Coro Oyá Igbalé celebra aniversário em homenagem à Consciência Negra!


Coro Oyá Igbalé

No dia 24 de novembro, das 16h às 17h acontece no Teatro UNEB o Espetáculo Memória e Devoção: Oyá Igbalé e Encantados do Coro Oyá Igbalé: Música Sacra de Matriz Afro-brasileira. A apresentação celebra o Dia Nacional da Consciência Negra e o aniversário de três anos de fundação do Projeto Coro Oyá Igbalé.

No dia 24,  o Coro Oyá Igbalé faz uma homenagem ao Orixá Oyá Igbalé que dá nome ao projeto e para os “Encantados”. O projeto é vinculado ao Grupo de Estudos em Estética e Contracultura (GEEC) e ao Grupo de Estudos e Pesquisas da Memória Afro-baiana (GEEPMAB).

O repertório contempla cantigas das Nações do Candomblé Kêto e Banto; além, de músicas da MPB que possuem enraizamento na tradição da Música Sacra Afro-brasileira. O Coro Oyá Igbalé interpretará as cantigas Iansã da Muringanga, Senhora do Amanhecer, Deixa a Gira Girar ((Ticoãs). e Oyá Tète dedicadas para Iansã. Também serão dedicadas as cantigas. para o Caboclo Boiadeiro, Cabocla Jurema, Caboclo Pena Branca, Caboclo Pedra Petra  e Caboclo Sete Flechas.

O acesso é livre, sem cobrança de ingresso. O acesso do Público acontece das 15h às 15h30 e o espetáculo das 16h às 17h. O Teatro UNEB está localizado na Rua Silveira Martins, 2555, Cabula. CEP 41. 150-000. Salvador/BA.

Recital Vozes Negras chega ao subúrbio com apresentações gratuitas!


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O Cine Teatro Alagados (Uruguai/ dia 17) e a Associação Cultural É Ao Quadrado (Alto do Cabrito/ dia 26) receberão, este mês o Recital Vozes Negras, com apresentações gratuitas, tendo como foco o protagonismo feminino.

No espetáculo, que tem concepção e direção assinadas pelo ator e ativista Jorge Washington– um dos fundadores do Bando de Teatro Olodum– atores e atrizes dialogam sobre amor, resistência, afirmação, autonomia feminina e discriminação racial de forma lúdica e combativa utilizando a poesia e outros gêneros literários.

A temporada deste mês conta com patrocínio da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) e a interpretação de escritores e escritoras negras serão interpretações das atrizes Luciana Souza, Jamile Alves e Denise Correia, embaladas pela musicalidade, ao vivo, do cantor Dão, do ator e percussionista Fábio Santana e do violonista Maurício Lourenço.

Terá também a cantora, Michaela Harrison, em um pocket show no final de cada apresentação. O figurino é assinado pela estilista Madá Negrif, referência de moda com afirmação da identidade negra.

Confira a programação do Novembro Negro no Solar Boa Vista!


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O Solar Boa Vista está no Novembro Negro, pautando diversas manifestações artísticas este mês. Confira o que vai rolar, programe-se!

Dom Parque

Linguagem: Hip Hop/Multilinguagem

Sinopse: Evento realizado pelo SG – Só Gastando, liderados por Néo e Jay, acontecendo desde o ano de 2014, deu uma parada, e volta com tudo para o Parque Solar Boa Vista, agora em parceria com o Cine Teatro Solar Boa Vista, visando agregar valor e movimentar o parque com a cultura do hip hop, fortemente trabalhada por jovens do Engenho Velho de Brotas.

Dia e Horário: 19/11 (Domingo), 14h às 20h.

Entrada: R$ 10/5

 

Oficina Emoriô

Sinopse: Grupo de Teatro Alto Falante, grupo comunitário teatral, que reúne jovens de várias comunidades de Salvador, concentrando seus ensaios, no bairro do Santo Antonio, Centro Histórico de Salvador, tecnicamente, na sede do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra – CDCN.

Dia e Horário: 21 e 22/11 (Terça e quarta), 14h às 17h

Quanto: Gratuito

Emoriô

Sinopse: “Emoriô”, palavra iorubá, que diz “eu te vejo”, “eu quero te ver”. O espetáculo traz, a partir da criação do universo, e do ser humano a importância da mulher neste processo, o corpo negro, na discussão sobre raça humana, o racismo universal, intolerância religiosa, desigualdade social, apropriação cultural, preconceito e a importância da lei 10.639/03.

Dia e Horário: 23/11 (Quinta-feira) 09h às 12h

Entrada: R$ 10/5

Oficina de Dança Afro

Sinopse: Uma parceria entre o Solar e os Núcleos da Escola de Dança da Funceb, visa apresentar a dança afro para jovens da comunidade do Engenho Velho de Brotas e entorno, fazendo parte da programação especial “Novembro Negro Solar”. Com foco no resgate da autoestima da mulher negra, valorizado as ancestralidades através das simbologias e arquétipos dos orixás.

Dia e Horário: 22 e 23/11; Quarta e quinta-feira, 15h

Quanto: Gratuito

Final do Concurso Musa Negra Bahia

Sinopse: Será realizada pela primeira vez a Final do Concurso Estadual, onde foram feitas eliminatórias entre as cidade baianas e eleitas Mulheres entre 16 á 35 anos,  para ser a candidata Musa Negra Bahia, iremos contar também com a eleição das Musa Negra Plus Size que também estará em sua primeira edição.

Dia e Horário: 26/11 (Domingo), 13:00h.

Entrada: R$ 10/5

Novembro Azul Negro

Sinopse: O Novembro é o mês da valorização da Consciência e da Cultura Negra em todo Brasil. Dessa forma, muitas são as problemáticas que precisam ser abordadas para resignificar e valorizar a população negra.

Dia e Horário: 30/11 (Domingo), 08h às 18h.

Entrada: Gratuita

Aula de Capoeira 

Sinopse: A Associação de Capoeira Bahia Arte promove aulas gratuitas de capoeira no Solar. Na programação, aulas de Capoeira regional, Ensaio de Maculelê, Puxada de rede, Samba de roda, Dança dos orixás e História do surgimento da capoeira contada em linha cronológica.

Dia e Horário: Terças e quintas, 17:20h às 18:20h; 19h às 20h e 20h às 21h.

Quanto: Gratuito

Coleção África Arte traz diversos artigos de moda africana a Salvador!


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Salvador vai receber, pela primeira vez, a África Arte, um espaço cultural e comercial que irá trazer, uma variedade de estampas genuinamente africanas. Será nos dias 17, 18, 19 e 20 de novembro no espaço Aláfia Ayo, Rua Direita de Antônio, 442.

A ÁFRICA ARTE é uma empresa brasileira e seus criadores são africanos do Senegal. Estarão à venda diversos artigos de moda africana, a exemplo de tecidos africanos, cestos de palha e objetos de decoração.

A entrada é gratuita.

Horários:
Sexta 17/11: Das 14 às 22 horas
Sábado 18/11: Das 12 as 22 horas
Domingo 19/11: Das 12 às 20 horas
Segunda 20/11: das 12 às 20 horas

II Seminário Lésbicas Negras Em Pauta debaterá “Insegurança Pública para Mulheres Lésbicas e Bissexuais”!


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Zinzi and Tozama II Mowbray, Cape Town, 2010. Photo by: Zanele Muholi

O II Seminário Lésbicas Negras Em Pauta acontece  no dia 25 de novembro ,das 13 às 17h, na Sociedade Protetora dos Desvalidos (SPD) Pelourinho. O Tema é “Insegurança Pública para Mulheres Lésbicas e Bissexuais”, tendo como palestrante a facilitadora Major Denice Santiago , idealizadora da Roda Maria da Penha Bahia .

Serão os temas também: “Maternidade Lésbica”, “Empreendedorismo e Mercado de Trabalho”. Em agosto, a I Edição do Seminário Lésbicas Negras Em Pauta reuniu cerca de 50 mulheres lésbicas na Casa do Olodum, pautando Gordofobia Negra, Afroafetividade, Relacionamento Abusivo e Desafios da Mulher Lésbica no Mercado de Trabalho. Veja a programação desta edição:

PROGRAMAÇÃO

II Seminário Lésbicas Negras Em Pauta 

13h Abertura e Credenciamento
13h30 Intervenção Cultural – Lívia Ferreira

14h Composição da Mesa de Abertura 
Maternidade Lésbica (Patrícia Santana / Rede de Mulheres Negras da Bahia )
Mercado de Trabalho ( Alice Pinto / INSS)
Desafios de Ser Bissexual na Bahia Sandra ( Ativista Sandra Munhõz )
Maternidade Bissexual ( Ativista Miriam Hapuque)

15h30 Composição Mesa II 
Insegurança Pública Para Mulheres Lésbicas e Bissexuais ( Major Denice Santiago )
Empreendedorismo ( Adna Rodrigues)
16:30h Abertura pra Perguntas
17h Encerramento /Intervenção Cultural – Lívia Ferreira

#NegrasRepresentam – Zelinda Barros, o ciberativismo contra o racismo!


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Antropóloga, ciberativista, Doutora em Estudos Étnicos e Africanos, Mestra em Ciências Sociais. Zelinda Barros, é uma destas mulheres múltiplas que, atuando em áreas temáticas como Estudos de Gênero, Estudos Feministas, Antropologia da Educação, Sociologia da Educação, História e Cultura Afro-brasileiras, Educação e Relações Etnicorraciais, Educação a Distância, vem fazendo a diferença por onde transita.

Atualmente ela faz pós-doutorado em Ciências Sociais (UFRB), e discute em sua pesquisa como homens e mulheres negras, que atuam como docentes, são socializados/as para lidarem com tecnologias digitais e como esse processo repercute em suas práticas pedagógicas.

Portal Soteropreta – Como você vem usando a tecnologia a favor da pauta racial?
Zelinda Barros – Desde 2006, venho trabalhando com tecnologias digitais com a intenção de disseminar conhecimentos sobre a população negra, contribuir para o enfrentamento ao racismo anti-negro e, ao mesmo tempo demonstrar que nós, negras/os, não somos apenas usuárias/os, mas produtoras/es de tecnologias. Nesse sentido, os trabalhos do campo dos Estudos Feministas de Tecnologia, de Henrique Cunha Júnior, de Lázaro Cunha e de Carlos Machado têm colaborado para a construção de um aporte crítico importante. Juntamente com outras/os colegas, em 2007 promovi o primeiro curso a distância voltado ao ensino de História e Cultura Afro-brasileiras, culminando com um processo de trabalho que se iniciou em 2006. A partir de 2008, iniciei minha atividade como ciberativista e hoje mantenho alguns blogs bastante visitados.

São eles: Fazer Valer a Lei, Casos e Coisas do Gênero, Só Cursos Grátis e Antropologia no Brasil. No Facebook, criei e medeio dois grupos de discussão: Ensino de História e Cultura Afro-brasileiras e Estudos em Gênero e Raça.

#NegrasRepresentam – Lilian Rose, o cuidado, a literatura e a música!

Portal Soteropreta – Fale um pouco sobre o seu trabalho. Há quanto tempo ele vem atuando para alteração da realidade racial no país?

Zelinda Barros – A partir do meu ingresso na faculdade, em 1995, busquei me vincular a grupos e pessoas que demonstravam interesse em desenvolver pesquisas sobre questões de gênero e raciais. Encontrei dificuldades na UFBA, pois a discussão sobre gênero feita na época permanecia cega às desigualdades raciais e as discussões sobre raça eram cegas às desigualdades de gênero. Meu esforço ao longo desses vinte anos tem sido o de colaborar para a mudança da matriz epistêmica da universidade, ainda fortemente eurocentrada e androcêntrica, mas que já sente os efeitos da maior presença negra no espaço acadêmico.

#NegrasRepresentam – Renata Dias, preparada para repensar a Cultura!

Portal Soteropreta – Que tipo de projetos, cursos e/ou e materiais didáticos você desenvolve para contribuir na redução das desigualdades no Brasil?

Zelinda Barros – Em meus trabalhos, busco articular aportes dos Estudos Feministas de Gênero, do Feminismo Negro, da Antropologia e da Educação das Relações Étnicorraciais com o propósito de alcançar os objetivos mencionados. Desenvolvo materiais educativos nas áreas de Gênero e Raça, como apostilas de curso e os infográficos que tenho divulgado recentemente em meu perfil e grupos do Facebook, escrevo livros e artigos sobre educação das relações étnicorraciais e ministro cursos que tenham o propósito de contribuir para o enfrentamento ao racismo e ao sexismo. Com os infográficos eu pretendo contribuir para a preservação da nossa memória coletiva, pois muitas/os jovens negras/os desconhecem pessoas e eventos e que foram e são fundamentais para a luta antirracista. Em meio a tanto ódio e intolerância expressados de forma banal hoje em dia, sou “alguém tentando tornar a sociedade um lugar habitável”, exatamente como descrito na minha apresentação do Facebook.

#NegrasRepresentam – Kenia Aquino, nossa comissária voando o mundo!

É hora de retomar a Insubmissão literária! Vai ter Diálogos Insubmissos – edição especial!


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No Novembro Negro, o Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras convida a escritora Cristiane Sobral para abordar o tema Terra Negra: insubmissões de mulheres negras para transfo (a)mar. Nesta edição, o objetivo principal será refletir sobre como é um ato de insubmissão para as mulheres negras amar a si mesmas, além de entender e respeitar os próprios sentimentos. Será no dia 24 de novembro, com uma edição também especial, no dia 23, do Dialoguinhos – voltado para o público infantil.

Os Diálogo Insubmissos são um projeto da doutoranda em Literatura e Cultura, Dayse Sacramento, já tendo reunido mais de 3 mil pessoas em edições anteriores. Na pauta, a produção literária negra e feminina e na referência original, a obra da autora, Conceição Evaristo.

“Estas possibilidades representam atos potentes de subversão e indisciplina, quando as dinâmicas do racismo e do sexismo nos relegou/usurpou o direito de sentir. Deste modo, mobilizaremos as nossas energias literárias para apostar na capacidade transformadora dos afetos e implicar outros debates sobre as nossas subjetividades” – Dayse Sacramento

Será um encontro sobre ancestralidade, resistência e – sobretudo – amor.  “São inúmeros os obstáculos enfrentados pelas mulheres negras brasileiras. Cuidar mais de nós mesmas ainda é um desafio, é preciso agir de forma a desafiar estereótipos e paradigmas impregnados em nossos corpos. Estes que são programados diante das dinâmicas do racismo e do sexismo como sistemas estruturantes das relações de trabalho, afeto e consumo. Urge o debate sobre as nossas subjetividades e o campo literário é um espaço fundamental para a representação do nosso jeito de ser e de existir nesse país”, pontua Dayse.

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PROGRAME-SE!

A palestra de Cristiane Sobral será mediada pela Doutora em Literatura e Cultura, Ivana Freitas, dia 24 de novembro (sexta), no Espaço Xisto (Barris). Nas intervenções artísticas, terá Rool Cerqueira, Juh França e Vanessa Coelho, integrantes do Coletivo ZeferinaS, de Poesia e encerramento com show da cantora Luedji Luna, em parceria com o projeto Novembro das Artes Negras, da Fundação Cultural do Estado/SecultBA. Ambos serão abertos ao público, com entrada sujeita à lotação do espaço, a partir das 18h.

#NegrasRepresentam – Lilian Rose, o cuidado, a literatura e a música!


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Lilian Rose Marques da Rocha nasceu predestinada a cuidar do corpo e da alma humana. Natural de Porto Alegre, farmacêutica e analista clínica, ela tem como destino amar as pessoas e acalantar sentimentos. Com todos os caminhos construídos para cuidar da saúde do corpo, Lilian enveredou pelo mundo das artes para curar e levar esperança. Musicista, poetisa e facilitadora de Biodanza, ela é autora de dois livros, contribui na organização de outros e tem participação em antologias poéticas diversas.

Portal Soteropreta – É notório seu amor pela área da saúde. Gostaríamos de saber como se deu sua paixão pela escrita?
Lilian Rose – Meu amor pelas letras é desde a mais tenra idade. Assim que me alfabetizei comecei a escrever pequenas frases, depois mini contos, contos… com o passar do tempo escolhi a poesia. Fui oradora de todas as turmas que participei. Quando tinha 12 anos, já tinha lido todos os livros de minha casa, dos meus pais e irmãos e pedi para a minha mãe me associar em uma biblioteca do SESI. Tinha fome de saber e de conhecer novos autores. A literatura e a música fazem parte da minha alma.

#NegrasRepresentam – Cláudia Campos, estamparia exclusiva e identidade!

Portal Soteropreta – Você tem muito material poético publicado. O que faz com que esses dialoguem de maneira tão intensa com a pauta racial?

Lilian Rose – A temática racial ainda é necessária em nossa sociedade eurocentrada. Precisamos – nós escritorxs negrxs – focar no protagonismo negro, em nosso empoderamento, pois a nossa comunidade negra precisa de representatividade nas artes e nos saberes.

#NegrasRepresentam – Renata Dias, preparada para repensar a Cultura!

Portal Soteropreta – Você vê a Literatura negra como um fator de cura para os impactos do racismo? Como isso se dá?

Lilian Rose – Sim, com certeza, assumimos o nosso lugar de poder e de equidade na sociedade. Temos muito a dizer, e a população negra está ávida por esta ascensão. Assim como a população não negra ao ler a nossa literatura, se aproximará desta realidade racial e social e reavaliará a sua postura frente ao racismo e seus privilégios.

#NegrasRepresentam – Kenia Aquino, nossa comissária voando o mundo!

Portal Soteropreta – O que você diria a jovens mulheres que querem seguir seus passos?

Lilian Rose – Digo…estudem, procurem conhecer as suas histórias, não sejam objetos de estudo, mas protagonistas, não tenham vergonha de serem negras, somos lindas, cultas, trabalhadoras. A história não fez jus a nossa trajetória. Pois bem, cabe a cada uma de nós desenvolvermos nossa auto estima e sermos espelho para as mais jovens. A hora é agora, o primeiro passo é o mais difícil, mas depois de ser dado não há mais retorno.

Feira Coreto Hype este finde vai ter OQuadro, Diamba e mais…!


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Nos dias 11 e 12 de novembro (sábado e domingo), a partir das 10h, a 17ª edição da Feira Coreto Hype ocupará o Jardim dos Namorados (Pituba), com cerca de 100 empreendedores em torno de setores da gastronomia, moda, artes, música e decoração.

Na programação musical deste final de semana, vai  ter – no sábado – os shows do Pavaroti do Samba(17h). Rua 06 (18h), OQuadro (19h) e Diamba (20h). Já no domingo, a música fica por conta do Espaço Musical (11h),Neto Balla (16h), Restgate Blues (17h), Mondaze (18h) e Mosiah (19h).

A Feira traz também os DJs Elcabong (sábado, 15h) e Selecta Lutte(domingo, 10h), além de intervenções artísticas para a criançada, Feira de Adoção de Animais (domingo, 10h) e o projeto Vamos Brincar de Casinha com Beta Ribeiro (domingo, 16h).

SERVIÇO

Feira Coreto Hype

Jardim dos Namorados – Pituba

Dias 11 e 12 de novembro

A partir das 10h

Entrada Franca

Terreiros do Engenho Velho da Federação preparam a XIII Caminhada pelo Fim da Intolerância


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Há 13 anos, terreiros do bairro do Engenho Velho da Federação e adjacências realizam a Caminhada pelo Fim da Violência, da Intolerância Religiosa e pela Paz, com o objetivo de denunciar o desrespeito às tradições religiosas de matriz africana.

Este ano, a XIII Caminhada pelo Fim da Violência, da Intolerância Religiosa e pela Paz Salvador – Bahia traz como tema o “Enfrentamento às violências contra a mulher”. 

Caminharemos por reconhecer que vivemos um momento no qual os direitos humanos estão sendo violados diariamente, através de retrocessos políticos, onde as mulheres permanecem como sujeitos mais vulneráveis!

A Caminhada reunirá Terreiros do Engenho Velho da Federação, religiosos de outras localidades e casas, além de convidar toda comunidade. A saída está marcada para as 15h, do Busto de Mãe Runhó, localizado no final de linha do Engenho Velho. O traje é branco, preferencialmente!

XIII Caminhada pelo Fim da Violência, da Intolerância Religiosa e pela Paz Salvador – Bahia

Quando: Dia 15 de novembro (quarta-feira)

Onde: Engenho Velho da Federação

Horário: Saída às 15h do Busto de Mãe Runhó (final de linha)

Vá de branco!