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Música

Soprano Irma Ferreira lança EP “Cantos e Rezas” e exalta Nanã, Omolú, Oxumaré, Ossanha e Ewá

Jamile Menezes

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A cantora soprano Irma Ferreira lança no próximo dia 28 de março, domingo, nas plataformas de música Spotify, Deezer, Apple e YouTube, além do Facebook e Instagram, seu EP “Cantos e Rezas”, que tem cinco faixas e nasce com o objetivo de preservar e divulgar uma coleção de cantos tradicionais do Candomblé – os “Orikis e Aduras”.

O EP “Cantos e Rezas” exalta as características de cinco divindades : Nanã, Omolú, Oxumaré, Ossanha e Ewá. Além de um objeto de apreciação artística, o EP “Cantos e Rezas” se tornou uma referência na preservação e difusão dessa cultura.

Como é o EP “Cantos e Rezas” – O trabalho se inicia com a Àdúra “Ti Omolú”, onde há somente a voz de Irma Ferreira , emoldurada por um pequeno início e finalização com guizos que evocam o sagrado. Em seguida surge o Oríki “Ti Nanã” , onde surge o conjunto ritual do Candomblé, integrado por agogô e os atabaques rum, rumpi e lé, na orientação do percussionista Luan Badaró, e também a marimba tocada por Érica Sá.

Em seguida surgem o trombone de Fred Dantas e o contrabaixo de Marcus Sampaio. O terceiro canto, Àdúra “Ti Oxumaré”, traz o conjunto de agogô e atabaques conduzindo a voz de Irma e um coral integrado por Angélica Ferreira, Éverton Neves e Fred Dantas.A quarta faixa do EP, Àdúra “Ti Òsónyìn”, têm seu início com o farfalhar de folhas de verdade que abre o trabalho dos violinos de Mário Soares, cuja excelente contribuição vai interagir com o oficleid e bombardino de Fred Dantas.

 

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A última faixa, Àdúra “Ti Wèwá”, se inicia com o dundum, o “tambor falante”, convidando os instrumentos corne inglês e oboe, tocados por Gabriela Wara, a fazerem a introdução instrumental que antecede a entrada da voz. Ao longo da gravação esses instrumentos interagem com o oficleid e bombardino, sobre a base do contrabaixo, além do grupo percussivo ritual integrado pelo agogô e atabaques.

Para quem são os cantos e rezas – Omolú, Nanã, Oxumare, Ossanha e Ewá. Voduns/Orixás pertencem a um tronco família chamado de Ungí que tem como origem de culto os Candomblés de Nação Jejê. Foram sendo devidamente incorporados as casas de Candomblé Ketú ou Nagô tamanha sua importância para os povos das diásporas que edificaram a religião no Brasil.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

 

Formação

Fala, Preta: projeto traz oficina e talk show sobre luta de mulheres negras

Jamile Menezes

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projeto "Fala, Preta!" em comemoração ao "Dia da Liberdade de Pensamento" e ao "Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha"

Em comemoração ao “Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha”, nos dias 27 e 28 de julho, a Caixa Cultural Salvador sediará a edição do projeto “Fala, Preta! . Com uma oficina e um talk show, o projeto busca promover a valorização da cultura negra e a luta das mulheres negras, incentivando mudanças de pensamentos e atitudes na sociedade.

A oficina “Fala, Preta!”, conduzida por Mel Campos e Antônio Marques, ensinarão técnicas e estratégias de criação e divulgação de podcasts e videocasts, no dia 27 de julho, às 14h. A oficina tem como objetivo capacitar os participantes para utilizar mídias específicas como ferramentas de comunicação, educação e marketing.

O encontro abordará temas como equipamentos e softwares necessários, planejamento e estratégia, produção e edição, e distribuição e marketing. A troca visa empoderar os participantes a divulgar suas ideias e criar comunidades engajadas em torno de temas diversos e relevantes. As inscrições podem ser feitas pelo link https://forms.office.com/r/GNCVBTq2yc.

O talk show “Fala, Preta!”, apresentado pelas atrizes Denise Correia e Lívia França, no dia 28 de julho, às 15h, contará com a participação de convidadas especiais, como Dra. Laissa Rocha e Mabel Freitas, que compartilharão experiências e conhecimentos sobre o universo feminino negro. As musicistas Riane Mascarenhas e Beatriz Sena ainda realizarão intervenções musicais.

As convidadas discutirão temas relevantes, sobre a luta e resistência das mulheres negras ao longo da história do Brasil. As inscrições podem ser feitas pelo link https://forms.office.com/r/7iGsAfzqmF.

Serviço

Oficina “Fala, Preta!” com Mel Campos e Antônio Marques

Data: 27 de julho

Horário: 14h

Local: Caixa Cultural Salvador (R. Carlos Gomes, 57 – Centro)

Inscrições: https://forms.office.com/r/GNCVBTq2yc

Gratuito

Talk show “Fala, Preta!” com Denise Correia e Lívia França

Convidadas: Dra. Laissa Rocha e Mabel Freitas

Data: 28 de julho

Horário: 15h

Local: Caixa Cultural Salvador (R. Carlos Gomes, 57 – Centro)

Inscrições: https://forms.office.com/r/7iGsAfzqmF

Gratuito

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Formação

Instituto A Mulherada inscreve para curso de Iniciação e Percepção Musical

Jamile Menezes

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Instituto A Mulherada

Em sua segunda turma, o Instituto A Mulherada abre inscrições gratuitas para mulheres e pessoas LGBTQIAP participarem de oficinas de Iniciação e Percepção Musical por meio do projeto “Cultura Entrelaçada Preta”. As inscrições são online e abrem nesta sexta-feira (12/7) até o preenchimento das 30 vagas disponíveis.

O projeto cria um espaço de aprendizado, expressão artística e fortalecimento, promovendo uma conexão profunda com as tradições culturais afrodescendentes.  Com foco no empoderamento feminino, as aulas são voltadas para jovens, mulheres negras e pessoas LGBTQIAP+ interessadas em aprender teoria musical, buscando desenvolver a acuidade auditiva para a apropriação da linguagem musical, por meio de solfejos, atividades rítmicas com o corpo e ditados melódicos e rítmicos.

Ministrada pela professora Letícia Nascimento, que também lecionou a primeira turma, a experiência foi compensadora. “As alunas que vão terminar a primeira turma de Teoria e Percepção Musical são pessoas incríveis, alunas prestativas, disciplinadas e altruístas. Então, ver todas elas se ajudando e buscando sempre aprender mais e mais é o que toda professora quer. Espero que esse curso impulsione e estimule mais ainda a continuidade do aprendizado musical de todas elas”, diz Letícia.

Ela possui graduação em Licenciatura em Música pela Universidade Federal da Bahia (2023), m 2010, ingressou como professora de música na Filarmônica 30 de Junho de Serrinha- BA, lecionando nas turmas de iniciação musical e como regente da orquestra de flautas doce da instituição. Desde 2018, é professora de Arte do Ensino Fundamental II Anos Finais e Ensino Médio da Cooperativa Integral de Educação Serrinhense, em Serrinha-BA.

As aulas acontecerão a partir do dia 20 de julho, aos sábados, das 14h às 16h no Centro de Referência em Desenvolvimento e Humanidade (CRDH – UNEB), no Carmo, onde neste sábado (13), haverá, às 15h, show de encerramento da primeira turma, aberto ao público.

O projeto ainda prevê aulas práticas de percussão afro, cidadania empreendedorismo e redes digitais.

Mulheres cis, lésbicas, bissexuais, travestis, transsexuais e transgêneros, oriundos da comunidade do Centro Histórico e áreas adjacentes, bem como das periferias de Salvador são incentivadas a participar. Além de suas atividades formativas e reflexivas, o projeto oferece a suas participantes a chance de se apresentarem em eventos ao longo do ano em Salvador, e durante o carnaval, no Bloco Afro A Mulherada.

Este projeto foi fomentado pelo Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023 e tem apoio da Fundação Gregório de Mattos e Centro de Referência em Desenvolvimento e Humanidade (CRDH – UNEB).

 

SERVIÇO

O que: aulas de Iniciação e Percepção Musical

Quando: a partir de 20 de julho de 2024

Quanto: Gratuito

Onde: Centro de Referência em Desenvolvimento e Humanidade (CRDH – UNEB)

Inscrição: https://forms.gle/pyNLUdcYxSjSzUjV8

+informações: @institutoamulherada

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Música

Juliana Ribeiro faz show “Elas por ELLA” no SESC

Jamile Menezes

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Juliana Ribeiro

O SESC Casa do Comércio promove uma programação de shows especiais com protagonismo de artistas negras no Julho das Pretas. A abertura desta celebração será com a cantora, compositora, historiadora e instrumentista Juliana Ribeiro, quinta-feira, 18 de julho, as 20h, com o show “Elas por ELLA”, criado especialmente para reverenciar o empoderamento feminino nos palcos.

O show com linguagem multiartística trará poemas de Juliana Ribeiro, suas composições, novos arranjos para clássicos do samba e MPB além da participação especial de uma das artistas do clipe da canção “ELLA”, criando uma nova coreografia para música ao vivo.

Movimento, arte negra, feminina, canções, poemas, beleza e empoderamento é o que o público irá vivenciar num show cheio de clássicos e memórias afetivas de Juliana Ribeiro.

Clementina de Jesus dividindo o palco com Carmen Miranda. Elza Soares cantando com Rita Lee, ou Elizeth Cardoso cantando com Iza. Todas ELAS fazem parte do set list do show “Elas por ELLA”; que propõe um encontro sonoro, afetivo e empoderado das divas do samba e da música popular em cena.

Um show autoral onde as canções de Juliana Ribeiro fazem a costura do repertório trazendo a intimidade da artista para o palco traçando uma linha direta com o público. Além das autorais como ELLA, Eu Vim das Águas, Lindomar, Dragão de Gaudí, Lição de Vida (Seu Regis) que não podem faltar, outras referências como D. Ivone Lara, Aracy de Almeida e Joana Batista Ramos, compositora pernambucana de “Vassourinhas”, hino de todos os carnavais, fazem parte do set list do show.

SERVIÇO
O que? Show “Elas por ELLA” de Juliana Ribeiro
Quando? Quinta, 18 de Julho 2024
Horas? 20H
Onde? SESC Casa Comércio
Ingressos: R$20 ( inteira ) e  R$ 10 (meia)
Crédito fotos: Tetê Marques
Participação especial : surpresa.

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