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Religião

Ponto de Cuidado – NZILA MUJAKÁ é lançado no Terreiro Lembá

Amanda Moreno

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Ponto de Cuidado - NZILA MUJAKÁ é lançado no Terreiro Lembá

Ponto de Cuidado – NZILA MUJAKÁ é lançado no Terreiro Lembá. Aconteceu na quarta-feira (06/03), no Terreiro de Lembá, na cidade de Camaçari/BA, liderado pelo Táta Ricardo Tavares, o lançamento do projeto “PONTO DE CUIDADO – NZILA MUJAKÁ: “Quem sabe de onde veio não se perde no caminho!”.

Durante o evento que contou com a presença de lideranças religiosas de vários terreiros de candomblé e outros diversos seguimentos a exemplo do povo Cigado, Indígena, Quilombola e de diversas religiões evangélicas, representações seguimentos do movimento social e do poder público municipal e estadual a exemplo da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do Estado da Bahia (SEADES/BA), Ouvidoria Cidadã-Geral da Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA), representantes de diversas secretárias da Prefeitura Municipal de Camaçari/BA, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Mesa de Ogãns, Casa do Hip-Hop Bahia, Sine Bahia, Deam, Rede EMUNDE, Polícia Militar da Bahia, Centro Público de Economia Solidaria da Bahia (CESOL), Psicologos, Assistentes Sociais, Advogad@s , Aldeias Infantis SOS do Brasil , Grupo Gay e Anti AIDS , ConselhoTutelar , Conselhode AssistênciaSocialde Camaçari, ConselhoMunicipalde Saúdede Camaçari, Secretaria de Saúde de Camaçari, Secretaria de Cultura de Camaçari entre outros , foi lançada a REDE MALHA 8 , que irão dar suporte e acompanhar o projeto durante e depois a partir da rede.

SOBRE O PROJETO:

O projeto é realizado com apoio do edital Ponto de Cuidado 2023 do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social do estado.

O projeto Nzila Mujaká: “Quem sabe de onde veio não se perde no caminho!” Ponto de Cuidado, visa à promoção do cuidado em liberdade e inclusão social de pessoas que fazem uso problemático de álcool e outras drogas e pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, baseado em estratégias de Redução de Riscos de Danos, articulando o campo da política de combate drogas e promoção de cuidado a iniciativas voltadas à agricultura familiar e reforma agrária e promovendo estratégias de Redução de Riscos e Danos junto às comunidades tradicionais e povos originários.

O Terreiro de Lembá, irá promover uma importante formação, para atualização sobre Estratégias de Redução de Riscos e Danos para 100% da equipe permanente da organização, englobando todos os colaboradores/membros e parceiros dos espaços que irão receber o projeto durante sua circulação.

No decorrer do Projeto, o Terreiro de Lembá, irá oferecer também, o serviço de acolhimento e orientação sobre uso/abuso de álcool e outras drogas à moradores da zona rural, das comunidades tradicionais e povos originários, através da realização de Vivências e Workshop, firmando parcerias, para encaminhamento das pessoas atendidas, para o atendimento contínuo para os participantes que precisarem de acompanhamento. Será realizado até Junho/2024, 08 (oito) vivências relativas à política sobre drogas e a agricultura familiar, segurança alimentar e reforma agrária junto à comunidade e 8 (oito) workshops, com troca de experiências sobre empreendedorismo e geração de renda, de forma educativas à comunidade local voltadas à disseminação das estratégias de Redução de Riscos c Danos para o uso problemático de álcool e outras drogas, buscando ao total beneficiar 250 pessoas. Sendo realizadas 8 (oito) atividades em Camaçari , e 8 (oito) distribuída entre as cidades participantes do projeto:

– Lauro de Freitas, bairro Jambeiro. Terreiro Ilê Axé Opo Ajá Omim ;

– Salvador – Associação Beneficente, Educacional e Cultural Quilombola de Ilha de Maré – Ilha de Maré;

– Ilha de Itaparica – Terreiro Tuntum;

– Santo Antônio de Jesus – Terreiro Ewe Lafé , e Camaçari, além do Terreiro de Lembá, o projeto será realizado na Associação de Capoeira Inclusiva.

O dependente químico irá contar com o apoio assistencial que compreenda o amparo às suas necessidades fundamentais, o encorajamento da autoestima, fortalecimento da autonomia, estímulo à educação, qualificação laboral c auxílio para o ingresso no mercado de trabalho, através dos workshops que serão realizados.

Ponto de Cuidado – NZILA MUJAKÁ é lançado no Terreiro Lembá. O Terreiro de Lembá, será equipado com insumos destinados à minimização dos riscos e danos oriundos do consumo de álcool e outras drogas a serem distribuídos e disponibilizados para a comunidade e durante a realização do projeto.

O Projeto Nzila Mujaká, abre novos caminhos e com o apoio de todas e todos os parceiros, estaremos formando uma grande rede de apoio e proteção para o cuidado em liberdade, sendo um projeto inovador e de grande impacto social.

ENDEREÇO: Rua Lembá, 409 — Pq. Real Serra Verde, Estrada da Cascalheira — Zona Rural – Camaçari – Bahia. CEP: 42.813 044

Religião

Ialorixá cria loja para levantar o ‘Terreiro de Ogun’

Amanda Moreno

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Ialorixá cria loja para levantar o ‘Terreiro de Ogun’
Ialorixá cria loja para levantar o ‘Terreiro de Ogun’

Ialorixá cria loja para levantar o ‘Terreiro de Ogun’. 29 anos. Essa foi a idade em que Mariana Brito, ialorixá soteropolitana, começou a construir o ‘Terreiro de Ogun’ para que pudesse realizar o seu sacerdócio. Levantando em Salvador, o espaço religioso tem sido construído através da venda de produtos de autocuidado, criados por Mariana, que compartilha as etapas da obra e os processos de construção com seus 16 mil seguidores no Instagram.

A Ialorixá, formada em Música e Artes Cênicas, foi iniciada com 21 anos, na época em que estava na faculdade. Designada a cuidar de pessoas, antes mesmo de receber seu cargo como Mãe de Santo, ela acolhe e zela por filhas e filhos de santo, desde 2020. “É um corre para poder fazer o meu Terreiro de Candomblé se fazer existente, exercendo a minha fé de forma racional e não romantizada”, relata Mariana, que também comanda o ‘Fala Aí, Ninha?!’, canal no YouTube onde partilha curiosidades sobre o candomblé.

Autocuidado Ancestral

E para pôr o terreiro de pé, Mariana resolveu empreender, seguindo os desígnios e orientações da ancestralidade. Assim nasceu a loja ‘Pedra de Ouro’, focada em sabonetes dos orixás e banhos de folhas feitos com extratos e insumos puros das ervas, produtos industrializados e com certificação da ANVISA. “A loja entende a necessidade de levar o segredo das ervas de uma forma humanizada, sem o lugar da marginalização”, ressalta a Ialorixá.

Atuante na luta pelo fim do racismo religioso, Mariana evidencia os desafios enfrentados no caminho do empreendedorismo. “Fiquei com tanto medo das pessoas agirem com intolerância, que eu fui no jogo e vi cada folha que devia estar dentro de cada produto”, acrescenta. E é dessa maneira que o Terreiro de Ogun já está com “muro pintado, portão no lugar e chaves na mão”. Contudo, etapas importantes precisam ser concluídas, além da compra de materiais como telhas e vigas de ferro do barracão.

A Mãe nas redes

Além da loja, Mariana também abriu um canal de assinatura com conteúdos exclusivos no Instagram, como forma de angariar fundos para a construção. “O Terreiro de Ogun não está sendo construído de graça e eu preciso fazer dinheiro para tocar a obra. Por isso estou disposta a me dedicar, a construir conteúdos relevantes e exclusivos para quem assinar”, publicou virtualmente.

Mariana posta textos e vídeos com mensagens reflexivas sobre ensinamentos dos orixás, alguns com mais de 200 mil visualizações, e centenas de comentários. Para a sacerdotisa, além do objetivo de realizar a construção da sua casa, os seus  projetos têm o propósito de manter a existência e “dar seguimento por todo o Brasil nos saberes ancestrais, na defesa da liberdade religiosa, mostrando o quão lindo e plural é o candomblé”.

Conheça a Loja Pedra de Ouro: https://www.instagram.com/lojapedradeouro/

Para comprar virtualmente: https://www.pedradeouro.com/

Conheça o Instagram de Mariana: https://www.instagram.com/umamaedeogun/

Fala Aí, Ninha?!: https://www.youtube.com/@Falaaininha

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Políticas

Afoxé Filhos de Korin Efan promove cortejo em homenagem a Oxalá 

Amanda Moreno

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Afoxé Filhos de Korin Efan promove cortejo cultural em homenagem a Oxalá 
Afoxé Filhos de Korin Efan promove cortejo cultural em homenagem a Oxalá (Foto: Lucas Felipe)

Afoxé Filhos de Korin Efan promove cortejo em homenagem a Oxalá. Em uma iniciativa marcada por cultura, arte e ancestralidade, o Afoxé Filhos de Korin Efan, tradicional manifestação afro-brasileira, está se preparando para realizar um cortejo cultural no Pelourinho, em Salvador, no próximo dia 03 de março. Com concentração no Terreiro de Jesus às 15h, o evento aberto ao público promete reunir elementos significativos da cultura afoxé, desde a musicalidade até os valores e princípios difundidos por essa tradição.

O projeto intitulado “Afoxé, Cultura, Arte e Ancestralidade Viva – Nosso Candomblé de Rua” tem como objetivo central homenagear Oxalá, orixá símbolo da paz e equilíbrio. Além disso, visa combater a violência e a intolerância religiosa no centro histórico de Salvador, promovendo ações que estimulem o respeito e a união na comunidade.

O cortejo percorrerá as ruas do Pelourinho até o Espaço Cultural Korin Efan, contando com a participação de diversos segmentos da sociedade, como alunos de escolas públicas, moradores da comunidade, dançarinos, banda, baianas, clarins, mulheres e jovens envolvidos em projetos sociais, culturais e comunitários da entidade. A presidente do Afoxé, Elisangela Silva, destaca que a ação busca não apenas a celebração musical, mas também o resgate da história ancestral e a influência religiosa no Pelourinho.

O cortejo, que contará com 16 paradas representando aspectos importantes da tradição do candomblé e da caminhada de Oxalá, será marcado por um manifesto em prol da cultura da paz. A relevância dessa temática em um contexto atual é ressaltada, fomentando ações que visam a construção da paz, o combate à intolerância e ao racismo religioso.

As artes plásticas, expressas por adereços e indumentárias, terão destaque, ressaltando detalhes que marcam a personalidade e a história do Afoxé Filhos do Korin Efan. O evento busca valorizar as manifestações populares, identitárias e culturais dos blocos de Afoxés da Bahia, destacando a importância da musicalidade, arte e dança afro-brasileira, com ênfase na representação dos orixás.

Elisangela Silva ressalta que a homenagem a Oxalá é também um pedido de paz, repudiando a violência contra as mulheres e buscando mais respeito religioso. O Afoxé, segundo ela, vai além de uma apresentação musical, sendo um ritual e um cortejo que segue a disciplina da tradição religiosa.

O projeto “Afoxé – Cultura, Arte e Ancestralidade Viva. Nosso Candomblé de Rua” foi contemplado pelo edital Territórios Criativos, recebendo recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal. O cortejo do Afoxé Filhos de Korin Efan se apresenta como uma oportunidade única para vivenciar e celebrar a riqueza da cultura afro-brasileira, promovendo a união da comunidade em torno de valores como paz, respeito e ancestralidade.

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Cultura

Orquestra Agbelas estreia em Salvador na festa de Iemanjá

Jamile Menezes

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A Orquestra Agbelas, totalmente comandada por mulheres que tocam xequerê, fará uma oferenda musical à rainha das águas

A Orquestra Agbelas, totalmente comandada por mulheres que tocam xequerê, fará uma oferenda musical à rainha das águas em sua estreia na capital baiana, no dia 2 de fevereiro.

“Nossa apresentação é um presente para Iemanjá. Construímos juntas uma Orquestra de Agbê, tambem conhecido como xequere, na qual esse instrumento e as mulheres são as protagonistas. Esse é o grande diferencial, mais de 50 mulheres do mundo inteiro, reunidas em reverência a grande mãe”, afirma Gio Paglia, arte educadora, ativista e percussionista que é líder e fundadora da Orquestra e da iniciativa Agbelas.

A oferenda musical da Orquestra Agbelas, acontece às 7h no dia 2 de fevereiro na Praia da Paciência e integra a programação do Festival Somente Flores para Iemanjá, iniciativa que completa 17 anos em 2024.

“Nesse ano nos unimos ao Movimento Mulheres da Encantaria, que completa 17 anos de caminhada enquanto ação social e ambiental que acontece no território do Alto da Sereia, comunidade tradicional da pesca onde está localizado o Centro de Tradições Vivas Canzuá, coletivo liderado pela mestra Dandara Baldez, que resguarda e mantém vivo saberes e tradições de matriz africana. O tema Mulheres Negras e Justiça Climática serão as pautas principais dentro da tradicional festa de Iemanjá desse ano, e está totalmente alinhada com os fundamentos e filosofia das Agbelas”, acrescenta a ativista.

A Orquestra Agbelas surgiu nas comunidades do DF, com aulas de agbês gratuitas para a população em vulnerabilidade social, e já passou pelo Chile, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, e pela primeira vez se apresenta em Salvador.

As alunas participaram dos ensaios e de toda construção coletiva durante 3 meses, tanto presencialmente em Salvador, quanto online – mulheres do mundo inteiro que estão vindo pra cidade só para essa oferenda. Nosso objetivo é incentivar o protagonismo da mulher não só na arte, mas onde ela quiser, trazendo os fundamentos da cabaça e da sua origem afro-diaspórica, pois a cabaça é um fruto de poder e nossa grande mestra”, complementa Gio Paglia.

Sobre Agbelas

Agbelas é uma iniciativa e uma comunidade de pessoas com um interesse em comum: descobrir sobre o Agbê e toda a potência ancestral que ele carrega. As Agbelas pesquisam, praticam e ensinam ritmos, toques e a confecção do instrumento de origem africana. Fundada em Brasília em 2019, por Gio Paglia, arte educadora, ativista e percussionista negra especializada no instrumento Agbê.

 

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