Inscrições abertas para III Congresso Internacional de Direito dos Povos e Comunidades Tradicionais


quilombolasDias 24, 25 e 26 de novembro de 2016, a Faculdade de Direito da UFBA realiza o III Congresso Internacional de Direito dos Povos e Comunidades Tradicionais, com o intuito de aprofundar o diálogo e revelar o estado das pesquisas, práticas e efetivação dos direitos dos povos e comunidades tradicionais. O evento contemplará a apresentação de trabalhos orais com palestras e conferências; sessões temáticas e mesas redondas, minicursos, que darão a oportunidade aos participantes de debater fundamentos teóricos e experiências implementadas na defesa do direito destes povos

O III Congresso tem como tema central: ” Direito dos Povos e Comunidades Tradicionais, diálogos de saberes e emancipação”e coordenação científica dos professores Ordep José Trindade Serra (FFCH UFBA) e Julio Cesar de Sá da Rocha (Direito UFBA).

Confira aqui toda programação e faça sua inscrição.

Anderson Petti e João Almy apresentam Berimbau Aparelhado Violão Inventável (B.A.V.I)


Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Os músicos Anderson Petti e João Almy – formados pela Universidade Federal da Bahia – se encontram para formar o B.A.V.I. Berimbau Aparelhado Violão Inventável, um encontro onde o berimbau e o violão se unem na construção de texturas, ambiências e melodias. O encontro acontece no Teatro Gamboa Nova (Aflitos), dias 5 e 6 de novembro, às 20h.

A ideia é explorar o uso do berimbau, agregado à aparelhagem eletrônica,unindo a experimentação a referências musicais populares, como a música regional ou estilos urbanos.

Onde: Teatro Gamboa Nova (Rua Gamboa de Cima, 3, Aflitos)
Quando: 04 e 05 de Novembro
Horário: às 20h
Valor: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)

Foto destaque: Patricia Almeida

Áfricas Criativas – Debates preparam III Encontro Internacional da Economia Criativa na Bahia


Mário Lúcio - Cabo Verde
Mário Lúcio – Cabo Verde

No próximo dia 26/10, o Observatório da Economia Criativa da Bahia (OBEC-BA) dará início a uma série de debates presenciais e online com o objetivo de preparar coletivamente o III Encontro Internacional da Economia Criativa, que terá como tema “Áfricas Criativas”. A terceira edição do evento, que ocorrerá em 2017, discutirá as influências históricas e contemporâneas da cultura africana na produção artística e na economia da cultura na Bahia, no Brasil, no próprio continente africano e nas mais diversas diásporas negras no mundo.

A primeira roda de conversa (26/10) sobre o tema, a ser realizada no Museu de Arte da Bahia (Corredor da Vitória), contará com a presença especial do músico e ex-ministro da Cultura de Cabo Verde, Mário Lúcio, e da professora e pesquisadora da Economia Criativa, Cláudia Leitão. Mário Lúcio falará das experiências como músico e à frente do Ministério da Cultura caboverdiano, ressaltando as políticas para a Economia Criativa daquele país. O músico também lançará o livro “Meu Verbo Cultura” e fará um show case apresentando alguns dos principais sucessos da carreira.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas aqui. A iniciativa conta com o apoio da EDUFBA, do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade e do Museu de Arte da Bahia.

AfricasCriativas facecard1III Encontro Internacional da Economia Criativa

Buscando dar continuidade ao processo de discussão sobre a economia criativa em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo, de modo a ofecerer oportunidades de qualificação aos profissionais criativos, o OBEC Bahia realizará o III Encontro Internacional de Economia Criativa (#EIEC2017), em Salvador e em Santo Amaro, no primeiro semestre de 2017. Na pauta, temas referentes ao vetor socioeconômico das artes e da cultura, com destaque para as políticas públicas, as iniciativas de sustentabilidade e inovação, as cidades e suas dimensões criativas. No evento de 2017 o tema principal é “Áfricas Criativas”, com o objetivo de discutir o sistema cultural e os elos das cadeias produtivas das artes e da cultura afro-brasileira e afro-baiana, no Brasil, bem como no continente africano e nas mais diversas diásporas negras no mundo.

I Jornada de Direito, Educação, Cultura e Relações Étnico Raciais acontece na OAB


Maria Luísa Passos
Maria Luísa Passos

Nesta sexta feira (28) e na próxima (4), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia realiza sua I Jornada de Direito, Educação, Cultura e Relações Étnico Raciais, das 18 às 22h. O evento ocorrerá na Escola  Superior de Advocacia (ESA), no Campo da Pólvora. A inscrição é 1kg de feijão.

A iniciativa é da Comissão de Promoção a Igualdade Racial, em parceria com a ESA e contará com a Conferência de Abertura da Dra. Maria Luísa Passos, pedagoga, que falara do tema: “A Lei 10.639/2003 no combate ao racismo com olhar da Pedagogia”. Em seguida, a Dra. Cléia Costa Costa, procuradora do Estado da Bahia, representante na OAB/BA do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra, com a exposição “Regularização fundiária das áreas quilombolas e o racismo institucional”.

A inscrição pode ser realizada pelo email [email protected] e a entrega do feijão deverá ser realizada no mesmo dia (28), às 17h30, na sede da ESA, local do evento. Os alimentos serão entregues à Associação Beneficente Viver Melhor Raimunda Nádia.

Aprovado parecer que defende tombamento do terreiro Mokambo, em Salvador


mokambo-2O parecer de autoria da conselheira de cultura Ana Vaneska, que defende o tombamento do terreiro Mokambo – Onzó Nguzo za Nkizi Dandalunda Ye Tempo, localizado no bairro do Trobogy, em Salvador, foi aprovado em reunião da Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural, principal instrumento de trabalho do Conselho Estadual de Cultura.

A conselheira, que preside a Câmara de Patrimônio, defende o tombamento e recomenda o cumprimento da lei municipal de proteção da área de mata atlântica, com base na legislação vigente que protege o Sistema de Áreas Verdes do Município, sendo levada em consideração que trata-se de uma Área de Proteção Cultural e Paisagística (APCP). O texto sugere que se façam valer as medidas jurídicas ao reflorestamento da área e assim garantir as características simbólicas e culturais típicas da religiosidade de matriz africana vinculadas aos elementos da natureza.

mokambo-1O início do processo consta de 2005, quando o Taata Anselmo José da Gama Santos, sacerdote do Terreiro Mokambo, solicitou ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) a aplicação da Lei de Patrimônio a fim de afirmar a condição necessária para preservação do espaço. O processo foi encaminhado à Câmara de Patrimônio após o IPAC ter elaborado um Dossiê de Inventário para Preservação. Em 2007, foi aplicado o tombamento provisório do terreiro e sua inscrição no Livro do Tombamento dos Bens Imóveis, como medidas preventivas que garantissem, no decorrer da ação, a inviolabilidade dos direitos culturais da comunidade detentora do patrimônio em questão.

Depois de minuciosa leitura dos documentos reunidos tanto pelo IPAC como pelo Taata Anselmo, e de feitas visitas técnicas ao local, a defesa da importância do instrumento de tombamento se faz agregando força às medidas protetivas e de salvaguarda em desenvolvimento e capitaneadas pela comunidade tradicional. O templo religioso possui o Memorial Mokambo Kisimbiê – Águas do Saber, é detentor do primeiro plano museológico de um memorial de terreiro no Brasil e tem o Plano de Salvaguarda dos Bens Imateriais daquele sítio religioso em fase de elaboração, sendo construído pela sua própria gente.

mokambo-3O parecer menciona ainda a árvore genealógica espiritual do terreiro, fazendo referência à tradição do culto na Bahia e aos caminhos percorridos pelo povo bantu durante o período escravocrata no Brasil. Além disso, cita objetos de extrema relevância, como a cadeira de Jubiabá, batizada há mais de cem anos, e faz menção à intolerância religiosa que acomete as religiões de matriz africana, bem como a violência direcionada aos terreiros, a exemplo dos prejuízos sofridos com a especulação imobiliária.

Fonte: Ascom – Conselho Estadual de Cultura

Fotos: Ana Vaneska

Afoxé Filhos do Congo realiza 37ª Feijoada


afoxe

O Afoxé Filhos do Congo realiza no próximo dia 30 (domingo), dua 37º Feijoada, na quadra do Afoxé, localizada no fim de linha da Boca da Mata, Cajazeiras. O Afoxé se constitui uma das manifestações culturais mais longevas do Carnaval da Bahia, cujas origens remontam o século XIX. O evento é aberto ao público e contará ainda com desfile infantil da Negrif.

Serviço
Quando: 30 de outubro, 12h
Onde: Quadra do Afoxé Filhos do Congo (Setor 7, caminho 48, Casa 03 Fim de linha da Boca da Mata, Cajazeiras, Salvador – BA) Quanto: GRATUITO

Workshop sobre toques sacros será ministrado por Gabi Guedes no CFA


Foto: Jamile Amine
Foto: Jamile Amine

O músico Gabi Guedes ministra o workshop Vivência Percussiva em Ritmos Afro Religiosos, no Centro de Formação em Artes (CFA) da Fundação Cultural do estado da Bahia (Funceb). A aula acontece no dia 25 de outubro, terça-feira, no período da manhã e no período da tarde. Serão disponibilizadas 20 vagas. “Trabalharemos as técnicas Open, Slap, Swip, Baixo e outras utilizadas para obter uma sonoridade limpa e dinâmica com os atabaques”, explica o professor.

Gabi Guedes é maître de percussão e Alabé Chefe do Ilê Omin Axé Iyá Massê e do Terreiro do Gantois. É também referência rítmica da Bahia na comunicação e transmissão de conhecimento dos tambores sacros afro-baianos. Trabalhou com Jimmy Cliff durante 10 anos. Em 2016 participou da cerimônia de encerramento das olimpíadas RIO2016, no estádio do Maracanã, como instrumentista e arranjador da apresentação do Hino Nacional Brasileiro ao som de atabaques.

No conteúdo do workshop, Gabi também inclui a fusão com toques de nação Jeje como: Savalu, Brawum, Avaninha, Agabi. O músico introduzirá toques da nação angolana, sem utilização de aguidavi para tocar os ritmos Barra-vento, Congo, Cabula Munjola, Samba de Caboclo, tendo a oralidade como base nos estudos rítmicos. De acordo com o músico, a proposta do workshop é “eternizar o legado que nos foi deixado pelo maior tocador de atabaques do Brasil (Vadinho Boca de Ferramenta), Alabe do terreiro Ile Iya Omi Axe Iyamasse (Mãe Menininha do Gantois ), além de trabalhar toques da nação Ketu como – Vassi, Ilu, Bruwum, Agere, Opanije, Sato, Hamunha, Awo. A ação no CFA tem coordenação de Edu Fagundes.

Conheça Gabi Guedes

Percussionista da Orkestra Rumpilezz há 10 anos, Gabi iniciou a trajetória artística aos 9 anos, quando participou da peça O espírito do menino do planeta Terra, dirigido pelo cineasta José Agripino de Paula. Em 1985 atuou na Orkestra de Emilia Biancardi. Participou do Fest Percusionale, Berlin (1989); do projeto Pata-Bahia com Norbert Stein (1998); do encontro de percussão em Berlin – Fest der Kontinente (2000); projeto Born to Samba, Munique, Hanburgo (2007); Afro Bossa Nova, com Armandinho e Paulo Moura (2008); encontro de percussionista da Ufba, na programação do PercPan (2008); Tudo é Percussão 2, homenagem à musicóloga Emilia Biancardi (2009).

Serviço:

Vivência Percussiva em Ritmos Afro Religiosos
Com: Gabi Guedes
Quando: 25 de outubro, terça-feira, no período da manhã e da tarde
Valor: R$ 70
Vagas: 20
Informações: 3117-6452

3Grãos realiza 4ª edição do Sotero Por Elas com debate e oficinas dia 29


soteroA 3Grãos realiza no próximo dia 29 (sábado), a 4ª edição do “Sotero Por Elas”, propondo diálogos sobre produção cultural feita pelas mulheres na cidade de Salvador.

Na ocasião, os debates ocorrerão na Roda de conversa “Mulheres na produção cultural de Salvador.”, com a participação da Gordiva, Vegan, Feminista, Graffiteira, Youtuber, Sista Katia; a graduanda em Jornalismo (UFBA) Val Benvindo, que atua há oito anos na área de produção, integrando a equipe de produção do Bloco Afro Ilê Aiyê e do Coletivo Criativo N. Tem também a DJ Nai Sena, do Coletivo Boom Clap, que vem se destacando no cenário com seus sets baseados em vertentes da música jamaicana como raggamuffin, dancehall e reggaeton.

Além do papo, terá também Oficinas de Stencil, realizada por Ramsestencil, com um bate papo sobre produção de estampas (inscrições no email [email protected]) e de Turbantes, com a Turbante.se. Esta será gratuita, com exposição de tecidos exclusivos, nacionais e internacionas, e ambas começarão 13hs.A Oficina de Stencil tem o custo de R$70.

Mais informações: [email protected]

Encontro sobre amores negros baseará novo livro de Cidinha da Silva


cidinhaNo dia 28 de outubro, uma sexta-feira, todos os caminhos de quem entende a relação entre Amor e Literatura guiarão para o Centro de Estudos Afro Orientais (CEAO/UFBA), no Dois de Julho. A partir das 18h, a escritora, prosadora e dramaturga Cidinha da Silva realiza a Roda de Conversa “Me conte a história do seu negro amor”, que pretende recolher e recontar histórias de amor protagonizadas por pessoas negras. O evento é aberto ao público.

Serão encontros presenciais, momentos virtuais, recepção de narrativas escritas de próprio punho, digitadas e até datilografadas, tudo será subsídio para Cidinha criar histórias de seu novo livro. Cidinha explica a iniciativa de falar de amor neste momento. “As juventudes negras, principalmente o segmento das mulheres, têm demonstrado interesse (e necessidade) crescente de discutir as relações afetivo-sexuais entre pessoas negras. Precisamos de espaços públicos, abertos e protegidos para expressar nossos afetos e para falar sobre eles”, ela diz.

“O Amor sempre demandou de nós muitas dores: a dor de perder, de não poder, de não saber… Mas, nós existimos para além do racismo (Graças a Deus); o Amor entre nós, por nós é o que nos salva todos os dias!” (Urânia Munzanzu – poeta e jornalista). 

O evento criado no Facebook já está bombando e não é pra menos. A expectativa neste assunto tem sido alvo de muitas reflexões em encontros sucessivos na cidade. Para Sheu Nascimento, há lacunas, por exemplo, quanto a narrativas sobre o amor lésbico preto. “Eu, como uma mulher negra e lésbica, sinto falta de histórias que envolvem o nosso dia a dia e que é onde se faz presente os afetos e amor entre mulheres. O racismo e a lesbofobia não tem economizado estratégias pra deslegitimar e apagar a existência de nós que somos negras e amamos outras mulheres. Isso se configura em algo muito violento, pois cria um substrato social onde é negado a nós essa possibilidade de amar”, diz.

Sheu Nascimento
Sheu Nascimento

“Espaços como este vem, justamente, quebrar essa lógica, visando romper com o silêncio que abafa as nossas relações e, também, com caricaturas que giram em torno das afetividades LGBTs.” (Sheu Nascimento – negra, lésbica e militante LGBT)

De acordo com Cidinha, é preciso demarcar territórios para os amores pretos na(s) cidade(s). “Muito tem se falado sobre a solidão da mulher negra de diferentes gerações, mas existem também histórias de amor a serem contadas. Histórias de mulheres lésbicas, de mulheres trans, de mulheres cis; de homens gays, trans, cis; todos negros e negras. Histórias que emocionarão a todas as pessoas quando conhecidas”, diz.

Lembrando: as histórias lá compartilhadas servirão como base para as que serão criadas. “Não há, portanto, qualquer compromisso de fidelidade ao real (que pode também ser algo inventado pelas pessoas que resolverem partilhar conosco seus afetos”, explica Cidinha. Na ocasião, o escritor Fábio Mandingo (autor de “Muito como um rei”) irá compartilhar com o público o processo criativo de suas histórias de amor.

Se liga:

Roda de ConversaMe conte a história do seu negro amor”

Dia: 28/10 (sexta-feira), 18h

Local: CEAO (Dois de Julho)

Entrada Gratuita

Inaicyra Falcão realiza evento cultural aberto ao público dia 25


Foto: Renato Cândido
Foto: Renato Cândido

 

A professora doutora e cantora lírica Inaicyra Falcão realiza no dia 25 de outubro, às 19h, no CEAO (Centro de Estudos Afro-orientais da UFBA), o evento “Olhares Encontro Etnolírico-Destino SP”, a programação será composta por um Pocket show da artista, que estará acompanhada da musicista Sanara Rocha.O evento é gratuito e trata-se de uma contrapartida do Projeto Encontro Etnolírico-Destino São Paulo que celebrou, em setembro, seus 30 anos de carreira.

Na sequência será feita a primeira exibição de um curta documentário produzido pelo cineasta Ailton Pinheiro no qual o público poderá conferir momentos do intercâmbio cultural realizado entre Inaicyra e o Grupo Paulista Runsó, em São Paulo, no último mês.

Já o encerramento será marcado por um bate-papo com a plateia. Este projeto foi contemplado no Edital de Mobilidade Artística e Cultural 2016, conta com o apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

Ela

Inaicyra é cantora lírica, professora doutora, livre-docente, pesquisadora das tradições africano-brasileiras, na educação e nas artes performáticas. Graduada em Dança pela Universidade Federal da Bahia, com mestrado em Artes Teatrais pela Universidade de Ibadan na Nigéria, doutora em Educação pela USP e livre docente na área de Práticas Interpretativas pela Universidade Estadual de Campinas.

SERVIÇO

O QUÊ: Olhares Encontro Etnolírico- Destino SP (Pocket show/ Vídeo/BatE-papo)

QUANDO: 25 de outubro de 2016 (Terça-feira)

HORÁRIO: 19h

Local: CEAO-UFBA (Praça Gen. Inocêncio Galvão, 42 – Dois de Julho, Salvador – BA)

INGRESSO: entrada franca

CONTATO: 9.93702929 (Josi Acosta-Produtora Executiva)