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Teatro

Atores do elenco original de Ó Paí, Ó retornam ao palco em montagem comemorativa!

Jamile Menezes

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A peça Ó Paí, Ó, um dos maiores sucessos do Bando de Teatro Olodum e do teatro baiano, volta a cartaz em apenas duas semanas no verão de Salvador. A obra,  que deu origem ao filme e série de TV, será apresentada no Teatro Vila Velha, de quinta a domingo, a partir do dia 30 de janeiro até 09 de fevereiro. Os ingressos custam R$40 inteira e R$ 20 meia.

Com roteiro do Bando de Teatro Olodum, a direção é de Márcio Meirelles, coreografias de Zebrinha e música e direção musical de Jarbas Bittencourt. A nova montagem terá a participação de artistas que integraram o elenco original da peça, estreada em 1992, e que são responsáveis pela construção dos personagens que conquistaram o país graças ao humor ao narrar as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia do Centro Histórico de Salvador. A temporada integra as celebrações pelos 30 anos do Bando de Teatro Olodum, que serão completados em outubro de 2020.

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Entre os atores que retornam ao palco para esta montagem comemorativa está Nilton Rangel, que deu vida ao taxista Reginaldo, sempre envolvido em esquemas para tirar vantagens da movimentação turística do Pelourinho. Lázaro Machado, na pele da travesti Yolanda, Edvana Carvalho, que vive a baiana estilizada Lúcia e Luciana Souza que interpreta Dona Joana, proprietária do cortiço, também retornam aos palcos para reencontrar com seus personagens.

Outras figuras marcantes da peça também estarão presentes como a comerciante Neuzão da Rocha (Merry Batista), a Baiana de acarajé (Rejane Maia), a esotérica Raimunda (Cássia Valle), a esposa grávida de Reginaldo Dona Maria (Valdinéia Soriano), a aspirante à cantora Mary Star (Arlete Dias), entre outros representantes do cotidiano do Pelourinho abordado na montagem.

 

Ó PAÍ, Ó – Temporada 2020

Período: 30, 31 de janeiro, 1º, 6,7,8 e 9 de fevereiro

Quando: Quinta a sábado 20h e domingo 19h (exceto 02 de fevereiro)

Valor: R$40 (quarenta reais) inteira e R$20 (vinte reais) meia

Local: Teatro Vila Velha (Passeio Público – Campo Grande)

Duração: 90 minutos

Classificação: 12 anos

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Teatro

Espetáculo “Preta” estreia nos dias 30 e 31 de Maio, no Xisto

Kelly Bouéres

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Preta
Eufrásia Neres

Livremente inspirada na consagrada peça teatral ‘O Santo Inquérito’ de Dias Gomes, o espetáculo ‘PRETA’ é ambientado no ano 3000 e sua encenação se ampara em elementos de religiões de matriz afro-brasileira e o cristianismo, com foco na discussão do poder opressor do patriarcado, no empoderamento feminino e na intolerância religiosa.

A peça tem Direção Geral, Texto,  Figurinos e Adereços de Fernando Santana, é encenada por intérpretes formandos da Oficina de Atores Salvador que tem a Coordenação da Professora, Atriz e Diretora Aline Nepomuceno.

O espetáculo ‘PRETA’ reflete, de forma distópica, uma sociedade que uniu dois polos importantes na constituição de uma sociedade (política e religião), e que regrediu, de forma geral, em valores e princípios humanos e sociais, mas que também, ao longo da trama, aponta curas de muitas feridas sociais em comparação ao nosso período atual da história.

SERVIÇO

‘PRETA’ tem sua estreia confirmada no Teatro Espaço Xisto Bahia

30 e 31 de Maio, (Sábado: 19 horas e domingo: 16 horas)

Ingressos disponíveis na bilheteria do Teatro, (pagamento via Pix, cartão ou espécie por 30 e 15 reais (meia)

A duração é de 70 minutos. Classificação 14 anos

MINI BIO DE FERNANDO SANTANA

Fernando Santana é um artista baiano, Bacharel em Interpretação Teatral pela UFBA. Também é Dramaturgo, Roteirista, Diretor Teatral, Cenógrafo, Aderecista, Figurinista e Monitor Artístico. É cofundador da Sinuosa Companhia de Teatro e integra o Colectivo Âmbar- rede de artistas e promotores cênicos da América Latina. Possui também formação em clown, dança afro e canto popular. Está presente no campo artístico há mais de 26 anos e atuou e se mantém atuante em mais de 60 produções artísticas no teatro, cinema, streaming, TV e publicidade.Dentre elas destacam-se ‘Namíbia, Não!’, ‘O Filho de Mil Homens’, ‘Mesmo Sem Te Tocar’ e ‘Exu- A boca do Universo’.  

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Teatro

Bando de Teatro Olodum é finalista do Prêmio Sim à Igualdade Racial

Jamile Menezes

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Cabaré da Rrrrraça

O Bando de Teatro Olodum foi indicado como finalista ao Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026, na categoria Arte em Movimento, integrante do pilar Cultura. A premiação, oferecida pelo Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), é reconhecida por valorizar iniciativas que promovem a equidade racial, a diversidade e a inclusão por meio de diferentes linguagens artísticas.

A categoria Arte em Movimento celebra expressões artísticas, em formatos físicos e digitais, protagonizadas por pessoas negras ou indígenas, que impulsionam reflexões sobre pautas étnico-raciais, justiça climática e transformação social. Neste ano, o Bando integra uma lista de finalistas que reúne importantes nomes e projetos que são pilares da cultura negra e indígena contemporânea.

com um fundo lilás sob luzes dispersas, o Bando de Teatro Olodum se apresenta no palco. Eles olham para frente e fazes gesto de poder negro.

Foto: Leticia Franca

A cerimônia de entrega do prêmio acontecerá no dia 13 de maio, no Rio de Janeiro, e será exibida no dia 24 de maio, após o Fantástico, na TV Globo, além do canal oficial da premiação no YouTube. O Bando será representado na cerimônia pelas atrizes Cássia Valle e Valdineia Soriano e os atores Jorge Washington e Renan Motta.

Cabaré da Raça

Com mais de três décadas de trajetória, o Bando de Teatro Olodum reafirma sua relevância ao seguir contribuindo para o teatro brasileiro com uma linguagem própria, marcada pela valorização das identidades negras, pelo enfrentamento ao racismo e pela formação de gerações de artistas comprometidos com a arte engajada.

Em abril deste ano, o Bando de Teatro Olodum foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de Salvador, por meio de lei municipal proposta pela Câmara de Vereadores.

Ao lado do Bando, também concorrem na categoria nomes e iniciativas de grande impacto cultural, como o artista visual Dalton Paula, com o projeto “O Sertão Negro”; o DJ indígena Eric Terena; o projeto “O Futuro é Ancestral”, liderado por Alok e Devam Bhaskar; a rapper Souto; além do Zumví Arquivo Afro Fotográfico, referência na preservação da memória afro-brasileira.

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“Recebemos essa indicação do Bando de Teatro Olodum a este importante prêmio com muita alegria e responsabilidade, pois reconhece a relevância da nossa trajetória, ainda mais ao lado de iniciativas que utilizam a arte como instrumento de transformação social e construção de futuros mais justos, assim como nós acreditamos e nos dedicamos a isso”, destacou o ator e produtor, Fábio Santana

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Teatro

Espetáculo Isto Não É Uma Mulata completa 10 anos

Kelly Bouéres

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Espetáculo
Rubem Figueiredo

O solo teatral Isto Não É Uma Mulata completa 10 anos de sua criação, temporada e desdobramentos. Vencedora do Prêmio Braskem de Teatro 2015, na categoria Revelação, a peça é uma obra que provoca reflexões sobre a representação da mulher negra, além de apontar as fragilidades do mito da democracia racial brasileira, com ironia e humor.

Com criação e atuação de Monica Santana, a obra ganhou ressonância na cena teatral de Salvador por trazer uma perspectiva de discussão sobre as questões raciais, com uma linguagem aproximada com a performance, mas também incorporando elementos de cultura pop, ironia, depoimento pessoal e apontamentos de teatro épico.

Isto Não É Uma Mulata retorna ao palco do Gamboa Nova, fundamental na trajetória da peça, por ter abrigado a sua estreia e fará apresentações nos dias 8, 9, 15 e 16 de maio, (às sextas, às 19h e aos sábados, às 17h). Os ingressos já estão à venda aqui.

O retorno aos palcos é marcado pela atualização de passagens da obra, incorporando discussões do contexto político atual e dos próprios debates em torno da noção de raça. Quando lançado em 2015, o caráter atual e inquietante da obra gerou forte repercussão na internet junto às mulheres negras de vários pontos do Brasil levou a artista ser escolhida como uma das 25 Mulheres Negras Mais Influentes na Internet Brasileira, na lista realizada pelas Blogueiras Negras e amplamente divulgada na web.

A peça conta com discotecagem de Nai Kiese, figurinos de Cássio Caiazzo, soluções cenográficas de Deilton José, concepção de maquiagem de Nayara Homem e iluminação de Caboclo de Cobre. Elivan Nascimento colabora na preparação corporal e orientação de movimento. A produção é da Crioula Arte e Cultura e Lucas Oliveira.

Serviço
Isto Não É Uma Mulata
Teatro Gamboa Nova
Às sextas-feiras, dia 8 e 15 de maio, às 19h e aos sábados, dias 9 e 16 de maio, às 17h
Ingressos à venda aqui
Valor: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia entrada)
Classificação indicativa: 14 anos

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