UNIDAS – Rede de Mulheres entre a Alemanha, América Latina e Caribe abre inscrições para mulheres cis e trans


 

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Mulheres cis e trans na área da música e dos games tem uma boa oportunidade: estão abertas as inscrições para a edição 2021 da UNIDAS – Rede de Mulheres entre a Alemanha, América Latina e Caribe. Serão apoiados dois projetos protagonizados por mulheres e coletivos de mulheres de Salvador e região metropolitana. Inscrições seguem até 8 de setembro e é online: informações sobre o processo de seleção e a documentação exigida estão disponíveis no link https://bit.ly/3t2k6wV.

Será escolhido um projeto voltado à área da música (incluindo o saber musical técnico como partituras, composição, técnicas de som, dentre outros), e outro focado no universo dos games (incluindo game design, programação de games, desenvolvimento de trilha e roteiros para games e tecnologia da informação).

As selecionadas receberão bolsas para desenvolver seus projetos e participarão do programa que começa em outubro e termina em fevereiro de 2022. O projeto é realizado pela UNIDAS – Rede de Mulheres entre a Alemanha, América Latina e Caribe, por duas unidades do Goethe-Institut, Salvador-Bahia e Santiago do Chile, e pelo Ministério Alemão das Relações Exteriores.

METAS – O objetivo da UNIDAS é contribuir com a profissionalização, internacionalização e fortalecimento de redes entre mulheres cis e trans nas indústrias criativas. Serão selecionados também pela UNIDAS dois projetos protagonizados por mulheres no Chile (um na área de música, outro de audiovisual).

As lideranças devem não apenas morar em Salvador ou na região metropolitana, mas precisam estar dispostas a desenvolver projetos multiplicadores em suas comunidades.

Serão aceitos na seleção projetos propostos por mulheres ou coletivos que tenham trabalhos desenvolvidos. Será exigida a comprovação de experiência com execução de projetos anteriores, algo que poderá ser feito por meio de portfólio, registros em redes sociais ou materiais divulgados na imprensa. Além disso, serão priorizados projetos que incentivem e fomentem a participação de mulheres nas áreas de música e games.

Todos os detalhes da inscrição e os objetivos do projeto podem ser acessados em https://bit.ly/3t2k6wV

Jornalista e pesquisador musical Marcelo Argôlo lança o livro “Pop Negro SSA: cenas musicais, cultura pop e Negritude”


Foto: Lorena Vinturini/Divulgação

 

O jornalista e pesquisador musical Marcelo Argôlo lança o livro Pop Negro SSA: cenas musicais, cultura pop e Negritude. O livro parte dos conceitos de cenas musicais, cultura pop e negritude para propor um entendimento sobre a nova geração de bandas e artistas baianas como uma cena de música pop engajada no ativismo negro.

A obra sai em formato e-book e conta com download gratuito através do site popnegrossa.marceloargolo.jor.br.

“Trago algumas reflexões que venho desenvolvendo desde 2019 no Mestrado em Comunicação na UFRB sobre a atual geração de bandas e artistas de Salvador e me pareceu oportuno disponibilizar essas reflexões junto com as entrevistas que são a base da minha dissertação que será defendida agora em setembro. Tenho a minha interpretação sobre o que está sendo discutido ali e publicar essas entrevistas permite que outros entendimentos e novas pesquisas possam surgir. Essa, pra mim, é a grande contribuição dessa publicação”, defende o autor.

O livro traz entrevista com Roberto Barreto, guitarrista do BaianaSystem; com a cantora, compositora e produtora musical Larissa Luz; com a cantora e compositora Luedji Luna; com José Macedo, cantor do Afrocidade; e com a banda ÀTTØØXXÁ, representada pelo produtor musical Rafa Dias, o guitarrista Chibatinha e o cantor Oz.

O livro estará disponível a partir do dia 28 de agosto, mas o pré-cadastro para recebimento do arquivo por e-mail já está disponível no site: do site www.popnegrossa.marceloargolo.jor.br.

Compositor e percussionista Tysko lança single “O Sonhador”


 

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O compositor e percussionista Tysko lança seu novo trabalho: o single “O Sonhador”, um pop reggae com blues. A canção estará disponível em todas as plataformas digitais e no canal do artista, no YouTube, a partir do próximo dia 27.

A narrativa da canção conta a história de um cantor multi-instrumentista que após perder tudo, passou a morar nas ruas e apresentar seu talento entre os carros, semáforos, e também nas marquises por onde se alojava nas noites frias.

“A história nos remete a uma reflexão importante. Temos muitos exemplos assim. São pessoas que conseguem levar alegria com sua arte, mesmo estando numa condição social desfavorável. Quem nunca parou em um sinal e viu um artista? A música é transformadora”. O Sonhador fala de arte e dor, música e amor”, frisa o cantor.

Trajetória e últimos trabalhos

Com 25 anos de música como percussionista e backing vogal, Tysko apostou em sua carreira solo durante a pandemia e apresentou ao público, no final do ano passado, o seu 1° álbum, intitulado “Sempre Vibe”. Na sequência, fez uma homenagem as mulheres ao lançar “Doce Menina”, um hit com uma sonoridade pop reggae bem praiano e que contou ainda com a sonoridade da gaita entoada pelo talentoso cantor da Negra Cor, Adelmo Casé. A canção já bateu a marca de mais de 130 mil Streams nas plataformas digitais.

 

ACESSE:

 

André Dias lança álbum visual “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”


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Foto: Glauco Neves

 

Gravado em Salvador, o álbum visual “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”, do cantor, compositor e guitarrista André Dias, será lançado nesta quinta-feira (26). O artista destaca quatro faixas: “Mar de Desejos”, “O Véu”, “Lembro” e “Eu Sou”, que trazem um contraponto ao retratar o protagonismo de um homem negro, preso a estereótipos racistas e machistas.

O roteiro do álbum visual foi escrito pelo próprio André, que se viu em meio a um desafio ao tirar as ideias do papel e colocá-las em prática no meio de uma pandemia. Seguindo os protocolos de segurança e distanciamento, as gravações foram realizadas em quatro dias, entre a Praia da Penha, na Ribeira, as Dunas de Stella Maris, o Dique do Tororó e, por fim, o Teatro Sesi, no Rio Vermelho.

“É preciso dizer que senti na pele as decisões do roteirista. Duas locações apresentaram alguns desafios físicos para mim, na hora de rodar e as frases mais recorrentes na equipe eram: “Você que escreveu isso” ou “Tudo em nome da arte”. Da próxima vez, pensarei em um roteiro no qual eu não “sofra” tanto. rs Na praia, o grande desafio foi ter que entrar na água gelada às 5h da manhã e fazer inúmeros takes nadando, mergulhando. Passamos mais seis horas gravando”, diz o músico.

O Álbum Visual “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas” tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Serviço: Lançamento do álbum visual “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”

Data: 26 de agosto de 2021

AQUI:

Abertas as inscrições para o VI Concurso para Escritores Escolares de Poesia e Prosa


 

A partir desta terça (24), estão abertas as inscrições para o VI Concurso para Escritores Escolares de Poesia e Prosa – iniciativa da Fundação Pedro Calmon. Esta sexta edição conta com a parceria da Secretaria de Educação (SEC) e visa estimular estudantes à escrita, leitura e comunicação.

Agora, o Concurso será convalidado como Atividades Curriculares Complementares (ACC’s), dentro do Continuum Pedagógico 2020/2021, instituído na rede estadual de educação da Bahia, e passa a contar com o envolvimento direto das escolas e professores em sua realização.

Voltado para os estudantes matriculados regularmente em escolas públicas e privadas, o concurso vai premiar os três primeiros lugares correspondentes a cada nível da educação (ensino fundamental I e II e do ensino médio) e em cada uma das categorias concorrentes (poesia e prosa), totalizando 18 candidatos contemplados.

Inscrição – As inscrições ocorrem de 24 de agosto até 26 de setembro, no site da Fundação Pedro Calmon (www.fpc.ba.gov.br) ou Secretaria de Educação (www.educacao.ba.gov.br), sendo que os estudantes da rede pública estadual deverão buscas informações com a coordenação pedagógica ou na direção escolar. Cada estudante poderá se inscrever em apenas uma das categorias – poesia ou prosa – sendo temática livre e de escolha exclusiva do estudante e caso seja menor de 18 anos, a inscrição deve ser acompanhada da autorização dos responsáveis. Quaisquer dúvidas e esclarecimentos adicionais deverão ser enviados ao e-mail: [email protected] .

Seleção – Na rede pública, os melhores classificados em cada unidade serão avaliados por uma comissão formada pelos Núcleos Territoriais de Educação (NTEs). Dos NTEs saem os selecionados por uma comissão formada pela SEC e FPC. Os demais estudantes serão diretamente selecionados pela comissão organizada e coordenada pela Fundação e em ambos os casos serão avaliadas a criatividade, coerência, adequação e estruturação do texto, assim como, clareza e a inovação linguística.

Premiação – Ao todo, serão 18 premiados nas duas categorias de prosa e poesia. Em ambos casos, o primeiro lugar recebe um notebook mais kit com 30 livros; o segundo lugar um tablet mais kit com 30 livros e o terceiro lugar um leitor de e-book mais kit com 30 livros. Os livros que integram os ‘kits’ serão selecionados pela Fundação Pedro Calmon e a cerimônia de premiação o acontecerá em formato virtual.

 

Acompanhe: www.fpc.ba.gov.br

Escolinha inscreve para “AfroEducativa – Formações Pedagógicas Maria Felipa”


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A escolinha de educação infantil afro-brasileira e trilíngue – português, inglês e libras – Maria Felipa há dois anos realiza ciclos formativos para as relações étnicas-raciais. A formação chega à sétima edição anunciando um novo nome: AfroEducativa – Formações Pedagógicas Maria Felipa. Terá a participação da Dra. em Educação, Nilma Lino Gomes, do Dr. em Semiótica e Linguística e Babalorixá Sidney Nogueira, além de Bruno Coelho, professor de línguas, e da pedagoga Cristiane Coelho.

A formação ocorre nos dias 13, 14 e 15 de setembro, através do Google Meet, de 19h às 21h respectivamente. Será iniciada no dia 13 de setembro no encontro “História pretinha das coisas: o caderno bilíngue de atividades afrocentradas de ciências”.

“Geralmente as pessoas cometem erros ao pensar a educação que pautamos e um deles é: acreditar que a nossa abordagem é unilateralizada e focada apenas nas religiões de matriz africanas, como se essa fosse a única possibilidade de pensar a comunidade negra na diáspora. Desejamos mostrar que somos pluriversais, que temos múltiplas frentes de atuação, de trabalho, na sociedade, intelectuais, conhecimentos científicos e filosóficos, aspectos culturais de naturezas diversas, a cultura popular, diversas frentes culturais a serem socializadas coletivamente e na escola”, afirma Bárbara Carine, idealizadora e consultora pedagógica da Maria Felipa.

 

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No segundo dia (14/09), o encontro será com o tema “O movimento negro educador: o papel da escola na construção da sociedade que queremos”. Para fechar os inscritos(as) ficam com a mesa “Superando o racismo religioso na educação escolar: desafios e estratégias”, ministrada pelo Professor Dr. e babalorixá Sidney Nogueira, no dia 15 de setembro.

As inscrições, que vão até o dia 13 de setembro, podem ser realizadas pela plataforma Even3, no valor de R$60. O AfroEducativa – Formações Pedagógicas Maria Felipa é uma ferramenta para construir conjuntamente a superação das discriminações, preconceitos e violências, consequentes do racismo, machismo e lgbtfobia, através da educação.

 

Programação
1° dia – 13/09-  (19h – 21h) – Pró Cris Coelho e Prô Bruno Brito
Tema – História pretinha das coisas: o caderno bilíngue de atividades afrocentradas de ciências

2° dia – 14/09 – (19h – 21h) – Dra. Nilma Lino Gomes
Tema – O movimento negro educador: o papel da escola na construção da sociedade que queremos
3 dia – 15/09 – (19h – 21h) – Professor Dr. e babalorixá Sidney Nogueira
Tema – Superando o racismo religioso na educação escolar: desafios e estratégias

Serviço
O Quê: VII edição do AfroEducativa – Formações Pedagógicas Maria Felipa
Quando: 13, 14 e 15 de setembro, às 19h
Inscrições: R$ 60 (sessenta reais) https://www.even3.com.br/afroeducativaformacaomariafelipa/
Maiores informações: 71 3506-3731 / 71 98290-5917 | [email protected]

Fotos Divulgação

ABAM relaiza 4ª edição do Festival de Acarajé Solidário 


 

Foto Lucas Malkut

 

Idealizado pela Associação Nacional das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivos e Similares (ABAM), o Festival de Acarajé Solidário chega a sua 4ª edição, no próximo sábado (28), das 10h às 17h. Os interessados em participar poderão doar 1kg de alimento não perecível em um dos pontos de drive thru na cidade:

Memorial das Baianas – Praça da Cruz Caída/Sé – Centro Histórico

Quiosque do Ray – Av. Otávio Mangabeira/Pituba – Em frente ao posto Camurupim.

Ao entregarem, os doadores receberão dois acarajés, respeitando os protocolos sanitários.

Tendo em vista as dificuldades enfrentadas pelas Baianas de Acarajé que tiveram seu trabalho suspenso nesta pandemia, a ABAM vêm se mobilizando para diminuir os impactos e escassez sofridos por estas profissionais, junto a entidades públicas e privadas, parceiros, apoiadores e amigos. São feitas arrecadação de alimentos, doações financeiras e inclusão das empreendedoras em projetos que promovam trabalho, emprego e renda.

SERVIÇO

 4º Festival de Acarajé Solidário em formato drive thru

Quando: 28/08/21, das 10h às 17h

Onde:  Memorial das Baianas – Praça da Cruz Caída/Sé – Centro Histórico

 Quiosque do Ray – Av. Otávio Mangabeira/Pituba – Em frente ao posto Camurupim.

Quanto:  1k de alimento não perecível

Abertas inscrições do Edital da Década Afrodescendente  


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Está aberto o prazo de inscrições de projetos no Edital da Década Afrodescendente, lançado pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). A chamada pública conta com investimento total de R$ 3 milhões e pode ser acessada no site da Sepromi (www.sepromi.ba.gov.br).

Os recursos financeiros são apontados pelo Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa, com previsão de contemplar até 60 projetos com valor máximo de R$ 50 mil. O edital visa selecionar  propostas  voltadas à prevenção  e  enfrentamento  aos  efeitos  do  coronavírus e que  promovam sustentabilidade e geração de renda para a população negra e segmentos dos povos e comunidades tradicionais.

Serão selecionados projetos nas seguintes modalidades: Práticas Empreendedoras Solidárias, visando apoiar segmentos como baianas de acarajé, cadeias produtivas de licores, derivados da mandioca, dentre outras dos segmentos tradicionais; Tecnologias de Venda e Escoamento, com o objetivo de estimular a produção de tecnologias convencionais e sociais, criando redes de comercialização no contexto de isolamento social; além de Assessoria Técnica e Distribuição de Insumos, com apoio às práticas de produção de alimentos para subsistência dos segmentos tradicionais, através do estimulo ao plantio, aquisição e distribuição de insumos.

As propostas precisam ser formalizadas até o dia 12 de setembro, apresentadas exclusivamente por organizações da sociedade civil, através do e-mail: [email protected].

Afroempreendedores lançam financiamento coletivo para criar a Escola Egbé Criativo


Tauan Carvalho

O corte e a costura são o mote do projeto da Escola Egbé Criativo, iniciativa das afroempreendedoras Camila Nut Nansu e Tauan Carvalho. Por meio de financiamento coletivo, a Escola tem oobjetivo de potencializar criativos pretos a partir do curso de corte e costura, além de fomentar negócios locais para aquecer as comunidades. As doações podem ser feitas até 29 de agosto.

O projeto da Escola Egbé Criativo visa construir um espaço de compartilhamento de conhecimento afro referenciado, que estimula a criatividade de jovens pretos e periféricos interessados no setor da moda.

“Para quem é preto, ainda estando em Salvador, o trabalho criativo é pouco incentivado. Então queremos apresentar trajetórias pretas que mudam isso, esse é o motivo de elaborar o projeto”, conta a criadora, Camila Nut Nansu.

Camila Nansu

Para atingir a meta de R$15 mil, as designers participam de um financiamento coletivo turbinado, em que, a cada R$ 1 doado, fundações parceiras de micro negócios doam mais de R$ 2, triplicando os valores da campanha.

“Queremos afirmar a excelência preta em tudo que nós nos propomos a fazer e mudar realidades a partir de troca de experiências e saberes”, enfatiza Tauan Carvalho.

Com o montante de 15 mil reais, os afroempreendedores poderão comprar insumos, maquinários e contratar profissionais para a concretização da iniciativa de uma escola semipresencial direcionada aos territórios de maioria negra.

 

As doações podem ser feitas através do site Benfeitoria (https://benfeitoria.com/apoieabixacostura), em cada faixa de apoio doada existem recompensas. O projeto também aceita contribuições afetivas em qualquer valor por meio do pix para [email protected]. Conheça mais do projeto, dos afroempreendimentos e das histórias de Tauan Carvalho (@tauancarvalha/@bixacostura) e Camila Nut Nansu (@camilanutnansu/@nutcriativa) no Instagram.

 

SERVIÇO 

 

Escola Egbé Coletivo – Financiamento Coletivo

QUANDO: até 29 de agosto

ONDE: através do site https://benfeitoria.com/apoieabixacostura / e pix para [email protected]

Obra cênica NAU segue online em cartaz até novembro


 

NAU

A obra cênica NAU estreia nesta quinta-feira (19), em uma temporada online que seguirá até novembro. Serão, ao todo, 45 apresentações, sempre às 19h. A obra traz espíritos de personagens historicamente ignorados da construção social do Brasil, que voltam ao país em uma barca para um acerto de contas. Um musical afro-diaspórico-tupiniquim, NAU tem direção de Daniel Arcades e Thiago Romero.

Os ingressos serão vendidos no https://www.sympla.com.br/produtor/viapresscomunicacao, e custam R$10, R$20 e R$30, um formato que amplia a possibilidade para o público, que paga o quanto for possível. Parte dos ingressos será destinada gratuitamente para grupos teatrais, escolas e ONGs que trabalham com pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“NAU foi feito para repensar a lógica da narrativa da história a partir de personagens silenciados pelos documentos oficiais. É uma revisão necessária e que encontra brecha no que vivemos hoje, quando tantos grupos têm reivindicado seus espaços. Quando eu e Daniel idealizamos esse projeto não sabíamos que seria tão desafiador, não só pelo tempo que vivemos, mas também pela dificuldade de olharmos o outro lado da história. É a história do Brasil contada a partir da visão do colonizado, não do colonizador” – Thiago Romero

Com realização da Via Press Comunicação, Paula Hazin e Teatro da Queda, a montagem original conta com orientação cênica e supervisão de direção do ator da TV Globo Luiz Carlos Vasconcelos e da coreógrafa Ana Paula Bouzas, além de direção de produção de Paula Hazin. As canções foram compostas por Daniel Arcades e Filipe Mimoso – este último assina também a direção musical de NAU. Os efeitos especiais foram assinados por Vj Dexter e VJ Cayetano. Edeise Gomes assina a coreografia. O projeto foi selecionado pelo edital Fábrica de Musicais – Ano II, da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Prefeitura Municipal de Salvador.

O projeto será completamente virtual, transmitido pelo site oficial, www.projetonau.art.br.