Fundo da Feminist Review inscreve projetos que apoiem a criatividade na luta contra a desigualdade de gênero!


saúde de mulheres negras

Estão abertas as inscrições para edital da Feminist Review Trust, que distribuirá em torno de £15 mil, aproximadamente RS57 mil, às propostas cujo objetivo é apoiar projetos de organizações da sociedade civil que representem a diversidade global da vida das mulheres e apoiem a criatividade na luta contra a desigualdade de gênero.

O fundo financiará projetos que possuam dificuldades financeiras, ideias intervencionistas que apoiem valores do movimento feminista e proposta de desenvolvimento. Os projetos de países que não sejam integrantes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e que atuem nos direitos de lésbicas, transexuais, mulheres com deficiência e contra a violência a mulheres e garotas serão priorizados. Saiba mais aqui.

As inscrições devem ser feitas até o dia 31 de janeiro de 2018 por meio do envio do formulário de inscrição para [email protected].

Fonte: Prosas

Terças do Olodum começam com É o Tchan e Jau no Pelô!


Olodum
Foto: Sepromi/BA

A partir do dia 16 de janeiro, a praça Tereza Batista receberá, as terças do Olodum, nas quais a banda do Pelô apresentará seu tema do Carnaval 2018, que fala das deusas das águas abordando o papel social da mulher, bem como a crise hídrica e o dever em ter consciência na sociedade moderna.

No primeiro dia, 16, os convidados serão a banda É O Tchan e Jau, a partir das 20h, quando serão abertos os portões. Ingressos serão vendidos a R$ 60 (meia promocional), no local.

Ilê Aiyê escolhe suas 16 finalistas para a Deusa do Ébano 2018 e tem novidades!


Beleza_negra

Mais de 100 mulheres negras participaram da seleção para Deusa do Ébano 2018 do bloco afro Ilê Aiyê, e dentre elas, apenas 16 finalistas desfilarão na Noite da Beleza Negra. Escolhidas na Senzada do Barro Preto, a seleção contou com uma novidade: pela primeira vez, uma candidata norte-americana. Shereland Oneal, de 35 anos, vai batalhar pelo título.

“A primeira vez que vi uma Beleza Negra, chorei. Ela era forte, alta, elegante, graciosa, e eu me vi nela. Eu chorei porque sua beleza era o mesmo tipo de beleza que eu tenho. Foi um alívio vê-la sendo celebrada por esses traços. Por muitas décadas nos Estados Unidos, não fui considerada bonita. Eu era estranha. Achavam minha pele era muito escura. Meus braços e pernas eram muito grandes”, declarou Shereland para a produção do concurso.

A grande noite será dia 20 de janeiro (sábado), na Senzala do Barro Preto e o tema a embalar as beldades negras será “Mandela. A Azânia celebra o centenário de seu Madiba”, ao som da Band’Aiyê e convidados. A Deusa do Ébano, considerada Rainha do Ilê Aiyê, desfila com destaque durante todo o Carnaval, representa a entidade em eventos sociais e integra sua comitiva em viagens e turnês, dentro e fora do Brasil. Atualmente, o cargo está sendo ocupado pela professora de dança Gisele Soares.

Finalistas – 39ª Noite da Beleza Negra/ 2018

1.   Ana Paula da Silva Santos, 26 anos, Curuzu – Salvador. Artesã.

2.   Camila Cruz da Silva, 26 anos, Plataforma – Salvador. Estética Afro e Atendente.

3.   Honara Santos da Paixão, 21 anos, Garcia – Salvador. Atendente e estudante de administração.

4.   Ialê Marley Freitas da Silva, 25 anos, Federação – Salvador. Gestora de RH.

5.   Ivana Paixão, 26 anos, Lençóis – Chapada Diamantina. Guia de Turismo.

6.   Jamile Fátima de Oliveira Santos, 30 anos, Cosme de Farias – Salvador. Estudante e Recepcionista.

7.   Jéssica Almeida Nascimento dos Santos,19 anos, Cabula – Salvador. Estudante.

8.   Joice Nascimento de Alcântara, 32 anos, Sussuarana – Salvador. Microempreendedora.

9.   Lorena Matos dos Santos, 20 anos, Sussuarana – Salvador. Estudante.

10.          Milena Sampaio Nascimento, 33 anos, Cabula – Salvador. Arte educadora em dança.

11.          Nívea Alice Sousa Lopes, 30 anos, Arembepe – Camaçari. Animadora de lazer e entretenimento.

12.          Rafaela Rosa Silva Oliveira, 30 anos, Engenho Velho de Brotas – Salvador. Assistente Administrativo.

13.           Rosana Dias de Jesus, 28 anos, Curuzu – Salvador. Trabalho com Estética Afro.

14.          Rosemildes Carine dos Santos de Brito, 30 anos, Engenho Velho de Brotas – Salvador. Assistente Administrativo.

15.           Tainã Santana Vieira, 24 anos, Nazaré – Salvador. Psicóloga.

16.           Shereland Oneal, 35 anos, Pensilvânia – EUA.

SouDessa Companhia de Teatro traz “O Beijo da Rainha” aos palcos em janeiro


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Foto Rogério Vilaronga

A SouDessa Companhia de Teatro traz aos palcos o Espetáculo teatral O Beijo da Rainha, montagem contemplada no Edital Apoio a Grupos e Coletivos Culturais 2016, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. O espetáculo estreia no dia 9 de janeiro (terça-feira), no Centro Cultural Plataforma e segue às sextas e sábados de janeiro no Espaço Xisto – Biblioteca dos Barris.

O Beijo da Rainha acontece em meio aos embalos da dance music dos anos 90, no cenário gay do Centro de Salvador. Traz a história do jovem Mosi, que passa por um processo de amadurecimento sobre sua sexualidade. Enfrentando o preconceito ao seu redor, Mosi descobre o desejo de se tornar ator transformista, o que gera um conflito com o seu pai, Lázaro.

A montagem tem texto e direção de Filipe Harpo e traz no elenco os atores Fabrício Cumming (Farsa Veríssima; Salto Alto), Gleidson Figueredo (Notícias de Godot; Coisa Santa) e os dançarinos e coreógrafos Deko Alves e Fábio Freitas.

QUANDO: O espetáculo acontece nos dias 9 e 10 de janeiro (Centro Cultural Plataforma), às 19h e nos dias 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de Janeiro (Espaço Xisto – Biblioteca dos Barris), sempre às 20h.

SERVIÇO

O quê: O BEIJO DA RAINHA

Elenco: Fabrício Cumming, Gleidson Figueredo, Deko Alves e Fábio Freitas. Direção: Filipe Harpo

Quem: Projeto Sou Mais – SouDessa Companhia de Teatro

Quando/Onde: Centro Cultural Plataforma (Praça São Braz, s/n – Plataforma) – 9 e 10 de janeiro de 2018 (sempre às 19h).

Espaço Xisto Bahia (Rua General Labatut, 27 – Barris) – 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de janeiro de 2018 (sempre às 20h).

Quanto: Espaço Xisto Bahia – R$ 10,00 (meia); 20,00 (inteira)

                Centro Cultural Plataforma – R$ 10,00 (meia); 20,00 (inteira)

Classificação: 18 anos

#CircuitoNegro – Marco Poca Olho, sete vezes compositor campeão do Ilê!


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Foto: Raphael Carvalho

Em 2018, o Portal Soteropreta veiculará aqui e nas redes sociais a série Circuito Negro – 10 programas especiais sobre os Blocos de Matriz Africana que fazem parte do projeto Ouro Negro do Governo do Estado.

Uma marca registrada de blocos e agremiações de matriz africana na Bahia é a presença, participação e importância dos compositores e compositoras negros e negras que concorrem, anualmente, aos Festivais de Músicas para o Carnaval. Os mais tradicionais – o do Ilê e o Femadum, do Olodum. Este será um dos temas do #CircuitoNegro!

São eles e elas responsáveis pelas letras que fazem a cabeça dos foliões, apaixonados pelos Blocos. São estas figuras, importantes na história dos blocos e, mais ainda, pelo sucesso em seus desfiles. É a partir de suas pesquisas e criatividade, que o canto negro ecoa no Carnaval da Bahia. 

Uma presença marcada nestes Festivais é do compositor Marco Antonio do Santo Boa Morte, 54 anos, conhecido como Marco Poca Olho, que já faturou – só no Ilê Aiyê – sete pódios, tendo sido finalista por 11 vezes. Ao todo, são 26 prêmios em sua trajetória. No último festival do Ilê, ocorrido este mês na Senzala do Barro Preto, Curuzu, ele também faturou o 1º lugar, junto ao parceiro Juninho Magaiver, com a música tema do Carnaval 2018 – Oração a Mandela.

Ilê Aiyê escolhe músicas do Carnaval 2018 em homenagem ao centenário de Mandela!

Ele explica essa paixão:

Oração a Mandela, de  Marco Boa Morte e Julinho Magaiver

Ilê Aiyê motivado mais que antenado em causa social

traz à tona nesse Centenário do gênio Imortal

da nação XHOSA árvore genealógica

zumbi dali

Madibaêêê primeiro presidente negro do lugar

com saber não deixou o ódio jamais governar intelecto mito político singular

(refrão). Em todo o peito do povo negro bate um coração Mandela…

Em todo peito do povo negro bate um coração Mandela (BIS).

Nkosi

Nkosi Sikeleli,Nkosi Sikeleli Nkosi Sikeleli prêmio Nobel da paz (BIS)

Êh Azânia… Azânia ôh…Madba senhor Azânia ôh Nelson Mandela

Nos meus pés tem dendê

Azânia ôh…Madba senhor Azânia ôh Nelson Mandela.

Intercedeu mesmo preso e atrás das grades cumpriu sua missão com heroísmo venceu o apartheid e a segregação

Azãnia oxente quanto mal fizeram a gente REPARAÇÃO

Cortejo Ilê segue avante A Marcha das mulheres ao desfilar

Em respeito Ah esse manifesto secular

Punho fechado braço elevado CNA (BIS)

Ouça aqui:

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“Moro no Garcia mas sou ligado ao bairro do Tororó, onde tenho o Samba Tororó, de Samba Junino. Sou apaixonado pelo Ilê, a música afro pra mim é uma paixão, sou associado do ilê e do Alvorada, onde também tenho algumas canções. Era um sonho meu ter Guiguio cantando uma música minha e consegui…e teve Panteão de Dan, com grande aceitação do público também uma outra conquista” – Marco Poca Olho.

Olodum abre a Concha Negra 2018 e chama Ponto de Equilíbrio pro palco!


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Olodum abre a Concha Negra em 2018 com show da turnê “Eu Falei Faraó”, no dia 7 de janeiro (domingo), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), às 18h. O espetáculo terá participação especial da banda Ponto de Equilíbrio e abertura com a Cia. de Dança Lekan Dance.

A ação – uma iniciativa do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através do próprio TCA e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – garante o lugar da música afro-baiana na programação mensal deste que é o maior complexo cultural da Bahia. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e estarão à venda a partir de 20 de dezembro na bilheteria do TCA, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista e no site!

SERVIÇO

Concha Negra – Olodum com participação de Ponto de Equilíbrio

Abertura: Cia. de Dança Lekan Dance

Quando: 7 de janeiro (domingo), 18h

Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

#PoesiaSoteropreta – O Poeta Crônico Anderson Shon!


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Anderson Shon é o nome artístico de Anderson Mariano de Santana Santos, que escreve desde sempre mas que, somente em 2013, encarou a arte da palavra como profissão. Aí sua poesia ficou crônica. Para além da primeira impressão, a ‘crônica’ aí é a forma de escrita híbrida, já observada pelo poeta em outros artistas da palavra, porém, ainda, segundo ele, não havia essa denominação de poesia-crônica, ou poesia narrativa, que conta uma história ou um fingimento de história (O poeta é (sempre), um fingidor).

E como para bom fingidor meia palavra não basta, quer dizer, para o bom entendedor meia palavra basta, Shon se expressa, ou finge, contando histórias do cotidiano, transformando o simples fazer diário de um humano qualquer em combustível para a poesia, cuja escrita poética, por sua vez, retroalimenta o fingimento do poeta e vira combustível para o dia-a-dia. (Não precisa entender).

Ah, a poesia-crônica de Anderson Shon serve, ainda, de biombo, refúgio, para que o poeta se esconda do dia (ou da noite, ou da madrugada). E, nessa fuga-refúgio, ele inventa formas de interação com o mundo real (vai saber que mundo é esse!). E, como o poeta é professor de Redação, usa a língua (a portuguesa, claro), e as facilidades de sua formação acadêmica para atender aos pedidos que a poesia faz… Já viu que o poeta vira poesia e vice-VERSO, o tempo todo, né?

Como bom fingidor, ooops, poeta, Anderson Shon se mete em outras áreas como música (já gravou um CD), tem contos e romances (escritos, no papel, literatura, mesmo!), mas sua paixão, real, de carne e osso, é mesmo a literatura. Já viu que não dá para saber o que é real ou imaginário num poeta, não é?

E a poesia delira em Shon. Até a família entra na roda. Mas se você está pensando que é apenas a tradicional, com pai, mãe, irmãos etc, inclui mais aí: não precisa ter relação de sangue, consanguínea. Parente de poeta é pai, mãe, bonecos, ídolos, livros: “tudo que exista para ajudar o seu existir é sua família”, diz Shon. E aqui não é fingimento do poeta!

Anderson_Shon

Mas nem só de fingimento vive um poeta. Anderson Shon revela, em primeira mão, que vem por aí um aplicativo próprio para lhe ajudar a controlar a sua produção artística e alcançar um público maior. Antes disso, ele já atua nas redes sociais para divulgar sua poesia. Tem um site  e já publicou numa coletânea (Poesia Todo Dia), um conto no livro Artistas Liberais e um livro autoral: Um Poeta Crônico.

TÔ DE CACHO CHEIO PRA VOCÊ

 

Moda?

Pelo amor dos deuses

Vá procurar o que fazer

Pois hoje

Eu estou de cacho cheio pra você

 

Empoderar

É deixar qualquer madeixa

Solta pelo ar

E se comercial de shampoo

Ditava o liso

Hoje, com orgulho,

Eu digo

Que disso eu não preciso

Já posso escolher

E escolho

Estar de cacho cheio pra você

 

Ser black, afro

Cacho, curto

Liso, careca

A beleza mora

Na pessoa que se olha

E abre o sorriso

Eleva a estima

E ignora o blasé

Cara,

Tô de cacho cheio pra você

 

E sempre tem alguém

Pra puxar para baixo

Eu acho

Que há um pouco de inveja

Pois nas minhas fotos

Há uma beleza mais bela

Que foi renegada pela ditadura

Mas não hoje

Não amanhã

 

No futuro

Ninguém ouvirá o termo

Cabelo duro

Haverá respeito

O que mais puder haver

Diferente disso

Eu insisto

Mundo,

Estou de cacho cheio pra você.

 

(Anderson Shon, Um Poeta Crônico)

 

Valdeck Almeida

Por Valdeck Almeida de Jesus para o espaço “Poesia Soteropreta”, que vai evidenciar, divulgar e fortalecer a Poesia Preta, Periférica e de Resistência do cenário literário de Salvador. Confira aqui outros textos desta coluna. 

Teatro Gamboa Nova abre Janeiro Musical com Cortejo Acústico!


cortejo_afro
cortejo_afro

Vai ter muitas opções de lazer no Teatro Gamboa Nova neste verão. É o Janeiro Musical, trazendo o melhor da produção contemporânea baiana, com nomes como o Cortejo afro, em proposta inovadora.

A banda Cortejo Afro inova ao trazer um formato acústico de seu show para o Teatro Gamboa Nova, abrindo a programação de 2018 do espaço nos dias 05, 06 e 07 de janeiro. É o Cortejo Afro Acústico que promete aquecer os ensaios deste ano, em homenagem ao ícone Caetano Veloso.

Serviço

O que: Cortejo Afro Acústico

Quando: 05 e 06/01/2018 (sexta e sábado), às 20h + 07/01 (domingo), às 17h

Quanto: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia) – bilheteria abre a partir das 17h (sex e sab) e às 15h (domingo)

Onde: Teatro Gamboa Nova – Rua Gamboa de Cima 03, Aflitos (atrás do Passeio Público, ao lado do quartel)

Informações: 3329 2418

Para saber mais: http://www.cortejoafro.com.br/

Duração: 80 minutos

Classificação: Livre

 

Blocos Afros ocupam largos do Pelô com ensaios de verão!


Muzenza
Muzenza

Com os largos Pedro Archanjo, Tereza Batista e Quincas Berro D’Água recém inaugurados e reformulados, no Pelourinho, vão rolar vários ensaios pré-carnaval! Destaque para os Blocos Afros, que já começam seus ensaios.

Olodum
Olodum

O bloco afro pioneiro Ilê Aiyê retorna para mais uma apresentação no Largo Tereza Batista, dia 05 de janeiro, com ingressos a R$ 40 e R$ 20. Com o objetivo de ajudar a manter os projetos sociais do bloco, a festa é agitada pela Band’Aiyê e convidados. Já o Olodum está com shows previstos para os dias 02, 16 e 30 de janeiro, às 20h, com ingressos a R$ 70. Também acontece um ensaio no dia 21 de janeiro, domingo, às 14h, com ingressos a R$ 50.

Já o reggae jamaicano com batida percussiva vão explodir com os ensaios do Muzenza, todas as quartas-feiras de janeiro no Largo Pedro Archanjo, sempre às 20h.

A programação dos largos do Pelourinho tem apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), através da cessão gratuita de pauta.

Ilê Aiyê escolhe músicas do Carnaval 2018 em homenagem ao centenário de Mandela!


ileaiye

Com mais de 80 músicas inscritas nas categorias Poesia e Tema, o Festival de Música Negra do Ilê selecionou as seis canções – três de cada categoria – que agora passam a fazer parte do repertório de verão e Carnaval da Band’Aiyê.

Foram apresentadas 12 músicas da categoria Poesia, em que o compositor é livre para expressar sua criatividade, tendo como inspiração o tema escolhido para o Carnaval de 2018: “Mandela. A Azânia celebra o centenário de seu Madiba”.

“Além do prêmio em dinheiro, os compositores vencedores passam a ter suas canções incluídas nos espetáculos do Ilê Aiyê, integrando com destaque o repertório do próximo Carnaval”, realçou Sandro Telles, coordenador do Festival.

Confira as canções vencedoras abaixo:

Categoria Tema

1°Lugar

Música: Oração a Mandela

Compositores: Marcos Poca Olho e Julinho Magaiver

2° Lugar

Música: Lança da Nação

Compositores: Edilson Bambambam e Cau Sambão

3° Lugar

Música: Símbolo de uma raça

Compositores: Valfredo Reluzente e Tadeu Correia

#CircuitoNegro – Marco Poca Olho, sete vezes compositor campeão do Ilê!

Categoria Poesia

1° Lugar

Música: Sedução

Compositores: Josiel Teixeira e Paulete

2° Lugar

Música: Reviravolta Ilê

Compositores: JC Cabelo e Thiago da Bahia

3° Lugar

Música: Eu sou do Ilê

Compositor: Jaelson Jack