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Música

ÀTTØØXXÁ abre 2ª edição do Concha Negra e convida Rincon Sapiência!

Jamile Menezes

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ÀTTOOXXA

Rincon Sapiencia

A 2ª edição do Concha Negra vai começar. No dia 16 de novembro (sábado), em pleno Mês da Consciência Negra, a Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA) dá a largada de uma programação que exalta a riqueza da produção musical afro-baiana no maior equipamento cultural da Bahia. Quem faz as honras da abertura do projeto, lançando uma agenda que aquecerá todo o verão soteropolitano, será a banda ÀTTØØXXÁ no show “Bailaum Black Bang”, com a presença do rapper paulistano Rincon Sapiência como convidado. Para aquecer a noite, performance do grupo de dança Ballet Vip. O evento se inicia às 18h30 e ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), à venda na bilheteria do TCA, nos SACs dos shoppings Barra e Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido.

Uma das grandes sensações da nova música baiana, ÀTTØØXXÁ carrega sons periféricos ao que há de mais contemporâneo na produção da bass culture mundial. Vem das ruas, de sua linguagem própria – falada, visual e corporal –, esta nova música pop da Bahia. Experimentalismos e ressignificação da música popular são os pilares desta revolução. Liberdade, respeito e ancestralidade costuram hits que convidam o corpo a se reconhecer, amplificando vozes, rompendo barreiras e mergulhando numa estética transcendental e afrofuturista, distante de clichês.

Para dividir o palco, Rincon Sapiência traz à cena a originalidade de suas composições, marcadas por influências das músicas africana, eletrônica, jamaicana e vertentes do rock. Reconhecido com alguns dos mais importantes prêmios da música brasileira contemporânea, ele traduz em versos sagazes as experiências vividas na periferia paulistana, abordando questões raciais e sociais no contexto da metrópole. Um rap com clima de positividade, sem prejuízo à postura crítica do discurso, resultado da sua notável fome de rima aliada à habilidade de jogar com as palavras.

PROGRAMAÇÃO

Nesta 2ª edição, através de convocatória pública, nove propostas foram selecionadas dentre 59 inscritas e vão se apresentar até fevereiro de 2020. Depois de ÀTTØØXXÁ, virão Ilê Aiyê (7 de dezembro), Sine Calmon e Morrão Fumegante (14 de dezembro), Olodum (11 de janeiro), Baco Exu do Blues (18 de janeiro), Lazzo Matumbi (25 de janeiro), Gerônimo Santana (1º de fevereiro), Margareth Menezes, Afrocidade e Luedji Luna (8 de fevereiro) e Panteras Negras (15 de fevereiro).

Concha Negra – Bailaum Black Bang

ÀTTØØXXÁ convida Rincon Sapiência

Abertura: Ballet Vip

Quando: 16 de novembro de 2019 (sábado), 18h30

Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Vendas: Bilheteria do Teatro Castro Alves, SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou canais da Ingresso Rápido. Acesse página de vendas em http://site.ingressorapido.com.br/tca.

Classificação indicativa: Livre

Música

Single “Marielle” de Jairo Pinto e Lande Onawale no ar

Jamile Menezes

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o Single Marielle celebra a vida e o legado da homenageada.

O Single “Marielle”, homenagem à vereadora carioca brutalmente assassinada em 14 de março de 2018, é fruto da parceria entre os poetas e compositores baianos Lande Onawale e Jairo Pinto, já lançado nas plataformas digitais.

A canção, com produção da Cafofo Produções, nasce do poema “Marielle Franco, Presente”, de Jairo, e ecoa a luta da vereadora por justiça social, equidade racial e de gênero.

Com arranjos do multinstrumentista Carlos Vilas Boas e do baixista Beto Góis, o single “Marielle” celebra a vida e o legado da homenageada, exaltando sua ternura, força, resistência e representatividade.

Conhecido principalmente como poeta e escritor, Lande tem canções autorais executadas por blocos-afro de Salvador. Esta é a segunda vez que ele transita pelos streamings. A primeira foi com a composição e a voz da canção ‘Uanga’, que abre o álbum ‘bom mesmo é estar debaixo d’água’, da cantora Luedji Luna.

Jairo, por sua vez, aparece nos streamings como um dos autores de “Máquina de Traumas”, no EP do cantor e compositor Reyynam Poeta, um rap de forte crítica social e política.

Ouça o single “Marielle”:

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Música

EP Cabaça Sonora une Iane Gonzaga e Riane Mascarenhas

Jamile Menezes

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EP Cabaça Sonora é o primeiro da Coliga Produções, produção fonográfica da música popular baiana negra e indígena.

As cantoras e compositoras baianas Iane Gonzaga (Salvador-BA) e Riane Mascarenhas (Cachoeira-BA) se uniram para compor o lançamento do EP Cabaça Sonora – Parte 1”, que reúne dois singles inéditos de cada artista, “Ressurgir”, de Riane Mascarenhas e “Peguei Visão” de Iane Gonzaga. As músicas acompanham registros audiovisuais, gravados em estúdio no formato “ao vivo”.

Esse é o primeiro EP lançado pela Coliga Produções, que tem como missão fomentar a produção fonográfica da música popular baiana negra e indígena, tendo a coletividade como base no desenvolvimento das ações, realizando o planejamento e produção de lançamentos fonográficos. O selo já  realizou 7 lançamentos, que somam mais de 35 mil streamings nas plataformas de música.

IANE GONZAGA 

Natural de Salvador-BA, Iane vem se projetando como potência da nova MPB, em diálogo com o movimento Afropop, que firma essa encruzilhada entre referências afro-urbanas mundiais e elementos rítmicos ancestrais. Sua identidade musical traz células dos toques de matriz africana, do reggae produzido no recôncavo baiano, do forró, maracatu, samba-rock e samba-reggae.

Em 2021 lança seu primeiro Ep, intitulado ‘Territóriamente’, consolidando seu trabalho autoral. O trabalho teve boa repercussão pela crítica, e a faixa “Zabumba Meu Boi” foi indicada no Festival de Música Educadora FM 2021. Circulou com esta obra em diversos espaços, como o Festival FALA 2022, Festival Batida das Pretas, espaço Colaboraê, chegando a abrir o show da artista Bia Ferreira em Salvador. Atualmente dedica-se à produção de seu próximo álbum e à nacionalização da carreira.

SOBRE RIANE MASCARENHAS

Riane Mascarenhas é cantora, compositora, baixista e professora de Educação Musical, graduanda em Licenciatura em Música (UFBA). Nascida em um dos maiores berços culturais do Brasil, Cachoeira, na Bahia, é no Reggae que a artista encontra formas de conversar com o mundo. Em seu trabalho, a artista busca reescrever o Reggae a partir da perspectiva feminina e de uma legítima mulher preta da periferia do Recôncavo Baiano, criada por um núcleo familiar exclusivamente feminino.

Foto Maiara Cerqueira

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Música

Festival Salvador Jazz acontece no Rio Vermelho

Jamile Menezes

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Nos dias 18 e 19 de maio, o Largo da Mariquita, no Rio Vermelho, será palco do Festival Salvador Jazz. O bairro receberá os shows do pianista Jonathan Ferr, aclamado como o artista que está revolucionando o Jazz no Brasil. Precursor do Urban Jazz no país, Ferr tem se destacado por entrelaçar fronteiras musicais, buscando popularizar o jazz e embalar sonhos nas periferias.

Quem também se junta a grade de atrações é o Coletivo Jam Delas, formado por mulheres instrumentistas de Salvador. O grupo, que promove e incentiva a presença feminina na cena instrumental da cidade, traz um movimento de resistência e empoderamento.

A edição de 2024 do Festival Salvador Jazz vai receber Luedji Luna. Indicada ao Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira” com o álbum “Bom Mesmo é Estar Debaixo D’água”, a cantora e compositora baiana é considerada um fenômeno da música brasileira, o que a consagra como uma das maiores cantoras da MPB de sua geração.

Completando a lista de apresentações do primeiro dia, quem sobe ao palco é a Bixiga 70, banda paulistana que mistura elementos da música africana, afrobeat, brasileira, latina e do jazz.

A partir das 17h do dia 19, So Festival Salvador Jazz receberá a cantora cabo-verdiana Mayra Andrade, reconhecida pela presença cativante em palcos internacionais e sonoridade única. Mayra promete uma performance que reflete a sua trajetória musical multicultural. Combinando o crioulo cabo-verdiano, referências brasileiras e a sofisticação do jazz parisiense, a artista se destaca como uma das vozes mais relevantes da nova geração.

Completando as apresentações do segundo dia, o evento receberá Ubiratan Marques, fundador da Orquestra Afrosinfônica, que lançou no final de 2023, seu álbum solo autoral “Dança do tempo”. Nesse novo projeto, o maestro rege sinfonia afro-jazz-brasileira ao longo de oito faixas inéditas que condensam tradições afro-baianas, heranças sertanejas, influências do jazz e um toque de pop.

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