Dança
Swing Baiano integra programação dos Aulões Beneficentes da Escola de Dança da Funceb!

Fto Mario Sergio Fotografia
O professor afirma: “O Swing Baiano é uma mistura de vários estilos de dança. No meu trabalho procuro reconhecer o Swing Baiano como aula de dança e não somente como um programa de treinamento para o emagrecimento e condicionamento físico. Não que esses benefícios não estejam dentro dos objetivos propostos durante minhas aulas”.
Serviço:
Aulão Beneficente da Funceb – Swing Baiano e suas Conexões com Dhan Imperador
Quando: 24 de agosto de 2019 (sábado), às 13h
Onde: Escola de Dança da Funceb (rua da Oração, nº 1, Pelourinho)
Entrada: 1kg de alimento não perecível
Dança
Dimi Ferreira lança livro “Existe uma dança afro-contemporânea?”
Dançarina, coreógrafa e professora de Dança, Dionisia (Dimi) Ferreira estudou música, dança popular e tradicional. Baiana radicada na França, estudou técnicas clássica, Limon, Graham e Dunham nos grupos África Poesia e Mantra Companhia de Dança. Em Salvador, ela lança seu primeiro livro – “Existe uma dança afro-contemporânea” (EDUFBA) na FLIPELÔ, dia 8 de agosto, a partir das 18h, onde vai disponibilizar para novas vendas, autógrafos e diálogo com o público. O stand da EDUFBA estará na Faculdade de Medicina da Bahia, no Terreiro de Jesus (Pelourinho).

O livro é resultado de uma pesquisa de campo realizada em 1995 e 1996, quando a autora estudava na Universidade Paris V. Um compilado de relatos de coreógrafos de diferentes regiões, discutindo a diversidade da dança negra global. Na obra, o leitor encontra entrevistas com nomes como Alphonse Tiérou e Georges Momboye (Costa do Marfim), Koffi Kôkô (Benin), Germaine Acogny (Senegal), Norma Claire (Guiana Francesa e França), Katherine Joséphau (Guadalupe – Antilhas Francesas), Armando Pekeno (Brasil), Kettly Noël (Haiti), Rick Odums (EUA) e Elsa Wolliaston (Jamaica e EUA).
“Elsa, grande dama pioneira das danças africanas e da dança contemporânea de expressão africana na França, que nos deixou em março deste ano. Em 1996, ela foi a última entrevistada e a primeira que respondeu, quase 30 anos depois, ao meu pedido de autorização para publicar sua foto neste livro. Ela era tão grande na sua arte quanto acessível e sensível”, lembra Dimi.

Em suas abordagens, Dimi abriu portas para novas descobertas e reflexões sobre a diversidade de concepções, de processos criativos e de visões com relação aos outros estilos de dança. Apectos como a concepção do movimento e a técnica, a concepção musical, a relação com o públic, acessórios e figurinos, a utilização da improvisação, a distinção e a ligação entre suas danças da dança clássica, contemporânea ocidental, jazz e das danças africanas tradicionais, foram alguns dos abordados nas entrevistas.
“Espero que o compartilhamento de visões e saberes através deste livro alimente, de alguma forma, nossas danças e pesquisas. Nós, baianas e baianos, que temos os continentes africano e europeu tão perto, mas também tão afastados pelas barreiras linguísticas e geográficas”, diz Dimi.
Sobre a autora
Nascida em Cachoeira (BA), Dionisia (Dimi) Ferreira se formou em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também se especializou em coreografia. É mestra em Dança Contemporânea, na área de Pesquisa, na Universidade René Descartes (Paris) e professora titular de Dança Contemporânea no Conservatório Charles Munch, também em Paris, desde 2012. Na instituição ela criou e dirigiu o Balé Jovem de 2015 a 2019 e, atualmente, coordena o projeto « Ce soir on improvise » (Esta noite se improvisa), que reúne jovens estudantes de música, teatro e dança de vários conservatórios de Paris.
Desde 1992, sua abordagem ao mesmo tempo simbólica e coreográfica das danças afro-brasileiras gerou várias criações. Em 2000, foi selecionada para o Festival de Bagnolet, ganhando o concurso de Danças Mestiças presidido por Norma Claire. Por 18 anos, Dimi foi professora de dança afro-brasileira na Associação Danses du Monde e no Conservatório Camille Saint-Saëns em Dieppe, na Normandia, França.
Enquanto dançarina ela colabora no Brasil com Armando Pekeno, Marcelo Moacyr, Paulo Fonseca e Lícia Morais. Em Paris ela dança para Kettly Noël, Cláudio Basílio e Thierry Guedj. Muito interessada pela improvisação, em 2003 a artista participa deum show de Steve Coleman, ao lado das dançarinas/coreógrafas brasileiras Rosangela Silvestre e Vera Passos, e em 2024 no show em homenagem a Naná Vasconcelos, a convite de Zé Luis Nascimento e Fred Soul.
Dança
Jamile Alves e Velluma Azevedo realizam vivência com samba raiz
“O samba te chama. E esse chamado é ancestral.”
O bairro da Massaranduba vai receber no próximo dia 19 de julho (domingo), a imersão “O Samba Te Chama”. O encontro será na Associação de Moradores, uma manhã de conexão com o samba raiz, suas origens e significados.
Conduzida pelas artistas Jamile Alves e Velluma Azevedo, a vivência terá som ao vivo, mergulhando o público na essência do samba como linguagem de resistência, celebração e identidade.
O intuito é promover um espaço de partilha, cuidado coletivo e fortalecimento das raízes.
SOBRE ELAS
Jamile Alves é atriz do Bando de Teatro Olodum desde 2001, reconhecida por sua trajetória artística comprometida com a valorização da cultura afro-brasileira. Além de atriz, é arte-educadora e militante, atuando diretamente na formação, conscientização e fortalecimento da identidade negra através da arte. Sua pesquisa e prática atravessam o teatro, o corpo e o samba como ferramentas de transformação social e resgate ancestral.
Velluma Azevedo é advogada, especialista em Política e Relações Internacionais pela Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo (FESPSP), mestranda em Relações Internacionais pela UFBA e sambadeira. Em sua atuação artística, vai conduz o público por uma experiência de reconexão com a ancestralidade, valorizando a memória coletiva, o feminino negro e a potência do samba como território de resistência e liberdade.
Serviço:
Data: 19 de julho
Horário: 9h às 11h
Local: Associação de Moradores – Rua Jaime Coelho, nº 07, Massaranduba
Valor: R$ 35,00
PIX e envio de comprovante: (71) 99350-6953
Vagas limitadas
Dança
Ibanujé circula pela Bahia com apresentações gratuitas
Entre dança, música, poesia e ancestralidade, o espetáculo “Ibanujé – O Corpo como Memória Ancestral” convida o público a uma experiência sensorial sobre as heranças culturais afro-brasileiras e a potência do corpo como guardião de memórias coletivas. A obra fortalece práticas de valorização da cultura afro-brasileira, do respeito à diversidade e do combate ao racismo.
Contemplado pelo edital Quarta que Dança, da Funceb, o espetáculo realiza circulação gratuita em julho de 2026, com apresentações em Salvador (08/07), Itabuna (15/07), Irecê (22/07) e Ibititá (29/07). A programação inclui oficinas e rodas de conversa abertas ao público, aprofundando temas como dança afrodiaspórica, ancestralidade, identidade cultural, processos criativos e o papel da arte como ferramenta de transformação social.
Idealizado pelo historiador, coreógrafo, professor e bailarino Toni Silva, natural de Ibititá, o espetáculo resulta de sua trajetória dedicada à pesquisa e valorização das culturas afro-brasileiras. Fundador da Companhia de Dança Ominirá e do Festival Vale que Dança, Toni desenvolve há quase duas décadas ações de formação em dança afro e pesquisa a Dança Afrodiaspórica com Simbologia dos Orixás.
Inspirado nas simbologias de Oxum, Iansã, Ogum e Oxalá, o espetáculo dialoga artisticamente com as matrizes africanas em linguagem contemporânea. A narrativa é dividida em três atos: Origem, que evoca as memórias da diáspora africana; Corpo-Território, que apresenta o corpo como espaço de resistência e pertencimento; e Axé: o Futuro Ancestral, que celebra a força da ancestralidade e da cultura afro-brasileira.
O projeto contará com recursos de acessibilidade em todas as cidades, incluindo interpretação em Libras nas rodas de conversa, visita sensorial para pessoas cegas ou com baixa visão e abafadores de ruído para pessoas autistas ou com sensibilidade sensorial.
Agenda
- Salvador – 08/07 | Espaço Xisto (oficina às 16h e espetáculo às 19h)
- Itabuna – 15/07 | Centro de Cultura Adonias Filho (oficina às 16h e espetáculo às 19h)
- Irecê – 22/07 | Teatro Ataídes Ribeiro (oficina às 13h30 e espetáculo às 18h)
- Ibititá – 29/07 | Escola Municipal Hermano Marques Dourado (oficina às 16h e espetáculo às 18h)
Serviço
Espetáculo: Ibanujé – O Corpo como Memória Ancestral
Concepção e Direção: Toni Silva
Classificação: Livre
Duração: 45 minutos
Ingressos: Gratuitos.
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