I Seminário “Lésbicas Negras Em Pauta” trará a ativista feminista, Rosângela Castro!


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Rosangela Castro
Acontece no próximo sábado (26) , das 8 às 12h, o I Seminário “Lésbicas Negras Em Pauta”, na Casa do Olodum (Pelourinho). O seminário é fruto das demandas sociais dos coletivos organizados de Salvador e discutirá temas como a “Comunicação Lésbica Jovem”, “Afroafetividade”, “Relacionamento Abusivo”, “Gordofobia Negra”, “Mercado de Trabalho”, “O Amor e o Viver Em Coletivo”.
Completando, em agosto, 14 anos de resistência em prol da Igualdade de Mulheres Negras Lésbicas e Bissexuais, o seminário trará a ativista feminista, Rosângela Castro, que falará sobre a história do Movimento Lésbico Nacional e Mundial.
Inscrições: [email protected]
PROGRAMAÇÃO
8hs Abertura do Espaço
8h30 Apresentação Cultural – Coletivo LesbiBahia
9h Composição da Mesa de Abertura
MESA I
Mediadora Erica Capinan
Rosangela Castro com o tema ” História do Movimento Lésbico Nacional e Mundial Srª Passado”
Facilitadora Altamira Simões – Relacionamento Abusivo
Facilitadora Flávia Nascimento – Afro Afetividade
Facilitadora Patrícia Rosa – Comunicação Lésbica Jovem
10h Lanche /Intervenção Cultural Orquestra de Pandeiro
10h20 – MESA II
Facilitadora Josy Andrade – Mercado de Trabalho
Facilitadora Laís Paulo – O Amor e o Viver Em Coletivo
Facilitadora Milly Costa – Gordofobia Negra
11h30 Abertura do Debate
12h Considerações Finais   

Música, Poesia, Oficinas, Turbantes e Estética Afro na “Feira Nagô”, tá sabendo?!


RBF
RBF

Vai rolar primeira edição da “Feira Nagô”, uma união de lazer, arte, cultura e compras, no Instituto Mídia Étnica (Rua Areal de Baixo, n°06, Dois de Julho). Das 10h às 18h, a Feira terá música, poesia e mini workshops, e a entrada é gratuita. Tudo isso no dia 2 de setembro (sábado)!

“Nelson Mandela diz que o UBUNTU não significa que uma pessoa não se preocupe com o seu progresso pessoal. A questão é: o meu progresso pessoal está ao serviço do progresso da minha comunidade? Isso é mais importante na vida. E acho que o que ele diz tem muito do nosso projeto, pois a ideia é enaltecer o empreendimento do povo negro”, considerou uma das organizadoras da Feira Nagô, Gabriela Silva.

 

Além dos produtos, olha o que vai rolar:

 Pocket show de Áurea Maria de Lima, a Áurea “Semiséria”, rapper baiana, do videoclipe “Áurea Abolicionista” que já obtém mais de 20 mil views no youtube e já lançou seu EP #ROXOGG.

Vai ter Rap, Reggae, Raggamuffin/Dancehall, Reggaeton, Kuduro, Kizomba, Zouk, sob o comando de Luã da Paixão Freitas, conhecido no cenário artístico como Fayakayano.

E vai ter ainda “EU SOU BLACKÃO”, com a Rapaziada da Baixa Fria (R.B.F), combatendo as discriminações, e promovendo a auto-estima, valorização, senso crítico e mudanças de comportamentos. E o black? A afrotrancista Tárcia Alves dará oficina de tranças, por apenas R$5.

PROS GURIS:

Vai ter espaço infantil, com a oficina de contação de histórias que utilizará a pedagogia da Abayomi, com Raissa Rosa Abayomi. Será às 14h e será cobrado um valor simbólico de R$15, no entanto, caso algum familiar queira acompanhar a criança durante a oficina, será feito um valor promocional. As inscrições para as oficinas devem ser realizadas através do email: [email protected]. As vagas são limitadas.

Além do espaço infantil, mais cedo, às 11h, uma profissional de RH estará dando orientações gratuitas sobre como elaborar um bom currículo. Leve o seu atual currículo para ser corrigido.

O evento contará também com espaço solidário para doação de alimentos não perecíveis.

 

 

Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra convoca jovens pra conversa!


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O c (CDCN) realiza na próxima segunda-feira (21), a partir das 14 horas, em Salvador, a roda de conversa “Diálogos com a juventude”, integrando a programação dos 30 anos do colegiado. O evento acontece no Centro Cultural Plataforma, reunindo conselheiros, militantes do movimento negro, jovens da região, além de representações governamentais.

De maneira dinâmica e participativa, serão discutidos temas relacionados aos aspectos da cultura, educação, juventude, mulher negra, além da relação entre racismo e direito. Os debates serão intercalados com intervenções culturais das comunidades do entorno, além de apresentações de hip hop com o grupo Família Tríplice e MC Xarope. O evento conta com apoio das secretarias estaduais da Educação (SEC) e de Cultura (Secult), através do Centro Cultural Plataforma.

Serviço:

O quê:  Roda de conversa “Diálogos com a juventude” – CDCN: 30 anos promovendo a igualdade.

Quando: Segunda-feira, 21 de agosto de 2017, a partir das 14h.

Onde: Centro Cultural Plataforma (Praça São Braz, s/nº, Plataforma – Salvador/BA).

Letieres Leite ministra workshop “As Matrizes Africanas na Música Popular Brasileira”


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DJ Branco

O maestro Letieres Leite ministra o workshop As Matrizes Africanas na Música Popular Brasileira, no Centro de Formação em Artes da Funceb, para jovens da comunidade Hip-Hop e Rap de Salvador, neste sábado, 19 de agosto, às 14h. No salão de cerimônia do Espaço São Dâmaso, sede do CFA, no Pelourinho, o evento contará com a participação do educador e produtor DJ Branco. O programa será aberto ao público interessado.

Agora o maestro leva seu método para mais jovens, dedicados ao gênero musical Hip-Hop, que celebra o aniversário de surgimento de seu movimento, no mês de agosto, e registra um grande crescimento de admiradores e seguidores tanto na capital baiana quanto no interior do Estado. “A música rap é universal, ela tem o poder de se adaptar ao local que chega e dialogar com a cultura local. Aqui no Nordeste, por exemplo, podemos ver elementos da música Nordestina e Africana nos Samples de Rap”, considera DJ Branco.

A proposta se baseia na ideia de promover uma compreensão crítica e profunda a respeito da formação da música brasileira, principalmente daquela diretamente influenciada pela diáspora africana. “Além disso, o objetivo da série de workshops é trocar conhecimento e aperfeiçoamento técnico musical com todas essas comunidades de cultura afro da cidade do Salvador. Entre as mais importantes o CFA inclui o Ilê Aiyê e a comunidade do Hip-Hop e Rap”, considera Marle Macedo, diretora do CFA.

Serviço:
Conexão Cultural CFA – Música – As Matrizes Africanas na Música Popular Brasileira
Com: Maestro Letieres Leite, participação de DJ Branco. Para jovens da comunidade Hip-Hop e Rap e público interessado
Quando: 19 de agosto, sábado, 14h
Onde: Centro de Formação em Artes (Rua do Bispo, 29/31, Pelourinho)
Ingresso: Gratuito

Musical Se Acaso Você Chegasse terá Nara Couto e Claudia Cunha este fim de semana!


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Nara Couto – Foto Fernanda Maia

Neste final de semana, as convidadas do musical Se Acaso Você Chegasse são Nara Couto no sábado (19/08) e Claudia Cunha no domingo (20/08). Mais uma vez, o espetáculo conta com a participação artistas convidados.

 Se Acaso Você Chegasse mostra as diversas facetas que a cantora teve que assumir ao longo da sua trajetória e presta homenagem para a artista que, hoje, é reconhecida como uma grande intérprete da Música Popular Brasileira (MPB).

O espetáculo é construído de uma maneira envolvente: entrecortada por canções do repertório da cantora, a peça traz a atuação de quatro atrizes: Denise Correia, Lívia França, Josi Varjão e Clara Paixão, que vivem diversos momentos da biografia da artista.

  

O quê: espetáculo “Se Acaso Você Chegasse – uma homenagem à Elza Soares”.

Quando:  Até  27 de agosto (sábados e domingos).

Horário: 19h.

Local: Espaço Cultural da Barroquinha

Valor: Os ingressos ficam por R$ 20 (Inteira) e R$ 10 (meia)

Informações: (71) 98846-1928/  99269-8274

Vendas: No local ou pelo site: www.sympla.com.br

Musical em homanegem a Elza Soares em cartaz no Espaço Cultural da Barroquinha este mês!


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Comemorando sete anos em cartaz, o musical SE ACASO VOCÊ CHEGASSE, em homenagem a Elza Soares, volta em cartaz a partir deste sábado, 12 de agosto às 19h, no Espaço Cultural da Barroquinha. Com criação de Elísio Lopes Jr. e direção de Antônio Marques, o espetáculo teatral mostra as diversas facetas que a cantora teve que assumir ao longo da sua trajetória e presta homenagem para a artista que, hoje, é reconhecida como uma grande intérprete da Música Popular Brasileira (MPB).

A montagem é construída por canções do repertório da cantora, trazendo a atuação de quatro atrizes: Denise Correia, Lívia França, Josi Varjão e Clara Paixão, que vivem diversos momentos da biografia da artista. A peça recria justamente a época em que a ‘Elza’ no singular não existia e, a partir daí, vai construindo uma narrativa que se baseia na trajetória da estrela. O resultado é uma obra rica em detalhes que leva o espectador a se colocar no lugar da cantora e a refletir sobre certas atitudes tomadas ao longo da vida.

A Arte Sintonia Companhia de Teatro, nos últimos anos, vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa da dramaturgia brasileira, produzindo espetáculos que se possibilitem a inserção da música e da dança no TeatroAlém de Se Acaso Você Chegasse, fazem parte do repertório da Companhia os musicais:

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AGENDE-SE!

O quê: espetáculo “Se Acaso Você Chegasse – uma homenagem à Elza Soares”.

Quando:  12 a 27 de agosto (sábados e domingos).

Horário: 19h.

Local: Espaço Cultural da Barroquinha

Valor: Os ingressos ficam por R$ 20 (Inteira) e R$ 10 (meia)

Informações: (71) 98846-1928/  99269-8274

Vendas: No local ou pelo site: www.sympla.com.br

 

Cantora e compositora baiana Ivana Gaya lança registros do show “Com Né Que São”


Ivana Gaya
Foto de Andrea Magnoni

A cantora e compositora baiana, Ivana Gaya, lança uma série de registros audiovisuais gravados durante o show “Com Né Que São”, realizado em abril, no  Espaço Cultural da Barroquinha. A cada mês a artista vai compartilhar nas redes e em seu canal oficial do YouTube, dois vídeos de canções autorais que fazem parte do seu repertório atual.

O primeiro vídeo será da música “Mais Que 30” e estará disponível na próxima quinta-feira (10 de agosto), ao meio-dia. A artevista (termo criado para dar conta da junção de artista com ativista), compôs a faixa num momento de angústia com a notícia de uma adolescente que foi vítima de estupro coletivo.

“Existe uma urgência em mexer nos traumas de questões que fazem parte do lado bizarro do nosso cotidiano. Minhas composições falam de tudo, mas escolher essa para abrir a série vem dessa agonia, dessa necessidade de trazer uma reflexão, de causar incômodo, por desejo de mudança e transformação”, explica a cantora.

Festival Dúdú Onã reúne Artes e Cultura em Alagados!


I Fórum Negro das Artes Cênicas
Espetáculo Iyá Ilu – Fto Andreia Magnoni

A culinária e as artes negras estarão em destaque no Espaço Cultural Alagados de 19 e 20 de agosto. Vai rolar o Festival Dúdú Onã,  um evento dedicado à representatividade e valorização da cultura negra sob o enfoque da economia criativa.

O Festival terá oficinas, poesia, performances e apresentações musicais, além de uma Feira de Economia Criativa, com expositores de culinária afro baiana, Moda, e Literatura. Um formação em economia criativa e popular também está prevista para a ocasião. Vai ter ainda Afrobapho, Aquarela Trio (SP), Funfun Dúdu e o Espetáculo Iyá Ilu, solo de Sanara Rocha/ NATA..

O projeto é realizado por estudantes da Oficina de Produção Cultural da Universidade Federal da Bahia, em parceria com artistas e agentes culturais da área.

“O Festival Dudu Onã busca dar visibilidade para um contexto social secundarizado. Além de buscar revitalizar a cultura negra, tanto na mídia quanto nos espaços, ele busca também por em evidência pessoas negras empreendedoras. É um espaço onde Cultura e a Arte se integram e são vistas como sustento para a população negra. Um evento onde as expressões culturais negras são postas como parte essencial da cultura da cidade de Salvador. A expectativa é facilitar o intercâmbio entre esses empreendedores negros, misturando gastronomia, musica, performances e diversas outras formas de expressão” – Pedro Batalha, um dos produtores do Festival. 

Foto: Ligia Rizério

Foto: Ligia Rizério

PROGRAME-SE!


•OFICINAS 
9:00 (Sábado – 19/08)
• Workshop de economia criativa:
Mercado da cultura e empreendedorismo no setor criativo – Júlio Marques (Bahia Criativa)

14:00
• Oficina Vivência Rítmica Percussiva – Gabi Guedes (Domingo – 20/08)
(Grupo Pradarrum e professor de percussão Afro Religiosa na CFA Música – FUNCEB)

• Oficina de Audiovisual – Júlia Morais
(Diretora do curta-metragem “Avesso” e Co-diretora do curta documental “Caruru dos Meninos”)

• Oficina de Danças Urbanas – Ronald Castro
(Grupo O Poder da Quebradeira)

• Oficina de Produção Poética – Grupo ZeferinaS

CULTURAIS •

• Sábado (19/08/2017) •
17:30 – Iyá Ilu (Performance)
19:00 – Afro Aquarela (SP)

• Domingo (20/08/2017) •
17:30 – Culminância das oficinas (Mostra das produções)
18:15 – Afrobapho
19:00 – FunFun DúDú

SERVIÇO:
Festival Dúdú Onã
Atrações:
Oficinas de audiovisual, percussão, poesia, danças urbanas e economia criativa.
Quando? Dias 19 e 20 de Agosto de 2017
Onde? Espaço Cultural Alagados – Bairro do Uruguai

Entrada Gratuita

Escritora Paulina Chiziane estará pela primeira vez na Bahia, em Cachoeira!


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Com um vasto histórico na defesa de causas que lhe caras, como a justiça e igualdade nas relações humanas, Paulina Chiziane virá à sétima edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que acontece entre os dias 5 e 8 de outubro. Reconhecida como a primeira mulher a publicar um romance em Moçambique, a escritora compõe a mesa “A Máxima Potência que Habita as Palavras”, no sábado, dia 07, que terá a mediação de Lívia Natália e a participação de Elisa Lucinda.

Autora de trabalhos em forma de romance, conto e drama, ganhou o prêmio José Craveirinha pela obra “Niketche”, em parceria com Mia Couto; a Ordem Infante Henrique, pelo governo português; a Ordem de Oficial do Cruzeiro do Sul, pelo Governo do Brasil; e o  troféu Raça Negra, edição 2014. Sua obra foi traduzida em vários idiomas, com homenagens nacionais e internacionais, transformadas em dramaturgia, dança, música, artes plásticas e radionovela.

Seu primeiro livro foi lançado em 1990, o romance “Balada de amor ao vento”. Também é autora dos romances “Ventos do apocalipse” (1992), “O sétimo juramento” (2000), “Niketche – uma história de poligamia” (2002) e “O alegre canto da perdiz (2007)”. Em 2008 publicou o livro de contos “As andorinhas”.

“As heroínas sem nome”, em coautoria com a angolana Dya Kassembe (2008), e “Quero ser alguém” (2011) são seus livros de entrevistas. Escreveu também os ensaios “Na mão de Deus”, em coautoria com Maria do Carmo da Silva (2012), Por quem Vibram os Tambores do Além, com coautoria de Rasta Pita (2013), e “Ngoma Yethu”, com Mariana Martins (2015). Também é autora do drama “Ocupali” (2016). Este ano, lançou os versos poéticos “O Canto dos Escravos”. 

Sua obra lhe valeu a nomeação como uma das mil mulheres pacíficas do mundo pelo Movimento Internacional de Paz, One Thousand Peace Women, 2005, publicações de contos em jornais da Europa, Ásia, Africa e América, e participação em conferências de arte e literatura em Moçambique e em diferentes universidades da Europa, Ásia, Africa e América.

Em 2005, foi candidata ao Prêmio Nobel da Paz pelo movimento One Thousand Peace Womem for Nobel Prize, em reconhecimento ao seu trabalho de escrita militante pela causa da justiça e igualdade nas relações humanas do seu país, reconhecimento do trabalho social na promoção da mulher e dos grupos esfavorecidos. sitantes a Cachoeira. Uma novidade deste ano será a curadoria. O escritor e jornalista Tom Correia assume a função ocupada, em 2016, por Emmanuel Mirdad, um dos idealizadores e coordenador geral da Flica.

Serviço

Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica 2017

Quando: 5 a 8 de Outubro

Onde: Cachoeira/Ba


Com um vasto histórico na defesa de causas que lhe caras, como a justiça e igualdade nas relações humanas, Paulina Chiziane virá à sétima edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que acontece entre os dias 5 e 8 de outubro. Reconhecida como a primeira mulher a publicar um romance em Moçambique, a escritora compõe a mesa “A Máxima Potência que Habita as Palavras”, no sábado, dia 07, que terá a mediação de Lívia Natália e a participação de Elisa Lucinda.

Autora de trabalhos em forma de romance, conto e drama, ganhou o prêmio José Craveirinha pela obra “Niketche”, em parceria com Mia Couto; a Ordem Infante Henrique, pelo governo português; a Ordem de Oficial do Cruzeiro do Sul, pelo Governo do Brasil; e o  troféu Raça Negra, edição 2014. Sua obra foi traduzida em vários idiomas, com homenagens nacionais e internacionais, transformadas em dramaturgia, dança, música, artes plásticas e radionovela.

Seu primeiro livro foi lançado em 1990, o romance “Balada de amor ao vento”. Também é autora dos romances “Ventos do apocalipse” (1992), “O sétimo juramento” (2000), “Niketche – uma história de poligamia” (2002) e “O alegre canto da perdiz (2007)”. Em 2008 publicou o livro de contos “As andorinhas”.

“As heroínas sem nome”, em coautoria com a angolana Dya Kassembe (2008), e “Quero ser alguém” (2011) são seus livros de entrevistas. Escreveu também os ensaios “Na mão de Deus”, em coautoria com Maria do Carmo da Silva (2012), Por quem Vibram os Tambores do Além, com coautoria de Rasta Pita (2013), e “Ngoma Yethu”, com Mariana Martins (2015). Também é autora do drama “Ocupali” (2016). Este ano, lançou os versos poéticos “O Canto dos Escravos”.

Sua obra lhe valeu a nomeação como uma das mil mulheres pacíficas do mundo pelo Movimento Internacional de Paz, One Thousand Peace Women, 2005, publicações de contos em jornais da Europa, Ásia, Africa e América, e participação em conferências de arte e literatura em Moçambique e em diferentes universidades da Europa, Ásia, Africa e América.

Em 2005, foi candidata ao Prêmio Nobel da Paz pelo movimento One Thousand Peace Womem for Nobel Prize, em reconhecimento ao seu trabalho de escrita militante pela causa da justiça e igualdade nas relações humanas do seu país, reconhecimento do trabalho social na promoção da mulher e dos grupos esfavorecidos.

Flica 2017 – A sétima edição da Flica, entre os dias 5 e 8 de outubro, segue trazendo para o Recôncavo Baiano influentes nomes da literatura nacional e internacional, com programação para adultos e crianças. Em 2017, estão programados debates literários, lançamento de livros, exposições, apresentações artísticas, contações de histórias e saraus.

A festa costuma atrair mais de 20 mil visitantes a Cachoeira. Uma novidade deste ano será a curadoria. O escritor e jornalista Tom Correia assume a função ocupada, em 2016, por Emmanuel Mirdad, um dos idealizadores e coordenador geral da Flica.

O Governo do Estado da Bahia apresenta a Flica 2017. O projeto é realizado pela Cali e Icontent e tem patrocínio do governo, por meio do Fazcultura, e apoio do Hiperideal, Coelba e da Prefeitura Municipal de Cachoeira.

Serviço

Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica 2017

Quando: 5 a 8 de Outubro

Onde: Cachoeira/Ba