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Música

#BeGin – MiniStereo Público promete 8h de música com reggae, dub, ragga, dancehall e jungle!

Jamile Menezes

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Ministereo Público

Foto Max Fonseca

Misturando reggae, dub, ragga, dancehall e jungle, a banda Ministereo Público se apresenta no próximo dia 31 de agosto, das 14h às 22h, no Terminal Turístico Náutico da Bahia – Comércio, na primeira edição da BeGin.

À beira-mar, o BeGin traz uma nova experiência com o gim, oferecendo ilhas de bebidas criativas, inéditas e cheias de ousadia, proporcionando singulares sensações ao público e vigorosas imersões sonoras na Cultura Sound System.

Com assinatura do Bombar e Giro Produções, a festa oferece 8h ininterruptas de música, com participações especiais de artistas locais e nacionais. Já são participações confirmadas: Pedro Pondé, Freelion, Nessa, Trap Funk Alívio, Cronista do Morro, Mahal Pitta e Rico Dalasam. Sujeito à lotação, os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/begin__599068) ou na bilheteria do evento a R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

SERVIÇO

Festa – BeGin

Data – 31 de agosto

Horário – 14h às 22h

Atrações – Ministereo Público e convidados.

Ingresso – R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia).

Classificação – 18 anos.

Ingressos – Sympla (https://www.sympla.com.br/begin__599068) e bilheteria do evento

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Música

Analuz de Verdade encerra Oktoberfest com show “Barato Total”

Jamile Menezes

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Analuz de Verdade
A cantora Analuz de Verdade e sua banda sobem ao palco do Rooftop da Chopp Tap House, em Villas do Atlântico, no próximo dia 24 de outubro, encerrando Oktoberfest.
Batizado de “Barato Total”, o novo show de Analuz de Verdade convoca gigantes da música, trazendo interpretações vibrantes de clássicos de Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Novos Baianos, Rita Lee, Djavan e muitos outros grandes nomes. Ela resgata a essência da música brasileira, misturando a atmosfera da Tropicália com o balanço de fim de tarde.
O público que garantir os ingressos do 1º lote ganhará um chopp IPA logo na entrada da festa. A organização alerta que os ingressos com essa condição especial são limitados, sendo recomendado garantir a entrada com antecedência.

Serviço

  • O que: Show “Barato Total” com Analuz de Verdade e banda (Encerramento da Oktoberfest)
  • Onde: Rooftop da Chop Tap House – Villas do Atlântico
  • Quando: 24 de outubro
  • Horário: abertura da casa 17h (show às 18h)
  • Promoção: Ingressos do 1º lote dão direito a 01 Chopp IPA gelado (lote limitadíssimo)
  • Vendas e Informações: https://www.sympla.com.br/evento/ocktoberfest—barato-total/3611713 ou pessoalmente na Chopp Tap House (Villas do Atlântico)

Foto: Djavan Barbosa

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Música

Rachel Reis retorna ao Festival Sangue Novo com a Divina Tour

Jamile Menezes

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Rachel Reis -

A cantora Rachel Reis retorna ao Festival Sangue Novo com a Divina Tour, no próximo dia 18 de outubro, no Trapiche Barnabé, em Salvador.

A trajetória da cantora ganhou destaque nacional com músicas como “Maresia”, que já ultrapassa 36 milhões de streams no Spotify, e “Bateu”, parceria com os Gilsons que supera 25 milhões de reproduções na plataforma. Hoje, a cantora já acumula duas indicações ao Grammy Latino pelos álbuns “Meu Esquema” e “Divina Casca”, ampliando a presença em espaços de destaque da música brasileira.

“Pra mim é uma troca muito bonita. Meu trabalho mostra para as meninas negras que é possível, assim como tem sido possível pra mim, e a minha música carrega isso também. E elas me devolvem tudo em acolhimento e carinho. A mensagem que eu deixo é simples: confie no seu instinto”, afirma Rachel.

Rachel transita por referências como axé, afrobeats, reggae e pop eletrônico, mantendo a identidade regional como parte natural de seu processo criativo.

“Eu sou regional, assim como sou cosmopolita. Meu trabalho é de raiz e de antena. Eu mantenho minhas raízes visíveis independentemente do que eu esteja cantando e do que o momento pede. Isso é inerente a mim e acontece de forma completamente natural: sou só eu sendo eu, musicalmente, desde 2020 quando me lancei no autoral. Minha música parte da Bahia e circula entre universos musicais diferentes, porque sou muito atenta a tudo ao meu redor, e é isso que traz frescor pro meu trabalho. Sou a cantora que sou muito porque vim de um lugar extremamente musical e cheio de camadas. Tudo isso vai na bagagem na hora de construir minha música”, afirma.

Retornando ao palco que marcou um momento importante de sua trajetória, Rachel Reis se junta a doze artistas na 8ª edição do Festival Sangue Novo, que acontece nos dias 17 e 18 de outubro.

O line-up desta edição traz Céu, Rachel Reis, Juliana Linhares, Bia Soull, Getúlio Abelha, Zé Ibarra, Guigga Maraká, DJ Nate Mônaco, DJ Ubunto, Brega a Dois, Totô de Babalong e DJ Rick Nogueira.

O projeto tem patrocínio da Tim e do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria da Cultura e Secretaria da Fazenda. Apoio ProCultura, com realização da Maré Produções Culturais.

SERVIÇO:

[Festival Sangue Novo VIII]

Local: Trapiche Barnabé –  Av. Jequitaia, 5 – Comércio, Salvador – BA;

Datas: 17 e 18 de outubro;

Ingressos: via Sympla.

Foto: Érico Toscano

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Música

Cantora e compositora Briane Capinan lança single “Amargô Feito Féu”

Jamile Menezes

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Natural de Feira de Santana (BA) e atualmente residente em Salvador, Briane Capinan iniciou sua trajetória musical em 2015.

Dor, superação e redescoberta,tudo que o fim de uma relação pode deixar. É a partir dessa experiência que a cantora, compositora e atriz baiana Briane Capinan lança, no dia 9 de outubro de 2026, o single “Amargô Feito Féu”.

A faixa transforma uma experiência de ruptura em uma afirmação de amor-próprio. Briane constrói uma canção sobre consciência, potência e reconhecimento de si ao narrar o momento em que uma mulher reconhece sua força e decide não retornar para uma relação que já não a valorizava.

A composição utiliza metáforas ligadas às orixás Osún e Oyá e à energia de Pombagira, evocada por elementos como o mel, o vento, o vinho e o ouro. A ideia central da música nasce justamente desse contraste:

Quem não soube apreciar o seu “mel” agora precisa lidar com o gosto amargo do “fel”.

O “fel” também aparece na composição a partir de uma metáfora culinária. A referência vem de uma pequena parte da galinha que, quando se rompe, pode comprometer o sabor de toda a carne, tornando necessário descartá-la por completo.

Na música, a imagem representa aquilo que, depois de uma experiência amarga, já não pode ser preservado da mesma maneira. Reconhecer esse momento também é uma forma de cuidado consigo.

A canção tem como ponto de partida uma cantiga de jurema dos caboclos e boiadeiros, aprendida por Briane em seu ilê:

“A Jurema é doce, doce feito mel;
quem não sabe beber, ela amarga feito fel.”

Uma mistura msuical de xote do forró ao pagodão baiano, resultando em uma sonoridade marcada pelo swing e pela identidade musical baiana da artista.

A parceria também traz mais personalidade: Chibatinha, guitarrista do ÀTTØØXXÀ, imprime sua assinatura à faixa.

“Amargô Feito Féu é o meu grito de resiliência. Eu achei que não conseguiria superar um amor que só me fazia mal, mas pude perceber que o maior valor está no amor-próprio e foi através da minha espiritualidade que pude compreender e enxergar isso” – Briane Capinan

SOBRE ELA

Natural de Feira de Santana (BA) e atualmente residente em Salvador, Briane Capinan iniciou sua trajetória musical em 2015. Cantora, compositora, atriz e multiartista, encontra na música um espaço para expressar as diferentes faces do amor, das vivências pessoais e da ancestralidade.

Sua produção transita por referências como afoxé, afrobeat e swingueira, em diálogo com os ritmos baianos e o axé. Em suas canções, a artista transforma experiências pessoais em narrativas sobre afeto, identidade, desejo e memória, criando conexões com o público a partir de uma perspectiva marcada pela cultura afro-brasileira.

Em 2026, Briane foi selecionada como uma das cinco finalistas do Mira Lab, projeto realizado pelo Instituto A Mulherada voltado à formação e ao desenvolvimento de carreira de cantoras negras e periféricas de Salvador. Como parte da iniciativa, a artista passou por um processo de desenvolvimento artístico e musical que culmina no lançamento de uma música autoral.

Para Briane Capinan, participar do projeto também representou um momento de reafirmação de sua trajetória artística:

“Eu digo que o Mira Lab foi o meu grito de esperança. Pois me encontrou no momento em que mais precisava de afirmação sobre o meu propósito enquanto artista. Por ter que lidar com tudo sozinha sendo cantora independente, já me via sem esperanças. Mas o Mira Lab me olhou, me ouviu e fez com que a minha voz se fortalecesse para continuar nessa jornada.”

Foto: Gustavo Maia

FIQUE LIGADA(O): https://distro.ffm.to/amargo_feito_feu

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