Programação no Cine Teatro Solar Boa Vista terá Sérgio Laurentino, Batekoo e “África em nós”


Batekoo

Foto: Edgar Azevedo – Batekoo

Em 2017 o Cine Teatro Solar Boa Vista comemora seus 33 anos de inauguração e, para celebrar a data, tá rolando uma super programação – o Julho + Solar. Localizado no bairro do Engenho Velho de Brotas, em Salvador, mais especificamente no Parque Solar Boa Vista, o Cine Teatro Solar Boa Vista é uma opção de cultura, em especial da Cultura Negra.

Dia Internacional da Mulher Negra, Latino Americana e Caribenha – 25 de julho – será marcado lá pelo bate-papo com representantes do Fórum de Mulheres Negras e instituições voltadas a questões do gênero feminino. O encontro acontece no dia 25 de julho, às 15h, com entrada gratuita.

Fechando a programação o Solar de Virote a festa Batekoo – edição especial. Vai ter juventude negra periférica numa festa livre de preconceitos. Os ritmos: rap, funk carioca, R&B, trap, twerk, kuduro e suas vertentes. O evento acontece no dia 29, às 23h. As entradas custam R$20 (inteira) e R$10 (meia) e classificação é 18 anos.

Mais ainda tem tanta coisa..

se deus fosse preto
Foto: Max Fonseca – Se Deus fosse Preto

TEM MAIS, AFRO…

 

Projeto Solar de Conversas – Dia Internacional da Mulher Negra, Latino Americana e Caribenha – “Mulheres, coragem. Lutas e conquistas.”

Dia e Horário: 25 de Julho, 15h às 17h

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

 

Espetáculo de dança “África em nós” 

Dia e Horário: 26 de julho, 19h

Entrada: R$5 (inteira)/R$2,50 (meia)
Classificação: Livre

Espetáculo teatral “E se Deus fosse preto”

Dia e Horário: 28 de julho, 20h às 22h

Entrada: – R$20 (inteira)/ R$10 (meia)

Classificação: 16 anos

 

Oficina Teatro do Distanciamento

Dia e Horário: 28 e 29 de julho, 15h às 17h

Entrada: – R$10 (inteira)/R$5 (meia) +1kg de alimento

Classificação: 15 anos

 

Oficina para Adolescentes – Filhos da Coragem

Dia e Horário: 29 de julho, 9h às 12h

Entrada: – Gratuita

Classificação: 13 à 17 anos

 

Solar de Virote – Edição Especial Batekoo

Dia e Horário: 29 de julho, 23h às 06h

Entrada: R$20 (inteira)/R$10 (meia)

Classificação: 18 anos

 

Ator Marcos Oliveira inscreve para Curso de Iniciação a Interpretação Teatral


Oficina de Teatro

Inscrições abertas para a nova turma do curso de Iniciação a Interpretação teatral, ministrada pelo professor e diretor Marcos Oliveira. As aulas acontecerão aos sábados, com início no dia 5 de agosto. Será no espaço Xisto Bahia (Barris) das 9h às 12h. Ao final do curso, os participantes receberão o certificado e participarão da montagem de um espetáculo teatral.

Marcos Oliveira é formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em Metodologia do Ensino da Arte pela UNINTER e ministra aulas de teatro há mais de 17 anos.

Atua como diretor e ator da Companhia Total de Teatro, além de lecionar Teatro no SESI e fazer a direção e a preparação de atores dos espetáculos: Minha Irmã, Besame Mucho, Perfídia, Domingo no Parque, O Cidadão de Papel, A Eleição… Entre Outros.

 

INVESTIMENTO: R$170 por mês.

As inscrições podem ser feitas até o dia 05 de agosto, data de início do curso através dos seguintes contatos:

Tel: (71) 98868-9483 (OI – WhatsApp)/ (71) 991517460 (TIM)

Email: [email protected]

Últimos dias para ver Leno Sacramento em”EN(CRUZ)ILHADA”!


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Últimos sábados para conferir EN(CRUZ)ILHADA, monólogo protagonizado pelo ator Leno Sacramento (Bando de Teatro Olodum), em cartaz na Sala João Augusto, Teatro Vila Velha. Com texto do próprio Leno e segundo o mesmo, “En(cruz)ilhada é um monólogo onde a vítima não está isolada e é conduzida a várias formas de morte. Nesse processo você pode estar dos dois lados. Na encruzilhada da vida e da morte, não espera-se nada: o que se vê é uma aniquilação absoluta”, diz.

encruzilhada

Os ingressos tem preço promocional de R$10 e começa às 19h. O monólogo tem direção de Roquildes Júnior, Trilha de Gabriel Franco, Luz de Marcos Dede e Figurino de Agamenon de Abreu. E também tem participação especial de Nelson Maca na Poesia Final.

“A morte nos invade, nos extermina e nos põe em uma cruz de braços abertos. Ela nos deixa sem escolha, sem opção. Nos dilacera e nos abate pouco a pouco, nos levando a uma encruzilhada. No lugar onde se cruzam dois caminhos, também a morte se esbarra, nunca estaremos sozinhos.”

Monólogo EN(CRUZ)ZILHADA, com Leno Sacramento

Onde: Sala João Augusto, Teatro Vila Velha

Quanto: R$10

Quando: Dias 22 e 29 de julho, às 19h

Fotos: Rodrigo Veloso e Marcos Barbosa

#JulhodasPretas – Lendo Muheres Negras pauta o livro “Alforrias”, de Rita Santana!


rita santana escritora
Foto Lucas Lins

“Lendo Mulheres Negras” é um espaço de valorização da literatura produzida por escritoras negras, um encontro mensal que reúne leitorxs no CEAO – bairro do Dois de Julho, interessadxs na produção destas mulheres – baianas ou não.

Este mês de julho, o Encontro vai pautar a escritora Rita Santana e será no dia 28 de julho, a partir das 17h30.

O Encontro é aberto ao público e a obra analisada será “Alforrias”, livro de Poesia com 28 poemas lançado em 2012.

Sobre Rita Santana

Rita Santana é ilheense, atriz, poeta e educadora, que iniciou sua carreira artística na década de 80. Possui diversas experiências na área, em meio ao Teatro baiano e, como escritora foi uma das coordenadoras do projeto Universidade em Verso na UESC. Em 2004 publicou o livro de contos “Tramela” através da Fundação Casa de Jorge Amado, com o qual ganhou o prêmio Braskem de Cultura e Arte – Literatura. Em 2005 participou da antologia “Mão Cheia” e, no ano seguinte, publicou o livro de poesia “Tratado das Veias”. Em 2009, Rita participou da antologia poética “Diálogos: Panorama da nova poesia Grapiúna” (Org. Gustavo Felicíssimo) e, em 2012, publicou “Alforrias”, pela Editus.

Lendo Mulheres Negras

Onde: CEAO – Dois de Julho

Quanto: Só chegar!

Quando: Dia 28 de julho (sexta), 17h30

 

Festival Latinidades terá preta presença soteropolitana feminina!


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Larissa Fulana de Tal

Que o mês de julho é das Mulheres Pretas, [email protected] já sabem! E que este é um momento em que muitos caminhos levam a Brasília, onde é realizado, anualmente, o Latinidades, maior festival de mulheres negras da América Latina. Este ano a 10ª edição será de 27 a 30 de julho, com uma programação bem diversificada, feminina e preta. A Bahia está lá, muito bem representada!

O foco do Festival é valorizar a cultura e a memória de mulheres negras e, nesta edição, o tema é “Horizontes de liberdade: afrofuturismo nas asas da Sankofa”! Vão rolar encontros para visibilizar a produção artística, cultural, política e intelectual de mulheres negras em todo o mundo. No dia 25 de julho, data em que é celebrado o Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, será dado o pontapé inicial de toda programação!

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Vilma Reis

A Bahia no Latinidades!

A produção cultural, artística baiana estará no Festival e muito bem representada: na primeira Mesa de debates, com o tema “Memórias de visionárias” (27), estará lá a Dra. em Psicologia, Elisabete Aparecida Pinto, sócia fundadora da FALA PRETA! Organização de Mulheres Negras. Neste mesmo dia, terá também a participação da cineasta Larissa Fulana de Tal na Mesa “Miragens do futuro no presente”. Fechando com chave negra o dia, terá a participação da socióloga, Vilma Reis na Mesa “Afrontosas: agir para transformar”. 

No dia 28, na quarta Mesa de Debates, “Ciência, tecnologia e projetos de transformação social”, a Bahia estará na voz da graduanda em Sistemas de Informação e cofundadora do OxenTI Menina, Brenda Costa, que falará da iniciativa para inspirar jovens mulheres através da tecnologia. Já no dia 29, influenciadora digital baiana Magá Moura estará numa mesa para discutir Moda Preta.

Palavra Preta
Palavra Preta – Foto de Juh Almeida

Palavra Preta

No dia 28 de julho, será a vez da Palavra Preta – Mostra Nacional de Negras Autoras, produzida pela cantora e compositora soteropolitana Luedji Luna e a poeta/cantautora brasiliense Tatiana Nascimento. A Mostra, no Latinidades, vai levar 30 autoras, com lançamento de livros, exposições visuais, exibições audiovisuais, poesia falada, e também música, tudo autoral. Salvador estará nas artes de Calila das Mercês, Izza Sá, Amanda Rosa, Jamile Santana e Suzernagle Bento. 

Outro destaque da programação é a presença da jornalista baiana Maíra Azevedo, que volta ao Latinidades desta vez com o espetáculo “Tia Má Com a Língua Solta” (29). No stand up, ela satiriza situações cotidianas e aborda racismo, machismo e relações amorosas utilizando o humor como ferramenta para reflexão.

Bahia de novo…

Como forma de destacar o caráter sustentável do evento, o Latinidades não imprimirá cartazes, flyers e catálogos nesta edição de 2017. Para ter acesso à programação completa do festival basta baixar o aplicativo do Latinidades. O programa foi desenvolvido pelo projeto OxenTI Menina, grupo de tecnologia formado por adolescentes e jovens de Salvador.

Veja toda programação do Latinidades aqui!

Eita! Vai rolar banda Afrocidade em Salvador dia 29!


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O Afrobaile, que acontece há quatro anos em Camaçari, chega pela primeira vez a Salvador, no dia 29 de julho, a partir das 22h. A festa, que é idealizada e comandada pela banda Afrocidade, será na nova casa de eventos, Barra 33. Para esta edição, o grupo convida a rapper Áurea Semiseria e a Dj Samira Soares para uma participação especial, além do setlist colaborativo de Eric Melo.

Os ingressos custam R$15 (antecipado ou com nome na lista); R$20 (sem nome na lista) e R$25 (após 0h). Para fazer parte da lista basta publicar o nome no mural do evento. As vendas antecipadas já estão disponíveis através do Sympla.

No repertório do Afrocidade, músicas já conhecidas do público como “Que Swing é Esse?” e outras que ainda não foram lançadas oficialmente. A banda traz uma mistura de letras politizadas, com ritmos populares como o arrocha e o pagode, além da música afro, dub jamaicano, o reggae, o ragga e o afrobeat.

CURTE AÍ:

SERVIÇO

AFROBAILE EM SALVADOR

Atração: Afrocidade convida Áurea Semiseria, Dj Samira e Eric Melo

Local: Barra 33 (Rua Dias D’ávila, 33, Barra, próximo ao farol.)

Data/Hora: 29 de julho (sábado), a partir das 22h

Ingressos:

15 conto | antecipado pelo sympla

15 conto | com nome na lista, válido até 0h

20 conto | sem nome na lista, até 0h

25 conto | após 0h

Fotos: Juliano Sarraf

#Cabaré20Anos – “Essa galera do Movimento Negro é muito radical!” – Jorge Washington explica Taíde!


cabaré da rraça

“Essa galera do Movimento Negro é muito radical!” Com esse bordão, Taíde, personagem do ator, Jorge Washington na peça Cabaré da Rrrraça consegue dar um nó na cabeça de quem assiste o espetáculo hoje, 20 anos depois de sua estreia, em Salvador. Criado e interpretado por Jorge, o personagem traz aquele velho dilema: ser negro é apenas uma questão de pigmentação ou de uma atitude mental? E outro: ser consciente é ser radical?

“Estamos mais atuantes, mais espaços pra falar, estamos invadindo as Universidades, os Mestrados, Doutorados, mas o racismo continua vivo”. 

O nome veio da dupla Taíde e Dj Rum, que estouravam à época junto com a Revista Raça, uma das principais fontes de pesquisas dos atores para compor o espetáculo. “O nome me encantou e, lendo a revista, via a efervescência que estava rolando com os modelos negros, tinha todo um glamour das passarelas que me chamou atenção. Ficava pensando: como é a vida destes caras, esse glamour, como lidam com o racismo dentro e fora da passarela?”, lembra Jorge.

#Cabaré20Anos – Jaqueline…“Eu faço 2º ano de Formação Geral…!”

cabaré da rraça
Foto – Julay

Os amigos modelos que, aqui fora, estavam no ramo, eram a fonte viva destes questionamentos também. “Olhava pra eles e via a alienação  nos ambientes de festas, via como eles se inseriam. Eram alienados na história. O discurso de Taíde também é alienado, até certo ponto”, conta. Só que fazer no palco uma fala alienada era algo que incomodava o ator, precisava de algo que fizesse o contraponto.

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“No decorrer destas improvisações foi me dando inquietação de fazer um personagem totalmente alienado. Foi aí que criei meu co-personagem, aquele amigo de Taíde ligado ao Movimento Negro, que ele sempre fala, veio pra isso. Botei na boca dele o discurso que eu – Jorge – queria dar contra essa alienação”, explica.

#Cabaré20Anos – “Já que é questão de costume, se acostume a me chamar de negra!” – Dra. Janaína

 

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Vinte anos depois….

Uma fala recorrente entre os envolvidos com o espetáculo Cabaré da Rrrraça é a atualidade de seu tema e sua necessidade ainda hoje.

“Não só esse personagem de Taíde, mas o próprio espetáculo, 20 anos depois, ainda é muito atual. O racismo se recicla, as formas vão mudando. Com as redes sociais mesmo, as pessoas não estão tendo mais pudor de dizer o que pensam. Mas elas não passaram a ser racistas agora, com as redes, estava tudo guardado. O personagem é crucial neste debate. Vinte anos depois, Cabaré da Rrraça ainda é muito necessário, infelizmente”, diz Jorge Washington.

#Cabaré20Anos – De volta ao Vila Velha
De 12 a 27 de agosto, Cabaré da Rrrrraça volta ao palco do Vila para mais apresentações – com mais atualidades e com mais polêmica. Até lá, acompanhe a série no Portal Soteropreta sobre alguns de seus personagens!

#DiálogosInsubmissos – Cristian Sales e Lindinalva Barbosa analisam escrevivência de Evaristo


cristian sales diálogos insubmissos
Cristian Sales

INSUBMISSAS: uma palavra bem repercutida nos últimos dias nas redes. Ela tem sido o tom do projeto Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras, que vem reunindo mulheres pretas da cidade em torno da obra da escritora Conceição Evaristo. O evento, que já aconteceu no Espaço Cultural da Barroquinha, onde começou, e no Goethe Institut, agora se prepara para chegar ao Pavilhão de Aulas da UFBA, em Ondina.

O terceiro encontro dos Diálogos será com a ativista do Movimento Negro e de Mulheres Negras há mais de 30 anos, mestra em Estudo de Linguagens/UNEB, com pesquisa sobre trajetórias intelectuais negras e literatura negra. Estamos falando da educadora e egbomi do Terreiro do Cobre, Lindinalva Barbosa, que analisará o conto Mary Benedita.

“Mary Benedita é uma mulher ávida de escuta, talvez por reconhecer a sua própria vida como um livro carregado de histórias originais e cheias de valor.  Desejosa de reconhecimento como  intelectual e poliglota,  Benedita  é também uma artista viajada que vagueia o mundo desde a infância, na interiorana cidade de Manhãs Azuis” – Lindinalva Barbosa.  

diálogos insubmissos
Lindinalva Barborsa [Foto Fafá M. Araújo

Para Lindinalva, a escrevivência de Conceição Evaristo reúne, “em amálgama, um universo de possibilidades de existir-mulher”. “Insubmissas são todas elas, derramadas em narrativas nas quais nos refletimos e reconhecemos, ora numa passagem da vida ou no ato de sonhar;  ora num gesto ou movimento. Assim, Mary Benedita (a que veio sôfrega da escuta sobre seus vôos) também me tocou mais fundo com sua ânsia de viver e de ser vista/ouvida”, diz.

Outra realidade também estará na roda: o conto de Regina Anastácia, que será analisado por Cristian Sales. Professora universitária e doutoranda em Literatura e Cultura (UFBA), Cristian lembra que a narrativa chama atenção por causa de um dos nomes da personagem-protagonista: Anastácia. “Anastácia foi sentenciada a usar uma máscara por um senhor de escravos, mas é preciso dizer que ela possuía um corpo negro insubmisso que, embora violentado e agredido simbólica e fisicamente, jamais cedeu à dominação masculina branca. Na narrativa, o discurso literário e o discurso histórico formam uma teia e constroem uma leitura possível de nossa realidade composta por heranças, estigmas e superações”, afirma Cristian.

maiana lima
Maiana Lima – Facebook

Mediação Insubmissa

Na mediação destes debates, estará a pesquisadora voluntária do grupo Rasuras – Estudos de Práticas de Leitura e Escrita, Maiana Lima, que já publicou trabalhos sobre questões etnicorraciais na Literatura Brasileira bem como sobre Literaturas Negro Brasileiras. Atualmente, Maiana pesquisa intelectualidades negrofemininas na Literaturae é oficineira de Literatura do Curso Pré-vestibular Vilma Reis.

Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras – 3º Encontro

Quando: 20/julho às 9h
Onde: Auditório 2 do PAF 5 – UFBA Ondina
Quanto: Entrada Gratuita – Inscrições no local minutos antes da atividade
+ Certificado como ouvinte, com carga horária de 3 horas.
+ Sujeito a lotação do espaço

“Como as mulheres negras são retratadas em exposições nos Museus soteropolitanos?”, questiona escritora!


Joana Flores

 

Como as mulheres negras são retratadas em exposições nos Museus soteropolitanos? É sobre esse questionamento que a museóloga Joana Flores se debruça em seu livro ‘Mulheres Negras e Museus de Salvador: Diálogo em Branco e Preto’, que será lançado no dia 21 de julho (sexta) no Centro Cultural Solar Ferrão, localizado no Pelourinho. O evento é para convidados mas quem tiver interesse no tema pode solicitar o seu exemplar através do e-mail [email protected]com.

“O livro traz a discussão sobre o lugar que é atribuído às mulheres negras nos museus de tipologia histórica de Salvador, a partir das suas exposições de longa duração quando as representam quase sempre na condição de escravizadas”, ressalta a autora do livro que é fruto de sua dissertação de mestrado pelo programa de Pós-Graduação em Museologia da UFBA. “Sem uma narrativa que as aloquem como partícipes da construção política, econômica e cultural do país às mesmas sobram-lhes os lugares de subalternizadas”, pontua Joana.

A obra tem tiragem de 3 mil exemplares, que serão distribuídos gratuitamente entre museus, Universidades e Bibliotecas públicas, bem como a pesquisadores que tenham interesse no tema. Além do lançamento, terá oficina gratuita de capacitação voltada à utilização dos museus como recursos didáticos para professores da rede de ensino Estadual. Serão 120 vagas destinadas à atividade que acontecerá no MAFRO – Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia.

Serviço: Lançamento do livro ‘Mulheres Negras e Museus de Salvador: Diálogo em Branco e Preto’, de Joana Flores

Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho)

Data: 21 de julho (sexta), às 19h

 

Sarau Enegrescência terá encontro com escritor Jairo Pinto este sábado (22)


jairo pinto
Foto Lis Pedreira

O Sarau Enegrescência realiza um novo encontro este mês: com o escritor Jairo Pinto, que vai lançar seu livro “Por Onde Começar: Antologia de Verso e Prosa”, publicado pela Cogito Editora. O Sarau vai ser este sábado (22), 15h, na Casa de Angola na Bahia (em frente ao Corpo de Bombeiros da Barroquinha). No dia, como de costume, o microfone será aberto a quem quiser recitar!

Jairo Pinto escreveu seu primeiro poema há 20 anos. Após integrar algumas antologias, o escritor baiano Jairo Pinto, 34 anos, publicou seu primeiro livro Por Onde Começar: Antologia de Verso e Prosa (Cogito Editora), lançado em 2016. De lá pra cá, a obra já foi relançada em mais quatro cidades do estado e em diversos eventos literários em Salvador.

O livro reúne textos que amadureceram junto com o autor ou, como ele define, “gritos, sussurros e não-ditos de toda uma vida”.

“Escrevo como quem tem fome de outras estatísticas”, diz Jairo, que é sociólogo formado pela Universidade Federal da Bahia. 

Título: Por Onde Começar: Antologia de Verso e Prosa
Autor: Jairo Pinto
Editora: Cogito Editora
Número de páginas: 98 páginas.
Preço de capa: R$ 30,00