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Música

Dão faz pocket show na abertura da 2ª edição do EPA! Encontro Periférico de Artes!

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Dão e a Caravana Black
dão anderson

Dão – Divulgação

A 2ª edição do EPA! Encontro Periférico de Artes já tem data marcada para acontecer, e quem comanda a abertura é o cantor baiano Dão. O dia da abertura já começa com a oficina de contos, corporalidade e performances negras, da Mestre em Educação e Contemporaneidade, Hildália Fernandes,  das 09 às 12h, na escola de dança da Funceb, no Pelourinho. Na noite de abertura, além das três atrações confirmadas, a direção do EPA! promete ainda algumas surpresas especiais.

As atrações integram a programação do EPA!. O encontro será realizado de 12 a 18 de novembro, com atividades gratuitas em diversos espaços como Estação da Lapa, Escola Nelson Mandela, em Periperi, Espaço Xisto, Escolas de Dança da Funceb e da UFBa e Teatro Gregório de Mattos. O EPA! tem como proposta propagar e difundir a arte negra e periférica. A programação gratuita vai contar com Literatura Negra, Cinema, Exposição, Dança, Oficinas, Performances, Intervenções e a tradicional Batalha do Pagode.

EPA! Encontro recebe artistas nacionais e internacionais

Neste ano, o EPA vai promover o intercâmbio entre  artistas de várias origens e trajetórias, trazendo convidados do Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraguai. As atividades evidenciam a pluralidade artística do evento,  com diversas ações e atrações, sempre buscando fomentar a produção das artes negras.

O EPA! é mais uma realização da ExperimentandoNus Cia de Dança e conta com a direção artística de Bruno de Jesus e Inah Irenam.

O evento com entrada gratuita será aberto oficialmente no dia 12 de novembro, no Teatro Gregório de Mattos, a partir das 19h. No mesmo palco, o público vai contar com apresentação do espetáculo Buque da Áttomos Cia de Dança- BA.

Música

Single “Marielle” de Jairo Pinto e Lande Onawale no ar

Jamile Menezes

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o Single Marielle celebra a vida e o legado da homenageada.

O Single “Marielle”, homenagem à vereadora carioca brutalmente assassinada em 14 de março de 2018, é fruto da parceria entre os poetas e compositores baianos Lande Onawale e Jairo Pinto, já lançado nas plataformas digitais.

A canção, com produção da Cafofo Produções, nasce do poema “Marielle Franco, Presente”, de Jairo, e ecoa a luta da vereadora por justiça social, equidade racial e de gênero.

Com arranjos do multinstrumentista Carlos Vilas Boas e do baixista Beto Góis, o single “Marielle” celebra a vida e o legado da homenageada, exaltando sua ternura, força, resistência e representatividade.

Conhecido principalmente como poeta e escritor, Lande tem canções autorais executadas por blocos-afro de Salvador. Esta é a segunda vez que ele transita pelos streamings. A primeira foi com a composição e a voz da canção ‘Uanga’, que abre o álbum ‘bom mesmo é estar debaixo d’água’, da cantora Luedji Luna.

Jairo, por sua vez, aparece nos streamings como um dos autores de “Máquina de Traumas”, no EP do cantor e compositor Reyynam Poeta, um rap de forte crítica social e política.

Ouça o single “Marielle”:

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Música

EP Cabaça Sonora une Iane Gonzaga e Riane Mascarenhas

Jamile Menezes

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EP Cabaça Sonora é o primeiro da Coliga Produções, produção fonográfica da música popular baiana negra e indígena.

As cantoras e compositoras baianas Iane Gonzaga (Salvador-BA) e Riane Mascarenhas (Cachoeira-BA) se uniram para compor o lançamento do EP Cabaça Sonora – Parte 1”, que reúne dois singles inéditos de cada artista, “Ressurgir”, de Riane Mascarenhas e “Peguei Visão” de Iane Gonzaga. As músicas acompanham registros audiovisuais, gravados em estúdio no formato “ao vivo”.

Esse é o primeiro EP lançado pela Coliga Produções, que tem como missão fomentar a produção fonográfica da música popular baiana negra e indígena, tendo a coletividade como base no desenvolvimento das ações, realizando o planejamento e produção de lançamentos fonográficos. O selo já  realizou 7 lançamentos, que somam mais de 35 mil streamings nas plataformas de música.

IANE GONZAGA 

Natural de Salvador-BA, Iane vem se projetando como potência da nova MPB, em diálogo com o movimento Afropop, que firma essa encruzilhada entre referências afro-urbanas mundiais e elementos rítmicos ancestrais. Sua identidade musical traz células dos toques de matriz africana, do reggae produzido no recôncavo baiano, do forró, maracatu, samba-rock e samba-reggae.

Em 2021 lança seu primeiro Ep, intitulado ‘Territóriamente’, consolidando seu trabalho autoral. O trabalho teve boa repercussão pela crítica, e a faixa “Zabumba Meu Boi” foi indicada no Festival de Música Educadora FM 2021. Circulou com esta obra em diversos espaços, como o Festival FALA 2022, Festival Batida das Pretas, espaço Colaboraê, chegando a abrir o show da artista Bia Ferreira em Salvador. Atualmente dedica-se à produção de seu próximo álbum e à nacionalização da carreira.

SOBRE RIANE MASCARENHAS

Riane Mascarenhas é cantora, compositora, baixista e professora de Educação Musical, graduanda em Licenciatura em Música (UFBA). Nascida em um dos maiores berços culturais do Brasil, Cachoeira, na Bahia, é no Reggae que a artista encontra formas de conversar com o mundo. Em seu trabalho, a artista busca reescrever o Reggae a partir da perspectiva feminina e de uma legítima mulher preta da periferia do Recôncavo Baiano, criada por um núcleo familiar exclusivamente feminino.

Foto Maiara Cerqueira

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Música

Festival Salvador Jazz acontece no Rio Vermelho

Jamile Menezes

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Nos dias 18 e 19 de maio, o Largo da Mariquita, no Rio Vermelho, será palco do Festival Salvador Jazz. O bairro receberá os shows do pianista Jonathan Ferr, aclamado como o artista que está revolucionando o Jazz no Brasil. Precursor do Urban Jazz no país, Ferr tem se destacado por entrelaçar fronteiras musicais, buscando popularizar o jazz e embalar sonhos nas periferias.

Quem também se junta a grade de atrações é o Coletivo Jam Delas, formado por mulheres instrumentistas de Salvador. O grupo, que promove e incentiva a presença feminina na cena instrumental da cidade, traz um movimento de resistência e empoderamento.

A edição de 2024 do Festival Salvador Jazz vai receber Luedji Luna. Indicada ao Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira” com o álbum “Bom Mesmo é Estar Debaixo D’água”, a cantora e compositora baiana é considerada um fenômeno da música brasileira, o que a consagra como uma das maiores cantoras da MPB de sua geração.

Completando a lista de apresentações do primeiro dia, quem sobe ao palco é a Bixiga 70, banda paulistana que mistura elementos da música africana, afrobeat, brasileira, latina e do jazz.

A partir das 17h do dia 19, So Festival Salvador Jazz receberá a cantora cabo-verdiana Mayra Andrade, reconhecida pela presença cativante em palcos internacionais e sonoridade única. Mayra promete uma performance que reflete a sua trajetória musical multicultural. Combinando o crioulo cabo-verdiano, referências brasileiras e a sofisticação do jazz parisiense, a artista se destaca como uma das vozes mais relevantes da nova geração.

Completando as apresentações do segundo dia, o evento receberá Ubiratan Marques, fundador da Orquestra Afrosinfônica, que lançou no final de 2023, seu álbum solo autoral “Dança do tempo”. Nesse novo projeto, o maestro rege sinfonia afro-jazz-brasileira ao longo de oito faixas inéditas que condensam tradições afro-baianas, heranças sertanejas, influências do jazz e um toque de pop.

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