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Formação

#JulhoDasPretas – Coletivo Criôla Criô promove debate sobre Feminismos Negros Combativos!

Jamile Menezes

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No mês em que se celebra o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha – o 25 de Julho -, o Coletivo Criôla Criô dá início ao projeto Reflexões de Feminismos Negros Combativos, começando com uma ampla Mesa de Reflexões, a ser realizada no dia 24 de julho (quara-feira), no Museu de Arte da Bahia (Corredor da Vitória), em Salvador. O projeto pretende provocar no público reflexões e debates sobre os temas de cada ativista convidada, *Saúde Mental da Mulher Negra*, *Encarceramento Feminino*,*Violência Obstétrica e Doméstica*, e *Insubmissão Acadêmica*.

Mesa de Reflexões Feminismos Negros Combativos reunirá mulheres pesquisadoras, ativistas, para falar de temáticas como: Saúde Mental da Mulher Negra, com a psicóloga e mestranda em Mulheres, Gênero e Feminismos (UFBA), Laura AugustaEncarceramento Feminino, com a advogada, escritora e Doutora em Crítica Literária e Cultural (UFBA), Denise CarrascosaViolência Obstétrica, com a enfermeira e Doutora em Saúde Pública (UFBA), Emanuelle Aduni GóesViolência Doméstica e Assédios, com a promotora e coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (GEDHDIS/MP-BA), Lívia Santana Vaz e Insubmissão Acadêmica, com a doutoranda em Literatura e Cultura (UFBA), Dayse Sacramento.

A atividade – aberta ao público – será certificada pelo Coletivo e vai mobilizar um público diverso, a exemplo de estudantes, professoras, jogadoras de futebol, artistas, pesquisadoras/es, parlamentares.O projeto continuará no Mês da Consciência Negra (novembro), com formações em escolas, comunidades, centros culturais de bairros periféricos de Salvador.

O COLETIVO

Coletivo Criôla Criô é uma rede feminina de articulação inclusiva que atua do planejamento a execução coletiva de projetos e ações responsáveis, pautadas na sororidade, honestidade e no respeito às diversidades, objetivando contribuir para uma sociedade mais inclusiva. Hoje é formado por três mulheres – as publicitárias Jonaire Mendonça e Ilka Danusa, e a jornalista Jamile Menezes – e é comprometido com a diversidade, com o respeito às diferenças e com a promoção da igualdade de gênero, além da potencialização de ações que fortaleçam públicos especiais como mulheres, público LGBTTQI+ e juventude. Em junho, o Coletivo lançou sua primeira ação, com o Copa com as Manas – iniciativa que reuniu mais de 150 mulheres para torcer pela Seleção Feminina de Futebol na Copa do Mundo na França.

 

SERVIÇO

O que: Mesa de Reflexões Feminismos Negros Combativos

Quem: Dra. Laura Augusta (Rede Dandaras), Dra. Denise Carrascosa (UFBA), Dra. Emanuelle Aduni Góes (UFBA), Dra. Lívia Santana Vaz (MP-BA), Ms. Dayse Sacramento (UNEB).

Onde: Museu de Arte da Bahia (MAB) – Corredor da Vitória, Salvador

Aberto ao público, sujeito à limitação do espaço.

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Coletivo Adinkra é lançado com palestra sobre o Dia da África neste sábado

Amanda Moreno

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Coletivo Adinkra é lançado com palestra sobre o Dia da África neste sábado
Coletivo Adinkra é lançado com palestra sobre o Dia da África neste sábado | Fotos: Divulgação

Coletivo Adinkra é lançado com palestra sobre o Dia da África neste sábado. O dia 25 de maio, data em que comemoramos o Dia da África, trata-se de um importante reconhecimento às contribuições dos diversos povos africanos em todo o mundo. Aqui no Brasil, essa data torna-se cada vez mais importante por celebrar valores ancestrais africanos, assim como perspectivas de futuro mais digno e igualitário.

É neste ensejo acontece o lançamento do Coletivo Adinkra, primeira atividade idealizada e implementada por nós. A busca por uma sociedade mais equânime, sem a presença do racismo e de outras formas de iniquidades é o que move as ações do Coletivo Adinkra, assim como o desejo de que as oportunidades não privilegiem determinados seguimentos da sociedade e tenhamos o direto de sonhar e conquistar uma verdadeira transformação social.

Coletivo Adinkra é lançado com palestra sobre o Dia da África neste sábado

Os Bijagós constituem um povo africano que habita o arquipélago dos Bijagós, na região da Guiné-Bissau. Não constituem um povo homogéneo, mas sim um conjunto de grupos sociais, conscientes de uma unidade étnica fundamental, com idiomas e costumes variados, que variam de ilha para ilha e até dentro da mesma ilha. Augusto Cardoso é Bijagó, Doutor e Mestre em Administração pela Universidade Federal da Bahia. Graduado em Administração pela Fundação Visconde de Cairu-BA e Pedagogo pela Faculdade Jardins. Professor, Pesquisador, Ativista Socioambiental e Consultor.

Sobre o evento:

O que: Palestra em alusão ao Dia da África e Lançamento do Coletivo Adinkra

Quando: 25/05/2024 (sábado) – 10h as 13h

Local: Centro Cultural Casa de Angola na Bahia (Centro, Salvador)

Tema: “O povo Bijagô e a biodiversidade: saberes e práticas tradicionais”

Palestrante: Prof. Dr. Augusto Cardoso e Tarry Cristina

Quanto: Gratuito

Organização: Coletivo Adinkra

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Pesquisadores e músico promovem masterclasses Festival Salvador Jazz

Amanda Moreno

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Pesquisadores e músico promovem masterclasses Festival Salvador Jazz
Pesquisadores e músico promovem masterclasses Festival Salvador Jazz | Foto: Amanda Tropicana

Pesquisadores e músico promovem masterclasses Festival Salvador Jazz. O Ministério da Cultura e Aiwa, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e realizado pela Maré Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução, anuncia uma programação especial de masterclasses gratuitas que fazem parte do Festival Salvador Jazz, conduzidas por três figuras proeminentes no cenário musical e cultural brasileiro: Fabrício Mota, Jorge Dubman (Dr. Drumah) e Tamima Brasil.

Ao trazer a história da música negra e seus elementos, as atividades enriquecerão o conhecimento dos participantes apresentando a herança cultural afro-brasileira que permeia a sociedade. Essa abordagem integrada vai refletir o compromisso em ser mais do que um evento de entretenimento, mas sim uma força que proporciona diálogo, educação e a transformação positiva.

Curador do evento junto à produtora Fernanda Bezerra, Fabrício Mota é pesquisador, historiador e músico. Sua vasta experiência acadêmica e musical, combinadas à sua formação em Licenciatura em História pela Universidade Estadual de Feira de Santana e Mestrado em Estudos Étnicos e Africanos pela UFBA o elegeram para estar à frente da masterclass ‘História e Música Negra’, explorando o universo social e histórico das sonoridades de matriz africana e sua influência na música brasileira.

De acordo com o pesquisador, através da Masterclass História e Música Negra, será possível oferecer um conteúdo mais aprofundado sobre a importância das populações africanas no processo de formação civilizatória do continente americano no Brasil. “Com essa oportunidade de diálogo, de curso intensivo e nesse formato, a gente consegue trazer alguma profundidade às principais matrizes africanas que formam o pensamento no Brasil e a sociedade brasileira, além de entender a conexão que essas matrizes têm com a produção de uma cultura tão complexa e que se manifesta não só através das artes, mas também de uma maneira muito particular de organizar a economia e a sociedade civil”, conta.

Atualmente Doutorando em Cultura e Sociedade pela UFBA e professor do IFBA, o pesquisador Fabrício Mota é reconhecido por sua abordagem integrada entre pesquisa acadêmica e prática musical, especialmente nas musicalidades afro-brasileiras. Para ele, ao fortalecer o conhecimento histórico conseguimos produzir uma arte fundamentada, uma arte que aponta para o futuro.

Quem se junta ao time de proponentes, à frente das masterclasses, é o renomado baterista Jorge Dubman, conhecido como Dr. Drumah. Com mais de 20 anos de carreira, Dubman é reconhecido por sua habilidade em misturar elementos do reggae com novas texturas e timbres, criando um som único e especial no jazz rap nacional.

Proponente da oficina de batidas diaspóricas, o músico ressalta a importância de compreender e explorar as batidas diaspóricas seja historicamente ou artisticamente.

Autoridade reconhecida em sua área, a pesquisadora Tamima Brasil, ministrará um encontro musical para mergulhar no universo do pandeiro e conhecer a trajetória da musicista. Ela, que também é educadora, baterista, percussionista e Luthier de Pandeiros, complementa o trio de mestres. Com mais de duas décadas de experiência e um método próprio de ensino, Tamima participa de festivais renomados tanto nacional quanto internacionalmente, destacando-se na sua expertise em percussão e educação musical.

Ao unir essas três personalidades notáveis, o Festival Salvador Jazz oferece não apenas uma celebração da música negra e suas influências culturais, mas também uma experiência educativa e transformadora para os participantes das masterclasses. Essa oportunidade única permite explorar a riqueza da herança cultural afro-brasileira e sua relevância na sociedade contemporânea.

Com vagas limitadas, as inscrições encerram dia 06, às 23h59. O resultado será divulgado na sexta-feira,10. Os(as) interessados(as) podem se inscrever através do link:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddvlF4WE_R_TKTqDFuIOvBYkaspAuGCdbmGfedxPZQsAeEEw/viewform

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Formação

Saúde Mental Racializada é tema de minicurso neste sábado (4)

Jamile Menezes

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Saúde Mental Racializada

Saúde Mental Racializada. Esse é o minicurso idealizado e ministrado pelo psicólogo baiano George Barbosa, que acontece neste sábado (4), das 9h às 11h, em sua 2ª edição. É destinado a profissionais de saúde mental e a qualquer pessoa interessada em compreender a saúde mental sob a perspectiva do enfrentamento diário do racismo.

Psicólogo clínico afrocentrado, nome de destaque na representatividade negra na terapia e idealizador do projeto “Terapia nos Bairros”, George explica a origem do curso.

“O curso Saúde Mental Racializada aborda a conduta do profissional psicólogo, danos que o racismo causa em nossa saúde mental e quais são as formas de enfrentamento e sobrevivência frente a este mal que nos atinge todo segundo de nossas vidas desde a concepção”.

Também são temas do curso Paternidades Negras, Autismo e TDAH na população negra, Violências Médicas, Nutricídio – Marginalização e outras formas de adoecimento físico e mental e Enfrentamento ao racismo.

“Saúde Mental Racializada seria facilmente uma disciplina nos cursos de Saúde l, pelo menos no nosso estado. Enquanto isso não acontece, eu me proponho a promover essa formação de forma acessível para que possa chegar ao maior número de pessoas possível”, realça George.

SERVIÇO
Curso On-line: Saúde Mental Racializada
Data: 04 de maio de 2024
Horário: 9h às 11h
Inscrições: AQUI
Valor: R$50
Para: Profissionais de saúde mental e público interessado em geral.

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