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Teatro

Danielle Anatólio traz Flor de Lótus de volta a Salvador

Jamile Menezes

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Lótus danielle anatóllio

Lótus danielle anatóllio

A Flor de Lótus que encantou centenas de mulheres – e homens também – com sua performance homônima, está de volta a Salvador! O solo da atriz Danielle Anatólio encerra a programação do 1º Fórum Negro de Artes Cênicas, nesta sexta (17) no Teatro Martim Gonçalves (Canela).

LÓTUS é uma performance teatral fundamentada na poética da mulher negra, traz em seu roteiro uma série de reflexões e provocações atinentes a sua sexualização, resistência e (não) amor.  Em sua fala, Danielle trata de superação, beleza e vida, dentro de um contexto de solitude em que está  inserida esta mulher contemporânea, além de contar seus caminhos para resistir e reexistir.

Lótus tem como base pesquisas feitas no livro  Mulher Negra: Afetividade e Solidão, de Ana Cláudia Lemos Pacheco e nas poesias das escritoras Lívia Natália, Mel Adún e Cristiane Sobral, dentre outras autoras. Junto à atriz, a percussionista Mafá Santos compõe a trilha sonora e efeitos, que fazem de Lótus uma apresentação para ser sentida.

Ao final, o público poderá bater um papo com a atriz sobre sua criação. A apresentação é gratuita e será precedida da Conferência de Encerramento do Festival, que começará às 18h.

Veja aqui Perfil feito com Danielle Anatólio. 

Lótus danielle anatóllio

Foto: Lis Pedreira

SERVIÇO

LÓTUS no 1º Fórum Negro de Artes Cênicas

Quando: 17/2 (sexta-feira), 20h

Onde: Teatro Martim Gonçalves (Canela)

Quanto: Free

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Teatro

Expoentes da cena negra celebram 80 anos do TEN

Kelly Bouéres

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Rebeca dos Santos

A chegada do mês de julho anuncia a ‘principal temporada da dramaturgia negra’ no Brasil. Os atores contemporâneos Paulo Guidelly (A Nobreza do Amor), Juão Nyn, Lincoln Oliveira e Clayton Nascimento dividem os palcos com nomes da literatura como a ativista norte-americana Elisa Larkin e a ensaísta Leda Maria Martins – pela 8ª edição do Melanina Acentuada Festival, fundado pelo ator, autor e dramaturgo Aldri Anunciação.

Figuras internacionais e nacionais, vindas do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte e da Bahia, desembarcam no berço afrodiaspórico da cidade de Salvador, durante sete dias de homenagens às narrativas e aos povos originários africanos e afroindígenas. Nesta edição, o festival acontece de 28 de julho a 3 de agosto.

 

Expoentes da dramaturgia, literatura, música, comédia e variadas outras linguagens artísticas se reúnem para celebrar as oito décadas do Teatro Experimental do Negro (TEN), idealizado pelo ator, poeta, dramaturgo e ex-senador Abdias do Nascimento. Ao todo, mais de 30 artistas e personalidades contemporâneas participam da nova edição do “Melanina Acentuada”, que, há 14 anos, amplia o legado da dramaturgia negra deixada por Abdias. 

Com a programação voltada ao eixo afrodiaspórico e afroindígena, do teatro à música, passando pela literatura, o “Melanina Acentuada” transforma o palco em ponto de encontro de artistas, pesquisadores e intelectuais. A nova edição reúne produções consagradas, espetáculos naturais de São Paulo e Rio, debates, publicações inéditas e encontros entre diferentes gerações de autores.

“Os nossos mundos estão conectados, a luta é a mesma. Eu costumo dizer que, para nós (pessoas indígenas), as pessoas negras são indígenas ‘de África’, de Alkebulan, que é um dos nomes ancestrais de África. E que essas pessoas sofreram a mesma violência colonial que nós, com essa diáspora – até mais violenta, foram retiradas de sua terra; no nosso caso, retiraram a terra da gente. Nós temos que fazer essas coisas para atritar os mundos, para que pessoas negras, indígenas, mulheres, PCDs, trans, travestis, enfim, estejam em todos os lugares. Nós não estamos. Então, o meu trabalho é muito pela perspectiva de destruir o topo, não ter topo, porque ter um topo é ter uma base, ter pessoas exploradas. E quando eu penso pela perspectiva indígena, eu penso indígenas no todo, em todos os lugares”, afirma Juão Nyn

Entre os destaques está a participação da ensaísta, dramaturga e professora Leda Maria Martins, considerada uma das principais referências dos estudos sobre performance, ‘oralitura’, ‘tempo espiralar’ e teatro negro no Brasil. Durante o festival, a pesquisadora também apresenta o lançamento de seu novo livro, “A Fina Lâmina da Palavra”, publicado pela Editora Cabogó, ampliando o discurso sobre memória, ancestralidade e criação artística negra.

“No livro ‘A Fina Lâmina da Palavra’  traço uma paisagem crítico-teórica sobre  criações  estéticas  de vários gêneros, que, ao longo dos anos, tem me encantado. Poeticamente, a linguagem analítica se debruça, com prazer, sobre várias composições, visando despertar também no leitor o sabor da e pela arte. Para mim é sempre um prazer participar do Melanina que, nesta edição, prima por nos oferecer ênfases nos saberes bantos e também uma bela homenagem ao Teatro Experimental do Negro”, destaca a autora Leda Maria Martins

Outra presença de destaque é a da escritora, pesquisadora e ativista Elisa Larkin Nascimento, viúva de Abdias do Nascimento e presidente do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro). Responsável por preservar parte significativa do legado intelectual e político deixado por Abdias, Elisa também assina a coautoria do livro “Teatro Experimental do Negro: Testemunhos e Ressonâncias”, publicado ao lado de Aldri Anunciação e Jessé Oliveira. A obra revisita o histórico ano de 1966 na vida de Abdias e reúne reflexões contemporâneas sobre a permanência do TEN como uma das maiores referências do ‘teatro afrobrasileiro’.

“O IPEAFRO cuida do legado de Abdias Nascimento e das organizações que ele criou, como o TEN. É enorme a satisfação de participar do Festival Melanina Acentuada, uma das iniciativas mais marcantes de teatro negro no Brasil atual. Ao organizar, com Jessé Oliveira, o livro ‘TEN: Testemunhos e ressonâncias’, tivemos o privilégio de contar com o ensaio de Aldri Anunciação; e o lançamento desse livro no âmbito do Festival Melanina Acentuada é motivo de alegria e orgulho”, explica Elisa Larkin

A programação também reúne espetáculos emblemáticos da dramaturgia negra. O premiado MACACOS, do ator e dramaturgo Clayton Nascimento, retorna aos palcos como uma das principais obras brasileiras dedicadas à reflexão sobre o racismo. 

A força da peça, que emociona o público, consolidou Clayton como o 4º ator negro mais jovem a receber o Prêmio Shell de Teatro, além do APTR de Teatro (2024) e o Prêmio APCA (2023). Em cena, apenas o corpo do artista e um batom compõem a narrativa. “Com um batom em punho, um homem negro pergunta: por que ainda nos chamam assim?”, provoca Clayton. 

Enquanto isso, o espetáculo “Namíbia, Não!”, de Aldri Anunciação, com direção de Lázaro Ramos e participação gravada de Wagner Moura, celebra ‘15 anos’ desde sua estreia no teatro, mantendo-se como uma das montagens mais importantes da dramaturgia contemporânea ao imaginar um Brasil marcado pela institucionalização da perseguição à população negra.

Entre as estreias, o festival apresenta TYBYRA – Uma Tragédia Indígena Brasileira, monólogo do escritor potiguara Juão Nyn, ampliando o diálogo entre as narrativas negras e afroindígenas. A dramaturgia de estreia do artista retrata uma ficção sobre o primeiro caso de LGBTfobia, com um corpo nativo documentado no país: Tybyra, indígena Tupinambá. Lançado como livro, de mesmo nome, em 2020 pela editora ‘selo doburro’, o texto ganhou destaque nacional ao conquistar sua indicação ao 21º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade LGBT+.

A homenagem a Abdias também ganha dimensão cênica com o espetáculo Abdias do Nascimento, protagonizado pelo ator carioca Lincoln Oliveira ao lado de Paulo Guidelly e João Vitor Nascimento. A montagem revisita os primeiros anos da trajetória do intelectual, dramaturgo, artista plástico e ativista, evidenciando a criação do Teatro Experimental do Negro como um dos acontecimentos mais transformadores da história cultural brasileira e um marco na luta pelo protagonismo negro nas artes.

Além dos espetáculos, o festival reúne escritores, pesquisadores e artistas como Guilherme Diniz, Jessé Oliveira, Eugênio Lima, Luciany Aparecida, Daniel Arcades, Sulivã Bispo e Johayne Hildefonso, consolidando um espaço de circulação de novas pesquisas, lançamentos editoriais e reflexões sobre os caminhos da produção artística negra contemporânea.

Idealizado pelo dramaturgo Aldri Anunciação, o Melanina Acentuada chega à sua oitava edição consolidado como uma das principais plataformas dedicadas exclusivamente à dramaturgia negra no país. Ao longo de 14 anos de trajetória, o projeto acumulou dezenas de montagens, promoveu o intercâmbio entre artistas de diferentes estados brasileiros e fortaleceu uma rede nacional de criação, formação e difusão das artes cênicas afrodiaspóricas, reafirmando que o legado iniciado por Abdias do Nascimento permanece vivo e em permanente transformação nas novas gerações de autores, pesquisadores e intérpretes.

Melanina Acentuada Festival – Ano 8 é um projeto apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Novelis e apoio do CCBB. Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado. Realização: Melanina Acentuada Produções, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Governo Federal.

 

PROGRAMAÇÃO OFICIAL – MELANINA ACENTUADA FESTIVAL – ANO 08

Confira nas redes sociais: @melaninaacentuada

(A programação pode sofrer alterações)

SERVIÇO

[Melanina Acentuada Festival – Ano 8]
Quando: de 28 de julho a 3 de agosto;
Onde: Goethe-Institut Salvador (Vitória), Teatro Sesc Casa do Comércio (Caminho das Árvores), Teatro Jorge Amado (Pituba), Teatro Martim Gonçalves (Canela) e SESI Rio Vermelho (Rio Vermelho).

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Teatro

Espetáculo gratuito reflete sobre racismo, justiça e identidade

Kelly Bouéres

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Amanda Chung
Amanda Chung

Nesta sexta-feira (17), às 19h, no Cine Teatro Solar Boa Vista, no Engenho Velho de Brotas, acontece a primeira apresentação de “Pedaços de Mim (Fragmentos de Nós)”, um dos espetáculos desenvolvidos pelos participantes da residência teatral do projeto “Ordem Questionada”. A trama acompanha Ísis, jornalista de um tradicional telejornal baiano que, ao investigar casos criminais, enfrenta barreiras que silenciam suas reportagens. Em casa, os relatos compartilhados com o marido, Orfeu, recém-ingresso na Polícia Militar do estado da Bahia, fazem emergir conflitos éticos e diferentes percepções sobre justiça e segurança, que permeiam a relação do casal. A sessão contará com interpretação em Libras e audiodescrição.

Após meses de formação artística voltada à qualificação de artistas negros baianos, o projeto “Ordem Questionada” chega à sua etapa final, “Circula e Questiona”, dedicada à circulação dos espetáculos desenvolvidos ao longo da residência “Qualificando a Desordem”. Ao todo, serão apresentadas duas montagens, “Pai contra Mãe” e “Pedaços de Mim (Fragmentos de Nós)”, em uma programação gratuita distribuída em espaços culturais dos cinco bairros participantes: Santo Inácio, Nova Brasília, Engenho Velho da Federação, Candeal e Engenho Velho de Brotas. 

A coordenadora do Coletivo Subverso das Artes, Laura Sacramento, destaca que as peças refletem histórias e experiências compartilhadas pelas comunidades envolvidas, incentivando o diálogo entre artistas e público. “Formamos uma equipe colaborativa, e que está comprometida a dar o seu melhor. Acho que parte disso se dá pela compreensão da proposta do ‘Ordem Questionada’, de desenvolver artistas negros autônomos, com senso de coletividade e comprometimento com a arte e a comunidade negra”, ressalta.

Jornada de Aprendizado – Iniciado em novembro de 2025, o “Ordem Questionada” promoveu oficinas gratuitas que abrangeram diferentes áreas do teatro, da criação à gestão cultural. O ciclo formativo contemplou uma grade completa com aulas de Escrita Teatral, Atuação, Direção Teatral, Direção Musical, Comunicação Estratégica, Formação de Público, Cenografia e Gestão Teatral. Mais do que uma capacitação técnica, a proposta do projeto foi fortalecer a autonomia criativa, a permanência e a circulação de artistas negros independentes na cena cultural de Salvador. 

A última etapa marca a culminância do processo formativo ao levar para o palco o resultado da construção coletiva e aprendizado compartilhado entre estudantes, educadores e comunidades. Para além de formar novos criadores, o projeto reforça a arte como ferramenta de transformação social e afirmação de identidades negras em Salvador. 

O projeto “Ordem Questionada” foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

 

SERVIÇO:

 

Espetáculo Pedaços de Mim (Fragmentos de Nós) – Projeto Ordem Questionada

Data: 17 de julho (sexta-feira)

Local: Cine Teatro Solar Boa Vista – Engenho Velho de Brotas

Horário: 19h às 20h – Abertura dos portões às 18h

Acessibilidade – Libras e audiodescrição

Entrada gratuita

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Teatro

Salvador recebe “Jorge pra sempre Verão” na Caixa Cultural

Kelly Bouéres

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Guará Siqueira
Guará Siqueira

A CAIXA Cultural Salvador apresenta, de 25 de julho a 02 de agosto, o espetáculo Jorge pra Sempre Verão, que constrói uma narrativa ficcional inspirada em episódios reais da vida do artista Jorge Laffond (1952-2003). A peça celebra sua trajetória para além da personagem Vera Verão, que o tornou conhecido nacionalmente. As vendas dos ingressos ocorrerão na plataforma Sympla.

A temporada na Bahia contará ainda com sessões acessíveis em Libras aos sábados e um encontro especial entre artistas e público após a apresentação de sexta-feira (31/07). O objetivo é ampliar o diálogo sobre memória, representatividade, arte e diversidade a partir dos temas abordados pelo espetáculo.

Já assistido por mais de 20 mil pessoas em seis estados e após temporada de destaque na CAIXA Cultural Recife, o espetáculo chega pela primeira vez à capital soteropolitana. Dirigida por Rodrigo França, a montagem encenada por Alexandre Mitre, Aline Mohamad e Aretha Sadick não apresenta apenas uma biografia de Jorge Laffond. A dramaturgia parte de experiências individuais para refletir sobre questões mais amplas relacionadas a racismo, homofobia, pertencimento e memória.

Ator, comediante, dançarino e drag queen, Jorge se consagrou na história da TV brasileira em 1992, quando foi destaque no programa humorístico “A Praça é Nossa”. Uma Vera Verão guerreira contra o preconceito, e não agressiva como queriam, ali ele firmou sua luta com o humor inteligente, malicioso e imponente que lhe era característico, conquistando o Brasil.

Ao mesmo tempo em que aborda episódios de preconceito e violência simbólica enfrentados por Laffond, a peça também celebra seu humor, inteligência e potência criativa. Nascido em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e criado na Penha, Jorge Laffond formou-se em teatro pela Uni-Rio e estudou dança afro e balé clássico. Dono de uma presença cênica singular, tornou-se um dos artistas mais populares da televisão brasileira, abrindo caminhos para a representatividade negra e LGBTQIAPN+ em uma época marcada por forte conservadorismo.

*Texto – Ficção e Realidade:*
A ideia do texto nasceu de uma carta escrita por Aline Mohamad ao primo falecido precocemente aos 51 anos. O que começou como um exercício íntimo de elaboração afetiva, virou sua primeira obra teatral, escrita em parceria com Diego do Subúrbio. A montagem vem com a proposta de humanizar um dos maiores e mais populares artistas do país que, mesmo reduzido aos estereótipos, não se acovardou diante dos dilemas e trouxe à tona o tratamento do Brasil para pessoas como ele.

Exclusão, presença, estratégia, coragem, afeto, reflexão. Para Rodrigo França e Aline Mohamad, “JORGE pra sempre VERÃO” propõe um exercício de cura, redenção e análise interna de preconceitos, críticas e comportamentos reproduzidos de formas individual e coletiva na sociedade brasileira frente às pessoas LGBTQIAPN+ contra seus corpos e liberdades.

*Do Rio para o Brasil – Para sempre Laffond:*
Filho único, Jorge Luiz de Souza Lima nasceu em 29 de março de 1952, em Laranjeiras. Estudou balé clássico e dança africana, se formando em Teatro pela Uni-Rio. Foi na Universidade que surgiu seu nome artístico, “Laffond”, inspirado na atriz e modelo Monique Lafond, musa nos anos 1970 e 1980.

Seu talento era tão notório quanto sua presença – retinto, alto, afeminado, ele lutou contra a homofobia somente por existir, abrindo caminhos para milhares de humoristas. Mas foi com o personagem Vera Verão que Jorge encarnou a guerreira contra todos os preconceitos, uma verdadeira entidade, firmando sua contribuição à luta social e sua trajetória na história da cultura brasileira.

Serviço:
[Teatro] Espetáculo JORGE PRA SEMPRE VERÃO
Local: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes 57, Centro – Salvador/BA
Datas: de 25 de julho a 02 de agosto de 2026
Horários: sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h
Acessibilidade: sessões com intérprete de Libras aos sábados
Bate-papo com a plateia: após apresentação de sexta-feira (31/07)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei
Vendas: a partir das 12h do dia 21/07, na plataforma Sympla
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 75 minutos

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