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Dança

Vai ter 1º Encontro de Samba de Roda de Tubarão!

Jamile Menezes

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a corda samba de roda

a corda samba de roda

O Grupo A Corda Samba de Roda realizará o 1º Encontro de Samba de Roda de Tubarão, subúrbio de Salvador.  A proposta é vivenciar o saber popular através da celebração do samba de roda. Na ocasião, o grupo reunirá personalidades da comunidade, mestras e mestres sambadores, além de convidadas. O encontro acontece no domingo (23),

Para participar, não será cobrado ingresso, a contribuição é voluntária para a as ações do Grupo. Haverá venda de alimentos e bebidas no local. O Grupo mantém um espaço de estudos, diálogos e ações afirmativas na região que vem promovendo o intercâmbio cultural entre artistas, pesquisadores e a comunidade

EXPO-ARTE-IDENTIDADE

No Encontro vai ter também estandes de produtos e projetos artísticos culturais da comunidade.

1º Encontro de Samba de Roda de Tubarão

Data: 23 de abril (domingo), a partir das 10h

Onde: Espaço D. Nilda, 2º Trav, Bela Vista de Tubarão, em Paripe.

Gratuito.

Dança

Solo “Dona de Si” de Maju Passos estreia no Goethe

Jamile Menezes

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Teatro Goethe-Institut é palco de estreia do Solo “Dona de Si”

O Solo “Dona de Si” é o título do solo de dança da performer e bailarina Maju Passos, que estreia em curta temporada no Teatro Goethe-Institut Salvador, nos dias 18 e 19 de junho. Com direção artística de Edileuza Santos e assistência de Sueli Ramos, o espetáculo é o rito de uma mulher-mãe solo para conectar-se aos ventos que a mantém viva e pulsante.

Tendo como inspiração o itan “Oyá transforma-se em Búfalo” do livro “Mitologia dos Orixás”, do autor Reginaldo Prandi, e o livro “Tornar-se negra”, de Neusa Santos Souza, o Solo “Dona de Si” é sobre caminho de poderamento percorrido por Maju Passos após a maternidade para reconhecer-se e livrar-se das estruturas sociais violentas do machismo associada ao racismo.

“Apresento uma dança rito que evidencia a minha pele, o meu corpo e suas histórias. Tornar-se mãe de uma criança branca me fez buscar uma parte de mim que eu sabia que tinha, mas não assumia. É uma dança para partilhar com o público o meu processo de superação que provocou um olhar mais sereno e compreensivo sobre mim mesma. Um lugar de liberdade, uma pele que não precisa ser legitimada por essa estrutura social misógina”, explica a artista e produtora cultural.

A diretora artística Edileuza Santos reforça que “Dona de Si” é a trajetória de muitas mulheres negras, um caminho de resistência, de luta para se afirmar seja como profissional, como mulher, como mãe.

“Na verdade, isso acontece com qualquer mulher. Para existir neste planeta, precisamos estar atentas e buscando a nossa ancestralidade para nos fortalecer e lidar com tudo que envolve ser mulher. É preciso ter muita resiliência”, afirma a coreógrafa, ao acrescentar que o espetáculo traz o arquétipo e a história da yabá Iansã, a sua metodologia corpo-tambor, a trajetória, a vida profissional e a ancestralidade de Maju.

“Dona de Si” faz parte da pesquisa de mestrado da artista, no Programa de Pós-Graduaçao em Dança da Universidade Federal da Bahia (PRODAN), que aponta a maternidade como dispositivo de criação e identifica a dança quanto uma tecnologia ancestral de conexão com o próprio corpo, com a própria história.

Serviço

O quê – Solo “Dona de Si”, solo de Maju Passos

Quando – 18 e 19 de junho, às 19h

Onde – Teatro Goethe-Institut Salvador (Corredor da Vitória)

Entrada – R$30 (inteira) e R$15 (meia), ingressos pelo Sympla 

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Dança

Por que, Zé?: espetáculo volta em cartaz na Sala do Coro

Jamile Menezes

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espetáculo de dança "Por que, Zé?" também é inspirado no pagode baiano
Após 10 anos, o espetáculo “Por que, Zé?” estará em cartaz na Sala do Coro do Teatro Castro Alves com apresentações gratuitas nos dias 31 de maio, 1º e 2 de junho, sempre às 20h.

A montagem conta com a participação de um elenco de bailarinos como Fred Lopes, Lukas Di Jesus, Marcello Santos, Raina Santos e Wania Souza. A direção e coreografia ficam por conta de Brunno de Jesus, bailarino, diretor e coreógrafo, pesquisador das culturas negras e periféricas.

Inspirado no pagode baiano e em manifestações da cultura popular, “Por que, Zé?” utiliza a linguagem da dança para abordar temas como controle, subalternização e hipersexualização dos corpos negros.

Através de imagens de rodeio e paisagens que remetem a confrontos individuais e sociais, a obra propõe uma análise crítica da sociedade atual e do lugar ocupado pelos corpos marginalizados. Um palco para questionamentos e reflexões, o espetáculo levanta, em 40 minutos, questionamentos como: “Somos tratados como bois? Quais caminhos e estratégias são construídas para a sobrevivência de nossos corpos? Será que nossas danças podem ser vistas como uma tecnologia de reconfiguração da cidade? Até onde podemos ir em nossa busca por liberdade? A quem interessa nossa manutenção da vida?”.

A obra desafia e provoca reflexões, convidando o público a se engajar em um diálogo sobre temas urgentes da nossa sociedade.

O diretor & elenco

Brunno de Jesus é artista multilinguagem, bailarino, diretor e coreógrafo, pesquisador das culturas negras e periféricas. Mestre e doutorando em dança pelo PPGDAnça UFBA. Cantor e Compositor. Com mais de 12 espetáculos em sua trajetória profissional. Estreou o espetáculo solo “Sample: e que nem cortar quiabo” no Festival Internacional de Artes Cênicas Kuruche no Chile e na 14º Bienal Internacional de Dança do Ceará.

O elenco é composto por Marcello Santos, bailarino cadeirante, formado em Psicologia pela Faculdade Social da Bahia. Inicia sua experiência em dança em 2008 na Companhia de dança Rodas no Salão (CRS) e em 2014 integra o elenco como interprete criador da ExperimentandoNUS; Fred Lopes, ator, bailarino e produtor cultural, estudante da Escola de Dança da FUNCEB com Formação e pós-graduação em Fisioterapia; Raina Santos é mulher negra, pedagoga, coreografa e bailarina idealizadora do projeto Memória de Brinquedo; Lukas Dijesus é bailarino e coreógrafo, educador do Projeto Axé e formado pela Escola de Dança da Funceb; Wania Souza é Arte-educadora, bailarina, coreógrafa formada pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), com experiência em projetos, ONGs e escolas, atualmente em formação Pedagógica (curando).

Serviço:

Espetáculo: Por que, Zé?

Local: Sala do Coro do Teatro Castro Alves

Datas: 31 de maio, 1º e 2 de junho

Horário: 20h

Entrada: Gratuita

Foto Fabricio Rocha

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Dança

Mestre Negrizu e Thiago Trad realizam ciclo de oficinas “Corpo Afoxé!”

Jamile Menezes

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Mestre Negrizu

O Mestre Negrizu, “moço lindo do Badauê”, estará no projeto “Corpo Afoxé! Ciclo de Oficinas de Dança Afro Contemporânea”, ciclo de três encontros, acompanhado do multi-instrumentista e percussionista Thiago Trad que acontecerá nos dias 11, 18 e 25 de maio, das 10h às 12h, na Casa Rosa.

As inscrições estão abertas no link https://forms.gle/RtaiQsKnFgsbnZCq8 e custam a partir de R$ 160 pelo ciclo completo.

“Há mais de 15 anos fui impactado pela trajetória artística do mestre Negrizu. O termo ‘Corpo Afoxé’ surge a partir da criação do Memorial Negrizu, como uma denominação de um corpo que traz a história viva dos afoxés e blocos afros da cidade de Salvador. Mestre de uma sabedoria ancestral que tem na dança a sua maior expressão”, comenta o músico Thiago Trad, parceiro de Mestre Negrizu na criação desta oficina.

“Corpo Afoxé!” é uma realização do selo Bahia Experimental, em parceria com o Memorial Negrizu, com codireção artística e pedagógica de Thiago Trad, que será responsável pela percussão tocada ao vivo durante as aulas, utilizando instrumentos como atabaque, pandeiro, berimbau, hangdrum, caxixis, agogô, entre outros.

Thiago Trad

Thiago Trad – Foto Nathalia Miranda

Mestre Negrizu – Os 64 anos trazem no corpo a história dos blocos afros e afoxés de Salvador. Em sua experiência profissional, integrou a Banda Ilú Batá, coordenada pelo professor dançarino Clayde Morgan, onde desenvolveu seus estudos sobre a dança afro-moderna, com apresentações em festivais, feiras e ciclos de dança em vários estados do Brasil. Visitou a África passando por países como Costa do Marfim, Togo e Benin em comitiva de pesquisadores incluindo o antropólogo Pierre Verger. Foi destaque no bloco afro Olodum, onde também atua como professor. Dirigiu o Grupo Deuses em Transe em apresentações na França e Inglaterra sob a coordenação do cantor Gilberto Gil. Dançou no espetáculo “Retratos da Bahia” do Balé Teatro Castro Alves.  Após se destacar com a sua dança afrofuturista, Negrizu ficou conhecido nacionalmente após ser homenageado por Caetano Veloso na canção “Beleza Pura”, como o “moço lindo do Badauê”. Atualmente, se divide entre as atividades de professor, mestre griot e performance das artes.

 Corpo Afoxé! Ciclo de Oficinas de Dança Afro Contemporânea

Com Mestre Negrizu | Participação de Thiago Trad

Quando: 11, 18 e 25 de maio de 2024 (sábados), 10h às 12h

Onde: Casa Rosa (Praça Colombo, 106 – Rio Vermelho – Salvador, Bahia)

Quanto: R$ 160 (inscrições até 7 de maio); R$ 180 (a partir de 8 de maio)

Formulário de inscrição: https://forms.gle/RtaiQsKnFgsbnZCq8

Informações: memorialnegrizu@gmail.com | (71) 99988-5782

Negrizu [Foto por Shai Andrade]

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