Culinária Musical terá Feijoada, Samba do Leite e Juliana Ribeiro!


Foto: Dôra Almeida

Casa nova, clima novo! O Culinária Musical – projeto do ator e produtor, Jorge Washington está de casa nova este mês! No dia 6 de maio (domingo), o encontro pra saborear a culinária afetiva do Afro-Chef será Casa de Castro Alves, que fica ali na Rua do Paço, Santo Antônio Além do Carmo! Será nas 12h às 17h.

A ocasião será também pro lançamento da Coleção Mãe e Filha 2018 da Negrif e Pocket do Sarau da Calu, baseado no livro das historiadoras Cássia Vale e Luciana Palmeira. Com o tempero daqueles que remetem aos almoços em família, o afro-chef promete aquela senhora FEIJOADA, que será servida enquanto o público ai no samba, com Juliana Ribeiro e Samba do Leite – um dos grupos responsáveis por perpetuar o samba tradicional na capital baiana. 

 

A entrada custa R$15 (em espécie) e o prato individual R$30 (em espécie, credito e no débito).

SERVIÇO

O que: Culinária Musical
Quando: 6 de maio de 2018, das 12h às 17h
Onde: Casa de Castro Alves, Rua do Passo, nº52, Santo Antônio Além do Carmo
Quanto: R$15 (entrada em espécie) e prato R$ 30 (em espécie e no cartão de débito e crédito )
Atrações: Samba do Leite e Juliana Ribeiro, além do lançamento de coleção da Negrif e pocket do Sarau da Calu
Cardápio: Feijoada

Juliana Ribeiro realiza 4ª edição do “Tributo a Clementina de Jesus” este mês! 


Foto: Dôra Almeida

Mais uma edição do show Tributo a Clementina de Jesus será realizado pela cantora, Juliana Ribeiro. No próximo dia 8 de março, o Tributo chegará à Varanda do Sesi – Rio Vermelho e terá participação do Grupo Botequim e do Sussurradeiras”, grupo de mulheres performáticas que irá sussurrar versos de Elisa Lucinda, Clarice Lispector, Cecília Meireles e outras poetisas no ouvido do publico presente.

“A idéia é homenagear a força do feminino numa grande celebração a obra de Clementina.Seu repertório especial é único como cada mulher brasileira” relata Juliana, que também assina a direção artística do show.

No palco, as parcerias com Paulinho da Viola, João Bosco, Clara Nunes, Aracy Cortes, Martinho da Vila, serão cantadas em forma de jongos, sambas, curimãs, partidos, batuques, vissungos, além da inédita “Rainha Ginga” composição de Juliana Ribeiro e Lia Chaves em homenagem a Clementina de Jesus.

 

SERVIÇO:

Tributo a Clementina de Jesus com Juliana Ribeiro

Banda convidada: Grupo Botequim

Participação Especial: As Sussurradeiras

Local: Varanda Teatro SESI – Rio Vermelho – Salvador

Dia : 8 de março – quinta-feira

Horário: 20H

Couvert Artístico : R$ 30 (em espécie)

Dão, Lazzo, Denise Correia e Juliana Ribeiro celebram 1 ano do Culinária Musical!


Afrochef Jorge Washington

 

Reunir amigos com boa música e arte em um lugar legal onde possam ser servidas as delícias da Culinária Afetiva o Afro-Chef, Jorge Washington. Esse é o intuito do Culinária Musical, evento artístico-gastronômico com pegada afro que rola em Salvador há um ano.

denise_coreria
Denise Correia

O sucesso é garantido, já virou ponto de encontro. E pra celebrar os 12 meses de música, arte e afro-culinária, Jorge Washington anuncia: vai ter Culinária Especial de Aniversário, com um grande encontro de artistas que contribuíram para a solidificação do projeto.

 

A edição ocorre no Casarão Barabadá, no Santo Antônio Além do Carmo e vai ter show de Dão e participações de Denise Correia, Lazzo Matumbi, Juliana Ribeiro, além de um desfile de moda da PJT Models.

O DE COMER!

Desta vez, das mãos habilidosas e cheias de afeto do afrochef Jorge Whashington estão garantidos a feijoada de feijão preto e o arrumadinho. Tudo aprendido desde a infância nos almoços em família – daqueles que ficam eternizados na memória afetiva– quando recebia as notas para ir à feira comprar os ingredientes para a mãe, Georgina Rodrigues da Silva.

“Comecei de forma despretensiosa para receber os amigos e exercitar uma coisa que amo que é cozinhar e fazer isso com festa, com alegria. Ver isso um ano depois, com essa proporção, a acolhida do público e dos artistas, essa energia de misturar linguagens. Além de fazer essa coisa colaborativa importante para a cultura. Toda vez que termina o Culinária termina eu saio feliz, casa cheia ou não. É o tipo de festa que eu iria me divertir, conta o afrochef.

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Dão – Divulgação

SERVIÇO
O que: Aniversário de 1º ano do Culinária Musical
Quando: 4 de março de 2018, das 13h às 17h
Onde: Casarão Barabadá, Rua Direita do Santo Antônio 65
Quanto: R$15 (entrada em espécie) e prato R$ 30 (em espécie e no cartão de débito)
Atrações: Dão com participação de Denise Correia, Juliana Ribeiro e Lazzo Matumbi
Cardápio: feijoada de feijão preto e arrumadinho

Juliana Ribeiro e Fernando Marinho voltam com show “Na Batucada da Vida”!


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Foto; Dôra Almeida

A cantora Juliana Ribeiro e o pianista Fernando Marinho retornam aos palcos com o espetáculo, “Na Batucada da Vida”, homenageando a diversidade da obra de Ary Barroso. A releitura contemporânea de Barroso em voz, piano e percussão terá quatro apresentações no Teatro SESI Rio Vermelho: dias 19 e 20, 26 e 27, sábados e domingos de agosto, sempre às 20h.

Os shows terão, pela primeira vez, participações especiais de cantoras e cantores, que serão revelados a cada semana. “Montar um espetáculo piano e voz traz à tona a relação de Ary Barroso com este instrumento desde a sua tenra infância. Por mais que tocasse flauta, violão e percussão, suas composições nasceram da sua relação com o piano”, relembra Juliana. O show traz histórias curiosas, como a chegada de Ary Barroso a Salvador em 2 e dezembro de 1940.

O figurino, desenhado especialmente para o show, remete a estética dos anos 40 e 50 e tem a assinatura do estilista Renato Carneiro da Katuka Africanidades. A inspiração veio das cantoras do Rádio que personificavam a vanguarda de um tempo onde ser mulher e artista era um tabu social.  No repertório, canções como “Rancho Fundo” (1931), o bolero “Risque” (1952), o teatro de revista “Boneca de Pixe” (1938), marchinhas de carnaval, além das antológicas “Aquarela do Brasil” (1939) e “Sandália de Prata” (1941), que criaram o subgênero samba-exaltação.

PROGRAME-SE!

O que? Show “ Na Batucada da Vida” com Juliana Ribeiro e Fernando Marinho

Quando?  Dias 19, 20, 26 e 27 de agosto (sábados e domingos)

Onde? Teatro SESI – Rio Vermelho

Quanto?  R$ 20 meia entrada e  40 inteira

Horário: 20 H

Cris Pereira e Juliana Ribeiro abrem as “Terças Pretas” do Bando de Teatro Olodum


Cris Pereira,
Cris Pereira

O Bando de Teatro Olodum retorna com o projeto ‘Terças Pretas’, ocupando o Teatro Vila Velha, em Salvador, com poesia, literatura e espetáculos teatrais.

A estreia acontece nos dias 16 e 17 de maio, terça (19h) e quarta (20h), com a cantora brasiliense Cris Pereira, que apresenta em Salvador a turnê do seu disco de estreia, “Folião de Raça”.

Acompanhada dos músicos Lucas de Campos (violão e direção musical), José Cabrera (piano), Rodrigo Salgado (baixo) e Leander Motta (bateria e percussão geral), Cris mostra ao público um repertório de samba e do samba-canção a elementos do jazz e da música afro-brasileira.

Além das músicas do disco, a artista interpreta temas de Baden Powell, Paulo César Pinheiro, Candeia e Dorival Caymmi, entre outros. Para o palco, Cris Pereira convida a  cantora e compositora Juliana Ribeiro.

Chegue lá..

Terças Pretas com Cris Pereira

Dias 16 e 17/05 | terça 19h | quarta 20h

R$ 20 e 10 – Sala Principal Teatro Vila Velha

Nara Couto e Juliana Ribeiro animam a Lavagem do Vila Velha este ano


NaraCouto Vila Velha
Nara Couto – Foto Fernanda Maia

Comandada pelo grupo musical Amigos do Samba, a Lavagem do Vila acontece no dia 5 de fevereiro (domingo), a partir das 12h. Organizada pela atriz e diretora Zeca de Abreu, a festa terá participação das cantoras Juliana Ribeiro, que será condecorada a Rainha da Lavagem, e Nara Couto, escolhida para ocupar o posto de Princesa. O evento é aberto ao público e os ingressos, já estão à venda.

A Lavagem tem início com um cortejo musical carnavalesco com concentração ao meio dia, que parte do Passeio Público em direção ao Cabaré dos Novos, no próprio Teatro Vila Velha, a partir das 13h. Além do samba e feijoada, o público é convidado para um banho de mangueira e de piscina de plástico à fantasia.

Foto: Dôra Almeida
Juliana Ribeiro Foto: Dôra Almeida

No repertório do grupo Amigos do Samba, do samba duro ao samba de roda, passeando ainda por compositores como Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Roque Ferreira, Batatinha, Noel Rosa, Gilberto Gil, entre outros ícones da música popular brasileira.

 

SERVIÇO

Lavagem do Vila
Amigos do Samba com participação especial de Juliana Ribeiro e Nara Couto

Dia 5 fevereiro, domingo, a partir das 12h

Teatro Vila Velha

Ingresso + Feijoada: R$25 (PELO TELEFONE 991111667)

Juliana Ribeiro e Fernando Marinho retornam com show “Na Batucada da Vida” em janeiro


Juliana Ribeiro Ary Barroso
Divulgação

A cantora e compositora Juliana Ribeiro reestreia seu show ‘Na Batucada da Vida’ em uma temporada com seis edições. Serão quatro apresentações no Teatro Sesi Rio Vermelho, todas as quartas-feiras de janeiro, a partir do dia 4, às 20h, e no Café Teatro Rubi, dias 20 e 21, às 20h30.

No espetáculo musical, Juliana apresenta-se ao lado do ator e pianista Fernando Marinho, que também assina a direção do espetáculo. Voz, piano e percussão dão vida a sambas de Ary Barroso em releituras modernas. No repertório dessa temporada está “Os Quindins de Ya Ya”, “Rancho Fundo” (1931), numa releleitura inusitada, “Risque” (1952), que ganha uma versão urbana em arrocha, “Boneca de Pixe” (1938) que vem em forma de esquete teatral.

Juliana Ribeiro Ary Barroso
Foto: Dôra Almeida

Além dos clássicos: “Aquarela do Brasil” (1939) e “Sandália de Prata” (1941), que criaram o subgênero samba-exaltação. O show destaca também algumas suas modas de viola, cantigas de roça, marchinhas carnavalescas, valsas, xotes e maxixes.

Com dados pitorescos da vida do Ary Barroso, além da discografia, casos interessantes da vida de Ary, como seu trabalho de locutor esportivo e apresentador polêmico de programas de calouros, são trazidos ao palco por Juliana e Marinho. As histórias inspiram performances e duetos teatrais, reservando boas risadas para a plateia.

Em Salvador, o “Na Batucada da Vida” passou pelo Teatro Gregório Mattos, Café Teatro Rubi, Teatro Vila Velha e Aliança Francesa. No Rio, os artistas se apresentaram no Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon, e no Teatro OTTO, na Tijuca. Em março de 2017, o projeto será apresentado no Teatro Castro Alves.

SERVIÇO:

“Na Batucada da Vida”

Teatro SESI Rio Vermelho

Data: Todas quartas-feiras (4, 11, 18 e 25) de janeiro

Horário: 20h

Ingresso: R$ 40/20

Informações: (71) 3616-7064

 

Café-Teatro Rubi – Sheraton da Bahia Hotel

Data: 20 e 21/01 (sexta e sábado)
Horário: 20h30
Couvert artístico: R$60
Tel: (71) 3013-1011
Bilheteria:  Segunda-feira a sábado, das 14h às 19h (em dias de apresentação, até às 20h30) ou www.compreingressos.com

Debate na Biblioteca dos Barris terá Juliana Ribeiro e Nelson Rufino


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O samba e a identidade baiana serão os assuntos abordados na próxima edição do Conversando com a sua História, que acontece na próxima segunda – dia 05 de dezembro, às 17h, na Biblioteca Pública dos Barris. Os convidados para essa edição serão os sambistas baianos Juliana Ribeiro e Nelson Rufino.

Com a temática “O Samba da Minha Terra: música e identidade baiana”,os dois palestrantes participantes irão abordar o assunto baseados no que descobriram ao longo de suas carreiras, além do que vivenciaram crescendo na cidade de Salvador.

Juliana Ribeiro é natural de Salvador e iniciou sua carreira em 2001. Desde o início, a cantora une seu trabalho de criação artística com a pesquisa. Também historiadora, a musicista foi aluna especial da Faculdade de Canto Popular da UNICAMP e tem formação técnica em canto lírico pela UFBA. Com seu timbre de voz marcante, Juliana foi indicada ao Troféu Caymmi 2007 na categoria Cantora Revelação.

Em seu trabalho, traz um repertório de variações rítmicas do samba, como Lundu, o Batuque, Jongos, Sambas Angolanos, Maxixe, Samba-de-Umbigada, entre outros gêneros. É mestra em Cultura e Sociedade (UFBA) com a Dissertação ‘Quando canta o Brasil: uma análise do samba urbano carioca na Rádio Nacional nos anos 1950’.

Nelson Rufino
Foto: Rosilda Cruz

Nelson Rufino nasceu em Salvador, no bairro do Garcia, mas escreveu a sua primeira música, “Bahia, meu 1º travesseiro”, quando morava no Rio de Janeiro e estava inspirado pela saudade que sentia da mãe. Sua carreira foi iniciada nas Quadras de Escolas de Samba de Salvador, mais precisamente na Escola “Filhos do Tororó”, onde ganhou o seu primeiro prêmio com a canção “Veneno”.

Com 22 anos, desfilou com seu primeiro samba-enredo, “Postais da Bahia”, em Salvador, ganhando o primeiro lugar. Na década de 60, começou a trabalhar com Blocos de Carnaval, compondo o seu primeiro Samba de Bloco, o “Apache não é de Guerra”, e, nos próximos anos, “O Machado que trago na mão” e “Blusão do Ano Passado”, que venceu o 1º Festival de Samba de Bloco, em 1971.

 

Juliana Ribeiro fala de carreira e da “Preta Brasileira”


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Foto: Junior Assis

A Preta Brasileira é essa mulher negra contemporânea, que dá conta de várias funções como ser mãe, mulher, autônoma e, no final do dia, é capaz de fazer suas próprias escolhas e ser altiva apesar de tantas demandas”.

Assim a cantora Juliana Ribeiro define seu show “Preta Brasileira”, que integrou, na noite do último sábado (19), a programação do Festival A Cena ta Preta, no Vila Velha.

A canção “Preta Brasileira” traz, em sua letra, a mulher negra contemporânea, inspirada na própria vivência da artista.

O show, com direção artística e concepção de Juliana Ribeiro e direção musical de Marcos Bezerra, uniu linguagens artísticas diferenciadas.

Teve música, teatro, audiovisual e poesia. “Faço questão de agregar meus parceiros poéticos que me inspiram, como Cecília Meireles. No audiovisual, toda cenografia é composta pela exposição “A cor do invisível” de Gal Meireles, antropóloga que trabalha com marisqueiras do recôncavo baiano. Aqui mostro a atualidade das mulheres negras do nosso interior, que é tão diversa e que pode ser contemplada através da Preta Brasileira”, diz Juliana.

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Foto: Junior Assis

O show estreeou no verão do ano passado e já levou a diferentes palcos as artistas, |Iracema Kiliane do Ilê Aiyê, Ana Mametto, Di Ribeiro (Brasília) e a cantora Lia Chaves, que participou do show no Vila. Na ocasião, ambas homenagearam a sambista, Clementina de Jesus.

“Sempre quero trazer a arte pra dentro da minha música e Preta Brasileira

me deixa muito feliz, pois tem conseguido concretizar essa minha vontade”.

Sobre o Festival A Cena Tá Preta, a artista é certeira: “Só de pegar uma expressão negativada (“A cena ta preta) e positivá-la, levando-a ao palco, isso já é essa vanguarda. Fazer parte disso é um sonho, sempre acompanho, vou e freqüento o Teatro Vila Velha. Estar lá, e ver várias pretas brasileiras na platéia confirma que o festival é tão vanguarda quanto a preta brasileira”, enfatiza.

“Ele me instiga: a mecha loira, que agora é vermelha, será azul. Ela tá sempre se metamorfoseando, e o artista não pode estacionar nunca. Agora é a hora de mexer, e estou mexendo nestas referências, trazendo outros lados”, diz.

O show Preta Brasileira marca, para Juliana Ribeiro, uma nova fase: a de renovação de sua carreira, que já registra 15 anos. “Há uma grande transformação em vários aspectos, tanto no cenário, quanto em minha construção enquanto artista. São vários desejos, canções e sensações que sempre quis imprimir e, com o “Preta Brasileira””, posso fazer”, diz.

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Acervo Pessoal – Clipe nas escolas

O Clipe

Para divulgar o seu novo trabalho e ampliar o alcance do debate que ele traz, Juliana lançou este ano o clipe “Preta Brasileira”, no qual convida mulheres negras do cenário cultural, político de Salvador (veja aqui). “O clipe traz a ideia de que ser negro é ser diverso. Nele há varias formas de ser mulher e negra sem o clichê. Temos que entender que é nosso direito nos expressar da forma como a gente se vê: cabelos trançados, black, vermelhos. A ideia é poder levar essa linguagem de negritude para um número maior de pessoas”, afirma.

O clipe vem sendo trabalhado em escolas públicas na cidade, para onde Juliana tem levado a discussão de gênero e raça a partir do vídeo.

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Acervo Pessoal – Gravação Clipe

“Existem muitas negras que não conseguem se afirmar enquanto tal. Se esta pessoa do outro lado até então não teve essa coragem e, com o clipe, enxergar alguém como ela, já terá valido a pena. Pessoas tem me retornado, dizendo que conseguiram se afirmar depois de ver o clipe. Ou seja, ele está fazendo seu papel para além da arte”.

Juliana Ribeiro tem apresentações já agendadas para 2017, registre:

Todas as quartas de Janeiro, no Teatro SESI RIO Vermelho, com o Show “Na Batucada da Vida”.

Salvador receberá Festival Hype a partir de junho: música da Ribeira a Stella Maris! Inscreva-se! 


Curadores – Divulgação

 

Salvador vai receber, a partir de junho, o Festival HYPE – encontro de sonoridades programado para acontecer em oito edições – entre os meses de junho/2018 e janeiro/2019. O intuito é resgatar a cultura de rua, buscando melhorar a relação da população com os espaços públicos. Serão encontros musicais em oito diferentes bairros de Salvador – da Ribeira a Stella Maris – , apresentando artistas que representam a cena musical contemporânea.

Por meio de edital e seleção, artistas, grupos e bandas com DNA baiano poderão se inscrever via formulário online (consulte regulamento) e passarão por uma curadoria artística assinada por Juliana RibeiroDuda Diamba e Morotó Slim, responsáveis pelo garimpo curatorial e revelação de novos talentos da musica local.

COMO SERÁ?

A cada edição, serão selecionados quatro artistas/bandas/grupos via curadoria, 2 (dois) artistas/bandas/grupos via curadoria no Mapa Musical – Bahia/SecultBA que objetiva mapear, reconhecer e difundir a diversidade da música produzida no estado. Também será selecionado e 1 (uma) atração infantil e todas se apresentarão no Palco Sounds, totalizando sete apresentações artísticas divididas em dois dias de evento. Além dos artistas inscritos e selecionados, o Festival Hype contará também com a presença de músicos e bandas reconhecidos nacionalmente (headlines).

ARTISTAS E PRODUTORES: INSCREVAM-SE!

O público também contará com o Mercadão da Música, espaço de trocas e qualificação do mercado musical baiano, com expositores selecionados por edição para estimular o empreendedorismo musical através da comercialização de itens e serviços relacionados à música, e atividades voltadas para a integração, difusão e potencialização da cadeia produtiva da música local. Para participação no Mercadão, produtores da música poderão se inscrever com materiais que demonstrem a relação do produto/serviço com o segmento musical, tudo via formulário online disponível no site www.festivalhype.com.br. A curadoria artístico-material será assinada pelos jornalistas Luciano Matos e Isa Lorena.

 

PROGRAMAÇÃO 

16 e 17/06 – Pituba

07 e 08/07 – Av. Centenário

11 e 12/08 – Lauro de Freitas

15 e 16/09 – Paripe

06 e 07/10 – Campo Grande

10 e 11/11 – Ribeira

01 e 02/12 – Stella Maris

12 e 13/01 – Pelourinho

 

Saiba mais aqui!