Bahia e Maputo se encontram na Mostra Três Águas


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A Cinemateca do MAM e a Produtora Portátil apresentam a Mostra Três Águas, com filmes de Everlane Moraes e Lara Sousa. Entre os dias 4 e 10 de maio o público poderá acompanhar parte da filmografia das duas cineastas que vêm construindo um cinema de que carrega em seu cerne uma reflexão sobre o ser mulher negra, africana e afrodescendente na contemporaneidade a partir de uma leitura dos encontros e dos afetos.

A mostra apresentará oito trabalhos das diretoras que, colocados lado a lado, traçam esse diálogo, essa troca entre elas que vem sendo aprofundada na construção conjunta de um primeiro longa-metragem que será filmado a quatro mãos: “O Navio e o Mar”

Para Lara Sousa, “esses filmes são retratos de nossos países, de nossos traumas e alegrias, são janelas para o mundo interior, que colocados em diálogo traçam novos caminhos, novos mapas, baseadas no afeto e não mais na dor ou no trauma”.

A mostra se divide em duas sessões que serão apresentadas no canal da Cinemateca (www.vimeo.com/channels/cinematecadomam) destacando a produção inicial em curtas-metragens de cada uma das diretoras.

Lara Sousa (Maputo, Moçambique) e Everlane Moraes (Cachoeira -BA, Brasil) se conheceram no curso regular de direção de documentário da Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV) de San Antonio de los Baños. A partir deste encontro, estabeleceram uma troca cinematográfica que vem se ampliando e ganhando novos contornos e colaborações.

“Essa mostra significa uma interseção entre as angústias que Lara e eu experimentamos juntas ao longo dos 3 anos que estudamos na escola de cinema de Cuba e a partir daí, vislumbramos o filme “O Navio e o Mar”. É um lugar de superação e proposição”, diz a diretora Everlane Moraes.

Mostra Três Águas. Os filmes de Everlane Moraes e Lara Sousa.

Data: de 4 a 10 de maio de 2021

Local da exibição dos filmes: Canal da Cinematecado MAM (www.vimeo.com/channels/cinematecadomam)

Local do debate:  Youtube e Facebook do MAMRio
Horário do debate: 14h
Ingresso: gratuito

(Informações sobre o filme “O Navio e o Mar”: www.onavioeomar.com)

Nova música da artista Amanda Rosa, “Dança do Viver” fala do poder de gerar vida


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Foto Lane Silva

O projeto “Mães da Quarentena”, da artista Amanda Rosa, estreia no Dia das Mães (09/05), às 12h, com “Dança do Viver”, um clipe musical sobre o poder de gerar a vida, no canal do YouTube da Afro TV Brasil

Nos domingos seguintes, 16, 23 e 30 de maio, serão publicados os relatos das mulheres mães Laísa Gabriela, Belle Damasceno e Danielle Onawale, sobre as dores e aconchegos de maternar na pandemia, no Instagram da Afro TV (@afrotvbr).

“Mães da quarentena é uma iniciativa que nasce a partir da música que escrevi ainda nos primeiros meses de vida do meu filho, sobre o meu tornar-se mãe e as descobertas que isso trouxe para minha vida”, diz Amanda Rosa.

Na sexta-feira (07/05), a canção “Dança do Viver” com sua mistura de ritmos regionais já estará disponível nas plataformas de música. Faça o pré-save aqui. 

Sobre Amanda

Através do rap, dos ritmos afro baianos e de escrevivências poéticas, Amanda traz, na sua música, reconexão ancestral e caminho para autonomia. Desde 2014, se apresenta em batalhas de freestyle. Em 2019, lançou seu primeiro single “Essa Ideia Tá Falida” e no mesmo ano lançou “Lama é Casa”, em parceria com a MC DelaRua.

SERVIÇO:

O quê: Lançamento do projeto Mães da Quarentena e do clipe “Dança do Viver”
Quem: Artista Amanda Rosa e a plataforma AFRO.TV Brasil
Quando: No dia das mães (09/05) e nos domingos seguintes (16, 23 e 30/05)
Onde: Lançamentos no YouTube e Instagram da Afro TVBrasil
Quanto: Gratuito

Lazzo Matumbi celebra 40 anos de carreira com novo disco e clipe


Lazzo Matumbi
Foto – Ludmila Senna e André Lima

 

O cantor e compositor Lazzo Matumbi celebra seus 40 anos de carreira com o lançamento, no final do mês de maiodo nono disco da sua carreira e um videoclipe, com direção de Urânia Munzanzu, da música “14 de Maio” – composta em parceria com Jorge Portugal. 

O lançamento será numa live do artista com a participação do guitarrista e multi-instrumentista virtuose Felipe Guedes (co-produtor musical do disco), através do canal do cantor no youtube.

Esse é um disco de resgate dos meus 40 anos de caminhada, onde trago as experiências vividas, reflexões e acolhimentos adquirido ao longo da minha trajetória. Através da minha Ancestralidade chego aos dias de hoje, agasalhado pela música com o mesmo carinho, respeito e tranquilidade para preparar um material livre das exigências mercadológicas. Com a satisfação da alma, deixando fluir o que de melhor eu possa oferecer para chegar aos corações de quem sempre adubou com carinho e aplausos de emoção a minha história musical e cada peça esculpida na passarela dos sonhos.” – Lazzo Matumbi

O álbum, intitulado “ÀJÒ” (lê-se AJÔ), vem sendo produzido desde 2016. Àjò é uma palavra de origem yorubá cuja tradução para algumas etnias africanas significa “jornada”.

No repertório do disco, canções autorais inéditas e releituras de canções próprias, como uma nova roupagem para “Djamila” (Lazzo Matumbi/Ray César) – que em 1981 foi batizada com o título de “Salve a Jamaica”. E também a música“14 de maio” que reflete as mazelas da abolição no Brasil. O disco conta ainda com as participações das cantoras Larissa Luz, Luedji Luna, do maestro Bira Marques e do rapper BNegão. 

“Trago nesse disco, desde a primeira música gravada, no início da minha carreira, até as mais novas inspirações construídas no leito do meu silêncio, a sós ou em parcerias com novos e antigos amigos; na intenção de retratar um pouco do sonhador preocupado na construção de um mundo melhor e mais justo para todos na busca incansável do respeito às diferenças, do amor e da paz, através das canções”, compreende Lazzo.

 

ACESSE AQUI o YOUTUBE. 

Cantor e compositor Tysko lança novo single “Doce Menina”


 

Tysco

O cantor e compositor Tysko lança seu mais novo single “Doce Menina”, no próximo dia 7. A canção é uma declaração de amor às mulheres, que traz, ainda, a sonoridade  da gaita entoada pelo cantor da Negra Cor, Adelmo Casé.

A canção chega após o 1° álbum Solo de Tysco, intulado “Sempre Vibe”, lançado no fim de 2020, e que já ter atingiu mais de 100 mil streams no Spotify. O hit embala uma sonoridade do reggae pop praiano,  identidade marcante de Tysko, que também é surfista. Muito em breve “Doce Menina” estará em todas as plataformas digitais de streams, no canal do Youtube do artista e em suas redes sociais. O clipe de trabalho também vem vindo por aí.

“Minha mensagem é de leveza e positivismo e meu mantra é sempre falar de amor. Esse é o sentimento que quero levar as pessoas com a minha música, em especial, nesse momento em que a humanidade precisa tanto de conforto espiritual”, frisa o artista.

Tysko lança “Doce Menina” e segue em ritmo acelerado, com um novo single e clipes a cada dois meses.

Confira em seu canal no Youtube, a partir do dia 7 de maio. 

Spotify

Quilombo musical Ybytu-Emi lança álbum “O Tempo e o Vento”


Ybytu-Emi
Foto Adeloya Magnoni

 

O Aldeia Coletivo e a produtora musical Aquahertz Beats lançam no próximo dia 06 de maio Ybytu-Emi – O Tempo e o Vento, álbum futurístico advindo da cena musical “marginal” soteropolitana e baiana, disponível nas plataformas digitais Spotify, Deezer, Amazon e Youtube.

Integrando o projeto projeto Areté – Tempo de Festa, Ybytu-Emi foi concebido pelos artistas músico-performers Caboclo de Cobre e ISSA – que assinam a direção musical e artística, respectivamente. O álbum com nove canções exalta a voz indígena, do negro banto e jeje-nagô, do sertanejo, das rezadeiras, benzedeiras, parteiras, a voz ao encanto.

“Somos a tentativa de escuta de um coração brasileiro, uma outra narrativa, o entendimento de uma outra forma de vida, somos a construção de novos sonhos. Talvez um teatro épico musicado, uma obra do agora, exaltando os que se foram e fortalecendo os que estão vivos em matéria”, diz Caboclo de Cobre.

Com nove canções inéditas, Ybytu-Emi é um território quilombo formado pelos intérpretes Caboclo de Cobre, ISSA, Donna Liu, Mister DKO, Valente Silva, Mariana Damásio, Sérgio, May Pitanga, Marcelo Santanna, além da participação especial de Vandal de Verdade, Juracy Tavares, MC Tipo A e MC Irck.

Ybytu significa Vento (ar em movimento, uma divindade) e Emi o sopro (o ar lançado por Olorum para que o Ara-Aiyê, corpo na terra, pulsasse vida).

ACESSE AQUI

Cantor e compositor GIO lança sua nova música “Nebulosa”


cultura negra

 

No dia 12 de maio, o cantor e compositor Giovani Cidreira, que vem com novos projetos e assina a nova fase como GIO, disponibiliza sua nova música “Nebulosa” em todas as plataformas de streaming – https://tratore.ffm.to/nebulosa.

A faixa, mais uma parceria do artista com o produtor Benke Ferraz (Boogarins) e sua conterrânea, a cantora Jadsa, abre caminho para o seu novo disco “Nebulosa Baby”, acompanhado de um álbum visual, ambos lançados ainda neste primeiro semestre de 2021 pelo selo RISCO.

“Estou introspectivo, musicalmente mais desenvolvido e volto a abrir meu coração para falar abertamente sobre os fantasmas que me assombram: violências, amores perdidos e abuso de drogas.  Retorno para deixar clara a minha preocupação e reflexão sobre mim e sobre o futuro de um mundo que cessa a vida de jovens, como eu, diariamente”, afirma GIO.

O lançamento da música inaugura uma série de eventos relacionados ao novo álbum ainda neste semestre. Entre as ações estão um álbum visual (curta metragem ficcional, dirigido em parceria com Og Cruz) e uma websérie documental, dirigida por Safira Moreira, que une os dois projetos e traz o processo de produção das ações anteriores conectada a ancestralidade periférica e nordestina do cantor.

ACESSE AQUI. 

Balé Folclórico da Bahia reabre vaquinha online para arrecadar R$180 mil


 

O Balé Folclórico da Bahia precisa de ajuda financeira para não fechar. A situação da companhia, que há 33 anos leva aos palcos da Bahia, do Brasil e do mundo a cultura afro-brasileira, levou à criação de uma Vaquinha Virtual para arrecadar recursos que serão destinados ao pagamento dos custos operacionais e administrativos do Balé, que nesta pandemia vem passando por dificuldades por conta da proibição de relaização de eventos com público.

“Fechamos a Vaquinha em agosto de 2020, quando chegamos a arrecadar R$220 mil. Nossa meta era R$250 mil, para pagarmos dívidas de fevereiro a agosto. Como não conseguimos arrecadar o total, ainda ficamos com o saldo pendente, além de que houve acúmulo das despesas de setembro até os dias atuais. Agora precisamos de R$180 mil”, diz Vavá Botelho,  coreógrafo, diretor geral e co-fundador do Balé Folclórico da Bahia.

O Balé tem no currículo passagem por mais de 200 cidades e 24 países, incluindo Estados Unidos, Itália, Inglaterra, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Nova Zelândia, Austrália, Alemanha, França, Holanda, Suíça, México, Chile, Colômbia, Finlândia, Suécia e África do Sul, dentre outros. A Companhia também abriga vários projetos sociais que atendem crianças e jovens em situação de vunerabilidade social em Salvador e região metropolitana.

Há mais de 20 anos, o Balé se apresenta no Teatro Miguel Santana, no Pelourinho, sede da companhia em Salvador, que já foi vítima de dois assaltos este ano, na mesma semana, em março. “Levaram toda tubulação de cobre e peças da central de ar condicionado, nos dando um prejuízo de quase R$12 mil”, conta Vavá Botelho. O que só agravou a situação financeira do Balé.

Mais de 2100 pessoas já contribuíram com a Vaquinha Online.

Balé Folclórico da Bahia
Foto Wendell Wagner

 

Se você quiser ajudar o Balé Folclórico da Bahia, para que ele continue levando a cultura afro-brasileira para o mundo, acesse a Vaquinha e faça uma contibuição. Ou divulgue para seus contatos.

Para saber mais sobre o legado do Balé, acesse o instagram @bfdabahia e o site www.balefolcloricodabahia.com.br.

Vaquinha Online

 

Série Afrobaianos lança último episódio sobre novos sons


 

Foto Mariana de Paula

 

Quais sons estão tocando e embalando a nova música preta baiana? São essas perguntas que a equipe do “Do Nada, um Podcast” vai responder em um bate-papo entre Mariana de Paula, Milena Anjos e Leandro Souza no último episódio da série Afrobaianos veiculado na próxima sexta-feira (07) em todas as plataformas de streaming.

Intitulado “Novos Sons Afrobaianos”, o último episódio da temporada traz três participações especiais. O jornalista e pesquisador Marcelo Argôlo, realizador da Ando.Digital, fala de sua pesquisa intitulada “Ativismo Negro na Cena de Música Pop de Salvador”.

A produtora cultural Edmilia Barros – que trabalha com diversos artistas, como Bruna Barreto e Orkestra Rumpilezz – mostra os desafios da produção na cena musical.

Por fim, a também produtora cultural Camila Brito, uma das idealizadoras do Festival Batida das Pretas, explica a importância desse projeto, que é um espaço de troca, incentivo e fortalecimento entre mulheres negras e indígenas, atuantes na cena musical baiana.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Sobre o Do Nada, um podcast – Criado pelos produtores culturais e amigos Milena Anjos, Mariana de Paula e Leandro Souza, o podcast surge como uma oportunidade de externar as diversas discussões e debates que eles tinham sobre vários assuntos pelo Whatsapp.

Serviço

 O quê: Episódio final da série “Afrobaianos” do Do Nada, um Podcast

Quando: 07 de maio, próxima sexta-feira

Onde: https://anchor.fm/do-nada

Quanto: Grátis

Culinária Musical celebra 33 anos da Casa do Benin com poesia, música e gastronomia afrobrasileiras


 

Foto: Sdney Rocharte

 

O afrochefe Jorge Washington prepara mais uma edição do Culinária Musical com encontros neste sábado (8) e no dia 29 de maio (sábado), projeto que chega a sua 5ª edição virtual, direto do Youtube da Casa do Benin. Esta que celebra aniversário no dia 8 de maio. A Casa do Benin é um espaço Cultural que possui importante acervo artístico e cultural afro-brasileiro, bem no coração do Pelourinho, onde acontecia o Culinária antes da pandemia.

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Luedji Luna

Nesta edição, o primeiro encontro no dia 8, às 12h, será com a presença musical de Lazzo Matumbi, além das convidadas, as cantoras Denise Correia e Luedji Luna. A performance poética fiacará por conta de Mel Adún (Quilombellas Amefricanas – Coletânea Poética) e Claudia Santos. No cardápio, o afrochefe vai preparar uma Galinha ao Molho Pardo com Feijão de Corda, que o público poderá encomendar no Pra Levar do Afrochefe. Será entregue uma porção de 1kg do prato, no valor de R$50 mais a taxa de entrega.

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Denise Correia

 

Uma inovação do projeto este ano, a Sexta Formativa será no dia 21 de maio, a partir das 15h, com a presença da chef e pesquisadora, Carmem Virgínia (Recife), que junto ao Afrochefe Jorge Washinton, vai bater um papo sobre a culinária afro-brasileira.

Já no segundo encontro do mês, no dia 29 de maio, o Culinária Musical terá show do cantor Magary Lord e da rapper Udi Santos, além da poesia com Anajara Tavares. Na mesa, o prato será a tradicional e premiada Maxixada de Carne Seca.  Tudo acontece a partir das 12h, no Youtube da Casa do Benin.

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Magary Lord

Edital – O projeto Culinária Musical, idealizado pelo afrochefe Jorge Washington,  com gestão de projeto da Simples Produções e produção da Mil Produções, foi contemplado pelo edital de Ocupação e Dinamização dos Espaços Culturais da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador para ocupar a Casa do Benin até junho de 2021.

 

SERVIÇO

O que: Culinária Musical celebra 33 anos da Casa do Benin

Quando: 08/5 (sábado, 12h) 21/5 (sexta-15h) e 29/05 (sábado- 12h)

Onde: Youtube da Casa do Benin (AQUI)

Quanto: encomendas R$50 porção de 1kg (+ taxa de entrega), pedidos pelo zap do Afrochefe 71 98878-4634

Está no ar a 3ª edição da Revista Laroyê com ensaios fotográficos, contos e artigos inéditos


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Foto Tom Correia

Assutnos como as manifestações culturais, a convergência simbólica entre os movimentos das ruas e o culto afro religioso estão na terceira edição da Revista Laroyê, marcando o encerramento do projeto. Na publicação, cerca de 20 artistas assinam trabalhos que dialogam com o arquétipo e elementos relacionados a Exu.

A Laroyê proporcionou o encontro de diferentes artistas visuais, fotógrafos, escritores, poetas e leitores com temas que traduzem a ancestralidade e a familiaridade de Exú a partir de elementos artísticos e urbanos.

Além de artigos assinados por Cidinha da Silva, Cleidiana Ramos e Ordep Serra, esta edição apresenta ainda contos inéditos de Marcus Borgón e Gustavo Rios; dos jornalistas Carlos Barbosa, Flávio VM Costa e Kátia Borges e Lima Trindade.

Rita Santana, vencedora do Prêmio Braskem de Literatura (2004) para autores inéditos com o livro “Tramela”, participa com o conto “Ogó”. “Quando veio o convite para produzir um conto para a revista, a única ideia que tive foi escrever um Orfeu Negro em Salvador tentar abordar essa distopia que estamos vivendo”, revela a escritora baiana. Rita ainda completa que “Orfeu veio com essa necessidade de tocar delicadamente, e espero que seja acolhido assim, nas questões religiosas da Cidade e trazer um pouco da minha memória primordial de Salvador”.

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Foto Hirosuke Kitamura

 

Nesta mesma linha, a edição reúne ensaios fotográficos de Arlete Soares, Christian Cravo, Hugo Martins, Juliana Neri, Thiago Borba, Vinícius Xavier e Hirosuke Kitamura, que transitam desde o Pelourinho no início dos anos 1970, passa pelo Moçambique e a tragédia em Mariana (MG) até as séries que revelam a ligação de Salvador com os temas sociais e afro-religiosos. A Laroyê 3 conta também com a participação da poeta Mônica Menezes e da fotógrafa Sarah Fernandes, que assinam juntas um poema e um ensaio, respectivamente.

Para acessar a Revista Laroyê acesse: http://www.laroye.com.br/