h

Local: Galeria do Teatro Gregório de Mattos

Entrada gratuita

Maniçoba, Frigideira de Siri, Denise Correia e Dão: Culinária Musical está de volta!


Maniçoba e Frigideira de Siri. Esse será o cardápio especial do AfroChef, Jorge Washington, na próxima edição do Culinária Musical, evento comandado pelo ator e produtor cultural, que há um ano vem misturando gastronomia e música, em Salvador. E o Culinária continua na Casa de Castro (Pelourinho)

Após o sucesso da primeira edição no espaço, a black music dará o ritmo da festa com o swing de Denise Correia e da banda Na Veia da Nêga e Dão com a Caravana Black. Evento ocorre das 12h às 17h e esta será a primeira vez da Maniçoba neste cardápio, a pedidos.

SERVIÇO

O que: Culinária Musical, encontro de música e gastronomia popular

Quando: 8 de julho (domingo), das 13h às 17h

Onde: Casa de Castro Alves, Rua do Passo, nº52, Santo Antônio Além do Carmo

Quanto: R$15 (entrada em espécie) e prato R$ 30 (em espécie e no cartão de credito e débito)
Cardápio: Maniçoba e Frigideira de Siri

Escritor Davi Nunes lança “Zanga”, seu primeiro livro de contos!


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Davi Nunes – Fto Marcelo Ostachevski

 

Tem livro novo do escritor Davi Nunes no ar! “Zanga” é o título de sua nova obra, que traz 19 contos pautando uma diversidade de personagens. O livro Zanga será lançado pela editora Segundo Selo, no dia 19 de julho (quinta-feira), no Goethe Institut – Corredor da Vitória, em Salvador. Confira entrevista cedida pelo autor ao Portal Soteropreta:

Portal Soteropreta – Davi, por que o título Zanga?

Davi Nunes – Zanga sempre foi uma palavra presente em minha comunidade no Cabula, em Salvador, e, no geral, ela é presente nas comunidades negras. Sempre ouvi desde a infância me dizerem: “Esse menino é muito zangado, tá de zanga ele.” Esse também é um sentimento presente na minha mãe, d. Maria do Socorro, que criou a mim e a meus irmãos se zangando com a escola, com o mau atendimento dos médicos nos postos de saúde, com a polícia,  com as instituições de poder no geral. O segundo motivo está ligado à origem da palavra Zanga – uma palavra que, segundo Nei Lopes no Novo Dicionário Banto no Brasil, tem origem banto, provavelmente do Quicongo isanga: lágrimas, singular de kisanga. Ou relativo ao quimbundo zangalala: rebelde. Que se liga a ondzanga: bravura, coragem, combatividade. O terceiro motivo é que vejo nas palavras de origem africana a transposição de um sentimento potente de luta dos negros dessa diáspora. Zanga pra mim é super poder, é ancestral e por isso contemporâneo, é luz que desponta do cosmo do buraco negro e irradia o terceiro olho do faraó que está adormecido em nós.  É o momento áureo da autoconsciência negra, é a negritude como força intempestiva, como ação – zangar.

 

Portal Soteropreta – Como o livro foi construído?

Davi Nunes – O livro é composto por 19 contos, costumo dizer que são 19 zangas estruturadas em linguagem literária, 19 zangalas, rebeldias. Como bem notou Silvio Roberto no prefácio do livro: “A diversidade se representa nos contos por personagens ainda simulacradamente héteros, gays, azoadxs, engajadxs, estudantes secundarista, universitárixs, devotxs de santxs, filhxs de orixá, cultuadorxs de vodu, da Cabula, de Zumbi, de zumbis, em meio ao amor, ao horror, ao necrófilo ou mesmo ao social.”

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Portal Soteropreta – Como você enxerga o processo de publicação do Zanga ?

Davi Nunes – O processo de publicação é sempre árduo e melindroso. Mas nunca tive pressa em publicar livro de contos, é um gênero que exige densidade na vida, um esgarçamento vivencial que me levou até a pensar no suicídio por algum tempo, porém só adensou a minha escrita. Então, passei algum tempo vivendo a boemia da cidade de Salvador, as paixões, e ao mesmo tempo estudando e exercitando várias técnicas de escrita de contos que me fez descambar em Zanga. Já falando mesmo no processo de publicação, de correr atrás de editora, é sempre angustiante a procura. O escritor negrx ainda sofre muita interdição devido ao racismo editorial vigente no próprio sistema literário brasileiro, mas tive a sorte de encontrar Jorge Augusto, que hoje é meu editor e comprou a ideia de publicação desse livro.

Para quem quer garantir o seu, o livro já está em pré-venda e pode ser adquirido por aqui.

Portal Soteropreta – A morte está bastante presente nos contos, por quê?

Davi Nunes – Sou de Salvador e, para as pessoas negras, esta cidade é um verdadeiro campo de morte. O corpo negro é um corpo sitiado, um corpo sem status político, um corpo nu, um corpo inimigo, um corpo em constante injúria pelas instituições de poder, um corpo do genocídio, da cesura biológica, do racismo. Um corpo cuja política de estado é a morte, um corpo que está localizado onde o estado é sempre de exceção, a periferia. O corpo da inimizade, do ódio, o corpo de uma sobrevivência inumana, de terror, um corpo cuja vida é subjugada ao poder da morte. O corpo que pode ser interditado mesmo antes de nascer. Um corpo cuja  bala, um cão com mandíbulas ensanguentadas, fareja à todo momento. Um corpo policiado, um corpo do extermínio, do massacre, do sacrifício, da fome, um corpo localizado numa instância aterrorizadora, exemplo claro do que Mbambe chama de necropoder. Talvez meus contos sejam necrocontos, ando refletindo sobre isso.

Lançamento livro “Zanga”, de Davi Nunes

Quando: 19 de julho (quinta-feira)

Onde: Goethe Institut – Corredor da Vitória, Salvador

Horário: 18h30 – Entrada gratuita

Pré Venda aqui!

Vendas no local: R$35 (cartão) ou R$30 (dinheiro)

”Quem te penteia?” Doc sobre penteados negros será lançado na Sala Walter da Silveira!


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Do corte “chavoso” às tranças, doc discute ancestralidade, autoestima e economia solidária (Foto: Divulgação)

Os elaborados e criativos penteados negros como traço de identidade e resistência cultural, mas não só isso. A estética afro é apenas um dos motes do documentário ”Quem te penteia?”, realização do Coletivo Zalika Produções.  A obra aborda a relação da periferia de São Paulo com o cabelo, os cortes “chavosos”, a ligação dos filhos de santo com seus cabelos, as tranças e o ”black power”.

Gravado em casas e vielas de bairros da zona periférica de São Paulo, a obra procura traduzir a relação que trançadeiras a domicílio, cabeleireiras, barbeiros e moradores das “quebradas” estabelecem com o cabelo, o território e as estéticas que nascem das bordas da cidade. Cada um dos nove personagens apresenta um universo diferente e a discussão sobre beleza e estética extrapola o que tradicionalmente é visto como um assunto de mulheres e atinge um debate de gênero mais amplo e complexo. O fio condutor é a busca constante de ser e viver a identidade preta e periférica, da forma mais livre possível.

”A ideia para o documentário surgiu em 2017”, lembra Naná Prudêncio, uma das idealizadoras do filme. ”Nina Vieira, uma das co-diretoras, é pesquisadora de tranças e penteados afro e fundadora do coletivo ‘Manifesto Crespo’; e eu sou fotógrafa, atuante nas periferias da cidade. Para nós, o elo da periferia com o cabelo, vai muito além da estética. Então, resolvemos produzir e documentar essa pesquisa, a fim de tratar de vários assuntos que surgem quando se fala estética preta, periférica”, complementa a realizadora.

Sobre a recepção do média-metragem nas comunidades e junto aos entrevistados, Naná Prudêncio não esconde sua satisfação: ”Foi ótima! Eles se sentiram valorizados; e perceberam, muitas vezes nos momentos das filmagens, o quanto a convivência com as pessoas que cortam cabelo em suas barbearias – ou também a ligação deles com seus próprios cabelos – como tudo isso transcende a questão estética ou os padrões estabelecidos”, reforça a artista. ”Como diz um de nossos entrevistados, ‘o cabelo afro não é moda, é um estilo de vida’. É uma de nossas formas de resistência. Em todas as comunidades fomos recebidas com carinho, atenção e profissionalismo. É ‘Nóis por Nóis”’, finaliza Naná.

Serviço
Exibição do Documentário ”Quem te penteia?” do Coletivo Zalika Produções.
Quando
Dia 14 de Julho (Sábado). Às 18h30. Entrada Franca.
Onde
Sala Walter da Silveira – Rua General Labatut, nº 27, Subsolo da Biblioteca Pública dos Barris (Fone: 71 – 3116-8120).

Vai ter Caretas do Mingau, Samba de Dona Dalva e mais no cortejo do 2 de Julho!


Caretas do Mingau

A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa) selecionou, via edital, 10 bandas filarmônicas e três grupos de cultura popular para fazerem parte do desfile. Critérios como relevância da atuação artística e cultural para o cortejo do 2 de julho, e participação de grupos oriundos de cidades que foram palco da Independência da Bahia foram levados em consideração.

Neste ano, foram selecionadas 10 bandas filarmônicas das cidades de Cachoeira, Castro Alves, Santo Amaro, Muritiba, São Gonçalo dos Campos, Cruz das Almas, São Félix, Pé de Serra, Irará, Ibipeba, Saubara e Salvador. O certame foi realizado durante os meses de maio e junho e o resultado final foi publicado em 20 de junho de 2018. Confira aqui.

Lyra Ceciliana

As entidades prepararam um repertório com marchas, hinos, dobrados, além dos arranjos populares que prometem entusiasmar os presentes neste dia ímpar. Além das bandas de fanfarra, toda a magia dos grupos de cultura popular será prestigiada no desfile. A expectativa é de muita animação para os Caretas do Mingau (Saubara), Sambão da Liga do Samba Junino (Salvador) e Associação Cultural do Samba de Roda Dalva Damiana de Freitas (Cachoeira).

ONDE VER AS APRESENTAÇÕES:

 Neste ano, as bandas filarmônicas e grupos culturais selecionados pela Funceb se apresentação pela manhã. A partir das 8h as entidades sairão do Instituto Central de Educação Isaías Alves (Colégio ICEIA), no Barbalho, e seguem para seu local de destino. No Taboão ficará a Sociedade Lítero Musical 25 de Dezembro. Já a Sociedade Filarmônica Euterpe Cruzalmense e a Associação Comunitária Cultural Musical Lira 6 e Agosto serão vistas na Rua Vital Rego, no Barbalho.

Na Rua dos Marchantes, no Santo Antônio, estarão a Sociedade Filarmônica Filhos de Apolo e a Sociedade Filarmônica 19 de Setembro de Ibipeba. Quem estiver na Igreja do Boqueirão vai assistir Caretas do Mingau, Samba Junino, Filarmônica Lira Musical Sangoçalense e Associação Filarmônica Lira Muritibana. Para os presentes no Convento do Carmo, o show é por conta da Sociedade Filarmônica Lira Popular e Sociedade Cultural Orpheica Lyra Ceciliana . E no Terreiro de Jesus, no Pelourinho, se apresentam Sociedade União Sanfelixta e Samba de Dona Dalva.

#JulhodasPretas – Sarau Enegrescência terá lançamento do livro de Elizandra Souza!


Elisandra Souza
Elisandra Souza – reprodução Facebook

 

A edição de julho do Sarau Enegrescência vai integrar a agenda do Julho das Pretas 2018 e terá a presença da escritora Elizandra Souza, lançando o seu livro de poemas “Águas da Cabaça”. Vai ter também recitais poéticos com microfone aberto.

O evento conta com a parceria do Grupo de Estudos Literatura e Periferias – GELPs, da UNEB – Campus XIII; do CEPAIA – UNEB; do Julho das Pretas; da organismo editora e da Casa de Angola na Bahia.

ENEGRESCÊNCIA

O Projeto Enegrescência é composto pelos escritores David Gomes, Fábio Cunha, Gonesa Gonçalves e Lidiane Ferreira. O objetivo é criar meios de divulgação das literaturas afro-brasileira e africanas, a partir de saraus, onde novos autores recitam os seus poemas ou contos, podendo haver apresentações musicais, teatrais e de qualquer outra modalidade artística que problematize questões referentes às chamadas minorias sociais.

PROGRAME-SE!

Sarau Enegrescência no Julho das Pretas
07 de julho (sábado)- 15h
Casa de Angola na Bahia (em frente ao Corpo de Bombeiros da Barroquinha)
Entrada gratuita

Tá sabendo?! Sábado vai ter transmissão do Evolução Hip-Hop no Espaço Vale do Dendê!


Opanijé
Opanijé – Divulgação

O programa Evolução Hip-Hop deste sábado (30) será transmitido ao vivo direto do Espaço de Inovação e Criatividade Vale do Dendê, localizado no 2º piso do Shopping da Bahia (Alameda Marta Rocha). A transmissão do programa terá entrada gratuita e contará com pocket show dos grupos de rap OpanijéFamília Tríplice e apresentação do Dj Branco.

“Esta ação irá proporcionar a participação direta dos ouvintes do Evolução Hip-Hop, que terão a oportunidade de acompanhar de perto a transmissão do programa e interagir com os grupos de rap convidados”, diz Dj Branco – apresentador.

O programa vai ao “ar”, às 17h, na 107.5 Educadora FM.  A iniciativa que é uma parceria da holding social Vale do Dendê com a CMA HIP-HOP – Comunicação, Militância e Atitude Hip-Hop, conta com o apoio da Rádio Educadora FM 107.5 e do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB.

Serviço
O quê:
 Transmissão do Evolução Hip-Hop no Espaço Vale do Dendê

Quando:  30 de junho, das 17h, às 18h

Onde: Espaço de Inovação e Criatividade Vale do Dendê, Shopping da Bahia – 2º Piso – Alameda Marta Rocha (Saída do Metrô)

Pockt Show: Opanijé, Família Tríplice com apresentação do Dj Branco

Quanto: Entrada gratuita