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Artes

Olga Gómez faz oficina de desenho gratuita no MAM

Amanda Moreno

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Olga Gómez faz oficina de desenho gratuita no MAM
Olga Gómez faz oficina de desenho gratuita no MAM (Foto: Marcio Lima)

Olga Gómez faz oficina de desenho gratuita no MAM. Olga Gómez, artista plástica, encenadora de formas animadas e diretora da premiada Companhia A RODA de Teatro de Bonecos, irá oferecer uma Oficina de Desenho, gratuitamente, a partir do próximo sábado, dia 20 de abril, no Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM-BA. As inscrições poderão ser feitas presencialmente no próprio local, na aula inaugural, que será das 9h às 13h.

O objetivo da oficina é trabalhar as habilidades artísticas e a apreciação estética, que podem ser desenvolvidas por todas as pessoas, com ou sem formação na área. A ação tornou-se possível após o projeto ter vencido o Edital FUNARTE de apoio a ações continuadas, do Governo Federal. Ao longo do ano, ainda estão previstas outra oficina e uma exposição que marcará os 27 anos de fundação da Companhia A RODA.

A Oficina de Desenho, cujo primeiro encontro será no próximo dia 20, está dividida em três módulos flexíveis, distribuídos em vinte encontros que não dependem de participação contínua e que acontecerão sempre aos sábados, das 9h às 13h, sempre no MAM-BA. As aulas abordarão, por exemplo, a análise de obras, os princípios da divina proporção, as leis do crescimento harmônico e o desenho de observação.

A ideia é transformar experiências pessoais em arte. No primeiro módulo, denominado Equipartição do espaço-formato, serão utilizados exercícios com padrões decorativos árabes para avaliar como a geometria influencia no desenho. Dessa forma, os alunos aprenderão a dividir o papel utilizando apenas o olhar, sem a necessidade de fazer uso de ferramentas de medição, que serão introduzidas depois.

Sobre a ministrante:

Olga Gómez é artista plástica e diretora da Companhia A RODA de Teatro de Bonecos. Com formação em Belas Artes, atua como escultora, professora, pesquisadora e encenadora de formas animadas. Nascida em Buenos Aires, Argentina, escolheu Salvador, capital da Bahia, como lar em 1986. Desde 1997, lidera a Companhia A RODA, sendo responsável pela criação e construção de suas figuras e bonecos articulados.

Sua influência vai além das fronteiras do grupo, colaborando com outros diretores e participando de mostras artísticas de artes visuais e de teatro, nacionais e internacionais. Destacam-se suas premiadas montagens “A Cobra Morde o Rabo” e “O Pássaro do Sol”. Em 2008, dirigiu o espetáculo “Amor & Loucura” que viajou por 15 estados e 55 cidades brasileiras. Sua mais recente peça é “Luiz e a Liberdade”, espetáculo de 2017 que utiliza fantoches para contar a história do abolicionista baiano Luiz Gama.

Serviço Oficina de Desenho:

Dias e horários: sábados, das 9h às 13h
Encontro inaugural: 20 de abril de 2024
Duração: 5 meses (20 encontros semanais de 4h)
Carga horária total: 80h
Local: Museu de Arte Moderna MAM-BA (Av. Lafayete Coutinho, s/n, Comércio
Inscrição: gratuita, no próprio local
Material necessário: papel, lápis, caneta, compasso, tesoura e cola

Artes

“Tempo Cultural” realiza mostra artística dias 25 e 26 de maio em Paripe

Amanda Moreno

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“Tempo Cultural” realiza mostra artística
“Tempo Cultural” realiza mostra artística | Foto: José de Holanda

“Tempo Cultural” realiza mostra artística dias 25 e 26 de maio em Paripe nos próximos dias 25 e 26 de Maio, a terceira etapa do projeto, uma mostra multilinguagem com apresentações de artistas convidados – Cabokaji, Wontanará, Arraiá das Marias, Samba de Roda de Tubarão, entre outros – e uma série de atividades culminantes das oficinas de gastronomia, teatro, audiovisual, fotografia, música e artes visuais. O evento ocorre no Colégio Estadual Barros Barreto (Paripe), das 15h às 20h, gratuitamente, e contará com tradução simultânea em Libras.

Desde o início de abril, Tempo Cultural tem executado sua primeira etapa e propiciado a cerca de 240 jovens e adultos do Subúrbio Ferroviário vivências nas diversas linguagens citadas acima com foco na Economia criativa, a partir do tecido vivo e transdimensional que são as Artes e a Cultura, embasado no tripé Formar – Fruir – Fazer. De acordo com Saulus Castro, idealizador e coordenador do projeto, a Mostra busca “sair da ilha para ver a ilha”, para que jovens e adultos beneficiados possam a partir da confluência enxergar o fazer artístico e profissional aprendido.

Nos dias 25 e 26 de maio, a Mostra trará uma programação intensa de artistas e grupos convidados como o aquilombamento musical Cabokaji, Wontanará e Arraiá das Marias, no mesmo espaço-tempo que traz manifestações culturais do Subúrbio Ferroviário, como a Capoeira de São Tomé de Paripe, a Banda Marcial do Colégio Estadual Barros Barreto e a performance piromaquia de Letícia Mello, o Maculelê e o Boi de Tubarão, o Samba de Roda de Tubarão. Já os jovens e adultos das oficinas irão apresentar produtos e serviços resultados das práticas.

Oficinas

Nos últimos dois meses, Tempo Cultural contemplou nas oficinas em torno de 240 participantes do Subúrbio Ferroviário, principalmente, dos bairros de São Tomé de Paripe (Tororó, Beira rio, Alto da Igreja, Muribeca), Paripe (Bate Coração, Quilombo, Subestação), Fazenda Coutos (1, 2 e 3), Coutos e Tubarão, além dos profissionais e colaboradores que vêm trabalhando e que se juntarão ao projeto nos dias da Mostra, bem como os espaços, lideranças comunitárias, colégios estaduais e OSCIPs que deram suporte e apoio logístico e estrutural ao longo das oficinas já supracitadas.

Os espaços que contribuíram com o apoio logístico e estrutural, muitas delas sede para a execução das oficinas foram Lar Pérolas de Cristo (Tubarão), Colégio Estadual Barros Barreto (Paripe), Associação Beneficente e Recreativa do Bairro da Felicidade (Paripe), Colégio Estadual João Caribe (São Tomé de Paripe), Ile Axé Ogodogê (São Tomé de Paripe), Associação de São Tomé de Paripe, Associação de Pescadores e Marisqueiras e Assemelhados do Joanes (APEMJA).

Projeto

“Tempo Cultural” realiza mostra artística dias 25 e 26 de maio em Paripe. Idealizado e coordenado pelo multiartista e produtor cultural, Saulus Castro (Coletivo Duo) e pela Enter Consultoria, “Tempo Cultural – Vivências em Arte e Cultura” tem patrocínio da Vitarella, e do Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

Serviço

O quê: Tempo Cultural: vivências em Arte e Cultura – terceira etapa “Mostra”

Quando: 25 e 26 de maio, das 15h às 20h

Onde: Colégio Estadual Barros Barreto (Paripe)

Mais informações: @tempocultural

Programação

DIA 25 de maio

15h00 – Abertuta + DJ

15h30 – Banda Marcial do Colégio Barros Barreto

15h50 – Mostra Oficina Audiovisual – Painel LED

16h00 – Mostra Oficina Musical

16h40 – Mostra/Exposição Fotografia e Artes Visuais

17h20 – Mostra Oficina Teatral

17h40 – Mostra Oficina Capoeira

18h00 – Samba de Roda de Tubarão

18h30 – Letícia Mello (performance Piromaquia)

18h50 – Banda Marcial do Colégio Barros Barreto

19h00 – Cabokaji

*A degustação das oficinas de Gastronomia ocorrerá em stands durante o período da Mostra

DIA 26 de maio

15h00 – Abertuta + DJ + Mostra de Audiovisual

15h40 – Banda Marcial do Colégio Barros Barreto

15h50 – 15h50 – Mostra Oficina Audiovisual – Painel LED

16h00 – Mostra Oficina Musical

16h30 – Wontanará

17h20 – Banda Marcial do Colégio Estadual Barros Barreto

17h30 – Exposição Oficina de Fotografia

17h30 – Mostra Oficina de Artes Visuais

17h40 – Mostra Oficina Capoeira

18h10 – Mostra Oficina Teatro

18h30 – Maculelê e Boi de Tubarão

19h00 – Arraiá das Marias

*A degustação das oficinas de Gastronomia ocorrerá em stands durante o período da Mostra

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Artes

Caixa Cultural Salvador abre a exposição “Comigo Ninguém Pode – a pintura de Jeff Alan”

Amanda Moreno

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Caixa Cultural Salvador abre a exposição
Caixa Cultural Salvador abre a exposição | Foto: Shilton Araújo

Caixa Cultural Salvador abre a exposição “Comigo Ninguém Pode – a pintura de Jeff Alan”. A arte de Jeff Alan traz o protagonismo negro para a arquitetura expositiva da Caixa Cultural Salvador, a partir do dia 21 de maio (terça-feira), às 19 horas. A mostra “Comigo Ninguém Pode – a pintura de Jeff Alan” apresenta personagens reais da periferia do Recife e também de outras capitais que, depois de se apresentar na própria terrinha e de circular pelo Rio de Janeiro, aporta, agora, em território baiano. Nas 41 obras, com uma tela e um mural inéditos, o artista visual compartilha com o público as expressões, trejeitos, traços e texturas retintas de negritudes cotidianas testemunhadas em seu dia a dia. O projeto tem o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

A mostra já traz no próprio título a força da ancestralidade e do olhar que impulsiona a arte de Alan. “Comigo Ninguém Pode” é prova de que a planta mística que garante proteção e prosperidade em muitos lares brasileiros é também a força que move e inspira quem caminha confiante e incansável no desejo de expandir conexões e de ampliar as possibilidades de existências negras. É com essa missão que Jeff Alan chega à Salvador para abertura deste evento que tem entrada gratuita e fica em cartaz até o dia 28 de julho de 2024. Na ocasião, o artista visual vai conduzir as pessoas presentes para uma visita guiada pelo espaço.

Ninguém pode com Jeff Alan

“Impossível”, palavra que não existe no dicionário de uma equipe que sonha junto. Sob a curadoria de Bruno Albertim, as pessoas pretas enobrecem as telas e estampam novos lugares para si. Ao retomar essas trajetórias, a exposição reposiciona os holofotes e atualiza no tempo o que – historicamente – negaram aos artistas negros: protagonizarem e escreverem, ou, neste caso, pintarem a sua própria história. É assim que olhando o outro, como a si mesmo, a mostra disponibiliza mais de 40 trabalhos figurativos, 2 inéditos. Obras – de diversas dimensões – em acrílica sobre tela e desenho sobre papel que figuram o cotidiano e a cultura das ruas por onde transitam as personagens de Jeff.

Periferias Paralelas

É da comunidade do Barro, na Zona Oeste do Recife, onde vive e mantém seu ateliê, que o artista encontra toda a matéria-prima para a sua arte. Daltônico, Jeff Alan pinta desde a infância, motivado pela mãe. É da periferia, tecido urbano de áreas vulnerabilizadas, que ele nutre os ingredientes do que tece com os seus pincéis. É deste lugar de fala e de potência que Alan multiplica as vozes das quebradas e a leva para o mundo das suas pinturas. Corpos retratos de periferias brasileiras, como as de Salvador.

Fruto de um grande sonho coletivo, de inquietação e revolta pelas invisibilidades históricas que acompanham os corpos negros, Jeff acredita nessa exposição como o sonho de um povo. “Antes de ir para o museu, essa exposição é para as periferias. A minha obra nasce na rua. Espero que o público se sinta representado e olhe essas obras como quem se olha no espelho”, declara.

As andanças pelo mundo

Jefferson Alan Mendes Ferreira da Silva, nasceu artista e sonhava em ser, exatamente, quem ele é hoje. Quando criança se imaginava expondo as suas telas pelo mundo. Do pincel faz a sua expressão mais genuína e preenche de cor e de sentidos as negritudes urgentes que se agigantam em sua frente. O artista já teve suas obras expostas em países como França e Inglaterra. Hoje, conquista, cada vez mais, a atenção do público e da crítica ao ser um dos nomes mais promissores das artes visuais no mercado de arte contemporânea brasileira. Caixa Cultural Salvador abre a exposição “Comigo Ninguém Pode – a pintura de Jeff Alan”.

Serviço

O quê: [Artes visuais] Exposição “Comigo Ninguém Pode – A pintura de Jeff Alan”

Local: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro.

Abertura: 21 de maio (terça-feira), às 19h, com a presença do artista Jeff Alan

Período: de 21 de maio de 2024 a 28 de julho de 2024

Entrada gratuita

Visitação: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Mais Informações: (71) 3241 4200 | CAIXA Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

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Artes

Kalunga: performance leva drag queens pretas à Casa do Benin

Jamile Menezes

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kalunga

Protagonizado pela Afro Drag Diaspórika Barbárie Bundi, “Kalunga” é um convite a um rito performativo para abrir os caminhos através de um percurso pelas instalações da Casa do Benin. Gratuita, a apresentação acontece nesta sexta-feira (17), 19h, e contará no elenco com as drags baianas Malayka SN, Mamba, Ah Teodoro e Dandara.

Na performance, Barbárie Bundi conduz o público a uma imersão em busca da ancestralidade das bixas pretas, falando sobre as kiandas, ninfas aquáticas do Atlântico, e fazendo paralelo entre seu último trabalho musical lançado, o álbum “Aquátika”. A apresentação Kalunga marca também a abertura do projeto “Kiandas Ocupam o Centro”, que celebra o trabalho artístico de drag queens negras, pardas e indígenas de Salvador  e realiza diversas ações gratuitas entre apresentações, atividades formativas e de afroempreendedorismo de maio até o segundo semestre de 2024.

O projeto “Kiandas Ocupam o Centro” foi contemplado pelo edital Territórios Criativos, com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal.

Serviço:
“Kalunga” – um rito para abrir os caminhos
Com: Barbárie Bundi, Malayka SN, Mamba, Ah Teodoro e Dandara
Local: Casa do Benin
Data: 17 de maio (sexta-feira)
Horário: 19h
Entrada Gratuita

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