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Dança

Tatiana Campêlo retorna às aulas de Dança Afro-Brasileira em setembro na Escola de Dança da Funceb!

Jamile Menezes

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Foto Mario Sergio

Após três meses de um período de licença a maternidade, a professora e coreógrafa baiana Tatiana Campêlo está de volta às aulas Cursos Livres da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa) no próximo dia 4 de setembro de 2019.
Das 44 modalidades disponíveis nos Cursos Livres, Tati, como é chamada pelos alunos, leciona as aulas de Dança Afro-Brasileira (Iniciante) às quartas-feiras; e Dança Afro-Brasileira (Intermediário) às quintas-feiras; sempre das 18h30 às 20h30. O investimento no curso é R$ 70,00 (mensal) ou R$ 20,00 (aula avulsa).
“Nesse meu retorno, já chegarei elaborando células coreográficas, montando laboratórios de criação. Tudo para que os alunos já consigam se inserir na proposta coreográfica do tema proposto” anuncia a coreógrafa. Isso, porque em dezembro acontecem as Mostras dos Cursos Livres 2019 no Teatro Castro Alves. 
Enquanto esteve em licença maternidade, as aulas da professora Tati Campêlo não cessaram. Na turma iniciante, assumiram as aulas o professor da casa Paulo Côrtes, e o assistente de Tati, Jheferson Mendes. Na turma intermediária os alunos tiveram aulas com a professora da casa Rose Bárbara, com Jheferson, e com o dançarino e coreógrafo uruguaio Maxi Alonso.
Serviço:    
Dança Afro Brasileira (Iniciante), com Tatiana Campêlo
Quando: quartas-feiras, das 18h30 às 20h30, na Sala 01
 
Dança Afro Brasileira (Intermediário), com Tatiana Campêlo 
Quando: quintas-feiras, das 18h30 às 20h30, na Sala 04Onde: Escola de Dança da Funceb – Rua da Oração, nº 1, Pelourinho
Investimento: R$ 70,00 (mensal) ou R$ 20,00 (aula avulsa)

Fotos: Mário Sérgio

Dança

Brisa Òkun é o nome dela e sua dança vai representar Salvador

Jamile Menezes

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Brisa Okún é o nome dela e sua dança vai representar Salvador

O nome dela é Brisa Òkun, e ela é campeã da classificatória regional do torneio Red Bull Dance Your Style, seletiva que aconteceu em Salvador no último dia 13 de abril. Profissional de dança, ela também é intérprete, modelo, artista visual e empreendedora, com muitos ritmos e movimentos em sua trajetória. Na roda, lá no Centro Histórico, a final foi marcante, pelos vídeos que circulam na rede social. Energia lá em cima, muita torcida e muita comemoração, afinal, a jovem deu o nome.

Reprodução Instagram (@africanizeoficial)

Agora ela segue pra final nacional, em São Paulo dia 11 de maio, junto ao também soteropolitano, Creu, com quem divide o pódio regional. A expressividade corporal de Brisa contagiou o público, algo que vem desde a infância, rodeada de muita música e, claro, muita dança…em estilos diversos.

“Quem me conhece desde pequena sabe que eu sempre usei a dança para vibrar minha energia, essa também é a cultura do meu território, o que abre caminhos para me identificar genuinamente com o movimento. Dentro do meu lar também tinha a cultura do reggae e da capoeira bem latente, sem esquecer da música disco, do arrocha e do pagode que embalavam o cotidiano da minha família”, diz.

Brisa acredita no “potencial da consciência no corpo criativo em dança como veículo político-transformador”, como ela mesmo declara. E esse potencial se manifesta em muitos estilos que ela abraça. “Eu sou realmente muito eclética, mas geralmente a musicalidade que acompanha os estilos de dança que eu estudo são os que eu mais me identifico. Pagode Baiano, Reggae, Disco ou soul, Afrobeats, Dancehall”.

Os caminhos trilhados até aqui já dão o rumo de seu futuro na área. Formada no Curso Preparatório da Escola de Dança da Funceb e estudante da Escola de Dança da UFBA, a pesquisa de Brisa Òkun já está definida: Waacking e Danças Afro-Diaspóricas e Africanas, com o foco na cintura pélvica. Para ela, “não dançar nunca foi uma opção de caminho”.

“Não consigo me lembrar do momento exato de encantamento pela dança, porém sinto que sempre tive essa inclinação para sentir magia com a música e com o movimento. Se eu fosse profissional de outra área, ainda sim continuaria dançando, é onde mora a manutenção da minha saúde. Contudo, fui entendendo que poderia me profissionalizar com isso após entrar na Funceb, após ser solicitada para ministrar uma oficina por Katy Kim Farafina, e quando precisei decidir qual curso iria seguir na Universidade”, afirma a campeã.

Em quem ela se inspira? Quando perguntada quais suas referências, a lista é enorme. Primeiro a família, depois Michael Jacskon, Calypso…mas há alguns nomes especiais para seu movimento.

“Minha avó Jucineide Moura, que me incentivava a rebolar. Katy Kim Farafina, quem me apresentou o Coupé decalè e o Ndombolo. Mestra Volta grande (Bárbara Socorro), que me acompanha desde criança. Ágata Matos e Preta Kiran, quando dançavam juntas com Magary Lord e me inspiravam muito na infância. Mestra Vera passos, uma referência de movimento consciente. Dricca Bispo, a única pessoa que atualmente ministra aula de Dancehall em Salvador. A crew Afrovibes, grupo de danças afro urbanas de Salvador idealizado por Jessica Santana. Jess Nascimento, minha professora de waacking. Maiane Mendes, professora de flexibilidade e condicionamento. Gostaria de apenas citar mulheres, mas seria impossível não citar Filipe Moreira, pioneiro de waacking em Salvador, a pessoa que orientou meus caminhos com essa dança”, lista Brisa Òkun.

Conquistas e Futuro

São muitas, mas as últimas ela faz questão de ressaltar. “Minha maior conquista é o meu projeto de aulas Mexendo Pelve, pesquisa que tem me levado a lugares que eu nunca imaginei. Como pessoa que batalha, ganhei a primeira batalha de waacking em Salvador, como intérprete gravei o DVD de Léo Santana em BH (Léo e Elas) e como professora, uma das maiores conquistas foi ter ministrado aula no projeto de professora Angela: “encarceiradas sim, prisioneiras nunca” (2023)”.

Essa última conquista, na classificatória regional do torneio Red Bull Dance Your Style, foi difícil, exigiu muito, mas ela deu a receita. “Para essa competição eu me preocupei bastante em estar o menos ansiosa possível, óbvio que é muito difícil, mas minha vontade era mostrar minha criatividade e minha identidade degustando o momento. Eu vivo de dança em Salvador, e sobreviver nesse contexto é bem difícil. Trabalho, estudo e vivo de dança então para mim foi bem complicado reservar tempo exclusivo para treino, porém entre uma atividade e outra e durante o meu cotidiano eu fui me investigando, lapidando e estudando o que eu acreditava que poderia funcionar para mim. Além de boa alimentação, muita água, muita música e qualidade de sono”, elenca a jovem estudante e pesquisadora.

Sobre o futuro, Brisa Òkun pensa em transformar, estar mais consciente com a dança e promover reflexões com seus movimentos. E, claro, mandar bem na final nacional em São Paulo, no próximo mês. E olha só, quem vencer irá representar o país na final mundial em Mumbai, na Índia.

“Minha expectativa é a de honrar quem vem acreditando em mim, honrar o que eu acredito, quero enxergar Salvador no meu corpo fora do estereótipo, fora do olhar violento. Com muito drama, pelve, braçadas e musicalidade”. Alguém duvida que vai ser mais um momento explosivo por lá?

Dança e voa, Brisa Òkun!

Crédito: Fabio Piva / Red Bull Content Pool

Fotos de Brisa: acervo pessoal

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Dança

Instituto A Mulherada realiza diálogo sobre violência doméstica e familiar

Jamile Menezes

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Instituto A Mulherada

Na próxima quarta-feira (24), às 14h, o Instituto A Mulherada convida a Tenente Coronel e Comandante do Batalhão de Policiamento de Proteção à Mulher, Roseli de Santana Ramos e a Secretária Municipal de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude, Fernanda Lordêlo para roda de diálogo aberta ao público sobre “Violência doméstica e familiar contra as mulheres: avanços e superações”.

O evento integra o projeto “Tambores pelo Fim da Violência – Tocar Pode Bater Não”, nos Territórios Criativos do Centro Histórico de Salvador. Com o projeto, o Instituto A Mulherada utiliza a música, a arte como instrumentos de conscientização e empoderamento para combater a violência doméstica e familiar contra mulheres, além de promover sua inclusão no mercado de trabalho.

Fernanda Lordêlo

O Instituto

O Instituto A Mulherada tem por missão lutar pela defesa dos direitos das mulheres vítimas de violência, sem oportunidade de emprego e pela inclusão educacional e profissional das mesmas. Criado em 2001, a partir da identificação das demandas e necessidades da população feminina de Salvador, especialmente mulheres negras em situação de vulnerabilidade, o Instituto vem intervindo na realidade do cotidiano, colaborando para que as mulheres rompam com o ciclo do silêncio que se inicia com a submissão e dependência, culminando muitas vezes no óbito dessas vítimas.

Este projeto foi contemplado pelo edital Territórios Criativos, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal.

 

SERVIÇO

Local: CDRH -UNEB situado na Ladeira do Carmo – Santo Antônio

Dia 24 de abril de 2024

Horário: das 14 às 17 horas

Entrada gratuita mediante inscrição:  https://forms.gle/EfRb9dGFNkrxmie27

Haverá certificado de participação.

 

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Dança

Cia. de Dança Robson Correia celebra mês da dança com exposição

Amanda Moreno

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Cia. de Dança Robson Correia celebra o mês da dança com exposição e apresentação
Cia. de Dança Robson Correia celebra o mês da dança com exposição e apresentação (Foto: André Frutuôso)

Cia. de Dança Robson Correia celebra o mês da dança com exposição. A Cia. de Dança Robson Correia, que integra o Instituto de Formação em Arte (IFA), para celebrar as duas décadas de trabalho no meio artístico leva, a partir desta sexta-feira (19/04), ao foyer do Espaço Xisto Bahia, no bairro dos Barris, em Salvador, a exposição: Passos da Cia Ano VI – Circuito da Dança. A mostra, gratuita, fica aberta para visitação das 9h às 19h e apresenta imagens das obras coreográficas Triscou-Pegou, Nac-Horuc, Almejo e Homens de Ogum, dos fotógrafos André Frutuôso, Cadu Freitas e Fafá Araújo.

O primeiro dia do evento contará ainda, no palco do Teatro Xisto, com a apresentação do espetáculo Homens de Ogum. A partir deste sábado (20/04), a coreografia passará a ser apresentada, por meio do Projeto Circuito da Dança, em cinco praças de Salvador, nos bairros: Bairro da Paz, Rio Vermelho (21/04), Pelourinho (27/04), Resgate (28/04) e Ribeira (29/04), sempre a partir das 16h30.

“Celebramos o Mês da Dança promovendo este ‘circuito’ de atividades artísticas com exposição de fotos dos espetáculos da Cia. que já foram apresentados para mais de 10 mil pessoas, em diversas praças públicas da capital e no interior do estado. Um dos nossos lemas é ir aonde o povo está, então retornaremos às praças de Salvador, com: Homens de Ogum, uma coreografia baseada na história de uma divindade africana, que representa garra, força, coragem, tecnologia, desenvolvimento e trabalho”, explicou Robson Correia, diretor da Cia. e doutorando em Dança, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O projeto Circuito da Dança foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, via Secretaria de Cultura, por meio da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura, Governo Federal. A Lei Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.

SERVIÇOS
O quê: Exposição Passos da Cia. Ano VI – Circuito da Dança.
Onde: Espaço Xisto Bahia.
Período: De 19 a 30 de abril.
Horário: Das 9h às 19h.
Entrada: Gratuita.

O quê: Circuito da Dança – Espetáculo Homens de Ogum
Quando:
20 de Abril – Fim de linha do Bairro da Paz
21 de Abril – Brigadeiro Faria Rocha – Rio Vermelho
27 de Abril – Cruz Caída – Pelourinho
28 de Abril – Fim de Linha do Resgate/Cabula
29 de Abril – Praça da Madragoa/Ribeira
Horário: Às 16h30

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