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Música

Dom Marcus lança single e videoclipe de “Ô cabeça”

Amanda Moreno

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Dom Marcus lança single e videoclipe de “Ô cabeça”

Dom Marcus lança single e videoclipe de “Ô cabeça”. O verbo “convocar” é o ato de reunir. Uma ação coletiva em prol de um objetivo comum. E o chamado para a convocação é: “Ô cabeça!”, uma gíria popular baiana ouvida em todos os cantos da Baía de Todos os Santos. E é com essa expressão que o artista baiano Dom Marcus intitula o seu novo single “Ô cabeça”, a ser lançado a partir das 00h do próximo dia 01 de março em todas as plataformas de streaming (https://onerpm.link/dommarcus-ocabeca). A canção já virá acompanhada de um videoclipe, a ser disponibilizado no perfil do também compositor no YouTube (https://youtube.com/@dommarcuscantor?si=-FWzrZdPok8LI37y).

A música, escrita para todo e qualquer tempo, nos pede: “Olha agora para dentro e veja toda a sua beleza”. O single, lançado após Dom Marcus vencer o Festival Lapidando Talentos, organizado pela empresária Carol Chicre, em 2021, teve a sua versão final escrita e concluída durante a pandemia, nesse mesmo ano. Foi gravado e produzido em Goiânia na Pé de Amora Music em 2023 pelo produtor Willibaldo, para ser lançado agora em 2024.

“Tudo em seu tempo, com o seu propósito, como num verdadeiro ato atemporal por esperança a tudo que vivenciamos nos últimos anos, período em que mentes e cabeças foram muito abaladas. E é justamente aí que reside o duplo sentido desse título. A palavra “cabeça” sugere o nosso eu interior, a nossa mente e ao mesmo tempo é um chamado informal, tal qual uma gíria local, muito usada no dia a dia do nosso povo”, conta Dom Marcus.

Os primeiros versos da canção começaram a ser escritos pelo compositor há uns 5 anos. Marcus estava conhecendo uma pessoa que o chamava de “cabeça” e isso acabou servindo de inspiração para o nascimento da primeira versão da canção. A música tinha uma estrutura melódica diferente e uma outra letra. Com o tempo, o artista foi percebendo que aquela composição extrapolava uma paixão efêmera, e tinha um potencial muito maior do que aquele sentido inicial demonstrava. Foi aí que durante a pandemia, por conta do que foi vivido, a nova letra nasceu, uma nova mensagem surgiu.

A canção, que parece falar de um tempo pandêmico, extrapola os períodos e nos faz perceber que é preciso, em tempos de breu, isolamentos, dores e perdas, sermos resilientes, sabendo que tudo passa e uma hora o sol volta a brilhar. Após tantas vivências coletivas, Dom Marcus questiona: “Será que a gente aprendeu?”.

“Por mais ampla que a interpretação da letra seja, imagino que muitas pessoas vão entender de cara a questão da pandemia, a raiz da minha inspiração. “Ô cabeça” é um grito de esperança, para toda e qualquer situação de desesperança. Um manifesto à vida. Uma forma de entendermos que precisamos tirar alguma lição dos momentos bons e ruins, de breu e luz, ao longo de nossas vidas”, ressalta o cantor e compositor.

“Ô cabeça! / Agradeça!   O dia nasceu! / Com certeza a tristeza vai dizer “Adeus””.

A partir da compreensão dessa letra, o diretor Itabagi da Like Filmes, produziu um videoclipe que nos tira do isolamento, do estado de confinamento, da dor, para o convívio coletivo, para a troca de afetos, para a natureza urbana das cidades.  Todo o projeto está sendo conduzido pela Icomp, agência de marketing musical, na figura de Dhiego Bicudo.

Dom Marcus fala que “Ô cabeça” representa para ele uma maior maturidade musical em compreender que é possível fazer uma música que cause reflexão, que tenha qualidade de melodia, harmonia e letra, sem perder o sentido de ser ‘comercial’ e atrativa, abraçando diversos gêneros e tipos de públicos.

Do Samba ao Pop

Das brincadeiras musicais em sala de aula, ainda na adolescência, para sambas enredos escritos para Mangueira e agora o lançamento do seu primeiro single e videoclipe profissional “Ô cabeça “. O interesse em seguir a carreira musical começou ainda jovem, aos 17 anos, quando formou com amigos uma banda de Pop Rock, a Sunset Riser, na qual foram premiados em um Festival Intercolegial de Música.

Foi nesse período que, além de cantor, se descobriu compositor. A partir daí, desenvolveu um trabalho solo, se apresentando em bares e espaços culturais. “Enquanto estudava Publicidade e Propaganda na Católica, participei do Festival Universitário de Música, que ocorreu na Concha Acústica, onde fui premiado como melhor intérprete”, relembra Dom.

Após formado, o artista foi morar no Rio de Janeiro, onde realizou o sonho de fazer parte da ala de compositores da Estação Primeira de Mangueira. Depois de um período morando na cidade de São Paulo, ele retorna a Salvador e logo de cara é finalista do concurso “Música do Verão” realizado pela Rede Bahia e transmitido ao vivo no programa Bahia Meio-dia, com a sua composição “Povo Massa”, um samba reggae. A pluralidade musical e a versatilidade de poder navegar em diferentes gêneros, acaba sendo uma das suas maiores marcas.

No próximo dia 01 de março, Dom Marcus convoca a todes a ouvirem e assistirem ao resultado de toda essa trajetória, hoje representada por uma canção que promete entrar na cabeça da galera para nunca mais sair. Ô cabeça! Você está preparado?

Dança

Instituto A Mulherada realiza diálogo sobre violência doméstica e familiar

Jamile Menezes

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Instituto A Mulherada

Na próxima quarta-feira (24), às 14h, o Instituto A Mulherada convida a Tenente Coronel e Comandante do Batalhão de Policiamento de Proteção à Mulher, Roseli de Santana Ramos e a Secretária Municipal de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude, Fernanda Lordêlo para roda de diálogo aberta ao público sobre “Violência doméstica e familiar contra as mulheres: avanços e superações”.

O evento integra o projeto “Tambores pelo Fim da Violência – Tocar Pode Bater Não”, nos Territórios Criativos do Centro Histórico de Salvador. Com o projeto, o Instituto A Mulherada utiliza a música, a arte como instrumentos de conscientização e empoderamento para combater a violência doméstica e familiar contra mulheres, além de promover sua inclusão no mercado de trabalho.

Fernanda Lordêlo

O Instituto

O Instituto A Mulherada tem por missão lutar pela defesa dos direitos das mulheres vítimas de violência, sem oportunidade de emprego e pela inclusão educacional e profissional das mesmas. Criado em 2001, a partir da identificação das demandas e necessidades da população feminina de Salvador, especialmente mulheres negras em situação de vulnerabilidade, o Instituto vem intervindo na realidade do cotidiano, colaborando para que as mulheres rompam com o ciclo do silêncio que se inicia com a submissão e dependência, culminando muitas vezes no óbito dessas vítimas.

Este projeto foi contemplado pelo edital Territórios Criativos, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal.

 

SERVIÇO

Local: CDRH -UNEB situado na Ladeira do Carmo – Santo Antônio

Dia 24 de abril de 2024

Horário: das 14 às 17 horas

Entrada gratuita mediante inscrição:  https://forms.gle/EfRb9dGFNkrxmie27

Haverá certificado de participação.

 

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Música

Juliana Mota apresenta show gratuito no ECOAR

Amanda Moreno

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Juliana Mota apresenta show gratuito no ECOAR
Juliana Mota apresenta show gratuito no ECOAR (Foto: Divulgação)

Juliana Mota apresenta show gratuito no ECOAR (ECOAR – Encontro de Pesquisa e Arte: Seminários Transculturais). Aos Meus Velhos Pretos é um show da cantora e atriz Juliana Mota pautado na condução (auto)biográfica para a cena, que traz em seu repertório composições de Gilberto Gil, Tizumba, Milton Nascimento, Luiz Melodia, Cartola e Djavan, entre outros.

A artista – ao lado de grandes músicos do cenário mineiro e as participações especiais de Luciano Salvador Bahia e Humberto Monteiro – propõe um encontro que conjuga afetos musicais, poesias, histórias familiares e ancestralidade. Do palco, o espectador é convidado a se deixar tocar por vestígios de experiências e por marcas de uma tradição. Dia 17/04 (quarta-feira), às 20h, no Teatro do Goethe-Institut Salvador-Bahia. Entrada gratuita. Senhas distribuídas 1 hora antes do espetáculo.

O ECOAR

O ECOAR é uma realização do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Escola de Teatro da UFBA, com financiamento da CAPES e apoio institucional da UFBA, Escola de Teatro, Escola de Dança, Goethe-Instut Salvador-Bahia e Museu de Arte da Bahia. Juliana Mota apresenta show gratuito no ECOAR nesta quarta-feira (17).

ECOAR – Encontro de Pesquisa e Arte: Seminários Transculturais

LAVRARE em Diálogos COM: Show AOS MEUS VELHOS PRETOS com Juliana Mota (UFSJ/MG)
Coordenadores: Meran Vargens, Elaine Cardim, Vica Hamad, Ricardo Fagundes

DIA : 17/04

HORA: 20h

LOCAL: Teatro do Goethe-Institut Salvador-Bahia – Corredor da Vitória

Entrada gratuita. Sujeita a lotação do espaço. Senhas distribuídas 1 hora antes do espetáculo.

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Audiovisual

Rachel Reis faz show gratuito na abertura do MIMB hoje (17)

Amanda Moreno

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Rachel Reis faz show gratuito na abertura do MIMB hoje (17)
Rachel Reis faz show gratuito na abertura do MIMB hoje (17) (Foto: Edgar Azevedo)

Rachel Reis faz show gratuito na abertura do MIMB hoje (17). Chegou o momento de exaltar a importância das produções audiovisuais negras e celebrar a realização da 5ª edição da Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba (MIMB). A cerimônia de abertura do festival acontece nesta quarta-feira, 17 de abril, no Teatro Sesc Pelourinho, em Salvador, a partir das 18h30. Marcada pela realização de uma ação institucional com as idealizadoras e produtoras do festival, exibição de dois curtas-metragens e apresentações musicais, a solenidade é gratuita e aberta ao público – mediante retirada de ingressos na plataforma Sympla.

 A mistura de ritmos e a peculiaridade dos singles de Rachel Reis vão marcar o momento festivo. A feirense, – que foi indicada ao Grammy Latino 2023 com o álbum ‘Meu esquema’ –  vai encerrar a noite com o pop dançante de hits como “Maresia”, “Desatei” e “Motinha”. A DJ Nai Kiese – que explora um set potente – vai comandar a pista de dança com uma mistura de influências como raggamuffin, afrobeat, kuduro, hip hop e funk  funk. A cerimônia celebra o início das atividades presenciais da mostra itinerante, que ainda irá exibir dois curtas-metragens. Com direção de Tais Amordivino, ‘A menina que queria voar’ será exibido, assim como ‘Sèt Lam’, dirigido por Vincent Fontano.

Sobre a MIMB

Com atividades totalmente gratuitas, virtual e presencialmente, o festival internacional acontece em Salvador entre os dias 8 e 27 abril. Em edição especial a mostra também marcará presença em São Paulo, com atividades no dia 4 de maio, no  Cine Olido, em parceria com a SPCine. Com o tema “Cinema em Movimento: Memória nas Telas”, neste ano mais de 300 horas de atividades serão realizadas, entre debates, oficinas, masterclasses, além da exibição de 60 obras de cineasta negras e negros de diversos países.

Totalmente organizado por mulheres negras de Salvador, atuantes da cadeia produtiva cinematográfica, a mostra de cinema é viabilizada via Lei Federal de Incentivo à Cultura – Rouanet, com patrocínio master da Dow Brasil, patrocínio institucional da Prefeitura de Salvador, e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, com  realização da Rosários Produções Artísticas e do Ministério da Cultura.

Serviço:

O QUÊ: Cerimônia de Abertura MIMB
QUANDO: Quarta-feira, 17 de abril HORÁRIO: das 18h30 às 22h ONDE: Teatro Sesc-Senac Pelourinho – Largo do Pelourinho, 19
QUANTO: gratuito
INGRESSOS: https://linktr.ee/ingressosmimb
SITE OFICIAL: www.mimb.com.br
INSTAGRAM: @oficialmimb

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