SE LIGA, AFRO! Abertas as inscrições para o XVI Festival de Música Educadora FM!


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Até o dia 6 de julho, das 14h às 17h, estão abertas as inscrições para o XVI Festival de Música Educadora FM, que abre espaço para artistas independentes, selecionando e divulgando obras musicais inéditas. Serão escolhidos 14 finalistas, sendo 07 instrumentais e 07 músicas com letra, todas elas escolhidas pela Comissão Especial Julgadora. Os selecionados integrarão o CD do XVI Festival e receberão uma premiação que varia de R$ 1.000,00 a R$ 12.000,00.
 
N primeira etapa, serão selecionadas as 50 gravações de obras musicais consideradas aptas à concessão de premiação. Após essa fase, já na segunda etapa, a comissão vai selecionar as 14 (catorze) obras consideradas finalistas. Por meio da internet, os ouvintes poderão escolher, na categoria ‘A música Mais Votada pelos Ouvintes’, uma única obra, seja ela música com letra ou música instrumental, que integrará, juntamente com as 14 finalistas, o CD do Festival. Cada uma das gravações finalistas, através dos seus respectivos intérpretes, receberá um prêmio de R$ 1.000,00 (um mil reais).
 
Ao final, a Comissão Especial Julgadora vai indicar os 06 (seis) artistas vencedores, que receberão os seguintes prêmios em dinheiro, conforme a categoria: melhor música com letra (R$ 12.000,00), melhor música instrumental (R$ 12.000,00), melhor intérprete vocal, cantor(a) ou grupo vocal, (R$ 6.000,00), melhor intérprete instrumental (R$ 6.000,00), melhor arranjo para música instrumental (R$ 6.000,00) e melhor arranjo para música com letra (R$ 6.000,00).
 
Os documentos para inscrição devem entregues pelos concorrentes em único envelope na sede da Rádio Educadora FM. Todas as prerrogativas para participação e inscrição do concurso estão disponíveis no Portal!

Livro “Poéticas periféricas: novas vozes da poesia soteropolitana” será lançado em Salvador!


Banda_Zimoblack
Banda_Zimoblack

 

Contemplado pelo Calendário das Artes da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA), o livro “Poéticas periféricas: novas vozes da poesia soteropolitana” será lançado em 7 de julho, às 18h, no Sarau da Onça, em Sussuarana. A publicação reúne cerca de 100 poemas e é resultado do trabalho coletivo de vários protagonistas de saraus, slams, grupos e coletivos de artistas da palavra oriundos das periferias de Salvador.

O evento já começará animado ao som da Banda Zimoblack. Em seguida, a diretora-geral da Funceb, Renata Dias, a jornalista e atriz Tia Má, que escreveu a orelha do livro, e os prefaciadores da publicação: Geilson dos Reis e Dhay Borges falarão sobre o livro. O microfone ficará aberto para poetas do livro, e no final haverá sessão de autógrafos e Banda Zimoblack.

“Poéticas periféricas: novas vozes da poesia soteropolitana” registra parte da produção literária de Salvador e denúncias contra o genocídio da juventude negra e periférica, racismo, homofobia, racismo religioso, machismo e todas as opressões, além de poemas de amor, sonhos e alegria. O livro será vendido no na ocasião por R$ 30,00.

“A publicação pretende dar visibilidade, proporcionar a compilação de poemas para fontes de pesquisas, além de valorizar o movimento de leitura e escrita, bem como fortalecer políticas de formação de leitores e facilitar o acesso à produção poética da periferia para os interessados”, conta o proponente do projeto, poeta e jornalista, Valdeck Almeida.

Valdeck Almeida
Valdeck Almeida

Serviço:
Lançamento do livro “Poéticas periféricas: novas vozes da poesia soteropolitana”
Quando: 7 de julho (sábado), às 18h
Onde: Sarau da Onça – Rua Albino Fernandes, 50-C, Novo Horizonte/Sussuarana, em Salvador-BA
Quanto: Entrada gratuita.
Livro: R$ 30,00 (trinta reais)

O Quadro e Baco Exú do Blues se apresentam no Trapiche Barbabé!


O Quadro
O Quadro – Divulgação

 

Coletivo OXE071 em parceria com a cerveja Budweiser, realiza no próximo dia 6 de julho, a partir das 11h, no Trapiche Barbabé – Comércio, mais uma edição do Bud Basement.

Com shows das bandas O QuadroBaco Exu do Blues e convidados, o Bud Basement tem como objetivo reunir pessoas que se conectam pela atitude, por meio de uma atmosfera urbana, genuína e contemporânea como a Budweiser.

Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Sympla ou na bilheteria do evento, a R$ 40.

SERVIÇO

Evento Bud Basement + OXE071

Local: Trapiche Barnabé – Comércio

Data: 06 de julho

Abertura dos portões: 11h

Classificação: 18 anos

Atrações: O Quadro + Baco Exú do Blues + Participações especiais.

Ingressos: Na bilheteria do evento ou através do Sympla! 

NATA inscreve para oficina de iluminação no Teatro Vila Velha!


Estão abertas inscrições para oficina Pintando os Sentimentos – A Luz EmCena, uma realização do Núcleo Afro Brasileiro de Teatro de Alagoinhas – NATA, com o ator e iluminador Nando Zâmbia. A ação, voltada para atuantes, diretores, técnicos de luz, iluminadores e fotógrafos faz parte do projeto OROAFROBUMERANGUE.

As inscrições podem ser realizadas pelo site do NATA até o dia 30 de junho e são gratuitas. Mas, é cobrada uma taxa de manutenção do uso do espaço do TVV no valor de R$ 30 para cada oficina. Os selecionados serão avisados por e-mail e no site do grupo.

“A luz não funciona somente no universo proposto como ambientação, mas como interferência na construção da personagem, da voz, dos diálogos e das relações. Pintando Sentimentos é uma oficina pensada para ser ampla, para atingir os que estão dentro e fora da cena, para tingir o íntimo do espectador. Uma oficina para pintar os rabiscos que a arte nos deixa”, explica Nando Zâmbia.

A OFICINA…

A oficina Pintando Sentimentos –  A Luz EmCena surge da necessidade – identificada por Nando Zâmbia em espetáculos que participou como ator, iluminador e técnico de iluminação – de entender o ofício da atriz, ator, dançarino, dançarina, performer diretor, diretora, técnico de luz e iluminador como complementares. Entender de que forma a luz, seu desenho, conceito, intensidade, cor, podem contribuir para a construção do ator. A Oficina ocorrerá no Teatro Vila Velha, em Salvador, nos dias 07 e 08 de julho, das 15h às 20h.

OROAFROBUMERANGUE

O projeto conta com o apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura da Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, aprovado no Edital de Apoio a Grupos e Coletivos Culturais da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).

 

Serviço
OFICINAS OROAFRO – SALVADOR
PINTANDO SENTIMENTOS – A LUZ EMCENA
07 e 08 de julho, das 15h às 20h
Teatro Vila Velha

“É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança” – Por Luciane Reis!


Tem muito tempo que não escrevo. Seja pela falta de tempo, erros da escrita  que nos acompanham neste processo de dizimação da nossa gente, ou pelas palavras de desencorajamento ou desestímulo que tenho ouvido em alguns espaços. Aconteceu uma situação muito emblemática na Câmara de Vereadores esta semana. Eu que venho de espaços de discordância, mas nunca de violação extrema de direitos; vi um filho do que se existe de mais conservador em Salvador autorizar o uso de spray de pimenta em servidores do município – pelo simples motivo dele e de seus “comparsas” não serem ouvidos.

Fico imaginando se nossa reação para cada vez que não somos ouvidos pelo prefeito ou governador, fosse o que eles autorizam seu braço armado fazer conosco?  O despreparo para estar como presidente, as birras e gritos de menino branco de prédio de luxo que só sabe o que é periferia de 4 em 4 anos e que – pasmem – tem nos nossos a legitimidade para adentrar as comunidades. Seja pelos brancos, ou pelos ombros de alguns ditos “líderes comunitários”, ou por nós mesmos, que não conseguimos compreender que se importar com o outro passa por se ver.

Temos um processo real de desumanização dos nossos. Esse é o maior legado brasileiro à comunidade negra. A animalização e normatização das nossas dores. Ver o sempre calado “príncipe do gueto”, só se pronunciar quando é para nos destruir, ou ver filhos, netos e amigos de quem sempre nos fez mal, nos destruindo,  me faz invocar King – com quem nem tenho tanta afinidade: “O que me preocupa não é o barulho dos maus, e sim o silêncio dos bons”.

 

É Leno, aqui do nosso lado. É uma capa de Jornal que teria causado rebuliço em qualquer país sério, e que por muito menos se tornaria notícia internacional com condolências em todo o mundo. É garoto sendo arrastado de Shopping, ainda que alguém tente  garantir a máxima do MST que diz: “ordem é todo cidadão não passar fome e progresso é ter sua dignidade garantida”. Não foi real aquele grau de brutalidade assistida na Câmara. Não pode ser real!

Os gritos histéricos de Leo Prates, seus posicionamentos autoritários e, por fim, sua autorização para que a Polícia fizesse o que sabe fazer bem, não pode ser real.  Não é possível que pessoas negras de Salvador tenham eleito nomes como o dele. Não pode ser normal o silêncio do Estado diante de 30 mortes registradas em menos de 24h, e dos números que só aumentam: 66, desde a morte de 1 (um) policial – ainda que de forma desumana.  

Não pode ser normal que o governador deste Estado, junto com seu secretário de segurança, ache que a cor da pele é o que menos importa e vamos eleger uma lista de homens brancos com instintos militarizados para continuar nos massacrando. É cultural no Brasil, e em especial na Bahia, a invisibilidade das mortes  e violências sobre peles negras – independente da idade – pela governabilidade. Como dormir ao ver a quantidade de bebês encostando a cabeça naqueles bancos frios da Piedade, com sono?

Moramos em um estado de políticas sociais insignificantes, onde o entendimento de humanização negra, para ambos os governantes, é munição e spray de pimenta.  Precisamos fazer outras escolhas. Não podemos mais eleger “príncipes” que se tornam algozes, centroavantes que entendem que é possível fazer gol de bicicleta com nossas vidas. E, acima de tudo, continuar votando em “aliados” que se silenciam na defesa de um governo de coisas, que quer ser o mais algoz combatente de outro que se espelha neste, mas é considerado inimigo.  

genocídio da juventude negra

Não precisamos de representantes de coisas. Precisamos fazer outras escolhas políticas, que passam por eleger candidaturas negras e femininas de forma coletiva. Não podemos  morrer como insetos no braço deste Estado que nos desumaniza o tempo todo, e achar que quatro homens brancos, com séria simpatia e casamento, com a postura truculenta da Polícia, sejam eleitos.  Não existe projeto coletivo quando o corpo negro é o único que tomba. Não pode existir projeto de crescimento deste estado, quando não somos envolvidos nos processos e ações.

Leo Prates e parte da Câmara de Vereadores – eleita pelo voto negro da  periferia – disse de qual lado estão e quais escolhas farão. E nós continuaremos os elegendo? Rui Costa diz em seu silêncio dos “bons”, qual o lado que ele defende quando a família de campanha de Margarina dele é mostrada e se silencia diante do esfacelamento das nossas. O que ainda achamos que podemos esperar de pessoas que não se parecem conosco e dizem nos representar? Ser morador do bairro da Liberdade não coloca todos que ali residem ou residiram na mira do Estado.  O que esperar de candidatos negros que nenhuma linha dizem sobre situações como essas, por que acreditar que eles são o nosso futuro?

“É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança” – Provérbio Africano.

Como essas aldeias, travestidas de município e Estado, vem – de fato – educando nossas crianças? Como nomes negros que saem candidatos esse ano vem se posicionando para que essa aldeia de fato eduque os nossos?  Temos um secretário de Educação evangélico, que pluralidade ele defende? O que nós, homens e mulheres negras, achamos que pessoas que não sentem o que sentimos podem mudar nossa realidade?

Não morremos porque estamos nas drogas, mas por termos um estado que, conjuntamente, seja de esquerda ou de direita. Nunca levou de forma séria outros braços para as comunidades que não a Polícia. Como diz o economista Silvio Humberto, as coisas se degradam. Temos governos que querem deixar como legado coisas, ao invés de conhecimento. Coisas sempre tem uma capacidade máxima,   pessoas não. A brutalidade da morte do policial, é o reflexo de um país que constrói na cabeça das pessoas a certeza de que elas não valem nada. Se elas sabem que não são nada, porque vão achar que alguém que se pareça com ela terá algum valor?

Luciane Reis
Luciane Reis

A não reflexão sobre nossos princípios de representatividade, de humanidade e compromisso com o que nos é caro tem feito com que também homens e mulheres se silenciam em situações como essas. Não existem seminários, falas públicas exaltadas a serem feitas. Há um governo a ser confrontado e esse governo foi eleito e será reeleito com votos de homens e mulheres negras que ainda se iludem achando que fazem parte deste projeto. Outras escolhas políticas passam, inclusive, por voltarmos a ser militantes da pauta racial  e lembrar que, como diz a socióloga Vilma Reis, “nossos títulos acadêmicos só fazem sentido se estiverem à serviço da luta. Eles precisam ser a arma que desmonta a casa grande”. Isso é o que precisa nos mover e ser nossa governabilidade.

 

Luciane Reis é publicitária, Especialista em Gestão Pública e produção de conteúdo digital,  coordenou o Plano Juventude Viva na Gestão Dilma Rouseff e foi membro do Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência enquanto assessora de Juventude no Governo Camilo Santana.

Não viu o stand up “Tia Má com a língua solta”? Corre, afro…tá de volta!


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Foto: Fafá Araújo

A jornalista e influenciadora digital Maíra Azevedo, mais conhecida como Tia Má, volta aos palcos baianos com o stand up Tia Má com a Língua Solta para apresentações no Teatro Eva Herz. Sucesso de público desde a primeira temporada, o stand up traz à tona assuntos que não são brincadeira, como o racismo, machismo e a violência contra a mulher, porém utilizando o humor como ferramenta de reflexão.

“As pessoas podem sim dar risada e ao mesmo tempo reavaliarem suas posturas. Chega de fazer piada com quem é historicamente oprimido, vamos rir do absurdo que ainda é discriminar e de como existem soluções simples para coisas que acreditamos que são complicadas”, explica Maíra Azevedo,

Na estreia, em Salvador, o espetáculo teve os ingressos esgotados três dias antes da primeira apresentação e foi considerado sucesso de público e crítica. Em suas primeiras temporadas, todos as sessões foram lotadas e, por conta disso, o público pediu que o stand up voltasse para mais um temporada, depois de no interior da Bahia e se preparar para seguir pelas principais capitais do país.

Serviço

Evento: Tia Má com a Língua Solta

Data: 07, 14 e 21 de julho

Horário: 20h

Local:  Teatro Eva Herz

Preços: R$ 50,00 e R$ 25,00

Pontos de venda: bilheteria do teatro

Vendas on line: www.ingressorapido.com.br

Viola Davis em Grafite? Tem na expo “Poder”, do artista Hyago Matos!


Viola Davis

 

Será aberta no dia 18 de junho às 20h, no Foyer Calazans Neto, Teatro Jorge Amado, a exposição “Poder”, primeira do artista Hyago Matos. A exposição retrata mulheres negras do mundo da música, cinema, televisão, jornalismo, etc. que lutaram e continuam resistindo às discriminações que lhe são impostas pela sua condição natural.

São 18 obras, em sua maioria, feitas exclusivamente para a exposição. O objetivo do artista é homenagear e enaltecer a figura da mulher negras. São desenhos grafite e no estilo realista, alternando entre aquarela e lápis de cor para contrastar com o grafite, na busca de uma identidade visual própria.

A exposição é produzida e coordenada por Hyago Matos, em parceria com Bruna Lima (Atriz e assistente de produção) e com Nell Araújo (Teatro Jorge Amado).

Serviço:

Exposição “Poder”

Local: Espaço Calasans Neto – Teatro Joge Amado

Temporada: 18 de junho a 18 de julho.

Visitação: Quarta a domingo das 14h ás 19h.

Entrada Gratuita  

Fórum Obìnrin recebe performance “Leite Derramado”, de Ana Musidora!


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O Fórum Obìnrin recebe a performance Leite Derramado, da artista residente Ana Musidora, neste sábado, dia 16 de junho, às 19h, no Espaço Cultural da Barroquinha. Em cena, Musidora traz à tona memórias das antigas amas de leite do período colonial.

“Busco compreender em que medida estes fatos fazem parte de uma história que é tecida coletivamente, ou ainda, como histórias de dores silenciadas, invisibilizadas, dores subterrâneas, submersas na memória viva histórica e arqueológica da cidade de São Paulo também são dores particulares”, explica a performer.

Ana Musidora é uma das 10 residentes do Fórum Obìnrin, que reúne artistas negras feministas do Brasil e República Dominicana, engajando criadoras para criação de uma rede de apoio mútuo e interações entre as participantes, fortalecendo vínculos e desencadeando novos projetos e ações futuras.

O público também pode visitar o Espaço Cultural da Barroquinha, de quarta a sexta, para ver de perto a exposição Obínrin, que apresenta uma instalação e registros de performances que tiveram como objetivo trazer a memória das três Iyás fundadoras do candomblé da Barroquinha: Iyá Nassô, Iyá Kala e Iyá Adeta, como motrizes poéticas para reflexão sobre a memória do povo negro, e sobre as condições que conformam a existência da mulher negra na sociedade contemporânea.

Leite Derramado integra a programação da ocupação artística, feminista e negra Fórum Obìnrin, projeto realizado pela ÁRÀKÀ – Plataforma de Criação Artística, com produção da Giro Planejamento Cultural, viabilizada por meio do Edital Setorial de Dinamização de Espaços Culturais – 2017, do Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia e conta com o apoio institucional da Fundação Gregório de Mattos.

Serviço
16 de junho (sábado)
Apresentação cênica Leite Derramado
Com Ana Musidora | SP (BR) | Duração: 20 min
Sábado, às 19h
Indicadx a todxs interessadxs e comprometidxs na luta diária
contra o racismo e o fortalecimento da ancestralidade negra feminista

 

App sobre a Revolta dos Malês será lançado neste sábado (16)!


Revolta dos Malês é o tema do Sociedade Nagô – O Início, aplicativo gamificado sobre a Revolta dos Malês, que alterna entre o jogo virtual e tarefas no mundo real, a ser lançado no dia 16 de junho, a partir das 13h30, na Livraria Leitura, no Shopping Bela Vista.

O lançamento contará com a participação do Grupo Afro Malê DeBalê, que fará um cortejo pelo Shopping Bela Vista e apresentação de dança.  Sociedade Nagô – O Início, idealizado pelo game designer Alexandre Santos, é financiado pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, por meio do edital App pra cultura 2017. O projeto foi desenvolvido pela Strike Games em parceria com a Labrasoft (grupo de pesquisa do IFBA).

Versão na Play Store, para Android!

O foco do jogo é trazer o conteúdo histórico da Revolta de forma mais aprofundada com um suporte pedagógico, juntamente com o fator lúdico, mini games, mistério, desafio e tarefas que envolvem emitir opiniões, ilustrar e escrever textos e pesquisar. No lançamento, aqueles que comparecerem poderão testar o jogo, conversar com a equipe que desenvolveu o projeto e ainda ocorrerá a leitura de um texto sobre a Revolta dos Malês.

O título faz a alusão à sociedade secreta fictícia do jogo formada pela maioria de libertos africanos da etnia Nagô. O game demorou cinco meses de produção. O gênero do jogo é o point and click (apontar e clicar com exploração dos objetos, cenários e objetos) com influência de graphic novels (os personagens procuram o jogador para contar informações históricas e que ajudam no game).

Serviço

O Quê: Lançamento do Sociedade Nagô – O Início

Quando: Dia: 16 de Junho, das 13:30 às 16:00.

Local: Livraria Leitura – Shopping Bela Vista.

Entrada: Gratuita.

Espetáculo “Siré Obá – A Festa do Rei” até sábado (16) no teatro Vila Velha!


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Foto: Adeloya Magnoni

 

O Núcleo Afro-Brasileiro de Teatro de Alagoinhas (NATA) realiza curta temporada do espetáculo Siré Obá – A Festa do Rei  nos dias 14 e 15 de junho, às 20h, e 16 de junho com sessões às 17h e 20h, no Teatro Vila Velha, no Passeio Público – Campo Grande. Os ingressos estão disponíveis para compra no site da Ingresso Rápido.

O espetáculo inspira-se nos orikis (poesia em exaltação aos Orixás) para mostrar a beleza e a filosofia do culto às divindades africanas, tendo como objetivo desmitificar preconceitos e combater a intolerância religiosa. Unindo religião e arte, a peça é uma grande festa/Siré e segue a sequência das músicas cantadas e tocadas para os Orixás nos rituais do Candomblé, celebrando junto com o espectador os feitos dessas divindades.

SIRÉOBÁ
Foto: Andrea Magnoni

As apresentações fazem parte do projeto OROAFROBUMERANGUE, que conta com o apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura da Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, aprovado no Edital de Apoio a Grupos e Coletivos Culturais da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).

Serviço

O quê: Siré Obá – A Festa do Rei

Onde: Teatro Vila Velha – Passeio Público, Campo Grande

Quando: 14 e 15 de junho, às 20h, e 16 de junho, 17h e 20h

Entrada: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia); a apresentação das 17h no dia 16 de junho R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Ingresso Rápido (https://www.ingressorapido.com.br/event/6902/d/29471/s/131354)