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Teatro

Vila Velha prepara 14ª edição do Amostrão de Verão entre janeiro e fevereiro

Jamile Menezes

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Ó Paí Ó bando de teatro olodum
Amostrão de Verão Vila Velha

“Ó Paí ó”!  Foto: João Milet Meireles

 

O Teatro Vila Velha apresenta o tradicional Amostrão Vila Verão, que em sua 14ª edição, trará 15 espetáculos e shows, em um total de 50 apresentações de teatro, dança e música. O Amostrão acontece de 7 de janeiro e 18 de fevereiro e, este ano, apresenta um panorama da produção artística baiana realizada em 2016, além de espetáculos consagrados pelo público.

Dentre eles está o espetáculo Ó Paí, Ó!, do Bando de Teatro Olodum, com apresentações aos sábados de janeiro, sempre às 20h. Dirigido por Marcio Meirelles, é um dos maiores sucessos de público do teatro baiano e completa 25 anos de trajetória com versões no cinema e na televisão.

A cada dia da semana, sempre de terça a domingo, o público pode assistir a uma atração diferente. Os ingressos já estão à venda pelo site do Vila Velha com preços promocionais para quem comprar antecipadamente.terá ainda a peça “Anoitecidas” (terças de janeiro, 20h) e “Kaiala” (terças de fevereiro, 20h), do Teatro da Queda, ambas dirigidas por Thiago Romero, esta última pela qual o ator Sulivã Bispo foi indicado ao Prêmio Braskem de melhor ator.

Amostrão de Verão Vila Velha

“Anoitecidas” Foto Andreia Magnoni

O público também poderá conferir Mamba Negra (27/01 e 03/02, 20h), de Diego Alcântara, que bebe na estética afropunk e atmosfera dos quadrinhos e cria uma anti-heroína do mundo underground; e o Sarau do Poeta, espetáculo musical liderado por Jackson Costa a partir das obras de Caymmi, Amado, Gregório e Castro Alves, acompanhado de Joaquim Carvalho no violão e voz, Eddie Santana (Dinho) no violão e violino, e Sidney Argolo na percussão.

Amostrão de Verão Vila Velha

“Mamba Negra” Foto: Taylla de Paula

No Amostrão, há ainda espaço para quem quiser experimentar o fazer artístico através das Oficinas Vila Verão, que oferecem experiências em teatro, dança, música, audiovisual, circo, games, gastronomia, entre outras áreas, com inscrições no site www.sympla.com.br/oficinasvilaverao.

Amostrão Vila Verão

7 de janeiro e 18 de fevereiro de 2017 no Teatro Vila Velha

Programação completa e venda de ingressos no site www.teatrovilavelha.com.br

 

SERVIÇO

Ó PAÍ, Ó! | Bando de Teatro Olodum
7, 14, 21 e 28/01 // sábados // 20h
R$ 40 e 20 (lote promocional R$30 e 15 até 6/01)

ANOITECIDAS | Teatro da Queda 
10, 17, 24 e 31/01 // terças // 20h
R$ 40 e 20 (lote promocional R$30 e 15 até 9/01)

MAMBA NEGRA |  Diego Alcântara, Projeto Trilogia Da Encruzilhada 
27/01 e 03/02 // sextas // 20h
R$ 40 e 20 (lote promocional R$30 e 15 até 26/01)

KAIALA 
7 e 14/02 // terças // 20h
R$ 40 e 20 (lote promocional R$30 e 15 até 6/02)

SARAU DO POETA | Jackson Costa 
10 e 17/02 // sextas // 20h
R$ 40 e 20 (lote promocional R$30 e 15 até 9/02)

Teatro

Pós em Teatro do Oprimido da UFBA celebra Augusto Boal

Jamile Menezes

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Foto: Divulgação

O Grupo de Estudos em Teatro do Oprimido (GESTO), realiza nesta quinta-feira (18), a partir das 18h, na Cooperativa Baiana de Teatro (Pelourinho), lançamentos de livros, contações de histórias indígenas e cenas baseadas no Teatro do Oprimido. O evento integra a programação de atividades da segunda etapa da Pós-Graduação, realizada de 15 a 27 de julho.

A celebração iniciará com o lançamento de sete livros que trazem a leitura do Augusto Boal sobre o Teatro do Oprimido, teorias sobre a práxis do TO, a metodologia aplicada em processos com a comunidade LGBTQIAP+ e um romance sobre mitos e tabus em torno da sexualidade. Os títulos são “Teatro do Oprimido e Outros Babados”, de Flávio Conceição e Helen Sarapeck; “A Estética de Boal” e o romance “Nada Mais do Que Isso”, ambos de Flávio Conceição; e “Teatro do Oprimido e Negritude”, de autoria de Licko Turle, fundador do GESTO.

Ocorrerá ainda o lançamento das coletâneas: “Teatro do Oprimido e Universidade: Experimentos, Ensaios e Investigações – Vol 1”, organizado pelos pesquisadores do Teatro do Oprimido – Cachalote Mattos, Flavio da Conceição, Helen Sarapeck, Jussara Trindade; Licko Turle e Zeca Ligiéro; “Teatro do Oprimido e Universidade: Vol 2”, composto por textos escritos por Antônia Pereira, Cachalote Mattos, César Augusto, Helen Sarapeck, Licko Turle e Luzirene do Rego Leite; por fim, “Arte na Educação Básica – Experiências, Processos, Práticas Contemporâneas”, escrito pelo doutor em artes cênicas Daniel Santos Costa.

A noite de lançamento contará com uma roda de conversa com es autores Helen Sarapeck e Flávio da Conceição. Em seguida, a artista indígena Anhangá, da etnia Tupinambá (Bahia) e estudante do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal de Sergipe, fará a contação de histórias indígenas. O terceiro momento é o lançamento da coletânea de poemas“Da Natureza à Arte Ancestral, de uma aluna da especialização”, da Jackeline dos Santos, estudante da pós-graduação em TO da UFBA. O encerramento do evento de lançamento contará com a “Celebração Gastronômico do Teatro do Oprimido”, em que os participantes da pós-graduação irão partilhar a culinária de sua região.

 

Confira toda programação aqui.

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Teatro

“O Pregador – Teatro-Fórum Antirracista” estreia em Salvador

Jamile Menezes

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Foto: Leonardo Moreira

“O Pregador – Teatro-Fórum Antirracista”, espetáculo da Cia de Teatro da UFBA, estreia nos próximos dias 25 e 26 de julho no Teatro Martim Gonçalves, integrando o Melanina Acentuada Festival. Após participação dentro da programação do festival, a peça segue em cartaz gratuitamente de 30 de julho a 18 de agosto – de terça a domingo. A montagem é dirigida por Licko Turle, que divide o processo coletivo de dramaturgia ao lado da carioca Helen Sarapeck.

Com co-realização da Pele Negra – Escola de Teatros Pretos, da Cooperativa Baiana de Teatro e da Cia Estupor de Teatro, “O Pregador – Teatro-Fórum Antirracista”, utiliza a técnica do Teatro-Fórum de Augusto Boal para quebrar a quarta parede e convocar o espectador a interferir na história da personagem a partir de suas próprias vivências. “Ao propor essa poética, Boal nos faz perceber que as opressões vivenciadas por Clara dos Anjos não são pessoais, são de todo o povo preto”, declara Licko Turle.

O público é parte fundamental na construção do discurso e desenvolvimento da obra, que é dividida em três etapas. Na primeira, os espectadores são estimulados pelo elenco através de jogos e exercícios teatrais. Em seguida, conforme característica do Teatro-Fórum, é apresentado o “antimodelo”, ou seja, “a realidade social que não queremos”. A terceira e última, o espectador se transforma em “espect-ator” e entra em cena para transformá-la.

Juventude

Durante a temporada, as apresentações de terça a quinta, às 15h, serão voltadas aos jovens e adolescentes da rede secundária e estadual de ensino. De acordo com o produtor executivo do espetáculo, Luiz Antônio Sena Jr., esta ação tem por objetivo fortalecer a Lei 10.639, que estabelece as diretrizes de obrigatoriedade do ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira”.

“Para isso, antes das apresentações e através de um trabalho de mediação cultural, estamos a percorrer as instituições de ensino com a realização de oficinas sobre o Teatro do Oprimido e Negritude. Desta forma, ao chegarem as sessões esses estudantes estarão preenchidos de discursos que podem vir a transformar o contexto dramatúrgico e social”, ressalta Luiz Antônio, ao acrescentar que a mediação cultural é desenvolvida pela artivista Silara Aguiar.

Arte Preta

“O Pregador – Teatro-Fórum Antirracista” é o quarto espetáculo da Cia de Teatro da UFBA com tema, direção, elenco e equipe de criação de pessoas negras. Selecionados através de audição pública realizada em maio dentro da programação do seminário “Meu Caro Amigo… Augusto Boal”, o elenco é composto Taiana Lemos, Leo Moreira, Dinah Pereira e Licko Turle como Curingas e os atuantes Anna Pires, Emille Barbosa, Kayk Souza, Ludimila Agostinho, Luisa Rodrigues, Matheus Zola, RAIO, Taíse Paimn, Thaísa Nascimento e Thalia Anatália.

Integram a equipe de criação a preparadora vocal Manuela Rodrigues, o diretor musical Luciano Salvador Bahia, a diretora de movimento e coreógrafa Edileuza Santos, a consultora em ancestralidade e preparadora de elenco Onisajé. Na parte técnica, a iluminação é assinada por Nando Zâmbia, a visualidade é de Cachalote Matos, e a direção de produção de Luiz Antônio Sena Jr. “O Pregador” conta ainda com a assistência de dramaturgia de Júlia Batista e a consultoria psicológica e de negritude de Cassia Maciel.

A obra tem em seu subtítulo o descritivo “Teatro-Fórum Antirracista”, escolhido propositalmente pelo diretor e curinga do espetáculo, Licko Turle, para debater o racismo e marcar os 15 anos da morte de Augusto Boal (2009) – com quem trabalhou e criou o Centro de Teatro do Oprimido no Rio de Janeiro em 1986. Além desta homenagem a Boal, a obra é uma grande homenagem às mulheres pretas, “que lutam todos os dias contra o racismo e o machismo”, e ao Bloco Ilê Aiyê, pelos seus 50 anos de luta antirracista.

Serviço

O quê – “O Pregagor – Teatro-Fórum Antirracista”, espetáculo da Cia de Teatro da UFBa

Quando – 25 de julho a 18 de agosto (terça a quinta, 15h; sexta e sábado, 19h; e domingo, 18h)

Onde – Teatro Martim Gonçalves (Canela – Escola de Teatro da UFBA)

Entrada – Gratuita

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Teatro

ÌYÁ’S – Festival de Arte celebra artistas pretas

Jamile Menezes

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ÌYÁ'S - Festival de Arte
Espetáculo Muitos Anos de Vida - Matheus Maia

Acontece, de 18 a 26 de julho, a quarta edição do ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras sob o tema: ‘A presença feminina negra no matrigestar do futuro’. Durante nove dias, o público poderá acompanhar o protagonismo das narrativas, poéticas, estéticas e construções de mulheres negras que contribuem na cena artística e cultural do Brasil.

Gratuito, o ÌYÁ’S – Festival de Arte ocorrerá nos Espaços Culturais da Barroquinha, Xisto Bahia e Boca de Brasa, no Teatro Gregório de Mattos e no Café-Teatro Nilda Spencer. Além disso, duas escolas estaduais serão palco da ação intitulada “Festival ÌYÁ’S nas escolas”.

Construído pelas atrizes, produtoras executivas e culturais, Eddy Veríssimo e Juliana Monique, o ÌYÁ’S – Festival de Arte visa demarcar no cenário cultural a ótica de mulheres negras. Além de acolher atrizes baianas, com a abertura da seletiva nacional, o evento recebe artistas negras de outros estados como Paraná, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para apresentarem suas obras.

As mesas temáticas serão no café-teatro Nilda Spencer onde as interessadas poderão acompanhar um diálogo entre atrizes e pesquisadoras que trarão reflexões acerca de assuntos diversos como, a estéticas de mulheres negras e suas narrativas, teatro de guerrilha e protagonismo feminino negro.

Já as oficinas serão mediadas pelas atrizes e propõem um diálogo entre a poética de suas obras e performatividades negras, musicalidades africanas, criação e improviso, dramatização, escrita e performance criativa, entre outras.

Confira datas dos espetáculos:

18/07 | Quinta-feira

  • Em mim sobre todas as coisas – Jack Elesbão | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

19/07 | Sexta-feira

  • Mariar: um mar de poesias – Emillie Lapa e Natalyne Santos | 15h, Teatro Xisto Bahia

  • Muitos anos de vida – Paula Moura | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

20/07 | Sábado

  • Memórias duma Baobá – Isabel Oliveira | 10h, Teatro Xisto Bahia

  • Pai Nosso – Geise Prazeres | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

23/07 | Terça-feira

  • Fyah Do Ódio Ao Amor – Negafyah | 19h, Teatro Gregório de Mattos

24/07 | Quarta-feira

  • Yéyé em movimento, Josy Acosta | 10h, Teatro Gregório de Mattos

  • Mil litros de preto: a maré está cheia – Lucimélia Romão | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

25/07 | Quinta-feira

  • Ialodês: teatro ritual, sagrado feminino – Coletivo Yayás | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

26/07 | Sexta – feira

  • Feira ÌYÁ’S | 16h, Pátio Iyá Nassô

  • LÓTUS, Danielle Anatólio | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

  • Show | 20h, Pátio Iyá Nassô

SERVIÇO

O quê? ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres

Quando? 18 a 26 de julho

Quanto? Gratuito

Informações: Linklist  do @festivaliyas

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