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Teatro

Sulivã Bispo leva nova temporada de “Koanza – do Senegal ao Curuzu” à Sala do Coro

Jamile Menezes

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Foto: Fernanda Maia

 

A Sala do Coro do TCA vai receber a nova temporada do espetáculo “Koanza – do Senegal ao Curuzu”. A estreia será no dia 27 de janeiro e fica em cartaz por três finais de semanas consecutivos. Essa será a quarta temporada da peça, e ingressos estão à venda no Sympla. 

Ícone da luta antirracista nas redes sociais, desde julho do ano passado ela vem trazendo para os palcos teatrais de Salvador as suas provocações e ensinamentos. Com uma voz de alcance cada vez mais potente, Koanza também estreou nacionalmente no Multishow no último mês de dezembro, quando integrou o elenco do especial “Humor Negro”, disponível no Globoplay.

“É um presente muito grande retornar aos palcos no verão com a cidade cheia e com um espetáculo que eu acho que tem a cara de Salvador. É um espetáculo que fala de bloco afro, de candomblé, de música, dos fuxicos atuais, enfim, que é a real cara de Salvador. Vamos ter participações especiais, uma participação surpresa, que estou super animado para receber, vou falar de Big Brother, do Brasil pós-eleição, das festas do verão, enfim, o que não falta é assunto. Essa temporada é também um convite para todas as pessoas de fora conhecerem o teatro baiano no verão”, comenta o idealizador e intérprete de Koanza, o ator Sulivã Bispo.

KOANZA – Senhora riquíssima nascida no Senegal, bem-sucedida no comércio de jóias e tecidos senegaleses para a diáspora negra, makota (cargo feminino de grande valor no Candomblé), sofisticada e moradora do Corredor da Vitória, em Salvador (BA), Koanza (nome de um rio angolano e da moeda de Angola) – é uma mulher de saberes ancestrais, chique e consciente do mundo desigual em que vivemos, comprometida com um papel ativo na reafricanização das lutas antirracistas na diáspora negra, que ela refina com empenho, elegância e humor.

Foto Edgar Azevedo

 “Ela denuncia o racismo que sofro cotidianamente, e ela traz uma força que eu digo que eu não sei se tenho, porque sou muito sensível, e ela trata as questões de uma forma muito didática e poética, e às vezes fala umas coisas difíceis que eu não sei o que ela está falando… E aí eu fico brincando se ela seria uma entidade ou o meu alter ego, mas a realidade é que eu admiro muito Koanza, ela é uma referência, como tantas mulheres que me cercam, que me moldam e me ensinam muito”.

Ao lado do ator Sulivã Bispo em “Koanza: do Senegal ao Curuzu” estão Thiago Romero (Direção), Nildinha Fonseca (Direção de movimento/coreografia), Filipe Mimoso (Direção Musical), Renato Carneiro (Figurino), Guilherme Hunder (Cenário), Alisson de Sá (Iluminação), Beberes (Maquiagem), Larissa Libório (Direção Produção), Bergson Nunes e Sidnaldo Lopes (Assistência de Producão) e Carolina Magalhães (Design/arte).

SERVIÇO:

Koanza: do Senegal ao Curuzu

Local: Sala do Coro do TCA

Quando: 27, 28 e 29 de janeiro (sex, sáb e dom)

              3, 4 e 5 (sex, sáb e dom)

              10,11 e 12 (sex, sáb e dom)

Horário: 20h

Ingressos: R$30 e R$15

Vendas: Sympla

Teatro

ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras prorroga inscrições

Jamile Menezes

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O ÌYÁ'S - Festival de Arte de Mulheres Negras quer conhecer e se aproximar de mulheres negras de todo território nacional para visibilizar nossa potencialidade coletiva. 

Inscrições prorrogadas da chamada pública que visa selecionar espetáculos de mulheres negras até às 23:59 do dia 31 de maio, assim, estudantes, aspirantes e/ou atrizes negras de todo Brasil terão mais tempo para submeter sua inscrição. As interessadas poderão apresentar propostas para integrar a 4ª edição do ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras: A presença feminina negra no matrigestar do futuro. O objetivo desta chamada é oportunizar a produção intelectual e artística de profissionais negras oriundas das cinco regiões do país.

Idealizado pelas atrizes e produtoras culturais Juliana Monique e Eddy Veríssimo, o festival visa oportunizar a mulheres negras a evidenciar suas produções artísticas num espaço de acolhimento criado por suas pares. As atrizes cujos espetáculos forem selecionados integrarão a programação do festival que ocorrerá de 18 a 26 de julho, na cidade de Salvador.

O ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras quer conhecer e se aproximar de mulheres negras de todo território nacional para visibilizar nossa potencialidade coletiva.

De acordo com Eddy Veríssimo, “essa chamada vem para proporcionar a nós artistas negras da cena, um aquilombamento vivo, pulsante, onde podemos mostrar nossas estéticas e  poéticas, afirmando nossa identidade cultural, a partir de um corpo vivo em cena, onde acreditamos neste espaço de acolhimento e afeto. É um festival como ato de resistência e empoderamento, onde fortalecemos nossas conexões e criamos redes com artistas potentes no ecoar  de suas vozes através da arte”, afirma.

Interessa para essa chamada, espetáculos de artes cênicas, que podem ser monólogos, performances e outras modalidades da cena e as inscrições podem ser feitas por meio da linklist disponível no perfil do instagram @festivaliyas, assim como demais informações onde também é possível acompanhar o regulamento.

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AfroEmpreendedorismo

Festival de Arte de Mulheres Negras abre seletiva nacional para atrizes negras

Amanda Moreno

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Festival de Arte de Mulheres Negras
Festival de Arte de Mulheres Negras (Foto: Raquel Franco)

Festival de Arte de Mulheres Negras abre seletiva nacional para atrizes negras a 4ª edição do ‘ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras: A presença feminina negra no matrigestar do futuro’ abriu seletiva que vai até o dia 26 de maio para todo o estado da Bahia e território nacional para compor a programação, mas sobretudo integrar um espaço de valorização e compartilhamento durante o evento que ocorrerá de 18 a 26 de julho na cidade de Salvador no Espaço Cultural da Barroquinha e nos teatros Xisto Bahia e Gregório de Mattos.

O objetivo é proporcionar um diálogo cultural e trazer visibilidade das produções artísticas de mulheres negras plurais oriundas das cinco regiões do país que integrarão a programação do evento. Podem inscrever monólogos, espetáculos e criações de mulheres negras que demarquem sua autoria, narrativa e protagonismo.

O festival foi idealizado pelas atrizes e produtoras culturais Juliana Monique e Eddy Veríssimo e traz nesta quarta edição o tema “A presença feminina negra no matrigestar do futuro”. O mote é inspirado nas tecnologias ancestrais do gestar de mulheres negras, e desde a fundação possui como essência evidenciar a potencialidade da produção negra feminina, a começar pela composição da equipe técnica ao protagonismo das artistas negras que construirão o evento.

De acordo com a produtora Juliana Monique, a ancestralidade feminina negra é muito forte em nosso cotidiano pois, “as mulheres negras através da sua matripotência, tornam-se mães, no sentido mais belo do gerar, sendo assim, produzem e fincam a comunidade para pensar no futuro, e é justamente o que procuramos para compor cada momento do festival”, afirma uma das idealizadoras do evento. O período das inscrições é a partir do dia 14 de maio até às 23:59 do dia 26 de maio e o resultado da seletiva será divulgado nas redes sociais do ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras, @festivaliyas.

Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.

SERVIÇO

ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras abre seletiva nacional para atrizes negras

Quando: 14 a 26 de maio
Inscrição: https://linklist.bio/festivaliyas

Informações: @festivaliyas

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Teatro

Negafyah volta com seu espetáculo “Fyah do Ódio ao Amor”

Jamile Menezes

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Negafyah
Após sucesso de estreia, Negafyah volta em cartaz com seu espetáculo “Fyah do Ódio ao Amor”, na próxima quarta-feira (15), às 19h, no Teatro Gregório de Matos. Música, dança, audiovisual e poesia, conduzem Fabiana Lima no espetáculo gratuito
O espetáculo narra a trajetória de Negafyah como mulher preta, nascida na periferia de Salvador, e o seu encontro com a arte, religiosidade, coletividade e afeto, como ferramentas para organização dos sentimentos e reconhecimento de seu potencial mobilizador. A artista aborda o enfrentamento às violências que atravessam o seu corpo e a liberdade do amor entre pessoas pretas: o dengo, ubuntu e a construção da intimidade em comunidade.Serão três atos, para mostrar a multiplicidade de sua arte: que denuncia a violência, que se fortalece em comunidade e que ama.

“Eu me vejo como uma grande artista, uma artista que está buscando cada vez mais experiência, me sinto madura, uma árvore que está colhendo frutos da maturidade nesse caminho percorrido há mais de 10 anos na área artística”, diz Negafyah.

Vice-campeã do Slam BR (2016) e do internacional Rio Slam Poetry (2018) Negafyah é conhecida pela performance impactante de suas poesias e pelo trabalho fundamental para o fortalecimento da literatura de mulheres negras, através do Slam das Minas Bahia. Na próxima quarta-feira (15), ela sobe ao palco do Teatro Gregório de Matos
O evento é gratuito e a distribuição dos ingressos será feita momentos antes do início do espetáculo.
Este projeto é viabilizado pela bolsa-estímulo da Escola Criativa Boca de Brasa – Polo Criativo Centro 2023, fruto do Termo de Colaboração 002/2022 firmado entre Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador, e a Associação Sociocultural Nubas, através dos recursos do Edital 004/2022 – Polos Criativos Boca de Brasa.
SERVIÇO
Espetáculo Poético-Teatral “Fyah do Ódio ao Amor”
Data: 15 de maio (quarta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Teatro Gregório de Matos
Entrada: Gratuita
Foto: Lane Silva
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