Cidinha Silva e Nelson Maca estão na programação da Primavera Literária


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De 23 a 25 de setembro, o Teatro Gregório de Matos e o Espaço Cultural da Barroquinha serão cenários para a Primavera Literária, evento que busca fazer da literatura um convite para o debate de temas atuais e propõe o diálogo entre a cena editorial local e o mercado editorial brasileiro.

A feira literária é promovida pela Liga Brasileira de Editoras (Libre), que já realiza evento similar e de grande adesão de público há 15 anos no Rio de Janeiro, sendo esta a segunda edição em Salvador.

Cidinha da Silva
Cidinha da Silva

A programação inclui sete mesas temáticas, com a participação de nomes como a escritora Cidinha da Silva, o poeta militante Nelson Maca, o poeta carioca Chacal, o ilustrador e autor paulistano Renato Moriconi, a editora paraense Ivana Jinkings, as escritoras Goli Guerreiro e o poeta Ricardo Aleixo, a professora do Instituto de Letras da Ufba Milena Brito, o autor carioca Otávio Junior, e outros.

A escritora, Cidinha da Silva nos conta como será sua participação na mesa “Escrecever…verbo Feminino”, que dividirá com Goli Guerreiro: “O título da mesa é um convite para que discorramos sobre nossa produção literária, nosso lugar de emissão de voz, nossa dicção como mulheres pautadas por diferentes pertencimentos (racial, de orientação sexual, de classe). Em minha apresentação inicial é provável que aborde como esses pertencimentos são vocalizados no meu texto, notadamente nas publicações mais recentes do gênero em que mais produzo, a crônica”. Ainda haverá oficinas, contação de histórias e show do baiano Lucas Santana, no sábado (24/9) à noite.

Nelson Maca - Foto Leo Ornelas
Nelson Maca – Foto Leo Ornelas

Tá rolando evento no Facebook, corre lá: https://www.facebook.com/events/1817073021846038/

Políticas de saúde para população negra será tema de debate e lançamento de livro na Uneb


Jaqueline Gomes de Jesus
Jaqueline Gomes de Jesus

Nesta quinta (15), na I Semana de Ciências Sociais da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Salvador, será realizado debate sobre a “Prática e política de saúde para população negra”, com a presença da Profª. Ms.Deise Queiroz da Silva (UFBA) e da Profª. Drª. Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ), autora dos livros “O que é racismo?” e “O que é Saúde Mental” (Escolar Editora, Portugal). As obras serão lançadas na ocasião, que terá mediação da Ms. Elisia Santos – Sepromi. O evento acontece a partir das 8h.

Na oportunidade, serão debatidas abordagens sobre a implantação e implementação da política e procedimentos práticos de saúde para a população negra, que serão avaliadas quanto a atual realidade. A mesa também levará a discussão sobre a participação dos movimentos sociais neste embate político-social, apresentando um olhar transversal e interseccional.

Sinopse:

 

[…] os seres humanos não nascem racistas, etnicistas ou xenofobistas. Tornam-se nisso devido às lógicas combinadas de três fenómenos: interacção social, disputa de recursos de poder e educação. É aqui que se tecem os sistemas de

referência e os meandros categoriais, é aqui que crescem, se consolidam e se naturalizam os jogos de alteridade, adesão e repulsa.

Veja aqui toda programação: http://www.seciso.uneb.br/index.php/nossa-programacao

 

Coletânea “Antinegritude” é lançada na Katuka Africanidades dia 22


vargasOs pesquisadores Osmundo Pinho (UFRB), Luciane Rocha (Universidade do Texas/EUA), Carla Matos (UERJ) e Beatriz Giugliani (UFBA) estarão na Katuka Africanidades (Praça da Sé) dia 22 de setembro, às 19h. O encontro é para lançar a coletânea Antinegritude: O Impossível Sujeito Negro na Formação Social Brasileira, organizada por Osmundo e João H. Costa Vargas (Universidade/Texas). A obra integra a coleção UNIAFRO, que reúne 22 obras organizadas por pesquisadores (as) de diversos estados e países. A coleção tem como tema central a Lei nº 11.645, que torna obrigatório o ensino de História, Cultura Afro-brasileira e Indígena nas escolas de educação básica.

 

No livro, o leitor vai encontrar textos reunidos nessa coletânea abordam o sobre RAP dos Racionais MC’s e o pagode baiano; a “sujeição criminal” na favela e a luta das mães que perderam seus filhos para a violência no Rio de Janeiro. Além isso, os autores escreveram sobre a escola pública e a reprodução das desigualdades de raça e gênero no Recôncavo Baiano; as categorias raciais no MST, a produção teatral negra e as politicas raciais de patrimônio no “berço do samba” carioca; as representações da masculinidade no filme Cidade de Deus e o significado do “rolezinho”. Conheça abaixo os autores.

Osmundo Pinho

Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e no Mestrado Profissional em Historia da África, Da Diáspora e dos Povos Indígenas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia; e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia.

Luciane Rocha

Doutora em Antropologia Social e Estudos da Diáspora Africana pela Universidade do Texas em Austin (2014). Pesquisadora de pós-doutorado no NEPP-DH/NECVU/UFRJ. Pesquisadora do Núcleo de Estudos sobre a Violência na Baixada Fluminense da UFRRJ.

Carla Mattos

Pós-doutoranda no Instituto de Estudos Sociais e Políticos – IESP UERJ (2016) e no Na Margem – Núcleo de Etnografia Urbana da UFSCar (2015). Doutora em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro com apoio da FURS – Fundation for Urban and Regional Studies.

Beatriz Giugliani

Doutoranda do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Coordenadora de campo do Projeto “Brincadeira de Negão”: Subjetividades e Identidade de Jovens Homens Negros na Bahia.

Malê de Balê lança tema de 2017 homenageando o povo negro sertanejo


14212048_1111935632187915_6534153689705467254_nO Carnaval 2017 do Malê de Balê já começou e, no último domingo (11), na sede do Bloco no Abaeté (Salvador), foi lançada seu tema “Okê Malê: Sou sertanejo, sou negro forte”, em seminário que acontece na sede do bloco, no Abaeté. Na ocasião, compositores, moradores, apaixonados pelo Malê ouviram explanações sobre o povo sertanejo, caboclos, boiadeiros e índios, além de saberem o que o Bloco prepara para o desfile do próximo ano.

Na programação teve palestra com o Babalorixá do Ilê Axé Opô Oyá Soju, Igor Mascarenhas, com o diretor de Educação do bloco afro malê debalê, Eduardo Santana e o vice-presidente do Malê Debalê, Miguel Arcanjo.

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Programação Semana Nacional de Democratização da Comunicação do Mídia Étnica


PROGRAMAÇÃO COMPLETA 

Rodas de Diálogos (aberta ao público)

19/10, 19h às 21h – Educação e Comunicação: Racismo e Direitos Humanos na Formação do Comunicador, com as jornalistas e professoras Márcia Guena e Ceres Santos (UNEB)

20/10, 19h às 21h – Mídia Étnica nos Estados Unidos: relatos de intercâmbio, com as jornalistas Camila de Moraes, Alane Reis e Cristiana Fernandes

21/10, 19h às 21h, Veículos Negros de Salvador: resistência e sustentabilidade, com Pedro Caribé (Bahia 1798), Jamile Menezes (Portal SoteroPreta), Dj Branco (Evolução Hip Hop), Ivana Sena (Revista Quilombo) e Heraldo de Deus Borges (Canal Ouriçados e NegrXs Digitais)

Oficinas (vagas limitadas)

Dia 19/10, quarta-feira, das 14h às 18h

Oficina de Fotoetnografia (registro do patrimônio cultural afrobrasileiro)

Com a jornalista, fotógrafa e Profa. Dra. Márcia Guena (UNEB)

Dia 20/10, quinta-feira, das 14 às 18h

Oficina de Vídeo Reportagem

Videomaker, bacharel em Humanidades e graduanda em Jornalismo (Ufba) Cristiana Fernandes, da equipe da TV Pelourinho e do Correio*

Dia 20/10, quinta-feira, das 17h às 19h

Oficina de Educomunicação e a Tecnologia Vojo

Jornalista e Professora Mestre (UNEB), Ceres Santos

Dia 21/10, sexta-feira, das 14h às 18h

Mobilização por Políticas de Comunicação e o Marco Civil da internet

Jornalista Pedro Caribé, doutorando UNB e criador do coletivo de Mídia Livre Bahia 1798.

Inscrição gratuita nas oficinas pelo email: [email protected]

Encerramento das aulas da Formação em Mídia Étnica

Dia 22/10, sábado, das 9 às 12h

Imprensa Negra no Brasil e na Diáspora (via hangout)

  • 9h às 9h40 – Imprensa Negra no Brasil, com a Profa. Dra. Ana Flávia Magalhães Pinto
  • 10h às 10h40 – Imprensa Negra na Colômbia, com os criadores do portal Afro Estilo
  • 11h às 11h40 – Imprensa Negra nos Estados Unidos com David Wilson, The Grio

Biblioteca Virtual Consuelo Pondé expõe fotografias de Lázaro Roberto sobre festejos negros


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SãoLázaro -Procissão povo de santo/2005

As celebrações religiosas, manifestações políticas e costumes da população negra baiana, estarão em pauta na exposição virtual “Lentes Negras: festas, festejos e celebrações”, na Biblioteca Virtual Consuelo Pondé – unidade vinculada à Fundação Pedro Calmon/ Secretaria de Cultura da Bahia. Da exposição, que estará disponível no site da Biblioteca a partir de sexta-feira (9), farão parte 25 registros do fotógrafo Lázaro Roberto, obtidos durante quase 30 anos de trabalho.

Com um olhar atento e racialmente demarcado, Lázaro Roberto, que há quase 30 anos registra as formas de vida e o cotidiano da população afro-baiana e suas fotografias fazem parte do acervo Zumvi Arquivo Fotográfico, que é mantido e idealizado por Lázaro Roberto desde a década de 1990. O acervo já acumula mais de 30 mil negativos de comunidades quilombolas, Blocos Afros e Afoxés, passeatas e atividades realizadas pelos Movimentos Negros.

“Essa exposição tem o objetivo de mostrar as importantes festividades ligadas à cultura afro-brasileira, que são muito ricas e presentes na cultura baiana, como a Festa da Nossa Senhora da Boa Morte, em Cachoeira, a Festa de São Roque na Igreja de São Lázaro e a Festa de São Bartolomeu, em Maragogipe.”, diz o fotógrafo documentarista Lázaro Roberto.

SãoLázaro -Procissão povo de santo/2005

“A exposição revela o olhar do homem negro sobre as manifestações culturais baianas, pela lente negra, aonde ele capta fora do estereótipo comum dos fotógrafos estrangeiros, um olhar muito sensível da cultura negra. A exposição é fundamental para revelar essa mente, esse olhar do sujeito que antes era apenas o objeto da foto, mas que hoje, e há 30 anos como ele vem fazendo, é também sujeito da arte. A intenção dessa exposição é trazer a leveza da arte fotográfica, sem que para isso perca a forte expressão política contida em cada foto”, diz o diretor da Biblioteca Virtual, Clíssio Santana.  Confira a exposição “Lentes Negras: festas, festejos e celebrações” no site da Biblioteca Virtual Consuelo Pondé.

Texto: Fundação Pedro Calmon/SecultBA

Grupo TamosJuntas realiza Mutirões para formar e assistir mulheres vítimas de violência


13882567_1044773525591015_1954767101048854925_nO Coletivo #TamosJuntas realizou no sábado (10), o 4º Mutirão de enfrentamento à violência contra mulheres lésbicas, bis e trans, na Igreja Batista Nazareth (Nazaré). Nessa edição teve Mães pela Diversidade, as Dras. Anhamona de Brito, Fernanda Barreto, a educadora Joyce Cardoso, a filósofa Silvia Barbosa, as ativistas Paulett Furacão, Rosy Silva e Ariane Senna, a atriz Lívia Ferreira, além de música com Luara Maciel.

O TamoJuntas atende gratuitamente mulheres vítimas de violência, nasceu de um post da advogada Laina Crisóstomo e, a partir da advocacia probono prevista no Estatuto da OAB, vem atuando de forma intensiva não somente nas redes sociais, como na vida real, realizando Mutirões de formção e atendimento a estas mulheres. Desde que assim fez, Laina Crisóstomo vem ampliando a atuação do grupo, que hoje conta com outras advogadas: Carolina Rola, Aline Nascimento e Natasha Barreto.

O objetivo é tirar dúvidas das mulheres, orientá-las e atendê-las. E não é só em Salvador. Se uma mulher precisa do TamosJuntas em outro município, advogadas e redes são mobilizadas para esta assistência.

13912606_1044773612257673_7668760456772741346_nEm Salvador já foram realizados quatro mutirões de enfrentamento à violência contra mulheres lésbicas, bis e trans, tendo reunido mais de 100 mulheres nestas edições. Na última, dia 10, a pauta foi com mulheres lésbicas, ativistas que atuam na cidade em prol desta mesma causa. Já teve formação sobre a Lei Maria da Penha e formas de proteção, debates sobre legislação e realidade nas Deams e institutos de proteção às mulheres.

“Trabalhamos, de fato, com o princípio de sororidade, queremos que elas não se sintam sozinhas. Queremos – para além dos atendimentos, divulgar o trabalho do TamosJuntas. É um trabalho multidisciplinar, no qual apostamos no fortalecimento a partir da autoestima”, explica Laina. O mutirão já levou oficinas de turbante, trançado, limpeza de pele, voz e violão.

O Mutirão retorna em outubro, e terá atividades ligadas à saúde. Acompanhe a Fanpage do TamosJuntas e fique ligado/a.

Contagem regressiva para II Marcha do Empoderamento Crespo (13)


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Pense em mais de 4 mil mulheres, homens, crianças, todos os gêneros e estilos mas com um elemento de luta em comum: o cabelo. Diversas cores, texturas, comprimentos, até mesmo sua ausência. Enfim, poder. Essa foi uma das mensagens que a Marcha do Empoderamento Crespo deixou em 2015 e pretende deixar mais uma vez no centro de Salvador.

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A II Marcha já está em contagem regressiva para acontecer dia 13 de novembro – próximo domingo –  lotar o Campo Grande mais uma vez. A concentração é a partir das 12h. Mais que um movimento estético, a Marcha é um ato político de autoafirmação negra. Ela vai tomar as ruas do entorno de forma inclusiva e diversificada:  pelos diferentes corpos, identidades de gênero, estilos de cabelos, faixa etárias e representações culturais.

“Propomos discussões dos aspectos estéticos, simbólicos e políticos relacionados ao cabelo, configurando uma rede de conhecimento, suporte e de pertencimento”.

marchadoempoderamentocrespoSerá um percurso crespo até a Praça Castro Alves, celebrando a estética negra e o poder e direito de decisão da mulher negra, do homem negro e da criança negra sobre sua imagem. Mas não é só na Marcha que este movimento se faz. A Marcha segue em caminhada  desenvolvendo ações em diferentes espaços e setores da sociedade (escolas, associações de bairro, universidades, centros de apoio entre outros).

Ela é coordenada por uma comissão que reúne estudantes, militantes, acadêmicas/os e pessoas interessadas na temática. É um grupo misto composto majoritariamente de mulheres negras. São elas: Andréa Souza, Ivy Guedes, João Vieira, Lorena Lacerda, Milla Carol Soares, Nadja Santos, Naira Gomes, Samira Soares, Vanessa Santos.

“A Marcha do Empoderamento Crespo quer “contribuir para a construção de um referencial de valorização do corpo negro e a reversão das representações negativas, na elaboração da auto-afirmação através da estética negra”.

Dentre os temas de debate que propõem estão o silenciamento que a branquitude, o racismo estrutural e a mídia impõem sobre o povo negro. Originado no Facebook, o movimento da Marcha já conta com mais de 14 mil pessoas em seu grupo oficial.

PROGRAME-SE

II Marcha do Empoderamento Crespo – 13 de novembro (domingo)

12h – Oficina de Cartazes

13h – Ensaio dos gritos

13h30 – Recital de Poesias

14h – Concentração para saída da Marcha

Local: Campo Grande

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Foto: Marcelo Ferrão

 

“Quando digo que empoderamento não é só deixar o cabelo natural, mas uma atitude política de aceitação e afirmação do que se é e entender a beleza do que é natural em ser negra. A negra pode sim ter o cabelo que quiser, desde que isso não esteja associado à adequação a um padrão de beleza eurocêntrico. Podemos ficar lindas com o cabelo que temos.” – Manuela Cristina (Papo Reto com Manu)

Casa AfroBapho realiza “PVT das Pretas” na Antuak este sábado (8)


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No próximo sábado (8), a Casa AfroBapho promove a “PVT das Pretas” pra celebrar o movimento de ocupação e resistência cultural dos negros lgbt não só em Salvador mas em todo país. A festa – que acontecerá na Casa Antuak (Dois de Julho) terá formato compacto e intimista e é voltada para pessoas negras lgbt que tem atuado de forma inovadora no cenário artístico baiano. Pra curtir os ingressos serão vendidos a R$ 10 (com nome na lista) e R$ 15 sem nome na lista.

A organização garante clima descontraído nos moldes caseiros, com o conhecido Batekoo presente nas festas do Tombamento. Terá também performance de a Teodoro e Malayka SN e os 50 primeiros a chegar ganham um SOLO CUP. Chegue cedo pois a entrada está sujeita à lotação da casa e a lista só será válida até meia noite.

Confere:
Anfitriãs: LaBeija, a Teodoro, Malayka SN
Jesz Ipolito (Don’t Touch My Hair SP)
Mirands (Batekoo SP)
Thatila (Tombo)
Tiger (AfroBapho)

Casa Antuak – Rua Democrata, nº 21 – Dois de Julho

Contato: (71) 99148-5325

Em novo projeto, Lazzo Matumbi une música a empreendedorismo no Vila Velha


551115_576349129046413_677333945_n“Nosso Jeito de Ser” é o novo projeto do cantor Lazzo Matumbi, que estreia no próximo dia 7 de setembro, no Teatro Vila Velha, em Salvador. Unindo música e afro-empreendedorismo, a primeira edição do evento vai contar com a participação especial da cantora norte-americana Michaela Harrison.

Apostando no repertório dançante de grandes sucessos, além de releituras de canções da MPB, o show terá projeções de imagens de líderes mundiais da luta pelos direitos civis, das disputas raciais nos EUA e os movimentos atuais no Brasil, como a Marcha do Orgulho Crespo, a das Margaridas, além de pedidos em prol da tolerância religiosa, tudo feito pelo VJ Gabiru.

Compartilharão do espaço musical de Lazzo, empreendedores negros e negras que, foyer do Teatro Vila Velha, irão expor produtos e serviços das 17 às 19 horas. A feira é aberta a todo o público e, para o show, os ingressos custam R$ 40 (inteira) e estão à venda no site Ingresso Rápido e bilheteria do local.