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Teatro

Cabriola Mediação Cultural realiza espetáculos e oficinas gratuitas em Salvador

Amanda Moreno

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Cabriola Mediação Cultural realiza espetáculos e oficinas gratuitas em Salvador
Cabriola Mediação Cultural realiza espetáculos e oficinas gratuitas em Salvador (Foto: Diney Araújo)

Cabriola Mediação Cultural realiza espetáculos e oficinas gratuitas em Salvador. A segunda etapa, que ocorre desde o dia 20 de março até 12 de abril, propõe oficinas de práticas corporais, iniciação musical com ênfase na musicalidade afrobrasileira e uma temporada de espetáculo para escolas públicas e projetos sociais em Salvador.

Com acesso gratuito e ações de acessibilidade – audiodescrição, libras, para pessoas com deficiência física e espectro autista -, o projeto é um pensamento-ação para as infâncias que leva estudantes e professores de escolas municipais da capital baiana e instituições do terceiro setor para vivenciarem o teatro. O “Cabriola: Mediação Cultural Jovens Espectadores” é um projeto que conta com a realização do Ministério da Cultura do Governo Federal, via Lei de Incentivo à Cultura Federal (Lei Rouanet) e patrocínios da Porto Cotegipe e do Banco do Nordeste.

OFICINAS – Dentro do projeto estão previstas oficinas promovidas por integrantes e parceiros do Coletivo DUO, a serem realizadas entre os dias 20 e 27 de março, em bairros do Subúrbio de Salvador – Plataforma, Praia Grande, Coutos, Fazenda Coutos e São João do Cabrito. “O Jogo Físico na Cena”, ministrada por Israel Barreto, propõe jogos de improvisação e composição física a partir da consciência corporal e espacial, enquanto a oficina “Iniciação musical com ênfase nas musicalidades da diáspora africana”, por Marcelo Saback, faz uma imersão no universo dos instrumentos musicais africanos e afro-brasileiros. Cada oficina contará com vinte vagas e serão agendadas e organizadas em coordenação com as escolas e instituições.

ESPETÁCULO – Nesta etapa, o Cabriola traz uma temporada de oito apresentações do espetáculo solo “O Barão nas Árvores”, do ator Marcos Lopes e direção de Guilherme Hunder – inspirado no realismo fantástico de Ítalo Calvino, que traz ao palco a história do menino Cosme Chuvasco de Rondó – filho primogênito do barão de Rondó -, que decide subir às árvores e nunca mais descer. Destinadas especialmente a estudantes de escolas públicas municipais e estaduais e crianças e jovens advindas de projetos sociais, as sessões serão realizadas no Centro Cultural Plataforma, entre 09 e 12 de abril, com duas sessões diárias, às 09h e 14h30.

Sobre o DUO – Criado em 2010, o Coletivo DUO se inicia com o objetivo de aprimorar a prática teatral dos seus integrantes e o local de encontro foram salas cedidas pelo Colégio Central da Bahia. Desde então já montou 10 espetáculos, obras que poeticamente trazem estéticas teatrais que se aproximam do fantástico e buscam sempre por fabulações que dialoguem a musicalidade e o lirismo, e que toquem em temáticas políticas-sociais.

Teatro

Espetáculo ‘Nó’ estreia no Teatro Sesi Casa Branca

Amanda Moreno

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Espetáculo 'Nó' estreia no Teatro Sesi Casa Branca
Espetáculo 'Nó' estreia no Teatro Sesi Casa Branca (Foto: Vanessa Aragão)
Espetáculo ‘Nó’ estreia no Teatro Sesi Casa Branca. O espetáculo teatral inédito estará em cartaz de 19 a 28 de abril, a partir das 19h, no Teatro Sesi Casa Branca, no Caminho de Areia. Com ficha técnica formada por uma equipe majoritariamente negra, a peça que fala sobre as dores de famílias da periferia é de autoria de Gildon Oliveira, vencedor do Prêmio Braskem de 2023, direção de Mirian Fonseca e atuações de Heraldo de Deus e Iana Nascimento.
A trama mostra o cotidiano de Célia (Iana Nascimento) e Sebastião (Heraldo de Deus). Um casal como tantos outros em uma casa como tantas outras, mas com uma ausência que diferencia tudo. Um lugar na mesa que nunca mais será preenchido pelo seu filho Emanuel. Célia e Sebastião já não têm muito, mas continuam apesar de tudo. Amparados um ao outro e a esperança de algum tipo de conforto, de mudança, de justiça, Célia e Sebastião precisam continuar a luta para que outros pais negros não continuem passando pelas mesmas dores.
Para o dramaturgo Gildon Oliveira, a narrativa é constantemente estampada nas manchetes de jornais. “Nada é novo. Infelizmente. Nó é uma provocação e um alerta. Arte que questiona uma sociedade acostumada e estruturada no racismo desde sempre. É necessário pensar no que vem depois e naqueles que continuam apesar da tragédia, afirmou. Espetáculo ‘Nó’ estreia no Teatro Sesi Casa Branca.
O ator Heraldo de Deus considera o projeto “um desafio”, por dar vida a um personagem tão representativo. “Nó é daqueles grandes desafios que aparecem na nossa vida. Viver as nuances de um personagem tão real e tão próximo de mim com certeza é o tipo de reflexão que sigo propondo enquanto artista”, destacou.
A diretora do espetáculo considera Nó “um grito preso na garganta de quem luta para expressar a dor sem torná-la comum”. Mirian Fonseca considera a peça muito mais do que um simples espetáculo. “Durante uma performance em 2021, na qual compartilhei um chá virtual sobre perdas e lutos, ouvi a história de um senhor que perdeu seu filho. Na figura de Sebastião, vi refletida a angústia de um homem incapaz de liberar os nós que sufocam sua dor. Sem dúvidas, esse espetáculo é a experiência mais bonita da minha carreira como diretora até agora. Pois me pego às vezes querendo interromper o ensaio para abraçar Célia e Sebastião, e chorar junto com eles”, relatou.
Já Iana Nascimento avalia que “Nó” é um dos maiores desafios enquanto atriz. “Uma personagem muito forte, que representa uma luta, que clama por justiça. Uma mulher densa, com muitas nuances, camadas, que carrega uma das dores mais difíceis de viver”, avaliou. A equipe do espetáculo conta, ainda, com nomes como Gideon Rosa, Mariana Freire e Jonatas Raine na preparação de elenco, Milena Pitombo na luz, Erick Saboya no cenário, Hanna Gomes no design, Anthea Xavier no figurino, Negro Du na assistência de direção e Jarbas Bittencourt na trilha sonora.
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Audiovisual

Coletivo Meio Tempo promove espetáculos e oficinas em Salvador

Amanda Moreno

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Coletivo Meio Tempo promove espetáculos e oficinas em Salvador
Coletivo Meio Tempo promove espetáculos e oficinas em Salvador (Foto: Adeloyá Ojú Bará)

Coletivo Meio Tempo promove espetáculos e oficinas em Salvador. Uma verdadeira caravana cultural! Assim é definido o projeto Caravana do Meio Tempo que vai ocupar várias comunidades da capital baiana com apresentações de espetáculos, além de oficinas de teatro e audiovisual. As ações coordenadas pelo Coletivo Meio Tempo serão realizadas nos meses de abril, maio e junho, nos espaços Boca de Brasa localizados na periferia de Salvador (Subúrbio 360º, em Vista Alegre; no Boca de Brasa, em Cajazeiras; e no SESI Casa Branca, na Cidade Baixa).

O grupo foi contemplado no edital Gregórios – Ano III e vai apresentar os espetáculos O Contentor – O Contêiner; Boquinha… e assim surgiu o mundo e Esqueça. O cronograma do projeto também inclui duas oficinas de Teatro e Vídeo, voltadas para jovens e adolescentes que residem nestas localidades. As oficinas temáticas EU – documento do mundo e Criando com Celular mudarão a cada semana, de acordo com o espetáculo a ser apresentado.

Após a realização das atividades, o grupo já tem previsão de uma montagem e uma temporada de doze apresentações de um espetáculo teatral, pensado para o Teatro Gregório de Mattos, prevista para o segundo semestre. Baseado no livro Monocontos – Histórias para Ler e Encenar do roteirista, diretor e dramaturgo Elísio Lopes Jr., a proposta é reunir quatro atrizes pretas. Com direção de Ridson Reis, as sessões contarão com tradução em libras, e ingressos destinados a estudantes de escolas públicas.

Durante toda a temporada, as atividades do projeto Caravana do Meio Tempo serão totalmente gratuitas e contarão com tradução em libras. Mais informações sobre o projeto estão disponíveis no Instagram @coletivomeiotempo ou através do email coletivomeiotempo@gmail.

O projeto Caravana do Meio Tempo tem a realização do Coletivo Meio Tempo e foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano III, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal.

Confira a programação da Caravana do Meio Tempo – Coletivo Meio Tempo promove espetáculos e oficinas em Salvador

No espaço Subúrbio 360, em Vista Alegre, serão realizadas oficinas de vídeo e de teatro de 22 de abril a 07 de maio, das 18h às 21h. Já as apresentações O Contentor – O Contêiner; Boquinha… e assim surgiu o mundo e Esqueça serão realizadas às terças-feiras dos dias 23 e 30 de abril e 7 de maio, respectivamente, às 10h e 15h.

No Boca de Brasa de Cajazeiras as datas das oficinas de vídeo e de teatro seguem nos dias 06 a 21 de maio, das 13h30 às 16h30. As apresentações O Contentor – O Contêiner; Boquinha… e assim surgiu o mundoEsqueça estão agendadas para às quintas-feiras dos dias 9, 16 e 23 de maio, na mesma sequência, às 9h e 14h.

Já o Sesi Casa Branca do Caminho de Areia recebe as oficinas de vídeo e teatro nas quartas e quintas dos dias 5 a 20 de junho, das 18h às 21h. As apresentações “O Contentor – O Contêiner; Boquinha… e assim surgiu o mundo e Esqueça têm previsão de exibição nas manhãs e tardes das quintas-feiras dos dias 6, 13 e 20 de junho.

As inscrições para participar das oficinas abertas através do Instagram do coletivo.

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Teatro

Espetáculo “E SE…?” chega ao Espaço Cultural da Barroquinha

Amanda Moreno

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Espetáculo "E SE...?" chega ao Espaço Cultural da Barroquinha
Espetáculo "E SE...?" chega ao Espaço Cultural da Barroquinha (Foto: Divulgação)

Espetáculo “E SE…?” chega ao Espaço Cultural da Barroquinha. E SE estivéssemos em um distopia totalitarista neoliberal capitalista e a arte desaparecesse? E SE os registros das câmeras de seguranças se tornassem o maior espetáculo mundial? E SE os traumas escravocratas e a dipirona apagasse o amor das pessoas negras?. E SE fosse uma utopia?. E SE todas as pessoas fossem mulheres, indígenas e negras?. E SE voltássemos a ter a consciência de que somos animais? E SE fôssemos felizes sempre? E SE ninguém mais morresse?

O espetáculo jogo “E SE …?!”, a ser apresentado nos dias 12, 13 e 14 de abril, a partir das 18h, no Espaço Cultural da Barroquinha, é uma obra aberta e convida o público a criar mundos, artesanato de desejos e soluções. Pela estética do improviso, a cena é um armengue idealizado pela performance de Diego Alcântara – Multiartista, drag queen, bixa não binária, mestranda em Artes Cênicas UFBA.

“E SE…?!” é um jogo, pois precisa que os dispositivos de encenação sejam disparados pelo público e executados pela performer que transita pelas linguagens da arte como um avatar. A obra é operada de forma total pela artista Diego Alcântara, com o músico Tiago Farias em cena. Eles organizam o ato na intimidade do instante, efêmero e vulnerável. Um armeng para solucionar demandas insurgentes, subjetivas, triviais com um humor oriental tropical.

Serviço

O quê – “E SE …?” – espetáculo jogo do multiartista Diego Alcântara

Onde – Espaço Cultural da Barroquinha

Quando – 12, 13, 14 de abril, às 18h

Ingressos – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), na Bilheteria do espaço

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