Oficina de audiovisual produzirá curtas sobre o bairro de Paripe


Diários de Classe – Cinema na Educação de Jovens e Adultos
Foto: Igor Souza

O projeto Diários de Classe – Cinema na Educação de Jovens e Adultos deu início esta semana às oficinas de audiovisual no colégio D. Pedro I, no bairro de Paripe, em Salvador. A próxima oficina acontece nesta quinta (1) e nos próximos dias 06 e 08/06.

Nas oficinas, serão trabalhados conteúdos relacionados a linguagem técnica audiovisual e atividades práticas, como criação de roteiro básico, noções de produção, direção, operação de câmera digital, captação de som direto e edição de vídeo para iniciantes.

O projeto da escola esse ano tem o objetivo de resgatar a memória do bairro. Desta forma, ao final das oficinas, como produto, os participantes farão vídeos com os recortes que preferirem sobre o bairro de Paripe, com duração de 2 a 5 minutos.

Diários de Classe – Cinema na Educação de Jovens e Adultos
Foto: Igor Souza

As aulas serão ministradas pela cineasta, pesquisadora e educadora Iris de Oliveira Teixeira, sempre das 19h às 21h, e terão certificação de 20h. As próximas oficinas vão ocorrer no Quilombo Rio dos Macacos, em Aratu, e no Conjunto Penal Feminino, na Mata Escura, com datas a serem definidas.

Diários de Classe

Diários de Classe é um projeto composto por cineastas que desenvolvem formações e exibições de filmes para estudantes do EJA (Educação de Jovens e Adultos) e conta com o apoio do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro terá núcleo baiano


nordesteLab
NordesteLab Foto: Emerson Dindo

Construir caminhos e estratégias que garantam a inserção e fortalecimento dos profissionais negros no audiovisual, em diálogo com agentes e parceiros indispensáveis ao setor. Este é o principal objetivo da Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro (APAN), que ganhará sua seção Bahia durante o NordesteLab, que acontece no Teatro do Goethe-Institute (Corredor da Vitória).  O lançamento será na sexta (2), às 15h30, com entrada gratuita.

Antes disso, a Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro marcará presença no NordesteLab nesta quinta-feira (01), às 9h30, com a mesa “Mulheres no Audiovisual – em busca da paridade de gênero”. As discussões sobre a presença feminina no cinema terão a participação de Débora Ivanov (Ancine), Milene Evangelista (Fundarpe), Malu Andrade (Mulheres no Audiovisual Brasil), Dênia Cruz (Trinca Audiovisual/ABD-RN) e Thamires Santos Vieira (Tela Preta/APAN-BA), mediadas por Daniela Fernandes.

apan bahia
Jamile Coelho Foto: Diane luz

A APAN-BA nasceu de diálogos e articulações de cineastas e produtoras negras baianas, que uniram-se no propósito de – não apenas fazer frente à hegemonia do eixo Rio-São Paulo na produção audiovisual – mas também marcar a presença e força do cinema negro na Bahia. A Associação Nacional nasceu em São Paulo, em 2016 e hoje já está em 10 estados.

“É necessário que, no momento em que o setor audiovisual no mundo se dispõe a crescer o bolo econômico sobre histórias e subjetividades negras, os profissionais negros façam parte desse processo de forma autônoma e participativa”, diz Viviane Ferreira, baiana e presidente da APAN.

Em março deste ano, projetos e profissionais negros de audiovisual da Bahia foram convidados pelo ator, Lázaro Ramos, curador da Rio Content Marketing para participar do evento – o maior encontro de negócios da América Latina entre produtores independentes e profissionais do audiovisual.

VIVIANE FERREIRA DA CRUZ
Viviane Ferreira – APAN

“Lá, vimos a atuação de Lázaro e de Viviane enquanto APAN, articulando o cinema negro com os canais, as Tvs, produtoras e daí conhecemos a Associação e sua intenção de se ramificar nos demais estados Quando regressamos começamos esta articulação e compusemos o núcleo da APAN Bahia. Nos organizamos para estar no NordesteLab enquanto APAN-BA, conseguimos inscrever alguns projetos e teremos um espaço da Associação para dialogar com os players lá. Precisamos nos apropriar disso, nosso cinema negro tem a capacidade de se comunicar com o mundo, traz questões comuns à Diáspora e o mercado do Audiovisual está entendendo isso. Portanto, precisamos dominar as ferramentas de acesso a estes recursos para darmos viabilidade às nossas ideias”, diz Renata Dias.

Integram a APAN-BA, as cineastas Urania Munzanzu, Jamile Coelho, Cintia Maria, Larissa Fulana de Tal, Thamires Santos e Davi Aynan, além da Relações Públicas e Produtora, Renata Dias e o Produtor Criativo, Emerson Dindo.

NordesteLab

No dia 2 (sexta), a programação contará com a mesa “Cinema Negro: Conexões na Diáspora”, com a presença do ator Antonio Pitanga, em cartaz com o documentário “Pitanga”, e das cineastas Urânia Munzanzu, Stella Zimmerman, Jamile Coelho e Viviane Ferreira.

“O NordesteLab se firma no cenário regional e nacional como um dos mais importantes espaços de aproximação entre os produtores, realizadores e os principais players do mercado. Por isso a APAN, em sua regional Bahia, acredita ser este o melhor espaço para realizar sua apresentação ao mercado”, explica David Aynan, membro do conselho fiscal da associação.

Quinta-feira (01), às 9h30, com a mesa “Mulheres no Audiovisual – em busca da paridade de gênero”.

Lançamento da APAN

Sexta-feira (02), às 15h30, com a mesa  “Cinema Negro: Conexões na Diáspora”.

III Slam das Minas acontece neste sábado (3) com convidada especial: Prethaís


slam das minas
Fto: Tamires Allmeida

A batalha de Poesias só com mulheres – o Slam das Minas – já chega a sua terceira edição neste sábado (3)! Era pra ter sido no último sábado, mas a chuva forçou a organização a cancelar. Isso porque o Slam rola na Quadra do Conjunto ACM, na Estrada das Barreiras, e é aberto. É aberto também pra quem tem sua rima e quer mandar ver!

Somente 20 minas serão inscritas  para o Slam, que terá três fases. Na primeira, todas elas se enfrentam entre si, e as cinco melhores seguem para a Semifinal. Daí saem três melhores, que na Final disputarão o prêmio.

Nesta edição, a campeã levará R$100 e uma camisa do Grupo de Poesia Resistência Poética, além do CD Odisseia das Flores. Os poemas tem que ser autorais para competir e, pra se inscrever, tem que chegar às 17h na Quadra. É gratuito.

Na batalha, cada mina terá três minutos pra apresentar. Nesta edição, o Slam das Minas terá o júri composto pelas pretas Gleise Sousa, Jamile Santana, Larissa Lima, Quele Amorim e Sandra Souza. Já no agito, terá pocket show Iane Gonzaga e discotecagem com DJ Nai Sena.

Prethaís
Prethaís

Convidada especial

Especialmente de Brasília, o Slam traz a poetiza, Prethaís, que vai estimular a Batalha com sua Poesia. Prethaís é Poeta/Slammer, ativista, Feminista e atua constantemente em Sarau e Slams pelo DF e entorno sul.

Foi representante do DF em 2016 no campeonato brasileiro de poesia falada em São Paulo, integra o grupo AfroRima e traz em seus versos o direito à liberdade de corpos negros, trazendo consigo a vivência da comunidade negra e periférica.

“Prethaís nasce onde não há conformismo, onde venta e faz bagunça. A ameaça é simplesmente ser, a poesia e o beat são as armas!”

“Respeito quando eu passo, e respeite meu espaço.

Resistente aos açoites do dia-a-dia, pela força de Dandara. Sigo minha trilha.” (Prethaís)

III Slam das Minas
Local: Quadra do Conj. ACM, Estrada das Barreiras (Cabula)
Quando: 3 de junho, sábado – a partir das 17h 9Inscrições) e 18h (Slam)
Gratuito

Projeto Diário Rosa propõe uma ocupação por artistas mulheres no Gamboa Nova


projeto diário rosa

Durante o mês de junho, o Teatro Gamboa Nova estará em ROSA. É o projeto Diário Rosa, que propõe uma ocupação por artistas mulheres, mesclando teatro, performance, instalações de artes visuais, música, cinema, além de rodas de bate-papo.

No foco: o assédio e abuso sexual contra elas em suas diversas manifestações, desde as ‘pequenas’ violências cotidianas, até o abuso infantil e o estupro.

O espetáculo teatral, homônimo, é o eixo do projeto e foi a partir do seu processo de montagem que se articulou a rede de artistas e pesquisadoras das mais diversas linguagens que compõem a equipe, todas lançando seu olhar para as questões que são parte da vida diária das mulheres e, ainda assim, cotidianamente silenciadas.

projeto diário rosa

O núcleo gestor e criativo do projeto é formado por Camila Guilera, Fernanda Beltrão, Fernanda Silva e Larissa Lacerda, todas atuantes como atrizes, diretoras, produtoras e arte-educadoras, além de pesquisadoras nas áreas das artes cênicas, educação e estudos de gênero.

Confira:

– O espetáculo inédito Diário Rosa tem caráter performativo e busca diversos níveis de interação com o público. Toma como ponto de partida o livro O Caderno Rosa de Lory Lambi, de Hilda Hilst, passando por fontes literárias e referências diversas, mas, centralmente, parte de relatos de experiência das artistas envolvidas e de outras mulheres.

projeto diário rosa

– A performance/instalação Carta Branca, criação da artista visual Yasmin Nogueira, toma as mãos como ponto de partida: o toque indesejado, insistente, corriqueiro. Será ao vivo no dia 01 de junho, às 19h, em frente ao Teatro Gamboa Nova.

– A instalação Meu Assédio Diário parte da estratégia de fotografar os assediadores, sempre que possível, como uma reação às cantadas de rua, aos fiu-fius etc. Fica em cartaz de 01 a 11 de junho, gratuitamente na Galeria Jayme Fygura, das 16h às 20h (qua a Sab) e 15h às 17h (dom).

– Sessão de exibição de filmes seguidos por rodas de bate-papo – Exibição de curtas selecionados da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, coordenada por Lilih Curi, Hilda Lopes Pontes e Moara Rocha, que reúne filmes dirigidos por mulheres e/ou com mulheres como protagonistas. A atividade é gratuita, sempre das 17h às 19h, dias 03, 08, 09 e 10 de junho.

– O show da banda Las Marditas encerrará a programação do projeto, dia 11, às 17h, no GamBoaMúsica Pôr do Sol. Las Marditas é uma banda feminina, composta pelas artistas Diana Ramos, Larissa Lacerda, Marcela Bellas e Tali Avelino. Mulheres, brasileiras, tocadoras e “não-Amélias” fazem um som pop regional que já estreou com sucesso em diversas casas culturais de Salvador.

Fotos: Larissa Lacerda

Tem um Projeto sobre os ideais da Revolta dos Búzios? INSCREVA!


revolta dos búzios agosto da igualdade

A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) abriu o prazo de inscrições de projetos para o edital Agosto da Igualdade 2017. Com investimento total de R$ 300 mil, serão apoiados SETE projetos que tenham como referência os ideais da Revolta dos Búzios, fazendo um paralelo com as lutas contemporâneas.

Podem ser apresentadas, até o dia 23 de junho, propostas com valores entre R$ 30 e 60 mil, nas modalidades de oficinas livres; cursos de capacitação; apoio a feiras de inclusão socioprodutiva; oficinas de arte com exposição e capacitação para produção de videodocumentário.

As duas últimas precisam fazer alusão aos legados do Mestre Didi, artista plástico e sacerdote afro-brasileiro que neste ano completa seu centenário.

QUEM PODE

As entidades proponentes devem possuir sede e funcionamento no estado da Bahia, há mais de TRÊS anos, desenvolvendo ações, iniciativas, atividades e projetos com foco na promoção da igualdade racial, combate ao racismo e ao desenvolvimento sustentável de povos e comunidades tradicionais.

COMO FAZER

A entrega da documentação pode ser feita via Correios ou pessoalmente, em horário comercial, no endereço: Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado da Bahia (Sepromi) – Avenida Paulo VI, nº 760, Edifício Belmonte Empresarial, 2º e 3º andares – CEP 41. 810-001 – Salvador/Bahia.

Edital aqui. 

MulherPreta – Bazar Desapega terá arte, música, poesia e peças de R$1 a R$20


bazar desapega

Bazar, música, poesia, comida e empoderamento! Tudo isso e um pouco mais será oferecido no próximo sábado (3 de junho), reunindo mulheres negras no “Bazar Desapega”. Será a partir das 14h, em Ondina.

A organização é de Dai Costa, produtora da Auê Entretenimento, junto com outras mulheres ativistas da cidade. O Bazar Desapega está em sua segunda edição, e terá peças de R$1 a R$20. O encontro tem como intuito arrecadar alimentos e material de higiene pessoal para mulheres em situação de rua e em instituições. Com as doações, serão feitos kits para entrega em ações de rua.

bazar desapega

Para comprar, as mulheres terão brincos, sapatos, livros, tecidos para turbantes, e mais, além de poctek-shows e sarau de poesia. 

Bazar Desapega

Quando: 3 de Junho (sábado)
Onde: Rua Helvércio Carneiro Ribeiro – Ondina

Gratuito

#TerçasPretas – “Se Deus fosse preto – o Legado de LHOID” em cartaz no Vila Velha


se deus fosse preto
Foto: Max Fonseca

O ator Sérgio Laurentino (Bando de Teatro Olodum) volta aos palcos do Teatro Vila Velha com seu solo,“Se Deus Fosse Preto – O Legado de LHOID”, que tem como personagem central Lhutam Omí Imbó do Dendê -LHOID, homem negro preso injustamente pelo assassinato de sua filha e de sua esposa.

Ao longo do solo, Lhoid escreve textos baseando e fundamentando uma nova religião universal. Entre ficção e realidade, sua escrita chega aos anos 3 mil, um futuro que prenuncia a queda das religiões vigentes e o surgimento de um novo messias. Em pouco tempo, as ideias de LHOID ganham repercussão absurda e tornam-se a nova religião universal.

Confira aqui crítica sobre o solo, por Ricardo Gonzaga. 

 

O espetáculo integra a programação do projeto “Terças Pretas” do Bando de Teatro Olodum, ocupando o Teatro Vila Velha, em Salvador, com poesia, literatura e espetáculos teatrais.

 

Chegue lá…

Dia 30/05 | terça | 19h

R$ 20 e R$ 10

Sala Principal – Teatro Vila Velha

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 60min

 

Livro “Yorubá: vocabulário temático do Candomblé” será lançado no MAFRO


MAFRO

Celebrando os 35 anos do Museu Afro da Universidade federal da Bahia – o MAFRO -, no dia 2 de junho, será lançado o livro Yorubá: vocabulário temático do Candomblé, escrito por Marcio de Jagun.

O MAFRO/UFBA é um dos únicos Museus no país a guardar elementos materiais, representativos da cultura afrobrasileira. Seu acervo representa aspectos históricos, artísticos e etnográficos, que identificam as sociedades africanas. A atividade é aberta ao público e acontece a partir das 16h30.

Chegue lá…

Lançamento do livro: “Yorubá: vocabulário temático do Candomblé”

Quando: Dia 2 de junho (sexta-feira), 16h30

Onde: MAFRO/UFBA (Largo do Terreiro de Jesus, Pelourinho)

 

 

Revista Barril faz oficina sobre produção de crítica em artes cênicas


arte cênica negra
Teatro Experimental do Negro

Com o intuito de fomentar a produção de crítica em artes cênicas, a revista virtual baiana Barril traz o dramaturgo Ruy Filho, editor e crítico da revista digital Antro Positivo, que oferecerá ferramentas teóricas-práticas aos participantes do II Intercâmbio de Dinamização Crítica, que ocorre de 05 a 09 de junho, das 09h às 13h, no Goethe-Institut Salvador-Bahia/ICBA, no Corredor da Vitória.

O intercâmbio é direcionado a artistas, jornalistas, pesquisadores e pessoas que se relacionem com as artes cênicas, em especial aqueles que desejam se experimentar no âmbito da produção crítica em arte.

As inscrições vão até dia 31, através do site da Barril. A divulgação dos 25 selecionados ocorre no dia 01 de junho no site e no perfil da revista no Facebook.

Projeto

Em 2016, a Barril foi selecionada no Edital Setorial de Teatro, do Fundo de Cultura do Estado da Bahia – Secult-Ba, com o projeto Dinamização Crítica, que busca expandir o público e tornar a produção de pensamento mais acessível. Dentre as ações, a realização de dois intercâmbios com críticos de revistas nacionalmente reconhecidas.

Inscrições abertas para oficinas de percussão samba-reggae, dança afro, tranças e turbantes


escola olodum
Divulgação

As inscrições para oficinas gratuitas da Escola Olodum começam essa semana, no Centro Social Urbano Vasco da Gama. Jovens de 15 a 29 anos podem se inscrever para oficinas de percussão samba-reggae, dança afro, tranças e turbantes. Através das oficinas os alunos serão beneficiados pelas atividades do Projeto Escola Olodum: Pela Paz e Pela Vida – Educação, Cultura e Cidadania nas Comunidades.

Para se inscrever os interessados devem se dirigir ao CSU Vasco da Gama, nos dias 25 e 26 de Maio, entre 13 e 17hrs, portando original e cópia do RG e CPF do candidato e responsável (no caso de menor de 18 anos), foto 3×4 e comprovante de residência. As oficinas ocorrem nos dias 29, 30 e 31 de Maio.

O projeto é fruto de uma ação convergente do Programa Pacto pela Vida, através da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Governo do Estado. O projeto utilizará o poder da mobilização e conscientização dos tambores do Olodum como ferramenta estratégica para fornecer noções sobre cultura, cidadania, autoestima e defesa de direitos, também integra as ações da campanha Paz Absoluta (Olodum) e do Plano Juventude Viva.

Escola Olodum – Vasco da Gama

Oficinas: Percussão Samba-reggae, Dança Afro, Tranças e Turbantes

Inscrições: 25 e 26 de Maio, das 13h às 17h

Onde inscrever: Rua Pedro Gama, S/N – Federação

Documentos: Original e cópia do RG e CPF do candidato e responsável (no caso de menor de 18 anos), Foto 3×4, comprovante de residência.

Mais Informações: 71 3322-8069