La Frida lança primeira empresa de mecânica de bicicleta feita por mulheres negras!


Mulheres interessadas no universo das bikes, em Salvador, tem uma boa oportunidade agora: a Casa La Frida lançou a primeira empresa de Mecânica de Bicicleta feita por mulheres negras.Mas a idealizadora do La Frida Bike, Livia Suarez, avisa: “Feita por mulheres negras mas é para todas e todos!”

A oficina oferece todos os serviços para as bikes, além de profissionais que realizam atendimento em domicílio, desenvolvem a bike idealizada pela cliente, ministram oficina de mecânica básica, compartilham bicicleta para pessoas de baixa renda, e produzirem bicicletários. A fim de gerar também empregabilidade local, o La Frida capacitou mais de 20 mulheres para o ofício.

Serviços:

Revisão Geral

Montagem de bicicleta

Limpeza/Pintura

Venda de acessórios e peças

Entrega de bicicleta

Passeio de bicicletas para empresas

Customização de Bike

Consultorias e assessorias

Oficina de mecânica básica

Produção de bicicletários

 

AGENDE O SEU ATENDIMENTO!!

(71) 99283-0372 OU (71) 99108-7268

Email: [email protected]com

BECO DA AGONIA 55, SAÚDE (Atrás do colégio engenharia)

Site: http://www.lafridabike.com/oficina-la-frida

Casa La Frida recebe Oficina Poética com Fabiana Lima: inscrições abertas!


fabiana lima slam das minas

Uma poeta que expressa a marginalidade da potência preta feminina na Poesia. É Fabiana Lima, fundadora do Slam das Minas, batalha poética só para mulheres. Fabiana será a anfitriã na Casa La Frida no dia 19 de maio (sábado), em Salvador, onde fará uma Oficina Poética, com turmas nos turnos matutino e vespertino. Será um exercício de escrita livre

Fabiana também é poetisa no Grupo Resistência ​Poética, classificada em segundo lugar do Campeonato Brasileiro de Poesia Falada em 2016 e Poetisa Slammer, vencedora do Slam da Onça BA. As vagas para a Oficina são limitadas e acontecerão às 9h e às 14h.  O investimento é se R$20, pagos no local.

 

SAIBA MAIS:

Oficina Poética com Fabiana Lima (Slam das Minas)

Onde: Casa La Frida (Beco da agonia 55, Saúde), próximo ao Ministério Público

Certificado de 3h

INSCRIÇÕES AQUI!

Dj Bieta comanda o “Afoxé Black” na Casa La Frida!


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Dj Bieta

Já de portas abertas, a Casa La Frida (Saúde) receberá, no dia 10 de março, o projeto Afoxé Black – uma experimentação, uma conexão musical com tambores, agogôs e xequerês. Tudo isso se unirá às batidas eletrônicas de Dj Bieta, que traz em seu repertório os grandes clássicos da música negra mundial.

Casa La Frida está de portas abertas: inauguração oficial em março!

Na ocasião, Bieta convida mestras, musicistas e cantoras, apresentando-as como convidadas especiais. Nesta edição, a Maestrina convidada é Elem Silva, juntamente com as musicistas Maristela Souza e Lau Silva – integrantes do Afoxé Filhas de Gandhy, além de Nefertiti Charlene, integrante do Maracatu Ventos de Ouro e Maracatu Santo Antônio.


O Afoxé Black tem o intuito de provocar uma novidade sonora, que estimula cada participante a pensar nas diversas possibilidades de mistura dos sons eletrônicos e a música ao vivo onde seu resultado consiste em ritmos e sons contagiantes através de um repertório de excelência.

SE JOGA:

Afoxé Black na Casa La Frida

Quando – Dia 10/3 às 18h
Onde: Casa La Frida – Beco da Agonia, nº 55 – Saúde
Quanto – Serão aceitas contribuições espontâneas

 

Casa La Frida está de portas abertas: inauguração oficial em março!


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Um espaço de afeto e encontro para mulheres negras. E é em Salvador. Essa é a proposta da Casa La Fridaque tem como objetivo o acolhimento com apoio psicológico, físico e emocional a este público. A Casa funciona de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados das 10h às 16h, no bairro da Saúde.

No local serão realizadas – de forma voluntária – rodas de conversa, palestras, aulas de autodefesa, atendimento psicológico individual e coletivo, aulas de alongamento para resistência e condicionamento físico, tudo voltado para mundo feminino negro.

A ideia é do Coletivo Negro La Fridaque mescla empreendedorismo, bicicleta e a arte de rua. EM 2017, o Coletivo foi premiado como Coletivo de maior impacto mundial pelo Frida Fund. Na Casa, um verdadeiro Centro Cultural, terá ainda saraus, shows, ambiente de leitura, audiovisual e mais. Tudo isso no Beco da Agonia, Nº 55., bairro da Saúde. 

O La Frida é uma organização de cicloativistas negras que tem  como pauta a mobilidade das mulheres  na cidade, assim como, estabelece a bicicleta como uma ferramenta fundamental para emancipação das mulheres.

 

Saiba como ajudar o Coletivo na produção de um documentário sobre o cotidiano de mulheres negras que utilizam a bicicleta em diversos contextos. Acesse a campanha aqui!

Na Casa La Frida, as mulheres encontrarão oficina de bike, bicicletário, mesa para reuniões (Coworking) e cafeteria. A inauguração oficial da Casa La Frida será em março mas as portas estão abertas! Só chegar!

Para ler ao som de Me Libera Nega do MC Beijinho! – Por Frida Costa


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Banco de Imagens

Existem dois acontecimentos que marcaram o mundo. O primeiro, a invenção dele o segundo, o Carnaval. De chicleteiro a folião pipoca, não tem aquele que não comemore essa época. E aí todo mundo se prepara alguns meses antes. É quando a galera já está juntando sua grana e garantindo a cerveja gelada – periguete 3 por 5 –, o Uber e o churrasquinho da tia. E claro, carnavalesco de verdade vai pra avenida com a aposta da música do Carnaval na ponta da língua. Esse ano não será diferente.

E o meu texto é sobre uma revelação da música baiana. Aposto que nem preciso dar muita dica porque você já sabe de quem estou falando, né? Mas para os desavisados, o personagem da história – e que pra mim vai ganhar como cantor revelação – é o MC Beijinho (Me libera, nega. Deixa eu te amar, me libera nega, novinha vou te sentir…). Desculpe, mas é impossível falar o nome dessa cara e não começar a cantar Me Libera, Nega. Já está tipo osmose.

mc beijinho me libera negaMas enfim, continuando, MC Beijinho, como todos sabem, apareceu pela primeira vez em rede nacional – no fundo de uma viatura – em um programa popular super conhecido acusado de furtar um aparelho de celular.

Ao ser questionado pelo repórter sobre o ocorrido, o cara simplesmente teve uma sacada genial de mandar sua composição na lata pra todo mundo ouvir. E, em poucas horas, Me Libera, Nega já estava na boca do povo, de Simone e Simara, de Caetano Veloso. Legal, né?

O problema é que isso incomodou muita gente, principalmente quem acredita que bandido bom é bandido morto, ainda mais sendo negro. E é aí que você vê como o racismo e o preconceito com quem já foi preso e/ou acusado por algum crime está enraizado em nossa sociedade. As pessoas não acreditam na mudança, na melhoria dessas pessoas, na falta de oportunidade. Essas mesmas pessoas não questionam o sistema prisional brasileiro; a falta de educação e oportunidade para quem é preto, pobre e da periferia (principalmente) e o número alarmante de negros ocupando cadeias públicas.

população carcerária brasileira
Banco de Imagens

Segundo o Ministério da Justiça, 60% da população carcerária brasileira é formada por negros, o que garante o título ao nosso País de 4º maior número de detentos do mundo. E eu me pergunto: quantos desses chegaram ao ensino médio?

Tiveram a carteira de trabalho assinada? Uma cesta básica completa? Uma base familiar bem estruturada? Um adulto dizendo o que é certo e errado? Hein?!? Quantos desses aprenderam um outro idioma, viajou pelo mundo, conheceu o seu pai? Não quero justificar crime algum. Para mim, quem comete um crime tem que pagar. Mas meu amigo, minha amiga, a lei tem que ser pra todos.

Seja você preto, branco, hétero, bi, trans, travesti, gordo, magro, morador do Corredor da Vitória, da Liberdade, de Simões Filho, da Graça. Seja você rico. Seja você pobre. A lei, torno a falar, deve ser pra todos. Não adianta você da sua cobertura, comendo pão com cream cheese, viajando uma vez por ano pra Disney, recebendo mesada mesmo depois dos 30, falar que bandido bom é bandido morto e apoiar político corrupto, parente corrupto.

Bandido bom é o que tem a oportunidade de mudar “de vida.” De ser outra coisa. É por isso que esse ano, mesmo não gostando de Carnaval, vou estar feliz da vida em casa, assistindo os flashes e reportagens para ver o MC Beijinho liberar a Bahia, o Brasil e o mundo dessa hipocrisia.

 

 

Frida CostaFrida Costa é redatora publicitária, assessora de imprensa, social media e integrou a equipe do A Tarde Online. Descobridora dos sete mares, vive procurando músicas e artistas “desconhecidos”, documentários e filmes independentes.

Festival “A Cena Tá Preta” terá cinema, música, teatro, poesia e mais…!


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Foto: Rodrigo Veloso

 

A 9° edição do Festival A Cena Tá Preta – idealizado e organizado pelo Bando de Teatro Olodum , vai homenagear os 30 anos do Balé Folclórico da Bahia, uma das mais conceituadas companhias de dança contemporânea do mundo. A partir desta sexta-feira (28), serão dez dias de apresentações de teatro, dança, cinema, literatura e música no Teatro Vila Velha.

E vai começar nesta noite (28) com o show Black Tudo, da cantora e atriz Denise Correia, acompanhada pela banda Naveia da Nêga, às 20h. Já no sábado (29), tem Esqueça, montagem com Ridson Reis (Bando de Teatro Olodum) e Roquildes Junior (A Outra Companhia), também às 20h.

Natas em Solo Rosas Negras

No dia 30/09, 19h, tem Encruzilhada, monólogo do ator Leno Sacramento (Bando de Teatro Olodum), sobre as violências cotidianas sofridas pelos negros no Brasil, com direção de Roquildes Junior.

A programação retorna no dia 6/10, 20h  com Rosas Negras, espetáculo solo de Fabíola Nansurê, com direção de Diana Ramos e direção musical de Jarbas Bittencourt.

O encerramento do Festival será no 07/10, 19h, com apresentação de duas coreografias inéditas do Balé Folclórico da Bahia: “Bolero”, coreografada por Durval Santos e “Okan”, coreografada por Nildinha Fonseca.

“Café com Canela”

Vai ter Poesia, Música e Cinema!

No Festival também terá Sarau da Cenadia 2/10, 19h, com a poetisa Sueide Kintê, que estará acompanhada de DJ Branco. Terá ainda intervenções musicais e participações especiais do poeta Lande Onawale, da poetisa e atriz Vera Lopes e dos atores/atrizes do Bando de Teatro Olodum.

No dia 03/10, 19h, vai ter sessão especial do premiado Café com Canela, longa metragem dirigido por Glenda Nicácio e Ary Rosa e estrelado por Babu Santana, Adri Anunciação, Arlete Dias, Guilherme Silva, Aline Brunne e Valdinéia Soriano, vencedora do Prêmio de Melhor Atriz do Festival de Cinema de Brasília 2017.

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“Esqueça” Foto Ton Shübber

Música será com Letieres Leite Quinteto (dia 04/10, 20h) e seu o Universo Percussivo Baiano e a Dança será com a performance de Dança “O Corpo na Cena” (dia 05/10, 20h), com curadoria e direção geral de Zebrinha (do Bando de Teatro Olodum e Balé Folclórico da Bahia).

No dia 29/09, das 14h às 19h (totalmente gratuita), o público poderá ver a exposição do game Sociedade Nagô, aplicativo gamificado sobre a Revolta dos Malês, que alternam entre o jogo virtual e tarefas no mundo real – idealizado pelo game designer Alexandre Santos e foi desenvolvido pela Strike Games, em parceria com a Labrasoft (grupo de pesquisa do IFBA).

 

QUANTO?!

Em todos os eventos serão cobrados ingressos de R$30/15, com exceção do Sarau da Cena ( PAGUE QUANTO PUDER) e da sessão do filme Café com Canela (R$10/5).

Vale do Dendê realiza uma semana de palestras, oficinas e workshops abertas ao público!


Casa La Frida
Casa La Frida

 

Espaço de Inovação e Criatividade Vale do Dendê – Shopping da Bahia, promove entre os dias 09 e 15 de julho, mais uma semana de atividades gratuitas, com foco no desenvolvimento de competências, capacitações, reflexões, debates e transformação do ecossistema local.

Na terça-feira10, entre as 16h e às 18h, acontece a palestra “Força, Cuidado e Amor na Vida de Mulheres Negras”, com a psicóloga Ana Luisa Dias. Compreendendo que o amor pode ser a maior fonte de força e cuidado, não apenas das mulheres negras para o mundo, mas do mundo para com elas. A psicóloga propõe um dialogo sobre estes pontos, discutindo como quebrar barreiras e fazer com que força, cuidado e amor não apenas sejam irradiados de mulheres negras, mas que elas também recebam tudo isto de volta.

Já na quinta-feira12, das 15h às 17h, a programadora e TI Cíntia Matos ministra a palestra “Sou Mulher e Sei Programar”, trazendo informações históricas da mulher e sua posição na sociedade, tecnologia e mercado de trabalho, contextualizando a presença feminina na programação e os seus desafios.

Para quem que aprender mais sobre plano de negócios, acontece na sexta-feira13, das 13h às 18h, o Wakanda Warriors: Deusas do empreendedorismo – Elaboração de Plano de Negócios, com Karine Oliveira. O Wakanda Warriors é um ciclo de três imersões que tem como objetivo aprimorar as características empreendedoras de quem participar para potencializar seus negócios. Imperdível.

Tata Ribeiro
Tata Ribeiro

No final de semana a programação está intensa. Acontece no sábado14, das 10h às 12h, a Oficina de Mecânica Básica de Bicicletas para Mulheres por Preta, vem de Bike, uma atividade da Casa La Frida que ensina às ciclistas (e não ciclistas ainda) como resolverem sozinhas problemas comuns no dia a dia de quem pedala.

Ainda no sábado, das 14h às 18h, o Espaço de Inovação Vale do Dendê serve de sede para um Workshop de Games e Graffiti, atividade que busca criar um espaço dialógico para o compartilhamento e coconstrução de conhecimentos sobre Games e a arte de rua, através dos aspectos técnicos e históricos.

Abrindo a semana seguinte, acontece no domingo15, das 14h às 17h, a roda de diálogo Irmã Black Power Convida: Bate Papo sobre a valorização da autoestima da mulher negra. O evento pretende ativar o empoderamento de mulheres negras das periferias de Salvador, trazendo por sua vez mulheres cristãs afrodescendentes vítimas de discriminação devido a sua estética e afirmação negra no âmbito religioso, a fim de que exista um despertamento da autoestima destas mulheres oprimidas socialmente.

Fechando a programação, ainda no domingo, 15, entre as 18h e às 21h, acontece a exibição do documentário “Quem te Penteia?”, seguido de bate-papo sobre a relações que trançadeira a domicílio, salões de beleza, barbearias e moradores das quebradas estabelecem com o cabelo, o território e a estética que nasce nas bordas da cidade.

Todos os eventos são gratuitos e abertos ao público. As inscrições podem ser feitas no local mediante fornecimento de nome, RG, e-mail e telefone para contato.

 

Fotos Divulgação

Projeto Latitudes Latinas reunirá artistas das periferias em diversas linguagens!


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La Frida

Difundir as artes, as culturas e o pensamento crítico latino americano é parte dos objetivos do projeto Latitudes Latinas (IHAC/UFBA) nos seus 10 anos de atividade. O projeto comemora uma década de existência com um festival entre 30 de novembro a 2 de dezembro, no Centro Cultural Plataforma, na praça São Braz, no bairro de Plataforma. O evento acontece junto à iniciativa Rede ao redor: encontro de artes das/nas periferias, que é um dos desdobramentos das ações que conectam coletivos artísticos de bairros periféricos de Salvador.

 

A iniciativa pretende reunir artistas de diversos bairros da capital baiana, com linguagens que transitam pela música, performance, dança, poesia, oficina e roda de conversa. Na programação, estão entre os destaques a mostra de curta-metragens Cine Dendê, intervenções poéticas do Coletivo Sarau do Cabrito e do Sarau da Onça, performances com Salt n´Jazz, Moover Dance, The Black’s, uma feirinha de marcas (de roupas e acessórios) criadas nas periferias e atrações musicais como A Corda Samba de Roda, MamaSónika (México) e Tallowah.

PROGRAMAÇÃO

Quinta, 30 de novembro de 2017

15h às 17h — Papo (p)reto: “Só quem passou fome pra chegar nesse apetite”

(De que forma a periferia mata as fomes que não são de comida? (bate-papo sobre as artes das/nas periferias)

Convidados: Cairo Costa + Marcos Paulo Silva (juventude ativista de Cajazeiras) | Pedro Maia (biblioteca Zeferina) | José Eduardo Ferreira (Acervo da Laje) | Heraldo de Deus e Leno Sacramento (Ouriçado Produções) | Fátima Gavião (Calabar) | Marcio Bacelar (Centro Cultural Plataforma) | Fabricio Cummings | Marina Lima + Vaguiner Bráz (Coletivo Cutucar) | Marise Urbano + Ihago Allech (Copecine) | Coletivo Sarau do Alto do Cabrito | Valdeck Almeida de Jesus | Sandro Sussuarana (Sarau da Onça) | Natureza França (A Corda Samba de Roda) | Eduardo Alves + Bruno Novais + Dimmy Oliveira (diáspora: Núcleo Negro de Pesquisa Artística).

17h — Mostra dialogada de curtas Cine Dendê (Curadoria: Copecine)

Deus — Vinicius Silva | RJ | 25 min. | 2016 | Livre.

Estamos todos aqui — Rafael Mellim e Chico Santos | SP | 21 min. | 2017 | 14 anos.

18h — Sarau de Plataforma e de outras Latitudes

Eduardo Alves + Bruno Novais + Dimmy Oliveira (Negras Utopias) | Cairo Costa + Marcos Paulo Silva (Juventude Ativista de Cajazeiras) | Coletivo Sarau do Alto do Cabrito | Valdeck Almeida de Jesus | Sandro Sussuarana (Sarau da Onça) | A Corda Samba de Roda.

a corda samba de roda
A Corda Samba de Roda

Sexta, 1 de dezembro de 2017

10h às 12h — Bate-papo musicado: Mamasónika — Dança que Canta (México).

15 às 17h — Papo de mulher preta:”Se eu for pra essas mina um espelho, eu venci”

(bate-papo sobre trajetórias de mulheres negras)

Convidadas: Ananda Santana | Samira Soares | Marina Lima (Coletivo Cutucar) | Lívia Natalia | Justina Santana | Ana Vaneska |  Dandara Baldez |  Joyce Mello | Amanda Rosa | Lívia Suarez + Luise Reis + Jamile Santana (La Frida Bike) | Yuna Sant’anna | Marise Urbano (Cine Dendê) | Áurea Semiséria | Taíssa Cazumbá | Inajara Diz Santos (Flor de Milho Quilombo de Artes).

17h — Mostra dialogada de curtas Cine Dendê (Curadoria: Copecine)

Fervendo — Camila Gregório | BA | 16 min. | 2017 | Livre.

A Invisibilidade da Identidade Negra na Educação — Taís Amordivino | BA | 16 min. | 2016 | Livre.

18h — Sarau de Plataforma e de outras Latitudes (poesia + música + dança + performances)

Convidadas: Livia Natália, Amanda Rosa, Yuna Sant’anna, Joyce Mello, Áurea Semiséria, Dandara Baldez.

 

Sábado, 2 de dezembro de 2017

10h às 12h — Preta, vem de bike — La Frida + Kaleidokleta — Leika Mochán (México).

15 às 17h — Somos Semente (bate-papo sobre genocídio da juventude negra e re-existências)

A paz: performance de Vera V./Marcos Araújo.

Convidados: Itala Herta (Vale do Dendê) | Enderson Araújo (Movimentos) | Reaja ou Será Morto/a | Camila Fiúza | Gabriel Swahili | Jaguaraci Aragão (Mídia Étnica) | Icaro Jorge (Ocupapreto + Coletivo Ousar), Gleide Davis (Coletivo Sarau do Cabrito), Busta Mavi Tallowah).

17h — Mostra dialogada de curtas Cine Dendê (Curadoria: Copecine)

Rapsódia para um homem negro — Gabriel Martins | BH | 25 min. | 2015 | 12 anos.

Peripatético — Jéssica Queiroz | SP | 15 min. | 2017 | Livre.

A partir das 17h: feirinha de marcas das periferias

Empoderamente (Turbantes) | Yabá Acessórios | Carlos Oluyê (roupas).

Laissa Ferreira (sequilhos e biscoitos caseiros) | Matias Romani (pastéis veganos).

18h — Shows e performances de encerramento

Salt N’Jazz | Moover Dance | The Blac’s  | Mamasónika |Tallowah

 

SERVIÇO:

O quê? 3º Festival Latitudes Latinas / Rede ao Redor.

Quando? De 30 de novembro a 2 de dezembro.

Onde? Centro Cultural Plataforma. Praça São Braz, Plataforma.

Quanto? Gratuito.

 

De Transs pra Frente celebra 1 ano e debate a Cisgeneridade nesta quarta (7)


De Transs pra frente
Jenny Muller

O Coletivo de Transs pra Frente comemora  um ano do evento De Transs Pra Frente na próxima quarta-feira (7). A 12ª edição fará o seguinte questionamento no debate “Tensionando a Cisgeneridade: “Será que nascemos mesmo homens ou mulheres?

O evento começa às 18h, com a performance “Emoldurada”, da artista Jenny Müller, que usa a musicalidade para retratar as violências sofridas por pessoas trans e travestis. O debate será mediado por Diego Nascimento, ativista do coletivo De Transs Pra Frente e da rede de adolescentes LGBTs da Unicef; e contará com as convidadas Line Pereira, fotógrafa, feminista negra interseccional e pesquisadora em gênero; Fran Demétrio, professora adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), doutora em Saúde Coletiva pelo ISC/UFBA e coordenadora e pesquisadora do LABTrans/UFRB/CNPq. Terá também Diego Alcântara, integrante do coletivo Casa Monxtra, formada em artes cênicas pela Ufba, drag, figurinista, que encontra nas artes integradas uma forma de unir as linguagens a favor de seu discurso “desgenerado”.

“Então assim, como a gente nomeia transgeneridade pra fazer dela uma marcação, a gente também precisa nomear a cisgeneridade, para não cair no “normal” e no diferente. Compreende, assim, as duas como possibilidades de se vivenciar o gênero” – Diego Nascimento.

De Transs pra Frente
Foto: Andrea Magnoni

 

Diego Nascimento – Homem trans, preto, pansexual, 16 anos e ativista!

Informe-se!

O termo cis ou cisgeneridade surgiu entre os movimentos trans há alguns anos, com o objetivo de destacar que os homens e mulheres ditos “normais” também têm identidade de gênero. Que normas sociais e culturais produzem – por meio das violências – a suposta normalidade dentro da qual mulheres trans, homens trans, travestis e pessoas não binárias não podem existir. Desta maneira, ser homem ou mulher cis significa estar em alinhamento (em diferentes formas e graus) com padrões de gênero socialmente legitimados/respeitados.

 

A noite é aberta para pessoas cis, trans e travestis e segue com o formato de Pague Quanto Puder.

Serviço:

O quê: 1 ano do De Transs Pra Frente, com a mesa Tensionando a Cisgeneridade.

Quando: 7 de junho.

Onde: Teatro Gregório de Mattos.

Quanto: Pague Quanto Puder.

Em oito cidades: Preta, vem de bike!


La Frida Bike

Um projeto feminino de cicloativistas negras que roda a cidade, unindo a bicicleta com inclusão social, igualdade étnica e igualdade de gênero. Assim se define o La Frida Bike que, de Salvador, agora vai ganhar o Brasil, depois de já ter ensinado a arte do pedalar a mais de 100 mulheres.

Com o projeto “Preta, vem de bike!” – no mês de maio – as minas vão levar a mobilidade urbana, além da orla, fazendo-a chegar também nas periferias. Serão aulas de bike para meninas da periferia, fazendo-as ocupar espaços com confiança, segurança e autoestima.

“O Preta, vem de bike!” tem a função de abraçar nós mulheres, trazendo-nos de forma gradativa para o mundo da mobilidade urbana consciente.” 

La Frida Bike

O projeto – que tem o apoio do Banco Itaú e parceira com a Bike Anjo – começa este mês, e estará em oito cidades pelo Brasil: São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ, Belo Horizonte-MG, Fortaleza- CE, Aracaju-SE, Recife-PE, Florianópolis-SC e Porto Alegre- RS.

Quer ser voluntária neste projeto? Saiba como aqui. 

Além  das aulas, terá também coleta de bikes para restauração ou doação para as meninas que não possuam uma. O projeto que já ensinou mais de 100 mulheres a pedalar tem como objetivo criar  uma rede de mulheres negras que pedalam e melhorar a mobilidade das mulheres da periferia.

O La Frida Bike foi capa da última edição da revista Bicicleta, ganhou Menções Honrosas na Categoria Ação Educativa e de Sensibilização do Prêmio Mobilidade 2017 e o Prêmio Frida Found.



Inscreva-se para as aulas | PRETA, VEM DE BIKE! |

Fotos: Divulgação