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Artes

Marcelo Ricardo e Barbárie Bundi realizam sessão de arte na Biblioteca Central

Jamile Menezes

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Barbárie-Bund-afro-drag
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Fotos – Aycusali

Integrando ao “Maio das Liberdades”, do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas (SEBP), acontece na quarta-feira (31), no Quadrilátero da Biblioteca Central do Estado da Bahia (BCEB), a sessão de arte com o poeta Marcelo Ricardo e a dragqueen Barbárie Bundi que propõem uma noite de afetos.

A partir das 19h, acontece a sessão de arte “Uma noite para relançar afetos”, com poeta e performer Marcelo Ricardo, e a drag queen e cantora Barbárie Bundi, com a mediação do professor e escritor Ari Sacramento, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Ricardo lançou em 2021, “Aos meus homens”, seu livro de poemas que retrata as diversas formas de relação entre homens, a partir de uma perspectiva das comunidade-terreiro. Enquanto Barbárie, intérprete de Aquatika (2021), EP que exalta as tradições Bantu, para pensar afeto, a autoafirmação e as flexibilidades do gênero.

“Me interessa cultivar as chances do possível nas relações entre homens pretos. Estender suas potências e utopias, por mais que as estatísticas nos desencorajam. Lançamos nossas produções num contexto pandêmico, esse momento será de re-lançar nossas produções enquanto falamos de afetos neste espaço de encontro que é a biblioteca”, ressalta o poeta. 

O encontro entre Marcelo e Barbárie aconteceu durante as gravações de “Adé”, obra audiovisual simultânea ao seu livro, em que ambos declamam “Me chame de mãe”.

 

Serviço 

Uma noite para relançar afetos, com Marcelo Ricardo e Barbárie Bundi

QUANDO: 31 de maio, às 19h;

ONDE: Quadrilátero da Biblioteca Central do Estado da Bahia – Rua General Labatut, nº 27, Barris

Programação gratuita

Artes

Festival Photothings abre convocatória a fotógrafos e artistas visuais do Brasil

Jamile Menezes

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Para essa edição do Festival Photothings, há um compromisso de 60% das vagas serem destinadas a artistas do norte,

O Festival Photothings 2024, que acontece em sua 4ª edição, retorna com a proposta de estimular a produção fotográfica nacional, proporcionando uma plataforma inclusiva e diversificada para artistas visuais de todo o Brasil. A convocatória é aberta a todos os fotógrafos e artistas visuais brasileiros com idade igual ou superior a 18 anos.

Com data marcada para o evento final e premiação para os dias 14 e 15 de setembro na Associação Comunitária Monte Azul, em São Paulo, o Photothings abre as inscrições entre os dias 10 e 23 de junho, com o objetivo de destacar talentos emergentes e promover a arte fotográfica como um meio de expressão cultural.

Para essa edição do Festival Photothings, há um compromisso de 60% das vagas serem destinadas a artistas do norte, nordeste, centro-oeste e sul do país, bem como mulheres, pessoas negras, indígenas, comunidades tradicionais, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e outros grupos em situação de vulnerabilidade.

Sem um tema pré-estabelecido, a iniciativa busca delinear um panorama plural da fotografia autoral, revelando uma geração de artistas que enfrentam dificuldades de acesso ao mercado – este ainda concentrado em poucas galerias e feiras de arte. Dessa forma, o objetivo do Photothings é “furar a bolha” e mostrar a riqueza da produção fotográfica de diversas regiões do Brasil.

A curadoria deste ano no Festival Photothings está a cargo do fotógrafo Léu Britto e da historiadora Marly Porto. A comissão de seleção que vai selecionar os premiados inclui tanto artistas consagrados como talentos emergentes, com um foco significativo na diversidade e inclusão.

A premiação será composta por três categorias distintas. O primeiro prêmio consiste em cinco fotolivros bilíngues, com 40 páginas no formato 15x19cm, que integrarão a Coleção Photothings, atualmente com 20 títulos. A comissão de seleção para este prêmio inclui Angélica Dass, fotógrafa premiada; Ina Henrique Dias, pedagoga, professora e fotógrafa; Juh Almeida, cineasta e fotógrafa; Marcelo Reis, artista visual e curador; Rogério Reis, fotógrafo; Léu Britto e Marly Porto.

O segundo prêmio é um fotolivro artesanal, cujo projeto gráfico será desenvolvido pelo designer Julio Matos em parceria com o autor selecionado e executado pelo Yume Ateliê, de Eliana Yukawa. A comissão de seleção deste prêmio inclui Eliana Yukawa, Julio Matos, Léu Britto e Marly Porto.

Já o terceiro prêmio é um curso online que resultará na produção de um fotolivro artesanal. Este curso é realizado pelo projeto M.A.L.A. (Morada Andarilha de Livros de Artista) e, ao final, o livro produzido será exposto na França, em 2025. A seleção do participante para este prêmio será definida pela equipe formada por Estela Vilela, integrante do coletivo M.A.L.A, Léu Britto e Marly Porto.


SERVIÇO
Festival Photothings 2024
Abertura das inscrições: 10 a 23 de junho
Divulgação dos selecionados: segunda quinzena de julho
Entrega dos prêmios: 14 e 15 de setembro na Associação Monte Azul
Local: Associação Comunitária Monte Azul (Rua Francisco Xavier de Abreu, 483, Jardim Monte Azul – SP, 05836-180)
Horário: das 14h às 19h
Entrada gratuita
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Artes

“Arte de Rua nas Escolas” leva inspiração e criatividade para o ambiente educacional

Jamile Menezes

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Arte de Rua nas Escolas

O Coletivo Arte Marginal Salvador e cinco grupos parceiros se reuniram para realizar o projeto “Arte de Rua nas Escolas”. A iniciativa acontece entre junho e novembro, em duas etapas. Na primeira, os coletivos visitam seis escolas públicas com suas produções artísticas, e na segunda, os estudantes são convidados a participarem da programação na Casa do Museu Popular da Bahia, localizada no bairro Fazenda Grande do Retiro.

O projeto reivindica a expressividade da Arte de Rua e difunde a ideia de uma educação cidadã e libertadora.

A primeira etapa do projeto Arte de Rua nas Escolas acontece entre 12 de junho e 14 de agosto e contará com apresentações do Coletivo SOMA (música), Coletivo Arte Marginal Salvador (performance),  Grupo de Arte Popular A Pombagem (teatro), Coletivo Pixo Rua (arte urbana), Click Coletivo (fotografia) e Coletivo da Casa do Museu Popular da Bahia (museu). Todas as apresentações serão seguidas de roda de conversa com os estudantes.

Na segunda etapa, os seis coletivos irão produzir uma exposição colaborativa intitulada “O Museu é a Rua”, na Casa do Museu Popular da Bahia. Todas as linguagens artísticas apresentadas nas escolas também estarão presentes nessa exposição. A ideia é aproximar ainda mais os jovens de uma ideia descentralizada de museu, incentivar a formação artística e combater os estigmas sociais ligados à arte de rua.

PROGRAMAÇÃO Arte de Rua nas Escolas (1ª ETAPA DO PROJETO)

Acompanhe em: @apombagem

12 de junho, às 14h – Coletivo SOMA (música) visita o Colégio Estadual Professor Rômulo Almeida;

19 de junho, às 14h – Coletivo Arte Marginal Salvador (performance) visita o Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira;

3 de julho, às 14h – Grupo de Arte Popular A Pombagem (teatro) visita o Colégio Estadual Santa Rita de Cássia;

17 de julho, às 14h – Coletivo Pixo Rua (arte urbana) visita o Colégio Estadual Nelson Mandela;

31 de julho, às 14h – Click Coletivo (fotografia) visita o Colégio Estadual Cesare Casalli;

14 de agosto, às 14h – Coletivo da Casa do Museu Popular da Bahia (museu) visita o Colégio Estadual Dom Avelar.

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Artes

Festival FADAS promove a cultura LGBTQIAPN+ em Valéria

Jamile Menezes

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O Coletivo Banto de Artes Integradas lança nos dias 6, 7 e 8 de junho a Mostra Fotográfica Fios da Memória: Tranças como Resgate Identitário, no Parque São Bartolomeu, Subúrbio Ferroviário de Salvador. A exposição, que é aberta ao público, será o resultado de um editorial fotográfico de 12 fotos, onde serão reproduzidos os penteados de origem Fulani, Banto e Mbalantu, etnias africanas, em contraponto com seu uso contemporâneo, presente no cotidiano das populações negras e periféricas.

O Festival FADAS conta com artistas jovens com gana para ocupar todos os palcos,  mostrando a arte periférica produzida pela comunidade LGBTQIAPN+, no principal espaço cultural de Valéria.

Pela primeira vez reúne no mesmo palco Virus Carinhos; Evylin; Jade Lu; DJ Moura; Raíssa Nizah e o grupo de dança UZARTE. O FADAS tem música, dança, artes visuais, audiovisual e hip-hop em um só lugar de fruição artística. A direção artística é de Fabíola Aquino, cineasta e documentarista da identidade e da diversidade cultural da Bahia.  FADAS é uma celebração à diversidade e à inclusão de artistas LGBTQIAPN+. É uma proposta que inclui a juventude LGBTQUIAPN+ em todas as etapas de produção, desde a concepção, à produção e participação de artistas do meio no palco, a maioria residentes em Valéria.

O Festival FADAS acontece no Espaço Cultural Boca de Brasa de Valéria, dia 01 de junho, sábado, às 16h, com entrada gratuita. As apresentações ocorrem presencialmente e com transmissão ao vivo no Canal Obá Cacauê no Youtube, onde ficará disponível por tempo indeterminado.

Serviço:

O que: FADAS II – FESTIVAL ARTES na DIVERSIDADE SEXUAL

Quando: 01 de junho; às 16 horas, GRATUITO

Onde: Espaço Cultural BOCA DE BRASA – CEU – Centro de Artes e Esportes Unificados – CEU, Rua B, Nova Brasília de Valeria, s/n. VALERIA.

Link ao vivo: https://youtube.com/live/nSmO_v0Q9aY?feature=share  

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