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Formação

Bando de Teatro Olodum abre inscrição para Oficina de Performance

Amanda Moreno

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Bando de Teatro Olodum abre inscrição para Oficina de Performance
Bando de Teatro Olodum abre inscrição para Oficina de Performance (Foto: Maíse Xavier)

Bando de Teatro Olodum abre inscrição para Oficina de Performance Negra. Estão abertas as inscrições para mais uma edição da Oficina de Performance Negra, oferecida gratuitamente. Há mais de uma década, a mais prestigiada companhia de teatro negro do país compartilha sua linguagem artística por meio de oficinas em comunidades periféricas, formando novos talentos das artes cênicas, comprometidos com a valorização da cultura afro-brasileira.

Os participantes recebem aulas de teatro, música, dança e memória e identidade negra, ministradas pelos artistas do Bando, em uma metodologia própria consolidada pelo grupo ao longo dos quase 34 anos de trajetória nos palcos e nas telas. Além dos mais de 30 espetáculos teatrais montados e da participação em séries e filmes, como Ó Paí, Ó, o Bando de Teatro Olodum já revelou talentos como Lázaro Ramos, Érico Brás, Sulivã Bispo, Edvana Carvalho, Virgínia Rodrigues, entre outros artistas que brilham no teatro, no cinema e na televisão brasileira.

A edição 2024 da Oficina acontecerá entre março e junho, em três núcleos: Subúrbio, no Centro Cultural Plataforma; Cidade Baixa, no Espaço Cultural Alagados; e Centro Histórico, nas dependências do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), com 20 vagas em cada unidade. Ao final da formação, cada núcleo fará uma mostra e o encerramento será com um espetáculo reunindo todos os participantes.

Para participar da oficina é preciso ter mais de 18 anos. Não é necessário ter experiência em artes cênicas e as inscrições vão até o dia 15 de março e serão por meio do Formulário Online disponível no perfil do grupo: https://www.instagram.com/bandodeteatroolodum/

SERVIÇO

Oficina de Performance Negra com aulas gratuitas ministradas pelos artistas do Bando

Inscrições Gratuitas: 1º a 15 de março, por meio Formulário OnLine no https://www.instagram.com/bandodeteatroolodum/

Foto: Maíse Xavier

Formação

Festival Negritudes Globo desembarca em Salvador

Jamile Menezes

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Elisa Lucinda é convidada da Funceb no Escritas em Trânsito
Elisa Lucinda

Nesta quinta (18), na Casa Baluarte (Santo Antônio), acontece o Festival Negritudes Globo, que, pela primeira vez, desembarca na capital baiana, em parceria com a Rede Bahia. Os cantores Larissa Luz e Tatau, o cineasta norte-americano Alrick Brown, os atores Érico Bráz, Jessica Ellen, Amaury Lorenzo e Maria Gal, além de escritores como Bárbara Carine, Elisa Lucinda e a influenciadora Tia Má, entre muitos outros, irão participar de conversas sobre educação, fé, futuros reimaginados, saberes, resistência e música.

O Festival Negritudes faz parte da Agenda ESG da Globo, conjunto de práticas voltadas para preservação do meio ambiente, responsabilidade com a sociedade e transparência empresarial.

Programação Festival Negritudes Globo:

10H | ABERTURA |

10H10 | BOAS-VINDAS | Com Ronald Pessanha (líder do Negritudes), Rita Batista e Vanderson Nascimento

10H20 | FÉ E NARRATIVAS | Para muitos a espiritualidade é refúgio da alma. De que forma as nossas crenças interferem nas narrativas negras? Como podemos retratar nossas diferentes culturas fugindo de estereótipos e deixando nossas tramas únicas e envolventes?

Com Jéssica Ellen (atriz), Kléber Lucas (pastor Evangélico), Ekedy Sinha (ativista e representante do Candomblé) e Padre Lázaro. Mediação de Rita Batista (apresentadora Globo)

11H50 | NARRATIVAS NEGRAS: UMA INFINIDADE DE POSSIBILIDADES | São infinitas as direções pra onde uma história pode rumar. Ao tratar de narrativas negras, fala-se também de ineditismo, já que muito ainda não foi contado. Há um manancial de passado a ser desvendado, de presente a ser discutido e de futuro a ser reimaginado.

Maria Gal (atriz) e Alrick Brown (diretor e professor de cinema e TV na NYU). Mediação de Zileide Silva (jornalista Globo)

13H30 | PAINEL LED: EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA | Bárbara Carine (escritora e idealizadora da escola Maria Felipa) e Monique Evelle (empreendedora). Mediação de Larissa Luz (cantora e apresentadora)

15H | FALE DO SEU LUGAR E SEJA UNIVERSAL | Um enredo local se torna global quando sua perspectiva é genuína. Um povoado pode ganhar o mundo quando conta sua própria história. O que falar, então, de uma vasta terra com tantos causos e histórias que até Deus duvida?

Com Tia Má (atriz e influenciadora), Viviane Ferreira (cineasta) e Gabriel Jacome (diretor de Gestão de Conteúdo Globo). Mediação de Felipe Velozo (repórter TV Globo)

16H15 | NARRATIVAS ORAIS COMO FORMA DE RESISTÊNCIA | Quando duas pessoas se juntam, histórias brotam. Como fato, invenção, fofoca ou compartilhamento de saber o que se passa de geração em geração é história, assim como trocas da vida cotidiana. Quanta coisa resistiu graças unicamente à oralidade?

Com Érico Brás (ator), Elisa Lucinda (atriz), Amaury Lorenzo (ator), Valmir Boa Morte (líder sociocultural de Cachoeira). Mediação de Tarsilla Alvarindo (jornalista da rede Bahia)

17H45 | RÉGUA E COMPASSO | Você consegue imaginar a Música Brasileira sem as culturas afrodescendentes? Ritmos, instrumentos, notas, filosofia, dores, paixões… O povo negro desse País é a essência da veia artística que pula há séculos. E, com essa mania de dar régua e compasso, a Bahia sempre está na vanguarda.

Com Tatau (cantor) Ubiratan Maques (maestro). Mediação de Luana Assiz (jornalista da rede Bahia)

Atração Artística: Olodum e Orquestra Afrosinfônica da Bahia

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Formação

Fala, Preta: projeto traz oficina e talk show sobre luta de mulheres negras

Jamile Menezes

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projeto "Fala, Preta!" em comemoração ao "Dia da Liberdade de Pensamento" e ao "Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha"

Em comemoração ao “Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha”, nos dias 27 e 28 de julho, a Caixa Cultural Salvador sediará a edição do projeto “Fala, Preta! . Com uma oficina e um talk show, o projeto busca promover a valorização da cultura negra e a luta das mulheres negras, incentivando mudanças de pensamentos e atitudes na sociedade.

A oficina “Fala, Preta!”, conduzida por Mel Campos e Antônio Marques, ensinarão técnicas e estratégias de criação e divulgação de podcasts e videocasts, no dia 27 de julho, às 14h. A oficina tem como objetivo capacitar os participantes para utilizar mídias específicas como ferramentas de comunicação, educação e marketing.

O encontro abordará temas como equipamentos e softwares necessários, planejamento e estratégia, produção e edição, e distribuição e marketing. A troca visa empoderar os participantes a divulgar suas ideias e criar comunidades engajadas em torno de temas diversos e relevantes. As inscrições podem ser feitas pelo link https://forms.office.com/r/GNCVBTq2yc.

O talk show “Fala, Preta!”, apresentado pelas atrizes Denise Correia e Lívia França, no dia 28 de julho, às 15h, contará com a participação de convidadas especiais, como Dra. Laissa Rocha e Mabel Freitas, que compartilharão experiências e conhecimentos sobre o universo feminino negro. As musicistas Riane Mascarenhas e Beatriz Sena ainda realizarão intervenções musicais.

As convidadas discutirão temas relevantes, sobre a luta e resistência das mulheres negras ao longo da história do Brasil. As inscrições podem ser feitas pelo link https://forms.office.com/r/7iGsAfzqmF.

Serviço

Oficina “Fala, Preta!” com Mel Campos e Antônio Marques

Data: 27 de julho

Horário: 14h

Local: Caixa Cultural Salvador (R. Carlos Gomes, 57 – Centro)

Inscrições: https://forms.office.com/r/GNCVBTq2yc

Gratuito

Talk show “Fala, Preta!” com Denise Correia e Lívia França

Convidadas: Dra. Laissa Rocha e Mabel Freitas

Data: 28 de julho

Horário: 15h

Local: Caixa Cultural Salvador (R. Carlos Gomes, 57 – Centro)

Inscrições: https://forms.office.com/r/7iGsAfzqmF

Gratuito

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Formação

Instituto A Mulherada inscreve para curso de Iniciação e Percepção Musical

Jamile Menezes

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Instituto A Mulherada

Em sua segunda turma, o Instituto A Mulherada abre inscrições gratuitas para mulheres e pessoas LGBTQIAP participarem de oficinas de Iniciação e Percepção Musical por meio do projeto “Cultura Entrelaçada Preta”. As inscrições são online e abrem nesta sexta-feira (12/7) até o preenchimento das 30 vagas disponíveis.

O projeto cria um espaço de aprendizado, expressão artística e fortalecimento, promovendo uma conexão profunda com as tradições culturais afrodescendentes.  Com foco no empoderamento feminino, as aulas são voltadas para jovens, mulheres negras e pessoas LGBTQIAP+ interessadas em aprender teoria musical, buscando desenvolver a acuidade auditiva para a apropriação da linguagem musical, por meio de solfejos, atividades rítmicas com o corpo e ditados melódicos e rítmicos.

Ministrada pela professora Letícia Nascimento, que também lecionou a primeira turma, a experiência foi compensadora. “As alunas que vão terminar a primeira turma de Teoria e Percepção Musical são pessoas incríveis, alunas prestativas, disciplinadas e altruístas. Então, ver todas elas se ajudando e buscando sempre aprender mais e mais é o que toda professora quer. Espero que esse curso impulsione e estimule mais ainda a continuidade do aprendizado musical de todas elas”, diz Letícia.

Ela possui graduação em Licenciatura em Música pela Universidade Federal da Bahia (2023), m 2010, ingressou como professora de música na Filarmônica 30 de Junho de Serrinha- BA, lecionando nas turmas de iniciação musical e como regente da orquestra de flautas doce da instituição. Desde 2018, é professora de Arte do Ensino Fundamental II Anos Finais e Ensino Médio da Cooperativa Integral de Educação Serrinhense, em Serrinha-BA.

As aulas acontecerão a partir do dia 20 de julho, aos sábados, das 14h às 16h no Centro de Referência em Desenvolvimento e Humanidade (CRDH – UNEB), no Carmo, onde neste sábado (13), haverá, às 15h, show de encerramento da primeira turma, aberto ao público.

O projeto ainda prevê aulas práticas de percussão afro, cidadania empreendedorismo e redes digitais.

Mulheres cis, lésbicas, bissexuais, travestis, transsexuais e transgêneros, oriundos da comunidade do Centro Histórico e áreas adjacentes, bem como das periferias de Salvador são incentivadas a participar. Além de suas atividades formativas e reflexivas, o projeto oferece a suas participantes a chance de se apresentarem em eventos ao longo do ano em Salvador, e durante o carnaval, no Bloco Afro A Mulherada.

Este projeto foi fomentado pelo Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023 e tem apoio da Fundação Gregório de Mattos e Centro de Referência em Desenvolvimento e Humanidade (CRDH – UNEB).

 

SERVIÇO

O que: aulas de Iniciação e Percepção Musical

Quando: a partir de 20 de julho de 2024

Quanto: Gratuito

Onde: Centro de Referência em Desenvolvimento e Humanidade (CRDH – UNEB)

Inscrição: https://forms.gle/pyNLUdcYxSjSzUjV8

+informações: @institutoamulherada

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