II Pré-Balada Literária homenageia Noémia de Souza na Biblioteca dos Barris


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Noémia de Souza

Balada Literária. Esse é o conceito de um evento que já rola em São Paulo e que, pela segunda vez terá uma prévia aqui na Bahia. A II Pré-Balada Literária é organizada pelos curadores Marcelino Freire e Nelson Maca, escritores que, este ano, irão homenagear a poeta moçambicana Noémia de Sousa (1926-2002).

A Pré-Balada da Bahia acontece nos dias 11 e 12 de novembro, no Quadrilátero da Biblioteca Pública dos Barris e também terá lançamento da edição brasileira de Sangue Negro, único livro publicado por Noémia em vida. O conterrâneo de Noémia, Aldino Muianga, é um dos convidados da Pré Balada.

A obra seguirá pelo Brasil iniciando em terras soteropolitanas neste evento. O livro conta com ilustrações da artista Mariana Fujisawa, prefácio da brasileira Carmen Tindó e estudos dos moçambicanos Fátima Mendonça, Francisco Noa e Nelson Saúte.

Editora responsável pela primeira publicação brasileira, Rosana Morais Weg destaca que o conjunto oferece uma seleção de poemas, ao mesmo tempo “doces e fortes”. Ela afirma que um dos desafios da edição brasileira foi a formalização ortográfica. “A Kapulana optou por manter a grafia original dos textos, sem atualizações, de forma a que as particularidades da poesia de Noémia não se perdessem”.

Quem foi Noémia de Sousa

“Haja emoção. Ver o livro da Noémia finalmente lançado no Brasil. E ver este lançamento nacional acontecer na Bahia. Terra que a poeta moçambicana amou. Onde teve amigos como Jorge Amado. Onde ouviu samba. Encheu de música ainda mais a sua poderosa poesia. Grande acontecimento literário do ano este, que devemos celebrar”, diz Marcelino freire, divulgador da poesia de Noémia de Sousa no Brasil.

Considerada uma das vozes mais importantes da literatura africana de Língua Portuguesa, Noémia de Sousa, que chegou a morar no Brasil, é conhecida como a mãe dos poetas moçambicanos. Sangue Negro reúne 46 poemas escritos entre 1948 e 1951 e foi publicado, originalmente, em 2001, pela Associação dos Escritores Moçambicanos. No Brasil, seus poemas só tinham sido publicados em poucas antologias. na ocasião o livro Sangue Negro estará disponível para compra, no valor de R$ 39,90.

Além do lançamento de Sangue Negro, a Pré-Balada conta ainda com mesas de bate-papo e performances poéticas. Por exemplo: a mesa “Palavra e Corpo em Movimento”, mediada pela professora Milena Brito (UFBA), que conversará com os escritores Alex Simões, Jocélia Fonseca e Mc Aspri, do grupo de rap RBF. 

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Após os debates no evento, os organizadores preparam a leitura de poemas da autora pelas jovens Lúcia Santos e Luíza Santos, que integram o Sarau Bem Black e a equipe do Slam Lonan. A sessão contará com a presença da editora Rosana Morais Weg, responsável pela Editora Kapulana, que editou o livro. Completando a homenagem, o grafiteiro Zezé Olukemi e o artista plástico Pablo Dinada pintam a imagem e versos de Noémia de Sousa.

Sarau Bem Black Especial

No dia 11, em homenagem à Independência de Angola, o Sarau Bem Black de novembro prestará  homenagem à Independência de Angola, comemorada neste dia. Haverá recital e exibição do filme “Papa Cèsaire”, da cineasta guadalupense Sarah Maldoror. O documentário narra sobre a vida e obra do escritor e militante martiniquense Aimè Cèsaire, criador do conceito Negritude.

Depois da exibição, a programação poética e musical da noite segue com  o lançamento do livro Por Onde Começar – Antologia de Verso e Prosa (Cogito), do poeta baiano Jairo Pinto. Permeando o sarau como um todo, a discotecagem ficará por conta do Dj André Lopes, que traz expoentes da música angolana.  O sarau será encerrado com  pocket- show da artista soteropolitana Alexandra Pessoa.

Vai ter muito mais, confere a programação completa aqui! 

Ilê Aiyê convida banda Olodum e vocalistas de Blocos Afros para ensaio este domingo (6)


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Foto: Shai Andrade

No próximo domingo, dia 6 de novembro, a Senzala do Barro Preto, no Curuzu,estará em festa para comemorar mais um aniversário do Ilê Aiyê – 43 anos. A Senzala do Barro Preto, no Curuzu, receberá a Banda Olodum, que se unirá à anfitriã Band’Aiyê a partir das 14h.

A banda Filosofia de Quintal abrirá a noite que também terá a participação dos vocalistas dos blocos Filhos de Ghandy, Muzenza, Malê de Balê, Araketu e Cortejo Afro.

Beleza Negra

As inscrições para a 38ª Noite da Beleza Negra seguem abertas até o dia 09 de janeiro de 2017. As candidatas, que devem ter entre 18 e 30 anos, podem se inscrever através do site do bloco (www.ileaiyeoficial.com) ou presencialmente na Senzala do Barro Preto, sede do Ilê (Ladeira do Curuzu), de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30.

Tanto virtualmente quanto presencialmente, é necessário o envio de uma foto que pode ser de corpo inteiro ou 3×4, porém não são aceitas fotos em trajes de praia ou roupa íntima. A pré-seleção irá acontecer no dia 10 de janeiro, às 18 horas, na Senzala do Barro Preto.

Já a grande Noite da Beleza Negra, quando será eleita a nova Rainha do Ilê Aiyê, será no dia 04 de fevereiro, com show da Band’aiyê e convidados.

|SERVIÇO|

Aniversário do Ilê Aiyê

Atrações: Olodum, Band’Aiyê, vocalistas de blocos afros e Catadinho do Samba

Data: Dia 6/11

Horário: 14h

Local: Senzala do Barro Preto – Curuzu

Ingressos: R$ 30 (pista) e R$ 50 (camarote)

Companhia LEKAN Dance em cartaz no Teatro Jorge Amado este mês


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A Companhia de Dança Moderna LEKAN Dance volta aos palcos do Teatro Jorge Amado em novembro. Desta vez, celebrando o mês da Consciência Negra, a  apresentação acontece no dia 15 de novembro, às 20h.

Na ocasião, serão apresentados os espetáculos “Negra Fé” e “Vozes da África”, nos quais os bailarinos dão vida aos deuses do panteão africano. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).

Composta por  12 bailarinos de Salvador, a Companhia de Dança Moderna LEKAN Dance foi criada em 2016 pelo bailarino Ed Cruz, que integra o Balé Folclórico de Salvador. “Buscamos diferentes vocabulários e novas linguagens como formas de expressão no âmbito da pesquisa e experimentação”, salienta Cruz. A Companhia também estará no Festival A Cena Tá Preta, no Teatro Vila Velha.

A Cia une as Danças Moderna e Pós-­moderna, tendo em suas referências artísticas os coreógrafos e bailarinos americanos Lester Horton e Katherine Dunham.

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Ficha Técnica                      

Diretor Geral : Ed cruz; Direção Artística : Ed cruz e  Arismar Adoté

Assistente de Direção : Alloma Araújo; Coreográfias : Ed cruz

Assistente de Coreográfia : Alloma Araujo e Arismar Adoté

Direção Executiva : Érica Ribeiro; Assitente de Direção Executiva : Wagner Santana

Direção de Produção: Nell Araújo; Fotografia, Criação e Vídeo: Ricardo Fontes

Iluminadora : Aline Sena; Técnico de Som : Edu Maia

Cantora : Miralva Couto; Violinista : Seraina Gratwohl

Figurinos : Cid Brito; Make-up : Alberto Alves

Contraregragem : Carlos Matias e Jairo Santana

BAILARINOS

Anderson Alacoque,Deise Guimarães, Elivan Conceição, Gabriel Gumaraes, Jadson Santos, Larissa Oyassi, Luciene Mariano, Mauricio Daltro, Marlene de Paula, Rafael Alexandre, Val Ribeiro, Viviane Santes, Vinicius Tuamaine

Serviço

LEKAN Dance apresenta fragmentos Negra Fé e Vozes da África

Local: Teatro Jorge Amado – Pituba

Data: 15 de novembro

Horário: 20h

Valor: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) – Bilheteria do Teatro

TamoJuntas realiza 6ª Mutirão Lei Maria da Penha este sábado (5)


O último Mapa da Violência registra: aumentou em 54% os homicídios de mulheres negras, enquanto o assassinatos de brancas caiu 9,8%. Isso nos últimos 10 anos.

Pra falar sobre este cenário, a ONG “TamoJuntas” convida mulheres a participar do 6º Mutirão Lei Maria da Penha – para prestar assistência multidisciplinar mulheres em situação de violência. É tudo gratuito e o tema principal será “Feminicídio e Mulheres Negras”, com a participação de mulheres que atuam na transformação desta realidade na cidade. Será neste sábado (5), a partir das 8h30, na Igreja Batista Nazareth, em Salvador.

Vai ter psicólogos, professores, ativistas sociais, além da participação de Jamile Menezes, editora chefe do Portal de Notícias SoteroPreta.

PROGRAMAÇÃO:

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Nadjane Souza lança primeiro CD “Multiplicidade” dia 15


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Foto: Tacun Lecy

Quem acompanha o trabalho de Nadjane Souza, a encontra na cidade ou lembra de sua voz e performance à frente dos tambores do Olodum, só tem duas perguntas a fazer: por onde anda? Cadê seu CD? A cantora responde agora em alto e bom som: após 20 anos de música e palcos, o CD Multiplicidade – seu primeiro CD – é uma realidade. E será lançado no dia 15 de novembro, na Varanda do Sesi, 21h.

nadjanesouzasoteropretaNeste primogênito, Nadjane deixa fluir seu lado compositora, expõe suas letras, traz conflitos étnicos, exalta a força da mulher e a conexão com o elemento “ÁGUA”. O trabalho propõe uma reverência aos orixás femininos, traz a mensagem de encorajamento, persistência e fé, elementos que compõem a artista.

“Apesar das dificuldades de lançar um CD independente, eu sempre acreditei que é possível fazer um trabalho de qualidade, com ajuda de alguns amigos. É possível empreender, fazer o sonho tornar-se realidade! Estou muito feliz com as transformações que se aproximam para a música independente e é nessa vibe que eu quero chegar com a música que me faz bem – e não a que é ditada pela indústria”, reflete Nadjane.

O nome diz tudo: pluralidade musical, uma “Multiplicidade” de gêneros e ritmos da diversidade cultural brasileira. E esta é, sem dúvida, marca registrada de Nadjane, que já integrou a Banda Didá (1998), participou da Banda Egregora´s e, por mais de cinco anos esteve no comando do Olodum, à frente dos tambores conhecidos mundialmente.

nadjanesouzaolodumsoteropretaEm 2009 foi premiada como revelação pela Rádio Sociedade e, em 2011, ganhou o Troféu Dodô e Osmar do Carnaval de Salvador. Ela também já passou pela TV, gravando a minissérie global “O canto da sereia”.

Dentre as sete faixas, o seu primeiro CD tem quatro de sua autoria, uma inovação para Nadjane. “Foi uma experiência nova, diferente, visto que, pela primeira vez estou gravando algumas canções minhas. Sempre guardei as músicas e, dessa vez, decidi desengavetar! Não tive pressa de concluir o CD, tive todo tempo do mundo pra que saísse como eu gostaria. Um processo que durou um ano”, explica.

Nadjane Souza representa uma mistura musical que envolve o samba-funk, samba, soul, samba reggae, reggae, ela explora os ritmos de matriz africana com composições autorais e releituras, acrescentando timbres e som eletrônico. Sua intenção? Construir um trabalho diferenciado e contemporâneo. Agora é só ir no show, conferir e levar pra casa!

CD MULTIPLICIDADE

Show: Lançamento CD Multiplicidade com participação de Elpidio Bastos
Quando: 15/11/16
Horário: 21h
Onde: Varanda do Sesi Rio Vermelho
Valor: R$ 20,00 (Com direito a um CD Multiplicidade)

Festival Nêgo Nagô comemora o Novembro Azeviche na Liberdade


ulissescastroonireproducoesfestivalnagoA Onirê Produções, produtora formada por alunos do 4º Semestre do Curso de Gestão em Eventos da UNIFACS, realiza o FESTIVAL NEGO NAGÔ no dia 4 de novembro. O Festival será a partir das 17h no Centro Social Urbano da Liberdade (CSU) e será uma celebração ao “Novembro Azeviche” – mês da Consciência Negra.

Terá Roda da Capoeira, Cortejo, Dança Afro, Samba de Roda – Samba São Gonçalo,Ilê Aiyê – Band’Aiyê, Ulisses Castro, Espaço da Beleza Afro e Culinária do Tabuleiro da Baiana. Ingressos serão de R$20.

O Festival contará com a inclusão dos projetos sociais de Capoeira e Dança Afro desenvolvidos no CSU – Liberdade, a exemplo da Campanha “CSU LINDO DE SE VER”, com mutirão de pintura e limpeza do espaço com participação da comunidade. Serão recebidas, ainda, doação de alimentos não perecíveis e produtos de beleza para o grupo de Terceira Idade.

A Onirê Produções é uma produtora de eventos culturais da cidade de Salvador, focada em preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira.

Estudantes debateram questões raciais no Parque Costa Azul


novembronegro“Poder ao povo negro”, este é o nome do evento que reuniu cerca de 70 jovens para debater a temática Juventude e Empoderamento Negro. A roda de conversa foi produzida e organizada por jovens da área de Educação e Cidadania – Grêmio Estudantil do Colégio Estadual Thales de Azevedo. O evento ocorreu no Parque Costa Azul, neste sábado (29).

A Lei 10.639 obriga a instituição do debate sobre cultura afrobrasileira nas instituições educacionais, no entanto, ela ainda não é posta em prática pela maioria. A diretora de Educação e Cidadania do Grêmio Estudantil, Laís Santos, após saber de um caso de racismo que aconteceu no colégio em que estuda, decidiu unir forças com seus colegas e fomentar por conta própria o debate. Teve perguntas e colocações, pois como disse Laís “precisamos e queremos falar sobre isso”.

A abertura do evento se deu com as poesias do Grupo Recital Ágape, já conhecidos por levarem sua poesia marginal aos mais variados espaços. Com um repertório de versos que, em sua maioria, denunciam o racismo, o machismo e outras formas de opressão, a poesia de Gleise Souza, por exemplo, definiu bem o quão difícil é chegar num espaço, ouvir os versos e “sair do mesmo jeito que entrou”.

novembronegroNo sarau, diversos estudantes recitaram seus poemas ressaltando questões raciais, o que faz aumentar a percepção para uma nova forma de combate, no qual as armas, dessa vez, são as palavras.

Raissa Calmon do Coletivo Nacional de Juventude Negra (Enegrecer) e Lissandra Pedreira, uma das produtoras do Sarau da Onça, foram as convidadas para compor o debate. Raissa iniciou explicando o motivo pelo qual o treze de maio não libertou ninguém. “Não nos foi concedido o mínimo, que era educação, trabalho e saúde, permanecemos escravos” disse. Lissandra Pedreira trouxe questões a cerca do empoderamento, atentando ao fato de que “só dá pra gente se empoderar coletivamente”.

Outros temas abordados foram intolerância religiosa, colorismo, violência policial e mulheres negras. As redes sociais também foram debatidas, e vistas como fonte de aprendizado. “Descobri que era mulher negra através das redes sociais” acrescentou Raissa.

A estética negra foi uma das questões mais presentes entre o público, visando entender a necessidade de se libertar dos padrões impostos e percebê-la como política e forma de protesto.

Débora Santos, empreendedora negra, contribuiu dizendo que “nunca existiu e nunca vai existir a ditadura do cabelo crespo”. Segundo ela, é importante sim ter um pensamento politizado, no entanto, isso não é pré-requisito para ter o cabelo black, visto que, a estética negra, por si só já é política e ninguém questiona o branco por ser o que ele é, e preservar seu cabelo liso natural.

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Joyce Melo

“Poder ao povo negro”, sim, certamente todos os negros que ali estavam saíram mais reflexivos e mais empoderados.Enquanto todos aqueles, lidos socialmente como brancos, saíram também mais conscientes dos seus privilégios e, certamente, mais impulsionados a abdicar deles.

Texto de Joyce Melo, poetisa, integrante do Grupo Ágape, estudante de Jornalismo na Faculdade Unijorge.

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Sábados de novembro serão de encontros na Casa 14


Som de Crioulas
Som de Crioulas

Está chegando perto! O mês de novembro está chegando com muito evento, projeto, ações que já estão bombando nas redes sociais e muitas já no calendário da galera. Uma delas, que tem apoio do Portal SoteroPreta é o evento “O Poder da Minha Cor”, que vai rolar todos os sábados de novembro, na Casa 14, Pelourinho.

Serão encontros multi-artísticos, multi-linguísticos, com debates, exposições, gastronomia, intervenções poéticas, rappers, shows, e feira afroempreendedora.  Algumas das confirmações nessa grade preta: Dj Elton Santos , a Banda Lama, o Grupo Militância Poética, o fotógrafo Edgar Azevedo, dentre outras atrações que vão ocupar a Casa 14 ao longo do mês.

Elton Santos
Elton Santos

Além da parceria com uma rede de afroempreendedores, o evento também vai proporcionar outros presentes para o público: no primeiro sábado (5), quem estiver por lá e levar o panfleto para a festa Afro Rave – que acontece no mesmo dia no casarão do Lord (Pelourinho também!) – carimbado com “Passaporte de Meia Festa Afro Rave”, garantirá desconto de R$10 no valor do ingresso. A Afro Rave é uma realização do DJ Elton Santos, será uma noite de ritmos africanos (saiba mais desta festa).

O que elas querem (sim, duas mulheres negras à frente deste evento: a designer Maíra Vilas Boas e a produtora cultural Cris Rodrigues): abordar o papel do negro no cenário atual, especialmente entre os jovens, na busca por seu espaço em voz e imagem, sobretudo a mulher negra. Vai ser um encontro de várias artes, debates e reflexões sobre representatividade e empoderamento.

nadjaO evento “O Poder da Minha Cor”  conta com apoio da Sole Produções, do Portal SoteroPreta, do grupo Desabafo Social e da Marcha do Empoderamento Crespo. Deste último, no dia 5, junto à editora Chefe do Portal SoteroPreta, Jamile Menezes, estará a atriz, artesã, empreendedora, especialista em Instituições de Ensino Superior Nadja Santos. Também irá compor a o debate a superintendente de Políticas para as Mulheres do município, Monica Kalile, que conversará sobre  violência contra mulher, direitos humanos e empoderamento feminino. Tudo a partir das 17h, aberto ao público.

 

PROGRAMAÇÃO:

DIA 5

17h tem diálogo empoderocriativo com Jamile Menezes (Portal SoteroPreta), Nadja Santos (Marcha do Empoderamento Crespo) e Monica Kalile (SPM Salvador).

19h acontecerá o show de abertura da Banda Lama, e logo depois, às 20h, a pista será de Djs.

A noite termina com a Banda Som de Crioulas, só de mulheres. Haverá cobrança de valor popular, apenas para os shows, de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

TODOS OS SÁBADOS

Exposições fotográficas de diversos artistas como Helemozão, Juh Almeida, Edgar Azevedo e Maiara Cerqueira.

Ensaios das Bandas Lama e Som de Crioulas (e convidados), além de Djs.

E vai ter ainda Grupos Militância Poética e Ágape, Programa Jovem Negro Vivo, as mulheres do La Frida e muito mais. O Portal SoteroPreta vai divulgar toda programação!

Pérolas Mistas retorna com Ellen Oléria, Larissa Luz, Lazzo e Brown em novembro


ellenO  Concerto Pérolas Mistas retorna aos palcos de Salvador, desta vez na Concha Acústica nos dias 5 e 6 de novembro, trazendo as cantoras Ellen Oléria, Larissa Luz, além de lazzo Matumbi e Carlinhos Brown. A partir das 19h, o espetáculo  – definindo como “Um caleidoscópio musical” – propõe uma viagem pela música afro-baiana e terá ingressos a R$15 (meia) e R$ 30 (inteira).

Nomes como Mirian Makeba e Tony Osanah serão referências do Concerto, que será regido pelo Maestro Angelo Rafael e a Orquestra de Câmara de Salvador, além de um trio de alabês. O projeto trará a mús noica de matriz africana representada pelos blocos Afros e Afoxés, além de elementos cenográficos, iluminação e figurinos apropriados à estética que traduz as origens da narrativa musical.

Blocos confirmados:

Bankoma

Didá

Filhos de Gandhy

Malê DeBalê

Ingressos já estão à venda online em http://bit.ly/perolasmistas2016 , nos balcões SAC Bela Vista e Shopping Barra e bilheteria do Teatro Castro Alves e Concha Acústica do Teatro Castro Alves.

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Serviço – Pérolas Mistas 2016
Data: 5 e 6 de novembro
Horário: 19h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Ingressos: R$15 (meia) e R$ 30 (inteira)

Evento celebrará Dia Mundial do Hip Hop no Espaço Cultural da Barroquinha


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Rima Mina

Um movimento multilinguístico surgido no Bronx (EUA), periferia nova-iorquina, na década de 70, o Hip Hop é uma cultura influenciada por uma diversidade de estilos musicais, a maioria de origem negra, como o funk, o rock, o blues e o reggae. Em Salvador, esta cultura é viva, forte e também com a mesma diversidade de linguagens.

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Para celebrar o Dia Mundial do Hip Hop – 12 de novembro –, será realizado no Espaço Cultural da Barroquinha o Salvador HipHop – um grande encontro desta cultura nos dias 11 e 12/11, com programação aberta ao público. Além de shows musicais, vai ter debates, oficinas, feira afro-empreendedora e apresentações das linguagens artísticas do Hip Hop: rodas Break Dance, Grafite, DJ’s e muito mais. Tem Mr. Armeng, Dj Daganja, Rima Mina, vários expositores, oficinas, debates e muita música! O Salvador HipHop é uma realização da Prefeitura de Salvador através da Empresa Salvador Turismo (Saltur).

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Mr. Armeng

 

“O Hip Hop pinta, dança e canta a cidade do Salvador. Com isso,celebrar o Dia Mundial dessa cultura universal é fortalecer esse movimento e mostrar a sua grandiosidade para quem não conhece” – Mr. Armeng

Confere abaixo toda a aprogramação:

Dia 11/11

16h Abertura da Feira Hip Hop

17h Mesa de Abertura

18h30 Troca de Ideia “Hip Hop em Salvador e empreendedorismo no Hip Hop”

19h30 Coquetel e Discotecagem com Dj Tau Brasil

 

Dia 12/11

15h Abertura da Feira / Oficina de Marketing Digital

16h DJ Indio + Roda de Break Dance

17h SHOW A Rua Se Conhece & Convidados

18h SHOW Rima Mina & Convidados

19h SHOW Mr.Armeng & Convidados

20h SHOW Daganja & Convidados

21h Sessão de Freestyle (Encerramento)

 

Apresentação: Dj Branco

Expositores: Afreeka , AfroBox, Jack Hip Hop Style, Freedom Soul, Rede Pan AfroH2

Fotos: Divulgação