Cléia Costa dos Santos e Sergio São Bernardo lançam livro sobre Estatuto da Igualdade


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Será lançado no próximo dia 14 (quinta), o livro “Comentários ao Estatuto da Igualdade Racial e Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia”, reunindo artigos de 21 autores sobre a efetividade do dispositivo.
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Graça Onasile
A publicação é organizada pelos pesquisadores, Cléia Costa dos Santos  e Sergio São Bernardo, que demonstram, como a Bahia foi pioneira na construção de um arcabouço legal, de forma participativa sobre a temática.
Para isso, foram chamados 21 estudiosos do tema, que compartilham, em seus textos, uma análise do Estatuto, marco legal e legítimo no enfrentamento ao racismo.
O lançamento será às 9h30 no Foyer do Teatro Castro Alves, em Salvador. Editado pela Ceala, a publicação tem o apoio do Instituto Pedra de Raio e o evento é aberto ao público. Na ocasião, haverá ensaio aberto da OSBA na sala principal do Teatro, com apresentação dos cantores Graça Onasilê e Tonho Matéria.
AGENDE-SE!
O quê:  Lançamento do livro “Comentários ao Estatuto da Igualdade Racial e Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia”
Onde: Foyer do Teatro Castro Alves
Quando: 14 de setembro (quinta-feira), às 9h30

Itaú seleciona projetos artístico-culturais! São R$15 milhões!


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Estão abertas as inscrições para a 18º edição do programa Rumos, plataforma de fomento do instituto para a produção artística e cultural brasileira. A inscrição, gratuita, pode ser feita pelo site do projeto  até as 23h59 de 3 de novembro – horário de Brasília. O resultado será divulgado até dia 28 de maio de 2018 e informado aos escolhidos por telefone ou e-mail. A relação dos projetos será divulgada no site.

O número de projetos contemplados não foi definido, mas o orçamento total para o biênio 2017/2018 é de cerca de R$ 15 milhões. Os projetos precisam dar uma estimativa de orçamento, mas não há valor mínimo ou máximo para cada proposta.

O Itaú Cultural também destaca que não busca um perfil específico de projeto. Ao contrário: os membros da comissão julgadora querem ser influenciados pelos produtores culturais, e irão escolher as propostas mais interessantes que atendam aos critérios de singularidade, relevância e consistência. Na edição de 2015/2016, por exemplo, dois temas muito presentes foram a reocupação do espaço público e a questão racial.

INSCRIÇÕES

Podem ser inscritos projetos ou trabalhos sobre arte e cultura brasileiras em qualquer expressão artística ou intelectual, apresentados ou desenvolvidos em qualquer tipo de suporte, formato, linguagem artística ou mídia. Estrangeiros também podem participar, desde que o projeto trate de arte brasileira. Os projetos são divididos em três modalidades: criação e desenvolvimento, documentação e pesquisa.

Se joga: vai no site do projeto e se INSCREVA!

Fonte: A Vida no Centro

Documentário “AIUÊ: Escutando o som dos quilombos” será lançado em novembro!


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Com o intuito de colaborar para a preservação da memória sonora de comunidades quilombolas, o Coletivo Cacos está produzindo o documentário “AIUÊ: Escutando o som dos quilombos”. Formado por quatros jovens documentaristas baianos, o Coletivo já roda o doc desde agosto.

“Trata-se de uma experiência imersiva para revelar as mais diversas expressões sonoras e musicais presentes em comunidades remanescentes de quilombos. Nasce justamente do desejo de saber mais sobre minhas origens, uma vez que minha descendência paterna é quilombola. Como militante na luta antirracista, acredito que o documentário é uma oportunidade a mais para fazermos disputa de narrativas”, explica Donminique Azevedo, idealizadora da iniciativa.

A equipe é formada por cineastas negros baianos: Donminique Azevedo (documentarista, jornalista e educadora), Danilo Umbelino (cineasta e diretor de fotografia), Leo Rocha (musicista e cineasta),  e Uiran Paranhos (cineasta e técnico de som direto). A primeira fase do Projeto – que resultará em um filme gravado com quilombos de Salvador e Região Metropolitana – estreará em novembro deste ano, com o apoio da Fundação Gregório de Matos, por meio do edital Arte Todo dia – Edição 2017.

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O PROJETO

Em Kimbundo (língua da família banta), “AUIÊ” é também uma expressão de espanto, alegria, festa. Assim, o Projeto visa apresentar, por meio de uma – abordagem etnográfica, linguística e musicológica – expressões sonoras quilombolas. Neste sentindo, busca estabelecer diálogos culturais com comunidades remanescentes, a fim de apresentar – por meio da linguagem audiovisual – os sons e sonoridades presentes nesses espaços.

 

Futuramente, o Projeto abrangerá comunidades quilombolas de outras regiões do país.

Fotos: Divulgação

Àttøøxxá e Di Mare agitam a segunda edição da festa OXE!


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A Festa OXE volta para a Boate XYZ – Rio Vermelho, no próximo dia 23 de setembro, a partir das 22h. Com a convergência de sons do ÀTTØØXXÁ – banda residente da festa e line up de Telefunksoul, a OXE traz nesta segunda edição o groovemusical da banda Di Mare e os ritmos afro caribenhos do DJ Raiz – percussor da Cultura Sound System na Bahia.

Com mais de 7h de som, a expectativa é desvendar Salvador através da música, criando conexões entre ritmos e evidenciando uma cidade mística, plural, repleta de cores, sabores, costumes e gingados.

“Misturar públicos, promover intercâmbios e estimular a representatividade são alguns dos grandes feitos da OXE. Apaixonada por Salvador, sinto um frisson quando vejo essa pulsação soteropolitana dialogando com um mix maravilhoso de idades e origens”, afirma Gabriela Souza, uma das idealizadoras da festa.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos com preço promocional AQUI, por R$ 25 ou R$35 na bilheteria do evento.

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SOBRE O COLETIVO OXE 071

Formado por profissionais de diversos segmentos, mas que possuem em comum o conhecer da cultura baiana e a paixão pela noite soteropolitana, o Coletivo OXE 071 é formado pelos(as) publicitários(as) Gabriela Vieira Souza e Murilo Uema, pelo produtor Taylor Dorea e pelo modelo e produtor Vanderlei Nagô, todos figuras conhecidas da cena noturna de Salvador e incansáveis desbravadores dos ritmos locais.

Fotos: Pedro Gabriel

SERVIÇO

Festa OXE

Data: 23 de setembro
Horário: a partir das 22h
Classificação: 18 anos
Atrações: Di Mare, Àttooxxá, DJ Raiz e Telefunksoul + Participações Especiais
Ingresso: R$ 25,00 (antecipado) | R$ 35,00 (bilheteria)

Projeto distribuirá poesias por Salvador e seleciona vídeo-poemas até 10 de outubro!


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De 17 de setembro a 8 de outubro o projeto DOCE POESIA DOCE vai distribuir gratuitamente nada menos que 10 mil “poesias doces” (poesias impressas embalando balas doces) em praças, escolas, hospitais e postos de atendimento em Salvador.

Na primeira fase do projeto, mais de 900 e-mails foram enviados para a Convocatória Doce Poesia Doce. Foi tamanha a quantidade e qualidade das poesias enviadas que a seleção aumentou dos 200 previstos para mais de 400 poetas participantes de todos os cantos Brasil e até do exterior. Além disso o projeto faz uma justa homenagem a 21 poetas consagrados. 

Convocatória Doce Poesia Doce seleciona Poesias para distribuição gratuita na cidade

São cerca de 20 cópias de cada um dos poemas selecionados, totalizando as 10.000 poesias doces que serão distribuídas. Além disso, todos os poemas serão postados no blog e na página do projeto no Facebook.

E é por isso que, motivada pela intensa participação dos poetas no envio das poesias, é aberta uma nova Convocatória Doce Poesia Doce, para o envio de vídeos que serão editados e postados no YouTube e na página do projeto. Os interessados devem gravar um vídeo até 3 minutos respondendo à pergunta: “QUAL A IMPORTÂNCIA DA POESIA HOJE?” Caso queiram, podem também fazer um depoimento sobre o projeto Doce Poesia Doce e/ou declamar uma poesia. O vídeo deve ser enviado (via Google Drive, Dropbox ou Wetransfer) para o e-mail [email protected] até o dia 10/10/17.

DISTRIBUIÇÃO DE POESIAS DOCES – CRONOGRAMA:

 

17/09 – Domingo – 15h

– Sarau poético de abertura do projeto na Praça da Sé, com declamação e distribuição de poesias doces.

 

19/09 – terça-feira – 9h

Escola Municipal Cidade Vitória da Conquista (R. Fernando Tôrres, S/N – Itapuã)

 

19/09 – terça-feira – 14h

UPA Dr. Hélio Machado (R. da Cacimba, S/N – Itapuã)

 

19/09 – terça-feira – 16h

UPA Parque São Cristóvão (R. Arquiteto Marcos Moreira Solter, s/n – São Cristóvão)

 

20/09 – Quarta-feira – 14h

Escola Municipal Ana Nery (R. Alto da Sereia, 5 – Rio Vermelho)

 

23/09 – sábado – 10h

Hospital Municipal de Salvador – HMS (Via Coletora B – Cajazeiras)

 

26/09 – terça-feira – 10h

Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS) Gregório de Matos (Largo Terreiro de Jesus – Faculdade de Medicina da Bahia/UFBA)

 

28/09 – quinta-feira – 10h

SEMPS – Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (Rua Miguel Calmon, 28 – Comércio)

 

30/09 – sábado – 10h

Orla de Itapuã a Piatã

 

03/10 – terça-feira – 14h

Da Rua Chile ao Terreiro de Jesus (Centro)

 

05/10 – quinta-feira – 14h

Do Largo da Mariquita ao Largo de Santana (Rio Vermelho)

 

08/10 – domingo – 15h

– Sarau poético de encerramento do projeto no Campo Grande, com declamação e distribuição de poesias doces.

 

Autor cubano, Carlos Moore, confirma presença na Festa Literária de Cachoeira!


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Banco de Imagens

Referência em questões étnicas e identitárias, especialmente as ligadas à africanidade, o autor cubano Carlos Moore confirmou presença na quinta-feira, dia 5/10, na Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica). O autor participa da mesa “Reflexos do Passado Ancestral em Nossa Pele”, que terá mediação do professor e secretário de cultura da Bahia, Jorge Portugal.

Moore é doutor em Ciências Humanas (2003) e em Etnologia (1979) pela Universidade de Paris-7, na França. Foi professor titular de Relações Internacionais da University of the West Indies (UWI), no Caribe, e professor visitante da International University of Florida (FIU), nos Estados Unidos.

Escritora Paulina Chiziane estará pela primeira vez na Bahia, em Cachoeira!

Fluente em cinco idiomas, a carreira de Moore abrange um período de quatro tumultuosas décadas, marcadas pelo exílio político de seu país natal, após ter entrado em conflito com o regime marxista de Cuba sobre a questão racial, experiência que foi narrada em sua autobiografia, intitulada “Pichón”.  Morou na França durante 16 anos. Lá, desenvolveu longa carreira de jornalista junto à agência France-Presse e ao semanário Jeune Afrique, tendo militado com a turma fundadora da Negritude (Aimé Césaire, Alioune Diop) e se envolvido com Malcolm X, o líder afro-americano assassinado em 1965.

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Ao todo, Moore é autor sete obras. Além de Pichón e Fela, foram publicados dele Castro, the blacks and Africa (1989), African presence in the Americas (1995), Racismo & Sociedade (2008), A África que incomoda (2008) e O racismo e a questão racial (2010). Moore reside no Brasil desde 2000.

Flica 2017 – A sétima edição, que acontece entre os dias 5 e 8 de outubro, traz para o Recôncavo baiano influentes nomes da literatura nacional e internacional, com programação para adultos e crianças.

Serviço

Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica 2017

Quando: 5 a 8 de Outubro
Onde: Cachoeira/Ba

A Relações Públicas, Renata Dias, assume a diretoria da Fundação Cultural da Bahia (FUNCEB)


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Foto: Ludmila Cunha

A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) – que tem o propósito de fomentar e promover a diversidade cultural baiana em suas várias linguagens e formas de expressão – está sob novo comando. A entidade vinculada à Secretaria Estadual da Cultura (Secult) será administrada pela relações-públicas Renata Dias Oliveira.

A novidade foi assunto de vários sites jornalísticos, após a publicação na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) da última sexta-feira. Mas, a Flor de Dendê vem contar um pouco do caminho percorrido pela nova gestora que, após experiências no âmbito de políticas públicas na Petrobras e na Sepromi, assume o posto ocupado pela produtora cultural Fernanda Tourinho nos últimos dois anos e sete meses.

Na história que começa a escrever pelo viés do fomento do que representa a identidade baiana, Renata começa essa trilha de forma esperançosa. A expectativa é estabelecer a cultura sob as mais variadas perspectivas. “Entendo que a decisão de me escolher está imbricada em saber que não estou sozinha. Minha fala e minhas ações são, também, as de muitas pessoas que têm o compromisso de mudar e tentar contemplar a diversidade de fato, ampliando o alcance de atuação de todos os protagonistas. Estou muito confortável por conta do pensamento político de um governo nessa sintonia de abrir trincheiras”.

Por outro lado, a consciência dos obstáculos também existe na proporção necessária. “Sei das dificuldades e das situações que devem surgir por ser uma mulher negra ocupando esse espaço de poder. Mas, também, sei que tudo é um processo de construção e, por isso, não fazia sentido dizer não ao convite”.

Nesse contexto social, Renata destaca o pensamento da antropóloga Lélia González. “A incidência das questões de classe, raça e gênero na mulher faz com que ela tenha uma postura e um olhar mais amplo diante das questões levando a leitura da sociedade de forma multifacetada que é a essência da minha profissão”.

O primeiro grande desafio dentro do setor público surgiu quando ela ainda tinha 24 anos, na comunicação institucional da Petrobras, na coordenação da área de promoção de eventos. Assim, dois anos após conclusão do nível superior, entrou em contato com o que ia nortear sua carreira profissional. Uma amiga a apresentou ao gerente de comunicação da Refinaria Landulfo Alves e ela passou a integrar a equipe responsável pela política de responsabilidade social, onde permaneceu no relacionamento comunitário por um ano. “Foi o primeiro contato que tive com a representação do que estava em jogo naquele momento político do país”, contou.

Não demorou para surgir a oportunidade de coordenar o setor responsável pela realização dos eventos realizados no Nordeste que envolvia a presidência da República e da estatal. A primeira empreitada foi uma solenidade do lançamento da pedra fundamental de uma refinaria que englobava os governos brasileiro e venezuelano, nas gestões de Lula e Hugo Chávez, para 5 mil pessoas e Pernambuco. “Esses eventos formaram minhas impressões da identidade cultural brasileira, pois tinha que entrar em contato com os atores sociais de cada localidade para compor as entregas”.

 

Foto: Ludmila Cunha

Descoberta

A experiência que durou oito anos colocou Renata em contato com as implicações das políticas públicas na vida das pessoas e despertou para o ramo onde ela descobriu o seu papel social. Decidiu que queria atuar na promoção dessas iniciativas. “Política pública é visão de mundo, trincheira de luta. É o braço do estado que tem que estar voltado para a população. Necessária para o bem estar das pessoas, por causa do processo histórico de formação do Brasil. O estado tem essa demanda e essa obrigação”.

Da Petrobras, a aprovação em um concurso público do Sebrae Nacional faz ela morar em Brasília. Lá, integra a equipe de implantação do núcleo de relacionamento institucional. No entanto, em menos de dois anos, o nascimento da filha Carina, 4 anos, motiva a volta para a capital baiana e ela pede demissão. “O nascimento de Carina, em Salvador, e a vivência dela aqui, nessa primeira fase da vida, eram decisões bem conscientes. Tinha que apresentar o lugar onde queria que ela tivesse uma relação de pertencimento. E eu só poderia fazer isso vivendo aqui. Ela precisava se ver no ambiente em que vive”.

Na última semana da temporada na capital do país, surgiu o convite para integrar a equipe de comunicação da Sepromi. Mas, depois de oito meses, resolveu empreender. Ainda na área da comunicação criou uma consultoria para empresas interessadas em investir na área de responsabilidade social. A Via Bahia, a Braskem e o Dinit foram alguns dos clientes orientados pela Junbai desde 2015.

Este ano, o retorno para a Sepromi foi interpretado como presente, agora, na coordenação de políticas para povos e comunidades tradicionais nos últimos cinco meses. “Esse tipo de trabalho desconecta a gente do olhar exclusivo sobre o atlântico e volta para o interior que é muito rico”.

Educação

Filha de pai nascido no município de Santa Rita de Cássia e mãe em Valença, ambos fizeram carreira no funcionalismo público na capital baiana e fizeram Renata crescer em uma família que sempre priorizou a educação.

“A lembrança que tenho é que meu avô paterno veio fugido de Mato Grosso, minha avó dona de casa. Meu avô materno era oleiro e, minha avó, que hoje tem 98 anos, pescadora. Então, meus pais quebraram esse ciclo e implantaram essa mudança na nossa família. Todo tipo de esforço foi feito para garantir o investimento na nossa formação”, contou Renata que tem mais dois irmãos.

Soteropolitana, ainda criança, foi morar em Barreiras de onde saiu aos 17 anos para fazer vestibular em Salvador. E, apesar das angústias vividas pela obrigação da escolha muito jovem, hoje, entende que não poderia ter sido outra, para a trajetória que obedeceu uma linha coerente desde a primeira atividade profissional.

Texto publicado originalmente na Flor de Dendê

Puxadinho MassaLarica tá de volta, afro! Pizza, Música e mais!


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O sarau cultural Puxadinho MassaLarica inicia segunda temporada no próximo dia 17 de setembro (domingo), com novo horário, das 16h às 21h. Vai ter coletivo de poesia cantada, Boca Quente e o tatuador Pedro Colletto para um Flash Day Tattoo.

A novidade da nova temporada é a entrada de mais um residente artístico, o DJ Jack Nascimento, um dos criadores da festa BATEKOO. Ele se une à babadeira Drag Queen negra, Rosa Morena, que retoma o close mensal em grande estilo.

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Rosa Morena – Foto Filipe Louzado

Coletivo Boca Quente vem de lá com os versos fortes de Ayran Búfalo Reis Yaiá, Pedro Lucas, Jamile Santana, Milsoul Santos e Djailton Magalhães. Já o estreante da rodada é o tatuador da Black Badger Tattoo Club, Pedro Colleto que vai “riscar” a galera cobrando valores acessíveis.

VAI TER TAMBÉM…

“Bate-papo Show” sob o comando de Rosa Morena. O sarau acontece na Rua Ari Pereira de Oliveira, nº34, Rio Vermelho.

Sobre o Puxadinho – Desde novembro de 2016, a jornalista Juliana Dias promove dentro da casa onde reside o Puxadinho MassaLarica.

O sarau cultural ocorre, geralmente, uma vez por mês e a cada edição reúne um coletivo de artistas produtores para compartilhar arte, cultura, entretenimento e gastronomia.

Desde então, mais de trinta artistas da Bahia e do Brasil já se encontraram na casa e experimentaram as pizzas artesanais, que a jornalista produz, denominadas Massalarica.

Serviço

O que: Puxadinho Massalarica 8ª edição

Onde: Rua Ari Pereira de Oliveira, nº 34, Rio Vermelho (próximo ao quartel de Amaralina)

Quando: 17 de setembro (domingo), das 16h às 21h

Atrações: Música – DJ Jack Nascimento; Poesia Cantada – Coletivo Boca Quente; Flash Day Tattoo – Pedro Colletto; Performance – Drag Queen Rosa Morena

Entrada gratuita

Mulher com a Palavra convida Taís Araújo, com mediação de Rita Batista!


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Divulgação

A terceira edição do ano do “Mulher com a Palavra” convida Taís Araújo para uma conversa sobre o tema “#SomosTodosTaísAraújo – Feminismo negro na internet”. A abordagem faz referência ao movimento de apoio à atriz, nas redes sociais, quando foi vítima de ataques racistas.

Com mais de 20 anos de carreira na televisão e no teatro, Taís Araújo se transformou em uma das artistas mais importantes na defesa do feminismo e na luta contra o racismo no Brasil. Com seu trabalho, principalmente em “O topo da montanha” e “Mister Brau”, ela vive esses temas com a arte e amplia através do entretenimento o acesso a esses assuntos – atuando ao lado do seu marido, o ator baiano Lázaro Ramos.

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Nesta nova edição do Mulher com a Palavra, será possível conhecer mais, através de sua trajetória profissional e pessoal, do seu posicionamento sobre o papel da mulher na sociedade, os desafios que uma mulher negra e uma artista negra enfrenta no país.

Em 2017, o Mulher com a Palavra tem como proposta a inspiração para a transformação, mantendo a característica de promover um diálogo descontraído com uma personalidade convidada, sob a mediação e apresentação da comunicadora Rita Batista. 

Mulher com a Palavra convida Taís Araújo

Tema: #SomosTodosTaísAraújo – Feminismo negro na internet
Dia: 18 de setembro, segunda-feira, 20h
Local: Palco Principal do Teatro Castro Alves
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia entrada)
Onde comprar: bilheterias do Teatro Castro Alves, Balcões SAC e pelo Ingresso Rápido.

Escritora Lívia Natália lança novo livro de poemas “Dia bonito pra chover”!


Lívia Natália - Foto Andreia Magnoni
Lívia Natália – Foto Andreia Magnoni
“Hooks diz que o amor cura. Para mim o amor é revolucionário, uma mulher negra falando de amor é militância. Aquilo que chamo de militância afetiva, porque há várias formas de nos exterminar, mas só somos pensados como corpos disponíveis para a violência porque somos sempre pensados como seres indignos de afeto”, diz a escritora Lívia Natália, que lança, em Salvador, no dia 19 de setembro (terça-feira), seu mais novo livro de poemas, “Dia bonito pra chover”.
O lançamento será no Espaço Cultural da Barroquinha, às 17h e terá entrada aberta ao público. na orelha da obra, a jornalista Sueide Kintê define: “O livro Dia bonito pra chover é uma dessas coisas novas que o amor tem para contar. Rumas de corais feitos de palavras que, mesmo narrando vivências de correntezas, ainda guardam o tempo das conversas de semear os dias. Poemas que alcançam aquela nota mais alta da música. Um espelho da profundidade e faceirice que é a autora, Lívia Natália. Percebe-se: ali mora a magia e o tempo das noites frias”, diz.
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Dj Nai Sena
Na ocasião, haverá ainda Recital de Poesias com os convidados, Monica Santana, Jorge Washington, Vera Lopes, Rita Santana e Wesley Correia, mas o microfone estará aberto para quem quiser lançar seus versos. Terá também Bate-papo: Amores Negros, com a autora, Livia Natália, Sueide Kintê e a assistente social e pesquisadora, Carla Akotirene. A trilha sonora será por conta da Dj Nai Sena, com o + Baile Black-Love. 

“A desumanização que o racismo promove sobre xs negrxs interferiu em tudo, inclusive na nossa vida afetiva. Por isto este livro é uma encomenda de amor. Um ebó de amor para sanar quizilas, é um livro de amor sobre nós, mulheres e homens negros. O nome é, para mim, a síntese do que é o amor. Um dia bonito, com a tensão e a beleza de iminência da chuva. Que é benfazeja, que é bonita também, mesmo que seja chorosa. Meu pensamento é humanizar o nosso amor, dar a conhecer do que somos feitos, e como nós pensamos”, diz Lívia Natália. 
AGENDE-SE!
Lançamento do livro “Dia bonito pra chover”, de Lívia Natália
Quando: 19/9, 17h
Onde: Espaço Cultural Barroquinha 
Aberto ao público