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Teatro

‘Dandara na Terra dos Palmares’ terá sessão única a preço popular

Amanda Moreno

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‘Dandara na Terra dos Palmares’ terá sessão única a preço popular
‘Dandara na Terra dos Palmares’ terá sessão única a preços populares (Foto: Tarciso Ivo)

‘Dandara na Terra dos Palmares’ terá sessão única a preço popular. O espetáculo infantojuvenil “Dandara na Terra dos Palmares” volta a encantar o público baiano no dia 23 de março (sábado) em uma única apresentação. A história comovente de uma criança negra que enfrenta o racismo será apresentada às 16h, no SESC Senac Pelourinho, oferecendo uma oportunidade para os espectadores mergulharem em uma narrativa inspiradora.

A única apresentação de março oferece acessibilidade proporcionada pelos ingressos a preços populares, custando apenas R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Essa política de preços visa tornar o teatro mais acessível e inclusivo, permitindo que um público diversificado tenha a oportunidade de vivenciar essa experiência única.

Sob a direção de Agamenon de Abreu e com um texto cativante de Antônio Marques, o espetáculo se destaca por sua capacidade de abordar temas complexos de maneira acessível e impactante.

O elenco estrelado conta com as atrizes mirins Maria Alice Xavier e Yandra Góes, além de artistas da Arte Sintonia Companhia de Teatro, como Denise Correia, Gilson Garcia e Leonardo Freitas, junto a convidados especiais como Diogo Lopes Filho e Natalyne Santos.

Com canções originais de Emillie Lapa e Natalyne Santos, o espetáculo oferece uma experiência teatral completa, que encanta e inspira pessoas de todas as idades.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (71) 99269-8274.

Serviço

Data: 23 de março (sábado)

Horário: 16h

Local: SESC Senac Pelourinho

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Vendas: Bilheteria do teatro (14h às 19h, de segunda a sábado)

Classificação: Livre

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Teatro

ÌYÁ’S – Festival de Arte celebra artistas pretas

Jamile Menezes

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ÌYÁ'S - Festival de Arte
Espetáculo Muitos Anos de Vida - Matheus Maia

Acontece, de 18 a 26 de julho, a quarta edição do ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras sob o tema: ‘A presença feminina negra no matrigestar do futuro’. Durante nove dias, o público poderá acompanhar o protagonismo das narrativas, poéticas, estéticas e construções de mulheres negras que contribuem na cena artística e cultural do Brasil.

Gratuito, o ÌYÁ’S – Festival de Arte ocorrerá nos Espaços Culturais da Barroquinha, Xisto Bahia e Boca de Brasa, no Teatro Gregório de Mattos e no Café-Teatro Nilda Spencer. Além disso, duas escolas estaduais serão palco da ação intitulada “Festival ÌYÁ’S nas escolas”.

Construído pelas atrizes, produtoras executivas e culturais, Eddy Veríssimo e Juliana Monique, o ÌYÁ’S – Festival de Arte visa demarcar no cenário cultural a ótica de mulheres negras. Além de acolher atrizes baianas, com a abertura da seletiva nacional, o evento recebe artistas negras de outros estados como Paraná, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para apresentarem suas obras.

As mesas temáticas serão no café-teatro Nilda Spencer onde as interessadas poderão acompanhar um diálogo entre atrizes e pesquisadoras que trarão reflexões acerca de assuntos diversos como, a estéticas de mulheres negras e suas narrativas, teatro de guerrilha e protagonismo feminino negro.

Já as oficinas serão mediadas pelas atrizes e propõem um diálogo entre a poética de suas obras e performatividades negras, musicalidades africanas, criação e improviso, dramatização, escrita e performance criativa, entre outras.

Confira datas dos espetáculos:

18/07 | Quinta-feira

  • Em mim sobre todas as coisas – Jack Elesbão | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

19/07 | Sexta-feira

  • Mariar: um mar de poesias – Emillie Lapa e Natalyne Santos | 15h, Teatro Xisto Bahia

  • Muitos anos de vida – Paula Moura | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

20/07 | Sábado

  • Memórias duma Baobá – Isabel Oliveira | 10h, Teatro Xisto Bahia

  • Pai Nosso – Geise Prazeres | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

23/07 | Terça-feira

  • Fyah Do Ódio Ao Amor – Negafyah | 19h, Teatro Gregório de Mattos

24/07 | Quarta-feira

  • Yéyé em movimento, Josy Acosta | 10h, Teatro Gregório de Mattos

  • Mil litros de preto: a maré está cheia – Lucimélia Romão | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

25/07 | Quinta-feira

  • Ialodês: teatro ritual, sagrado feminino – Coletivo Yayás | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

26/07 | Sexta – feira

  • Feira ÌYÁ’S | 16h, Pátio Iyá Nassô

  • LÓTUS, Danielle Anatólio | 19h, Espaço Cultural da Barroquinha

  • Show | 20h, Pátio Iyá Nassô

SERVIÇO

O quê? ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres

Quando? 18 a 26 de julho

Quanto? Gratuito

Informações: Linklist  do @festivaliyas

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Teatro

Festival Julho das Pretinhas em formato híbrido

Jamile Menezes

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Festival Julho das Pretinhas

O Festival Julho das Pretinhas chega a sua 8ª edição com atividades artísticas e educativas. Com lançamento agendado para esta quinta-feira (11), o evento é voltado para crianças e adolescentes negras, responsáveis, ativistas, educadores, agentes culturais e organizações educacionais e artísticas. O evento será conduzido em formato híbrido.

O evento aborda o tema “feminismo negro” em sua programação. Com conteúdo afirmativo e identitário, a atividade reforça a necessidade da autoafirmação da identidade na infância negra e a valorização da autoestima deste público que por muito tempo não se via representado.

A iniciativa tem como referência o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado no dia 25 de julho e o projeto Julho das Pretas, promovido pelo Instituto Odara.

Organizada e produzida por mulheres negras com o objetivo de fortalecer a influência dessas narrativas nos processos artísticos e educativos, a programação da 8ª edição do Festival Julho das Pretinhas prevê chamada artística para meninas entre 5 e 12 anos, já nesta quinta-feira (11), para compor a programação do elenco. O intuito é identificar jovens artistas negras para apresentações solo e em grupo.

Ao longo do mês, outras atividades estão programadas como o mini recital “Maria Felipa”, no Festival de Arte do Alto do Cabrito, no dia 14 de julho. Já as oficinas de teatro, musicalização e escrita criativa com conteúdo afirmativo e classificação livre acontecerão no Subúrbio Ferroviário e na OAF (Organização de Auxílio Fraterno). As atividades serão ministradas no dia 17 de julho pela idealizadora do Festival e atriz Cássia Vale, atores do grupo de teatro Bonde da Calu e pela música Lucila Laura.

A programação da 8ª edição termina no dia 31 de julho, com lançamento do poema visual “Quintal”, dirigido por Cassia Vale e executado pelo grupo de teatro Bonde da Calu.

Idealizado pela diretora e atriz Cássia Valle, que também assina a direção artística do evento, ao lado do selo Calu Brincante e da organização Moinhos Giros de Arte, o Festival é produzido pela integrante da Banda Didá Lucila Laura e Clésia Nogueira.

A 8ª edição do Festival Julho das Pretinhas proporciona possibilidades de novas narrativas e potencialização não apenas das crianças negras, mas das mães e das mulheres.

SERVIÇO

O quê: Festival Julho das Pretinhas – 8ª edição

Quando: De 11 a 31 de julho

Programação

11/07 – Lançamento e chamada artística

14/07 – Apresentação artística: Mini recital “Maria Felipa”, Festival de Arte do Alto do Cabrito

17/07 – Oficina de teatro, escrita criativa e musicalização na OAF (Liberdade, Salvador)

31/07 – Lançamento do poema visual “Quintal”

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Teatro

Espetáculo “Santana” exalta força preta feminina e Samba Junino

Jamile Menezes

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Para além do Espetáculo “Santana”, o projeto “Santana” engloba outras ações, também gratuitas e realizadas no bairro,

“Santana” é uma obra teatral com dramaturgia assinada pela estreante no teatro Joseane Nascimento, dirigida por Daniel Arcades e com Thiago Romero na direção de arte. Em curta temporada na Fundação Pierre Verger, o espetáculo traz a axpressão cultural que surgiu na década de 1970 e se instituiu como tradição em diversos bairros da capital baiana tornando-se Patrimônio Cultural de Salvador, o Samba Junino.

É o que conecta Cremilda, Marta e Nalia, personagens interpretadas pelas atrizes Arlete Dias, Evana Jeyssan e Naira da Hora. No Engenho Velho de Brotas, a trama dessa família de três mulheres pretas se desenrola exaltando conflitos de gerações, força feminina, ancestralidade, sincretismo religioso e, sobretudo, a importância da preservação da identidade cultural soteropolitana.

Três gerações de mulheres pretas conectadas por uma das manifestações culturais mais importantes de Salvador: o Samba Junino. É daí que parte

“Santana vem com doses de realidade, duras e doces, celebrar o samba junino e quem o faz acontecer. O espetáculo reconhece essa manifestação do tamanho que ela é, um patrimônio cultural que revela a beleza do Engenho Velho de Brotas”, diz a atriz Naira da Hora.

O espetáculo terá curta temporada em cartaz na Fundação Pierre Verger, nos dias 18 e 19 de julho (quinta e sexta-feira), em duas sessões diárias, às 15h e às 19h, com entrada franca.

Oficinas
Para além do Espetáculo “Santana”, o projeto “Santana” engloba outras ações, também gratuitas e realizadas no bairro, que amplificam o alcance da temática, mobilizam a população local e contemplam outras linguagens artísticas.

As atividades acontecem no dia 19 de julho (sexta-feira), também no Fundação Pierre Verger e, entre elas, estão: o Encontro de Dramaturgia, atividade com o premiado dramaturgo Daniel Arcades, a escritora da peça Joseane Nascimento e o assistente de direção audiovisual Moisés Neuma, explorando a incorporação da cultura popular em narrativas teatrais e a experiência na residência artística de um ano feita para a construção do texto de “Santana”, realizada das 9h às 13h; e a Oficina de Percussão, para explorar os ritmos do Samba Junino, com o grupo de Samba Junino Meu Samba e o diretor musical do projeto Gustavo Melo, realizada também das 9h às 13h.

Show
A temporada termina com um encerramento especial, uma apresentação do grupo de samba junino da região, o Meu Samba. E ainda, entre as ações, o espetáculo contará com uma versão audiovisual, com direção de fotografia para uso educacional, distribuída junto a um projeto pedagógico.

“Sambar é o alimento que acalma minh’alma, me impulsiona, faz sonhar, brilhar, recomeçar, viver”, diz Arlete Dias.

Realizado pela DAN Território de Criação, “Santana” foi contemplado pelo edital Territórios Criativos, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal.

Serviço:
Espetáculo “Santana”
Data: 18 e 19 de julho (quinta e sexta-feira)
Horário: 15h e 19h (duas sessões por dia)
Local: Fundação Pierre Verger (Ladeira da Vila América, 18, Engenho Velho de Brotas)
Entrada Gratuita

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