Rede Dandaras debate o tema “Afro-afetividade: Ouvindo e Refazendo histórias”


afetividade negra

Dialogando – Edição 1, um evento promovido pela Rede Dandaras, que nesta sexta-feira (26), vai responder as seguintes questões: Amor preto cura? Quais os desafios e enfrentamentos para manter um relacionamento afetivo entre pessoas negras? Para isso, será realizada a roda de conversa “Afro-afetividade: Ouvindo e Refazendo historias”.

Aberto ao público, a atividade acontecerá na sede do Instituto Mídia Étnica, no Dois de Julho, em Salvador a partir das 16h. A roda será mediada por Tainã Vieira e Laura Augusta, da Rede Dandaras.

O evento tem apoio do Afrodengo, maior grupo virtual de relacionamento entre pessoas negras do Brasil, Instituto de Mídia Étnica e Radio Exu. Terá ainda Feira de Empreendorismo Negro e espaço para apresentações artísticas.

afetividade negra

QUEM FAZ

A Rede Dandaras tem o objetivo contribuir no itinerário de educação, promoção de saúde e identidade de mulheres negras. Propõe a compreensão da multiplicidade de fatores que compõem a saúde, incluindo a interseccionalidade do racismo e machismo que atravessa as mulheres negras.

SERVIÇO

O que: Dialogando (1ª Edição) Afro-afetividade: Ouvindo e refazendo histórias

Quando: Sexta-feira, 26/05, às 16h

Onde: Instituto Mídia Étnica, Rua Areal de Baixo, nº 06, Dois de Julho, Salvador – BA

Quanto: Gratuito

Coletivo Boom Clap prepara o 3º Round – Circuito de Rima Improvisada


3round circuito de rima improvisada
Cosca

Em novembro deste ano, vai rolar o Duelo Nacional de MC’s, em Belo Horizonte – Minas Gerais. E até lá, a Bahia vai precisar eleger seu representante. Este é o objetivo do Coletivo Boom Clap que, pela terceira vez vai organizar no estado o Circuito de Rima Improvisada, uma Curadoria das Batalhas de MCs que acontecem na Bahia.

Já está rolando a catalogação destas Batalhas, e organizadores, Mcs, pessoas envolvidas neste universo aqui na Bahia já podem procurar o Coletivo pra inscrever seus movimentos por meio de formulário online disponibilizado pelo Duelo Nacional. Mas só até o dia 3 de junho!

3round circuito de rima improvisada 2

Neste 3º Round – Circuito de Rima Improvisada, o Coletivo viajará pelo interior para acompanhar as Batalhas, orientar e preparar os Mcs nos meses de julho, agosto e setembro, quando vai rolar o QUALITY – de onde sairá a/o representante da Bahia.

Segundo André Costa (Cosca), idealizador e produtor do Coletivo junto a Lísia Lira, o intuito é que o 3º Round continue sendo o responsável pelo envio do representante baiano ao Nacional.

“Ele ou ela vai com tudo pago pro Nacional. Cada região terá seu representante, que batalhará no 3º Round, aqui em Salvador, em setembro. Queremos, com isso, solidificar uma cena, construir uma harmonia e fortalecimento nas batalhas. É também nosso intento, construir um conjunto de regras que seja usado nas Batalhas, regras anti-machistas, homofóbicas, sexistas e racistas”.

O 3º Round já tem alguns troféus na bagagem: Larício Gonzaga, que faturou o 1º lugar em 2013, Mira Potira, que chegou a vice-campeã em 2012 e, mais recentemente, em 2016, o jovem Black, de apenas 14 anos, que chegou à semifinal, representando bem a Bahia. “Estamos sempre mandando bons MC’s pro Duelo e tendo destaque no nacional”, comemora Cosca.

O Duelo de MC’s em BH é o maior evento de HipHop, ligado às Batalhas de MC’s em todo país e é de eventos destes que saem, muitas vezes, grandes nomes neste cenário musical.

3round circuito de rima improvisada 2
BLACK

“A maioria dos MC’s que hoje estão vivendo da música, desbancando por aí, vieram de Batalhas em suas cidades. Com o 3º Round é um preparatório para estes que estão iniciando no RAP, muitas vezes ainda menores de idade ainda, muito novos, mas já mandando bem”, diz André, lembrando de Black. Último a se inscrever no Round de 2016, apenas 13 anos, o último a rimar na escala, e foi quem representou a Bahia.

Sabe como é uma Batalha de MC?

Freestyle rap (“rap de estilo livre”) é um subgênero do RAP caracterizado por letras improvisadas do rapper. Nelas ele/a expressa o que sente sobre certos temas, mantendo o ritmo da batida. Na Batalha, rappers se enfrentam e o melhor na rima leva o prêmio.

Então, se adiante:

Inscreva sua Batalha de MC’s, CLIQUE AQUI e fale com André Costa.

Banda Aspiral do Reggae une mulheres no show “Elas Cantam Bob”


aspiral do reggae

Neste sábado (27), o mestre do reggae, Bob Marley estará representado nas vozes femininas de cantoras da Bahia e outros estados, que farão o show “Elas Cantam Bob”, no Espaço Cultural da Barroquinha.

O show vem lembrar da grande participação de mulheres na história da música jamaicana.

Nomes como Rita Marley, J.C. Lodge, Aisha, Della Grant, Donna Marie, Sister Carol, Phyllis Dillon, Zema, Dezarie, Althea & Donna, Dawn Penn, Janet Kay, Louisa Marks, The Gaylettes se unem a outros ainda mais históricos.

No palco da Barroquinha serão as vozes de Nelma Markes, Jo Kallado, Jady,Mariza Carvalho,Viviam Caroline e Gabby Célia Sampaio (MA), que serão acompanhadas pela Banda Aspiral do Reggae.

Elas cantam BOB

Dia 27 de Maio (sábado), 19h30

Espaço Cultural da Barroquinha
Entrada: R$ 5 + e 2Kg de alimentos

#Ouriçadas – Hereditariedade e herança. Tal mãe, tal filha?


mae e filha negras

Aproveitando esse mês dedicado as mães, vamos tocar num assunto-chave, no processo de reconhecimento de nossa identidade.

Além da genética e toda carga hereditária que nossa família nos traz, em nossa formação teremos também, além de educação, vivência e costumes como fatores cruciais na forma de como definiremos e veremos “o belo” e nossa própria estética. Sem esquecer, é claro, das informações externas que são grandes influenciadoras das nossas conclusões na vida em sociedade.

O fenômeno da semelhança entre os nossos, nem sempre nos garante a elevada e sonhada autoestima. O que de fato irá nos encaminhar para esse processo de auto aceitação e amor próprio serão as contribuições dadas através da nossa vivência social positiva.

mae e filha negras
Negra Li e sua filha Sofia

Sendo herança, o DIREITO ou condição de herdar ou conquistar algo ou alguma coisa, temos hoje um grande legado a deixar para futuras gerações. Uma evolução comunicativa no que diz respeito a propagar o diverso, ao contrário de gerações anteriores.

Sendo nós (pessoas que conquistaram o direito de assumir uma identidade) os vetores de cobrança e ampliação desse espaço, também somos nós que devemos nos colocar como representantes dessa nova, bela e diversificada estética.

Uma nova geração poderá olhar pra trás e perceber no presente uma “beleza” universal, com liberdade de expressão, sem padrões rígidos a serem seguidos, uma significativa herança conquistada e representada.

coletivo cacheadas e crespas salvador

O Coletivo Cacheadas e Crespas de Salvador, com a coluna “Ouriçadas!”, reúne as soteropretas, Sâmara Azevedo, 35 anos, professora de Língua Portuguesa da Rede pública estadual, Fundadora do Coletivo; Fernanda Borges, 38 anos produtora cultural e coordenadora do Armazém Cenográfico do TCA, é Adm do Coletivo; Ana Paula Couto, 34, administradora, moderadora do Coletivo

Casa Preta receberá espetáculo “Rebola Celebrate” nesta sexta (26)


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Nesta sexta (26), o Teatro da Queda apresentará o espetáculo “Rebola Celebrate”, no “Enxurrada Casa Preta”, às 20h. Será na Casa Preta (bairro Dois de Julho). A entrada é gratuita.

Rebola Celebrate é inspirado em um dos grupos de teatro mais importantes do Brasil na década de 70, os Dzi Croquettes, trazendo à tona a história do fechamento de um estabelecimento gay em que Lobo, o proprietário, em meio ao difícil cenário do segmento, está desacreditado do espaço.

Inconformados, jovens atores transformistas bolam uma noite dançante e cheia de números cômicos, com muito rebolado, para convencer a Lobo de não fechar o bar. “Rebola foi resultado de um processo vivido no Beco dos Artistas e nasce como um ato político a favor do amor, do respeito e da cidade”, pontuou Romero, que dirige a peça. O texto é de Daniel Arcades e a direção musical de Jarbas Bittencourt.

O ENXURRADA CASA PRETA é um projeto aprovado pelo Edital Setorial de Dinamização de Espaços Culturais 2016, realizado pelo Aldeia Coletivo Cênico, em parceria com Ateliê Cenográfico Maurício Pedrosa, Casa Preta, Grupo Vilavox, BM&G Consultoria Advogacia, Nzazi produções e com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

SERVIÇO

Espetáculo Rebola Celebrate, no Enxurrada Casa Preta

Data/Hora: 26 de maio (sexta), às 20h

Local: Casa Preta (rua Areal de Cima, bairro Dois de Julho)

Entrada Gratuita

Vai rolar a Iª Mostra Cine Dendê em Cajazeiras de 26 a 28 de maio!


cinema negro

Vai rolar a Iª MOSTRA CINE DENDÊ, de 26 a 28 de maio, em Cajazeiras. Com inscrições encerradas no início do mês, a mostra tem como objetivo criar um diálogo com realizadores e produtores das periferias de Salvador.

Além da Mostra de Curtas, vão rolar os Dendebates, Oficinas de Vídeo e Sarau Poético. A mostra tem apoio do JACA – Juventude Ativista de Cajazeiras, do Coletivo ZeferinaS, com produção do CACINBA e do Copecine. Vai ter ainda oficina pra ensinar as etapas do fazer audiovisual, discutir o processo técnico e criativo.

A oficina será dividida em dois dias (sábado e domingo), com a duração de 04 horas para cada dia, resultando no total de carga horária de 08 horas e com direito ao certificado no final.

O resultado final será 04 filmes de 01 minuto feitos de maneira coletiva pelos participantes. A oficina será ministrada pelo Coletivo Ambulante de Cinema Baiano – CACINBA. O/A interessado/a deve preencher a ficha de inscrição

As Oficinas acontecerão nos dias 20 e 21 de maio, das 13h às 17h, na sede do JACA em Cajazeiras V. Serão 20 vagas para um público com faixa etária a partir de 12 anos.

Veja a programação da Mostra:

Sexta – 26 de maio:
-18:00 – Mostra dos Filmes
Local: Quadra Cajazeiras 5
Sábado – 27 de maio:
–  9:00 – Dendebate: O que é Cinema Periférico?
Local: Sede do JACA
 -13:00 – Oficina de Realização de Vídeos Nós por Nós
Local: Sede do JACA
-18:00 – Mostra dos Filmes
Local: Praça de Cajazeiras 5
Domingo – 28 de maio:
–  9:00 – Dendebate: O que é Cinema Periférico?
Local: Sede do JACA
 -13:00 – Oficina de Realização de Vídeos Nós por Nós
Local: Sede do JACA
-18:00 – Mostra dos Filmes
Local: Praça de Cajazeiras 5

 

Dendebates

1º O que é Cinema Periférico?

2º Cinema de auto-representação, quem somos?

| SERVIÇO |

O que: Iª MOSTRA CINE DENDÊ
Quando: De 26 a 28 de maio
Onde: Sede do JACA (Juventude Ativista de Cajazeiras) – Cajazeiras 5
Quanto: Entrada Gratuita

Mercado Negro – Feira de empreendedorxs negrxs comemora 1 ano do OCUPA PRETO


ocupa preto
Foto: Kawe N. Nzangi

Em parceria com o SLAM da Quadra, o Ocupa Pret@, inicia seu projeto  “Mercado Negro”- Feira da resignificação, que busca dialogar com empreendedores negros e negras, por meio de uma feira multicultural, onde se debaterá estratégias de driblar o racismo e as diversas identidades. Será na quadra do São Caetano, dia 25 de maio (quinta-feira), a partir das 14h e é aberto ao público.

A partir de uma nova forma de se fazer o discurso, através das diferentes narrativas, o Ocupa Pret@, realizará desfiles plus-size,oficinas, rodas de conversas e as artes, através de um sarau da quadra.

Segundo Ícaro Jorge, diretor do Ocupa Preto, a ideia surgiu a partir de uma pesquisa do Data Favela, que diz que negros cada vez mais estão empreendendo.

“Eu como empreendedor, militante e movimentador, não posso deixar de dizer que feiras como essas são formas de fazer o nosso dinheiro rodar entre os nossos.” disse.

Além disso, a feira da resignificação, tem a perspectiva de comemorar o aniversário de um ano do Ocupa Preto, que se iniciou em 20 de maio de 2016 e, desde então, vem fazendo ações como os #OCUPAECONVERSAs, o Aulão de redação A favela Vive, o Luau Empretou e o canal do youtube.

 

#Residência – III Chá da Diversidade discute a não-binaridade de gênero


malayka
Malayka SN

O Grupo de Dissidência Sexual e de Gênero das Residências (GDR) da UFBA organiza o III Chá da Diversidade no dia 27 de maio, na Residência Universitária (R1) localizada no Corredor da Vitória.

Lá, o grupo propõe a discussão sobre a não-binaridade de gênero. O Chá da Diversidade é um projeto anual do GDR e esse ano se apresenta com o formato de um talk-show que tem como tema “nem um, nem outra, todes”.

Chá da Diversidade
Kiki e os Amores Clandestinos

Vai ter..

Ícaro Stos Amancio, Integrante do Grupo de Estudos FEMPOS/PósColonialidade, Feminismos e Epistemologias Anti-Hegemônicas – UNILAB e Colunista da Revista Flor de Dendê na pasta gêneros e diversidade; e, Be Brustolim, Ativista Não-Binária de Gênero Fluído do Coletivo N-Bonde e AnarcoPunk. Elxs vão apresentar ao público um diálogo aberto entre as teorias desenvolvidas na academia e de grupos e coletivos de pessoas não-binárias.

Vai ter também a performer Malayka SN e Yuretta Santanna, Cantora e Poetisa Transgênera. Ambas abordam o processo de generificação dos corpos e suas performatividades a partir de suas produções de arte. A música fica por conta de Kiki e os Amores Clandestinos.

“O evento discutirá uma temática que é nova e ainda pouco discutida, é a oportunidade de por em prática o que vemos na academia, tirar dúvidas e conhecer melhor nosso universo, que é a proposta da nova cara do grupo”, aposta Junior Silva, Presidente do GDR.

Chegue!

O QUE: III Chá da Diversidade

DIA: 27 de maio

HORÁRIO: 18hrs

ONDE: Av. Sete de Setembro, nº 2382 – Corredor da Vitória, Residência Universitária (R1)

QUANTO: Entrada Franca

#TerçasPretas – Jack Elesbão leva solo “Entre Linhas” ao Teatro Vila Velha


jack elesbao

No dia 23 de maio, o solo “Entre Linhas”, interpretado por Jaqueline Elesbão será a presentado no Teatro Vila Velha. A obra tem como temática central as diversas expressões da violência contra a mulher, interpretadas através de movimentos do corpo e sons.

Na performance, Elesbão expõe a violência de ordem psicológica, emocional e sexual, e denuncia o processo cultural de silenciamento do discurso feminino desde sua formação até os dias atuais.

Ao longo do espetáculo, a coreógrafa Jack Elesbão inverte os papéis de vítima e algoz. Em sua atuação, ela traz elementos históricos, a exemplo da máscara de flandres – usada pela lendária escrava Anastácia nas sessões de tortura pelo seu senhor –, o sutiã (utensílio simbólico da liberdade feminina na década de 60) e o salto alto, símbolo de poder e independência da mulher na contemporaneidade, são alguns exemplos).

O espetáculo integra a programação do projeto “Terças Pretas” do Bando de Teatro Olodum, ocupando o Teatro Vila Velha, em Salvador, com poesia, literatura e espetáculos teatrais.

Chegue lá…

23/05 | terça | 19h

R$ 20 e 10

Sala Principal Teatro Vila Velha

Vovó Cici e Mateus Aleluia abrem Festival de Música nas Escolas


vovo cici
Vovó Cici

“Áfricas na Gente” é um projeto de democratização cultural, musicalização e cultura afro-brasileira criado pela “Rede Somus – Música Bahia”. O projeto vai e realizar festivais de música com atividades de arte educação em 20 escolas públicas estaduais de Cajazeiras e entorno.

O projeto acontece durante o segundo semestre de 2017, mas será lançado nesta segunda (22), a partir das 15h30 no Espaço Xisto Bahia, nos Barris. Lá terá Roda de Conversa com Vovó Cici e Mateus Aleluia, com acesso ao público no sistema “Pague Quanto Quiser”.

O projeto “Áfricas na Gente – Festival de Música nas Escolas” tem como propósito maior enaltecer a cultura afro-brasileira e trazer reflexão sobre a importância do povo negro para a cultura.

“Propõe a todos os envolvidos um mergulho em seu próprio cotidiano para descobrir e valorizar a influência afro cultural em suas vidas. Com isso também busca fortalecer a relação de pertencimento das crianças e jovens com seus ancestrais”.

Neste projeto a “Rede Somus” apresentará aos jovens parte de seus artistas que passeiam por diversos estilos musicais para despertar conhecimento e novas possibilidades de enxergar o mundo. Para isso, além dos shows musicais, também acontecerão oficinas artísticas e rodas de conversa.

O projeto ocupará cada escola durante um dia,com oito oficinas (ex: quadrinhos; canto; iniciação a teoria musical; som, ritmo e movimento; contrabaixo básico; criação de histórias; rádio web e violão básico), uma Roda de Conversa sobre Cultura Afro-brasileira com um estudioso da área e shows com artistas da Rede Somus.

Mateus Aleluia
Mateus Aleluia

 

Show e festivais  

O show de abertura do “Áfricas na Gente” para a comunidade de Cajazeiras está previsto para o dia 8 de julho, na Praça Regina Guimarães – Fazenda Grande III. Os festivais nas escolas (com oficinas artísticas, rodas de conversa e shows) serão realizados entre os meses de julho a novembro.

Já o encerramento do projeto culminará em um grande show no Ginásio Poliesportivo de Cajazeiras com o lançamento da coletânea musical de artistas de Rede Somus, no dia 25 de novembro.

SERVIÇO

Lançamento do projeto “Áfricas na Gente – Festival de Música nas Escolas”

Dia 22 de maio (segunda-feira), a partir das 15h30

Local: Espaço Xisto – Barris

Aberto ao público, pague o que quiser.