Katuka Africanidades lança nova coleção “De amor e dengo”!


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Estampas que comunicam mensagens de afeto. Este é o mote da nova coleção da Katuka Africanidades, “De amor e dengo”, assinada pelo designer e diretor da marca, Renato Carneiro. O lançamento será no dia 1º de dezembro (sexta-feira), às 19h, na loja da marca (em frente ao Museu da Misericórdia).

Composta por peças de modelagem ampla que privilegiam o conforto, a nova coleção da Katuka foi pensada como suporte para a poesia da escritora Cidinha da Silva, que casadas com as ilustrações de Lumena Adad – reinterpretadas pelo designer gráfico Bruno Costa- criam estampas exclusivas que comunicam mensagens de amor e afeto.

“Eu acredito que roupa é linguagem e é também uma ferramenta de comunicação muito forte. Os textos delicados que escolhemos de Cidinha nem sempre vão aparecer literalmente sobre as peças. A partir do entendimento de sua escrita, desenvolvemos uma série de peças que está além da estampa, mas que comunica em todos os aspectos, seja no tecido ou na apresentação da roupa”, explica Renato Carneiro.

Para a escritora Cidinha da Silva, a coleção “De amor e dengo” busca delicadeza e suavidade, através das expressões do amor e a partir de elementos naturais, água, flores, pássaros, ar, terra, fogo brando.

“Procuramos trilhas menos óbvias para imprimir o texto no tecido, em letra cursiva, potencializando o movimento. Leitoras e leitores atentos perceberão que os pássaros e flores de Lumena Adad, reinterpretados por Bruno Costa, fazem a marcação da voz, definem as pausas necessárias para respirar numa leitura”, completa a autora dos livros Canções de amor e dengo (2016) e Baú de miudezas, sol e chuva (2014), que inspiraram a nova coleção da Katuka Africanidades.

Serviço:

O que: Lançamento da nova coleção da Katuka Africanidades “De amor e dengo”

Quando: 1º de dezembro, às 19h,

Onde: Loja Katuka Africanidades, na Praça da Sé, nº 1 (em frente ao Museu da Misericórdia).

O Afro-Chef Jorge Washington convida: Sarapatel, Botequim e Clécia Queiroz este sábado!


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Culinária Musical – iniciativa do afro-chef Jorge Washington – comemora o Dia do Samba, neste sábado (2), com o grupo otequim com participação da cantora Clécia Queiroz. No cardápio: aquele sarapatel.

Com 11 anos de carreira, o Botequim, tem base no samba tradicional, traz uma boa roda de samba e repertório com composições autorais e de ícones como Cartola, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Candeia, Dona Ivone Lara, além dos baianos Batatinha, Roque Ferreira, Edil Pacheco, Riachão, Nelson Rufino, Walmir Lima, dentre outros.

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Já a cantora e compositora, Clécia Queiroz traz seu ritmo e voz fortes para o Culinária Musical, ela que também é pesquisadora do ritmo, tendo trabalhos musicais voltados para o gênero. E o palco é o mesmo: o reduto do samba no bairro do Garcia, em Salvador: a Casa de Pedra.

SERVIÇO

O que: Culinária Musical, encontro de música e gastronomia popular

Quando: 2 de dezembro, das 13h às 17h

Onde: Casa de Pedra, Rua Prediliano Pita, final de linha do Garcia

Quanto: R$15 (entrada) prato R$ 30 (o local aceita cartão de crédito e débito)

Atrações: Botequim e Clécia Queiroz

Cardápio: sarapatel

Casa do Benin recebe lançamento da Cartilha “Brincadeira de Capoeira”!


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Nesta quinta (30), será lançada a segunda edição da cartilha “Brincadeira de Capoeira”, que propõe estimular a preservação e resgate das tradições em meio às crianças. Será na Casa do Benin, a partir das 18h30, com a roda de conversa “Patrimônio Cultural e Ludicidade”, além da distribuição das cartilhas aos mestres e lideres dos grupos de capoeira.

Ao todo serão distribuídas 5 mil cartilhas a grupos, associações, ONGs de capoeira, além das escolas municipais de Salvador. Com pesquisa da capoeirista e mestra em Educação pela UFBA,  Franciane Simplicio (Bizonha), juntamente com Dayse Simplício (Formiga), que é capoeirista e socióloga pela Unifacs, a Cartilha teve ainda orientação do mestre Nal, fundador e presidente da Associação Cultural de Capoeira Gangara.

Ela integra a série “Minha Bahia”, de educação patrimonial com ações educativas ligadas à valorização do Patrimônio Cultural Brasileiro.

Quer saber mais?! Vai lá!

O que? Cartilha “Brincadeira de Capoeira” (lançamento)

Quando?  30/11 (Quinta)

Local? Casa do Benin

Que horas? Às 18h30

Funceb apresenta “Kaiala” e bate-papo com a Ialorixá Jaciara Ribeiro!


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A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/Secult) receberá o espetáculo “Kaiala”, do ator Sulivã Bispo, seguido por um batepapo com a Ialorixá do Ilê Axé Abassá de Ogum, Jaciara Ribeiro. Será no dia 30 de novembro, a partir das 15h, na sede da Funceb (Pelourinho) e é aberto ao público, sujeito à lotação do espaço – a Sala King.

A ação integra o Projeto Novembro das Artes Negras, que contempla a produção artística negra nas diversas linguagens, com uma série de atividades em Literatura, Artes Visuais, Dança, Audiovisual, Teatro, Música e Circo. na ocasião, o público conversará sobre a mortalidade de jovens negros no Brasil e a intolerância religiosa, a partir do tema de “Kaiala”.

O espetáculo conta a trajetória de uma garota de 10 anos, assassinada quando teve seu terreiro de candomblé invadido. A história da família composta pela avó da menina, o irmão de santo e uma evangélica, formam o enredo que relata os caminhos que levam a intolerância religiosa.

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A Ialorixá Jaciara Ribeiro, do Ilê Axé Abassá de Ogum abordará sua lua contra a intolerância religiosa, a partir da morte de sua mãe, a líder religiosa do terreiro a quem ela sucedeu – Mãe Gilda. Na pauta, sua luta pela liberdade de culto e respeito às religiões afro-brasileiras.
Serviço:
Espetáculo Kaiala e batepapo com Ialorixá Jaciara Ribeiro (Ilê Axé Abassá de Ogum)
Dia: 30 de novembro de 2017
Local: Sede da Funceb (Pelô)
Horário: Espetáculo: 15h, bateppao 16h
Quanto: Gratuito, sujeito à lotação do espaço.

Funceb realizará oficina “Meus Olhos Coloridos” com grafiteira Annie Ganzala!


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Annie Ganzala
No projeto Novembro das Artes Negras, a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa) promove, nesta  quarta (29), a partir das 10h, em sua sede no Pelourinho, a oficina: “Meus Olhos Coloridos”, sob a coordenação da artista plástica, grafiteira e autodidata, Annie Ganzala. A ação tem como objetivo o debate sobre identidade, auto-referência e auto-estima através da arte.
“É através dos nossos olhos que podemos nos expressar melhor como artista, captando cores, formas de sentir o mundo, nossos olhos são também o espelho de nossa alma”, avalia Annie.
As vagas da Oficina serão abertas a qualquer pessoa, com limite para até 30 participantes. Na primeira etapa da oficina de 10h às 12h, acontecerá a ação: Auto- Retrato Livre, na qual cada participante desenhará seu rosto de forma livre.  Na segunda etapa, os participantes farão um Auto Retrato Dirigido, na qual desenharão tipos de rostos negros, gordo, magro, masculino, feminino em sua diversidade de traços e tons de cor marrom.
A proposta é que depois das pinturas, os participantes como se vêem refletidos, através da cor, sexo, classe social, medos e superações.  Ao final,  Annie Ganzala e a bióloga,  Sheu Nascimento propõem uma reflexão sobre a construção desse corpo, características, tendo como foco opressões da raça, gênero e sexualidade, etc.
 
Mural da Consciência Negra
 
“Cada um que participar terá noções das técnicas de Grafite  para a construção de um grande mural voltado para o tema da Consciência Negra, criado pelas oficinas de auto-retrato, a ser doado para a Funceb”, revela Annie.  Além disso, está programada uma mostra de Aquarela, criação da artista, retratando temas afins como: feminilidade negra, religião de matriz africana, afetos entre corpos negros, dentre outros.
Serviço
 
O quê: Oficina Meus Olhos Coloridos, com Annie Ganzala e as facilitadoras Andressa Monique e Ananda
Onde: Sede da FUNCEB, Rua do Saldanha, 14, Pelourinho, Centro Histórico de Salvador
Quando: 29/11, das 10h às 17h
Quanto: Grátis, c/ limite de 30 participantes

Hilton Cobra chega a Salvador com com o monólogo “Traga-me a cabeça de Lima Barreto!”


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CIA DOS COMUNS chega a Salvador com o monólogo teatral “Traga-me a cabeça de Lima Barreto”, inspirado livremente na obra de Lima Barreto. Com texto de Luiz Marfuz, o espetáculo tem direção de Fernanda Júlia (do NATA – Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas).

O espetáculo marca um reencontro de Hilton Cobra com a obra de Lima Barreto, em 2008. Lá, o ator protagonizou a versão cênica de Luiz Marfuz para o clássico da literatura “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”. Com o título Policarpo Quaresma, o espetáculo contou a história de um homem que lutava pelas causas nacionais, sem se importar com a rejeição social que sofria.

O texto fictício de “Traga-me a cabeça de Lima Barreto” tem início logo após a morte de Lima Barreto, quando eugenistas exigem a exumação do seu cadáver para uma autópsia a fim de esclarecer “como um cérebro inferior poderia ter produzido tantas obras literárias – romances, crônicas, etc.

“É importante discutir eugenia e racismo a partir de Lima Barreto. Também é um reconhecimento à Lima – um autor tão pisoteado, tão injustiçado, que pensou tão bem esse Brasil, abriu na literatura brasileira “a sua pátria estética”, os pisoteados, loucos, os privados de liberdade – esses são os personagens de Lima Barreto. Acredito que ele deve ter sido, se não o primeiro, um dos primeiros autores brasileiros que colocaram esse “submundo” em qualidade e com importância dentro de uma obra literária”. – Hilton Cobra

SERVIÇO:

Traga-me a cabeça de Lima Barreto

Estreia: 30/11

Temporada: 01 a 10/12 (quinta e domingo)

Horário: 

Quinta a sábado –  20h

Domingo – 19h

Local: Teatro Vila Velha

Fotos: Valmyr Ferreira

Projeto Memórias Contemporâneas pauta “Mulheres na Diáspora” no Goethe!


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A 6ª edição do projeto “Memórias Contemporâneas” apresenta o tema “Mulheres na Diáspora”. Para o debate, estarão presentes Lindinalva de Paula, da Rede de Mulheres Negras da Bahia, e Valdecir Nascimento, do ODARA Instituto da Mulher Negra, ao lado da cantora e ativista norte-americana Sandra Izsadore (foto), ex-filiada do Panteras Negras, com mediação de Vanessa Soares. O evento será no dia 27 de novembro (segunda-feira), às 19h, na Biblioteca do Goethe-Institut, com entrada franca.

Instituído pelo Centro de Memória da Bahia da Fundação Pedro Calmon (Secult/Ba), o “Memórias Contemporâneas” é um projeto nas áreas de história e memória que objetiva a constituição de um banco de dados audiovisual acerca da cultura e seus agentes, a partir da década de 1950.

SERVIÇO

Memórias Contemporâneas: “Mulheres na Diáspora”

Com: Lindinalva de Paula (Brasil), Sandra Izsadore (EUA) e Valdecir Nascimento (Brasil)

Mediação: Vanessa Soares

Quando: 27 de novembro (segunda-feira), 19h

Onde: Biblioteca do Goethe-Institut Salvador-Bahia

(Av. Sete de Setembro, 1809 – Corredor da Vitória)

Entrada franca

Funceb exibe “Merê”, filme de Urânia Munzanzu na Sala Walter da Silveira!


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O projeto Novembro das Artes Negras – inédito da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/Secult) – receberá, no próximo dia 28 de novembro, a exibição do filme “Merê”, da jornalista e cineasta,  Urânia Munzanzu.

A exibição, às 19h, será seguida de debate sobre “Cinema e Representatividade”, com os cineastas, Antonio Olavo e Daniela Fernandes, além da presença de religiosos de matriz africana. O evento é aberto ao público, sujeito à lotação do espaço, na Sala Walter da Silveira (Barris).

“Merê” nasce do projeto “A ponte – diálogo entre dois mundos”, idealizado por Urânia Munzanzu, que é mestranda em Antropologia na Universidade Federal da Bahia, e Dabosi no Terreiro do Bogum. O projeto tem como objetivo resgatar a história, a religiosidade e os cultos da tradição Jeje, além de promover o reencontro entre religiosas daqui e de lá.

Foram com ela a Naandojhi do Bogum – Mãe Índia, Gayaku Regina Rocha, o avogã Márcio Rocha, o Ogã Ipê – Walter Santana, a Mameto Zulmira e a Ekedjhi Dizorilda Santana, além da ialorixá Jaciara Ribeiro (Ilê Axé Abassá de Ogum), representando o governo do estado, à época.

“Merê”, filme de Urânia Munzanzu, une religiosas da Bahia e Benin em torno da tradição Jeje Mahi!

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“Esse projeto nasce como um registro desta força feminina na tradição Jeje Mahi, na qual tudo gira em torno de nós mulheres. É uma tradição de matriarcado que estava desaparecendo, e tornou-se um compromisso preservar e mantê-la. Inicialmente, o objetivo era fazer esse registro lá na África para mostrar a força da mulher”, completa Urânia.

Foto: Léo Azevedo

Serviço:
Exibição do filme Merê, de Urânia Munzanzu
Data: 28 de Novembro
Horário: 19h
Local: Sala Walter da Silveira – DIMAS, Rua General Labatut, nº 27, subsolo, Barris
Aberto ao público.

Shopping Piedade realiza Semana da Consciência Negra – Discutindo Futuros!


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O Shopping Piedade realiza de 20 a 25 de novembro, a Semana da Consciência Negra – Discutindo Futuros, no piso L4, com ações gratuitas nos temas “Mulheres Negras”, “Religiosidade”, “Cultura e Negócios”, “Teatro na Bahia”, “Diversidade”, “Gêneros e Qual Moda Faz a sua Cabeça”.

A programação também abrange a parte cultural, com a realização de pocket shows e encerramento dia 25 de novembro com grupo de Capoeira Mangangá.

PROGRAME-SE! 

20/11 (segunda-feira)

Tema: Mulher Negra e Africanidades
16h
 – Bate – papo: Drª Zelinda Barros (Antropóloga e Doutora em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia), Juliana Ribeiro (Cantora e Historiadora), Milena Nascimento (Instituto Awure São Paulo) e Major Denice Santiago (Idealizadora do Projeto Roda Maria da Penha e ganhadora do Prêmio da Revista Cláudia)

17h – Pocket Show – DjNai Sena

21/11 (terça-feira)

Tema: Religiosidade
16h
 – Bate-papo: Lindinalva de Paula (Rede de Mulheres Negras da Bahia/ Coletivo Abayomi), Gicélia Cruz (Historiadora e Teóloga – Coletivo CUXI Diáspora Africana) e Nane Peruana Filha de Xangô.

17h – Pocket Show – Nane Peruana Filha de Xangô

22/11 (quarta-feira)

Tema: Teatro Negro da Bahia, Cultura e Negócios
16h 
– Bate-papo:  Jú Lourenço (Atriz e Pedagoga), Emillie Lapa (Atriz e Cantora) e Luciane Neves.

17h – Pocket Show – Emillie Lapa

 

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23/11 (quinta-feira)

Tema: Diversidade
16h – Bate-papo: Drª Carlos Porcino (Psicóloga Clínica, Transativista voluntária do Grupo Gay da Bahia, Mestra em Estudos Interdisciplinares da UFBA), Lívia Ferreira (Administradora – Produtora Cultural – Coletivo LesbiBahia), Thiffany Odara (Mulher Trans – Pedagoga formada pela Universidade do Estado da Bahia) e Lili Gonçalves.

17h – Pocket Show – Lili Gonçalves

 

24/11 (sexta-feira)

Tema: Qual A Moda Que Faz Sua Cabeça?
16h 
– Bate-papo: Marla Brasil (Modelo Plus Size – Coletivo Vai ter Gorda), Madalena Bispo (MadáNegrif – Designer de Moda) e Negro Davi (Rapper e Sócio da Crespossim Salvador)

17h – Pocket Show – Rapper Negro Davi

 

25/11 (sábado)

14h às 17h – Espaço Cultural – Grupo de Capoeira Mangangá

Mediadora dos bate-papos: Dina Lopez TV Kirimurê

 

Serviço

GRATUITO

Semana da Consciência Negra– Shopping Piedade
Onde: Praça de Eventos do Shopping Piedade (Piso L4)
Quando:  De 20 de novembro até o dia 25 de novembro
Horário:  de segunda a sexta, das 16h às 18h e sábado, das 14h às 17h

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Dj Nai Sena

Funceb promove Slam de Poesia Preta da Periferia nesta quinta(23)!


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A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/Secult) incrementa o projeto Novembro das Artes Negras com a participação d ajuventude negra de periferias da cidade de Salvador. No dia 23 (quinta-feira), às 17h, será realizado o Slam da Poesia Negra, na sede da Funceb (Pelourinho). O Slam terá a participação do Sarau da Onça (Sussuarana), Slam da Minas (Cabula), Sarau do JACA (Cajazeiras) e do Coletivo ZeferinaS. O evento será aberto ao público.

 

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Foto Lucian Hely
O Slam da Poesia Negra promoverá o intercâmbio entres alguns dos Saraus existentes em bairros periféricos de Salvador, que usam a arte e especialmente a poesia para enfrentar os problemas sociais que atingem principalmente os jovens negros. O Slam reunirá coletivos periféricos de poesia, formados por jovens da capital baiana que realizam esta atividade cultural voltadas para suas comunidades.
Para Carol Cerqueira, uma das integrantes do Coletivo ZeferinaS, eventos como estes são de alta relevância, pois incentivam os jovens negros a se expressarem pela comunicação escrita.
 
“Os Slams e Saraus, em geral, tem uma responsabilidade muito grande, social mesmo porque é um espaço que nos permite expressar a nossa escrita e aprender com o outro. São locais de fortalecimento, e o objetivo maior do Coletivo é incentivar e mostrar aos jovens a capacidade de cada um e demonstrar a esperança de alcançarmos outros lugares”, explica.

O Slam acontecerá na sede da Funceb, no Pelourinho e será aberto ao público, sujeito à lotação do espaço.

Serviço:
SLAM da Poesia Negra
Data: 23 de novembro de 2017
Horário: 17h
Local: Sede da FUNCEB, Pelourinho