Revista Laroyê – Poesia, Fotografia, a ancestralidade e a familiaridade de Exú


 

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Os caminhos que unem os movimentos das ruas, as manifestações culturais e o culto afro religioso são diversos e se encontram na Revista Laroyê. Poesia, Fotografia, a ancestralidade e a familiaridade de Exú com elementos urbanos marcam as páginas da segunda edição da Revista.

O projeto digital reúne textos e imagens sobre o movimento urbano e as encruzilhadas que estabelecem paralelos entre a cultura do Sertão baiano, de Salvador e da África. Eliana Falayó, Thais Darzé e Cleidiana Ramos assinam textos introdutórios da seção Padê e, além das colunistas, a segunda edição apresenta trabalhos inéditos de Alex Simões, Clarissa Macedo, Lívia Natália, Nilson Galvão, Sandro Ornellas, Tenille Bezerra e Wesley Correia.

A segunda edição traz ainda fotografias de um dos livros mais importantes de Mario Cravo Neto: Laròyé. Além de uma entrevista inédita e póstuma que o artista concedeu em 2005 a Euriclésio Barreto Sodré, professor de Artes Visuais [Univasf], para uma dissertação de mestrado, a primeira pesquisa acadêmica sobre o universo de Mario Cravo.

A publicação é inspirada numa convergência de elementos artísticos, religiosos e digitais. Laroyê, por exemplo, nas religiões de matriz africana é uma saudação à divindade Exu, que é cultuado, principalmente, pela sua relação com a comunicação, a rua e as encruzilhadas. O projeto também se inspira na Revista Exu, publicada pela Fundação Casa Jorge Amado a partir de 1987. Em dez anos, foram 37 edições que veiculavam textos literários e trabalhos em artes visuais relacionados à cultura baiana, alcançando grande repercussão de público e crítica.

Juliana Ribeiro lança segundo álbum “Preta Brasileira – Estúdio Vivo”


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Foto de Mariana de Paula

 

Tem trabalho novo (segundo) da artista, compositora e historiadora Juliana Ribeiro pra chegar. A obra  “Preta Brasileira – Estúdio Vivo”, é fruto de uma experiência imersiva, colaborativa de gravações ao vivo na praia de Massarandupió.

O disco traz as sonoridades da Diáspora Africana, do Nordeste a Cuba, do samba ao jazz. E será lançado na programação do SESC Sonoridades (SESC Bahia), em homenagem ao mês das mulheres. 

A única apresentação do show de lançamento será no dia 10/04, às 20h, no youtube oficial do SESC Bahia: www.youtube.com/c/SescBahiaoficial E terá a participação especial do cantor e compositor César Batista, músico, marido da artista e compositor da faixa bônus “Sonora”, uma homenagem homônima à filha do casal. O álbum “Preta Brasileira – Estúdio Vivo” vai estar disponível nas principais plataformas de streaming.

A gravação do disco “Preta Brasileira – Estúdio Vivo” tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Serviço:

O QUE: Live-Show de lançamento do disco “Preta Brasileira – Estúdio Vivo” | Juliana Ribeiro

QUANDO: 10/04/2021 HORÁRIO: 20h

ONDE: www.youtube.com/c/SescBahiaoficial / Youtube Oficial do SESC Bahia / SESC Sonoridades

QUANTO: GRATUITO

Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba terá 10 dias de programação online


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Foto Divulgação

A IV edição da Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba – MIMB começa no próximo dia 31 de março, com 10 dias de uma programação diversa entre a exibição de obras cinematográficas de países da Diáspora, masterclasses, oficinas e grandes debates sobre a cadeia produtiva do audiovisual. Para abrilhantar o início do festival, o cantor e compositor Lazzo Matumbi e o multi-instrumentista Felipe Guedes.

 

A MIMB, neste ano teve 282 curtas e longas inscritos na chamada regular da mostra competitiva. Dentre eles, foram selecionados 30 filmes que serão exibidos durante o festival, com a premiação, sob votação popular, de cinco obras nas categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Atuação e Melhor Direção de Arte.

 

A produção jovem e periférica não ficou para trás. Foram mais de 70 filmes inscritos na 2º edição do impulso cultural de curtas de 1 minuto – WAWA ABA. São produções de jovens negros e negras da periferia de todo o país, que estão disponíveis nas redes da MIMB, também para votação pública. As 12 obras mais votadas serão premiadas com um valor de R$500,00 (quinhentos reais).

 

O festival contabilizou ainda 500 inscrições para as atividades formativas nesta IV edição. Além das tradicionais masterclasses, a MIMB este ano realizará o VISÃO PRETA LAB, uma proposta de imersão formativa nas dinâmicas audiovisuais para jovens negres que desejam iniciar sua carreira profissional na área.

 

A 4ª edição da MIMB tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

SERVIÇO:

O QUE?  IV Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba

QUANDO? 31 de de março a 9 de abril de 2021

QUEM? Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba

ONDE? YOUTUBE E VIDEOCAMP

INFORMAÇÕES: https://www.mimb.com.br/ 

Concurso “Raoni é 10” concederá bolsas de jornalismo para mulheres de periferia


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O jornalista Raoni Oliveira em parceria com a UniFTC lança, neste mês de março, a 2ª edição do concurso “Raoni é 10”. Mas, desta vez, direcionado apenas para jovens mulheres da periferia com sonho de se tornarem jornalistas.

 

As inscrições estão abertas e seguem até 05 de abril. Para concorrer, a jovem precisa ter de 17 a 28 anos, ser moradora da periferia de Salvador ou da região metropolitana, e ter cursado o ensino médio em escolas públicas.

 

Após confirmar estes pré-requisitos, é necessário postar uma vídeo matéria, de até cinco minutos, sobre qual história o mundo precisa conhecer, no instagram (IGTV), com a hashtag #RaoniÉ10.

 

“Acredito que a educação e o acesso a esses espaços podem mudar vidas. Portanto, vamos premiar duas jovens de periferia que tem como sonho se tornarem jornalistas. Assim como eu, mas também Rita Batista, Jéssica Senra, Maíra Azevedo (Tia Má) e Luana Assiz, mulheres que são grandes referências na Bahia e também no cenário nacional”, afirmou Raoni Oliveira.

 

Na segunda fase do concurso, as juradas Tainá Reis, Maíra Azevedo e Luana Assiz irão selecionar os 10 melhores vídeos, estes irão para votação popular, e assim, na terceira e última fase, o público escolherá as duas futuras jornalistas.

Acompanhe o regulamento e as informações através do site e no perfil oficial do instagram de Raoni.

Serviço:

O quê: Inscrições abertas para o Concurso “Raoni é 10” que concederá bolsas de jornalismo para mulheres da periferia de Salvador ou Região Metropolitana

Quando: Inscrições de 23 de março a 05 de abril

Onde: Bolsas integrais são da UniFTC

Como se inscrever: Postar vídeo matéria com a #Raonié10 no Instagram (IGTV)

Roça Sound lança novo EP Roça Sound com Elas em abril


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Foto Rafa Santos/Divulgação

 

O grupo Roça Sound, apresenta novo EP Roça Sound com Elas, que conta com as participações de Jéssica Caitano (PE), Keila Gentil (AM), Mis Ivy (SP) e Paula Sanffer (BA) para botar todo mundo para dançar em casa. Tudo em parceria com o selo feirense Banana Atômica.

Conhecidos pela mescla das culturas nordestinas e afro-americanas através de elementos do rap, ska e reggae, dentre outras influências de origem negra e periférica, o grupo usa o sound system na construção de suas músicas. Para este EP o Roça Sound se conectou com os sons de periferias pelo Brasil e se adaptou aos estilos das artistas convidadas. O Roça faz uma união entre os estados celebrando os ritmos de cada periferia escolhida.

“A ideia desse EP é conexão. É o que acreditamos e sempre fizemos! Trazer essas mulheres pro nosso público, conhecer e ir até o público dessas pessoas, conectar periferias, costumes, gírias, vivências, ritmos… A construção desse EP também aconteceu de modo muito natural, foi fluindo.  Só nos atentamos que tínhamos praticamente um EP pronto, quando me vi com 3 músicas em mãos com as vozes delas. Foi daí que partiu a ideia da produção. Mas isso é o resultado de conversas de camarim, de conexões entre um encontro e outro. Conhecemos elas em apresentações, ficamos fãs e o convite para uma parceria foi acontecendo – com elas o com mais alguns outros artistas que nos identificamos. Temos sempre a sensação de que um bate papo, uma conversa do passado, pode virar um trabalho no presente”, conta o MC Nick Amaro.

Amaro é o responsável pela criação do grupo em 2007 junto com o MC Paullo Bala. Hoje completam o time o DJ Bomani e o dançarino Ed Murphy. O grupo acumula os lançamentos do EP “Você Guenta Quantos Rounds?” (2015) e o disco Tabaréu Moderno” (2018).

Redes Sociais

Facebook: https://www.facebook.com/RoCaSoUnD/

Instagram: https://www.instagram.com/rocasoundfsa/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC_OILxj9_CWGM862bUnlXKQ

Luciane Reis fala de cabelo e empoderamento feminino no Encontro com Fátima Bernardes


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A publicitária Luciane Reis, presidenta do Merc’afro, plataforma que debate empreendedorismo negro, participará nesta segunda-feira, 29, do programa Encontro com Fátima Bernardes, exibido nas manhãs da TV Globo. Na pauta, a força feminina a partir das diversas formas de usar o cabelo. Luciane, que recentemente raspou a cabeça por opção própria, abordará o assunto em um quadro patrocinado por uma marca de produtos de higiene e beleza.

“A gente sabe que, para algumas pessoas, o cabelo tem uma ligação indiscutível com a autoestima e, de certa forma, expressa a beleza que a pessoa acredita que só tem por conta dele. Para mim, ter cabelo curto é ser uma mulher feminina com liberdade. Na minha religião, a força, proteção e mediunidade vem quando a gente raspa a cabeça. Quando raspei a minha cabeça lá atrás, me olhava no espelho e via uma mulher forte. Isso retornou agora, como uma memória afetiva, quando raspei novamente o cabelo”, afirmou Reis, que atualmente é Líder Acelerada pelo programa Marielle Franco do Fundo Baobá.

Gestora pública com passagens por governos federais, estaduais e municipais, instâncias onde tratou da pauta de politicas publicas voltada para igualdade racial, Luciane Reis também falará sobre suas inspirações enquanto mulher negra, quando o assunto é cabelo. “Acredito que a inspiração foi descobrir quem eu era sem cabelo. Hoje sei que me tornei uma mulher interessante, porque eu sou interessante e não necessariamente por causa do meu cabelo. Ser careca tem me ensinado que beleza é ousar, é ser você sobre qualquer formato”, revela a publicitária. Luciane também é colunista do Portal Soteropreta, veja aqui seus artigos.

Encontro com Fátima Bernardes vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 10h45.

Soprano Irma Ferreira lança EP “Cantos e Rezas” e exalta Nanã, Omolú, Oxumaré, Ossanha e Ewá


 

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A cantora soprano Irma Ferreira lança no próximo dia 28 de março, domingo, nas plataformas de música Spotify, Deezer, Apple e YouTube, além do Facebook e Instagram, seu EP “Cantos e Rezas”, que tem cinco faixas e nasce com o objetivo de preservar e divulgar uma coleção de cantos tradicionais do Candomblé – os “Orikis e Aduras”.

O EP “Cantos e Rezas” exalta as características de cinco divindades : Nanã, Omolú, Oxumaré, Ossanha e Ewá. Além de um objeto de apreciação artística, o EP “Cantos e Rezas” se tornou uma referência na preservação e difusão dessa cultura.

Como é o EP “Cantos e Rezas” – O trabalho se inicia com a Àdúra “Ti Omolú”, onde há somente a voz de Irma Ferreira , emoldurada por um pequeno início e finalização com guizos que evocam o sagrado. Em seguida surge o Oríki “Ti Nanã” , onde surge o conjunto ritual do Candomblé, integrado por agogô e os atabaques rum, rumpi e lé, na orientação do percussionista Luan Badaró, e também a marimba tocada por Érica Sá.

Em seguida surgem o trombone de Fred Dantas e o contrabaixo de Marcus Sampaio. O terceiro canto, Àdúra “Ti Oxumaré”, traz o conjunto de agogô e atabaques conduzindo a voz de Irma e um coral integrado por Angélica Ferreira, Éverton Neves e Fred Dantas.A quarta faixa do EP, Àdúra “Ti Òsónyìn”, têm seu início com o farfalhar de folhas de verdade que abre o trabalho dos violinos de Mário Soares, cuja excelente contribuição vai interagir com o oficleid e bombardino de Fred Dantas.

 

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A última faixa, Àdúra “Ti Wèwá”, se inicia com o dundum, o “tambor falante”, convidando os instrumentos corne inglês e oboe, tocados por Gabriela Wara, a fazerem a introdução instrumental que antecede a entrada da voz. Ao longo da gravação esses instrumentos interagem com o oficleid e bombardino, sobre a base do contrabaixo, além do grupo percussivo ritual integrado pelo agogô e atabaques.

Para quem são os cantos e rezas – Omolú, Nanã, Oxumare, Ossanha e Ewá. Voduns/Orixás pertencem a um tronco família chamado de Ungí que tem como origem de culto os Candomblés de Nação Jejê. Foram sendo devidamente incorporados as casas de Candomblé Ketú ou Nagô tamanha sua importância para os povos das diásporas que edificaram a religião no Brasil.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

 

I Festival de Circo Negro do Brasil acontece online este mês


 

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Foto: Divulgação

 

I Festival de Circo Negro do Brasil reunirá circenses negros de Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, com destaque para artistas da capital e do interior da Bahia.

Este projeto de difusão das Artes Circenses e seus atravessamentos étnico-raciais acontecerá de 25 a 28 de março de 2021, em comemoração ao mês do circo, com transmissão pela internet, veiculado como conteúdo digital (gravações ou transmissões ao vivo).

A proposta consta de 01 conferência, 04 mesas redondas, 05 oficinas, 08 números artísticos de habilidades circenses, 4 espetáculos, 02 exibições de filmes, 01 exposição de artes visuais sobre o circo e lançamentos de livros, envolvendo mais de 50 circenses, sendo mais de 95% artistas e intelectuais negros/as.

Durante a realização do festival a curadoria e coordenação, em diálogo com os/as artistas circenses participantes, elaborarão a Carta dos artistas circenses negros do Brasil, contra o racismo e como afirmação de uma linguagem artística e reivindicação por garantia de direitos, que será lida no encerramento do festival.

Todo evento será inteiramente online, acontecerão nas plataformas Youtube, Facebook e Instagram.

O projeto, produzido pela Pau Viola Produções Artísticas, conta com a curadoria e coordenação formada por membros do Grupo de Pesquisa e Extensão em Artes Cênicas do Semiárido Brasileiro -GruPANO; do Projeto Café Preto – Rua, Rede, Palco e Picadeiro; da Trupe do Benas (Senhor do Bonfim – BA) e da Diretoria de Arte e Cultura da Fábrica Cultural (Salvador – BA).

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

SERVIÇO

I Festival de Circo Negro do Brasil
Quando: 25 a 28 de março
Onde:

Instagram: https://instagram.com/circonegrobrasil?igshid=r2p30efnm68d

Facebook: https://www.facebook.com/circo.negro

Youtube: https://m.youtube.com/channel/UC8HOv0kaIZ9c0QUD3zsPSvg

 

Programação geral 
I Festival de Circo Negro do Brasil

Dia 25/03/2021

TARDE

ABERTURA

17h – Conferência: Comicidade Negra e Circo Negro – Histórias e Poéticas de Resistência.

Conferencistas: Dr. Reginaldo Carvalho da Silva – BA e Vanessa Rosa – SP

Mediador: Maicon Vinícius Pereira Dias – BA

Ao vivo pelo youtube

18h – “Série de pintura” Benjamim de Oliveira: As transgressões do primeiro palhaço negro brasileiro

Artista Visual: Márcia Adriana de Almeida Leivas – RJ/BA

Estréia pelo youtube

18h30 – Comentários de livros de pesquisadores negros do circo

Articulação: Maicon Vinícius Pereira Dias -BA

Obras e autores:

Cristina Alves Macêdo – BA – Educação no Circo: Crianças e adolescentes no contexto itinerante

Karina de Faria – BA – A Saga de Celina: palco, picadeiro e rádio na trajetória de uma atriz nordestina

Marcio Libar – RJ – A nobre Arte do Palhaço

Reginaldo Carvalho – BA – Dionísio pelos trilhos do trem: Circo e Teatro no sertão do Brasil

Ao vivo pelo youtube

 

NOITE

19h às 21h – MESA 01: Mulheres Pretas Circenses

Mediadora:

Fabrícia Alves – CE

Convidadas:

Daniela Soares Braga – BA

Jackeline Calasan – BA

Odília Nunes – PE

Ao vivo pelo youtube

21h– ESPETÁCULO 01: Dia da mentira (Pétalas ao vento: Cia de Circo) – BA Estréia pelo youtube

 

Dia 26/03/2021
MANHÃ

10h às 12h – MESA 02: Circo e Representatividade LGBTQIA+

Mediadora:

Lulu Coelho – BA

Convidadas:

Mikaháa Moreira Penumbra – BA

Paolla Madalena de Deus – MG

Medusa Anatta – BA

Ao vivo pelo youtube

 

TARDE

13h às 17h –

OFICINA 2: Iniciação á palhaçaria de hospital (Edmar Dias – Palhaço Bacural Quebra Mola) – BA

Sala de um app (a definir)

18h às 21h –

OFICINA 1: Comicidade Negra (Cibele Mateus ) SP

Sala de um app (a definir)

 

NOITE

19h – NÚMERO CIRCENSE 1: B-STILT (Gui Awazu) – SP
NÚMERO CIRCENSE 2: Suvelão em (des)equilíbrio (Daniel da Nóbrega Santos – Palhaço Suvelão) – PB
NÚMERO CIRCENSE 3: Mágica cômica (Ariel Fernando) – SP
Estréia pelo youtube

20h – ESPETÁCULO 02:

O Casamento do palhaço (João Lima – Palhaço Tiziu) – BA
Estréia pelo youtube

21h – EXIBIÇÃO DE FILME 1:

Jonas e o circo sem lona (Paula Gomes) – BA

Estreia pelo Youtube

 

Dia 27/03/2021
MANHÃ

10h às 12h – MESA 03: Palhaces Pretes

Mediadora:

Ana Luiza Bellacosta (Palhaça Madame Frôda) – RJ

Convidados:

Wildson de Andrade França (Palhaço Will Will) – RJ

Muriel Cruz Phelipe (Palhaça Divassoura Broom) – CE

Hislany Midon Pereira de Morais (Hislany Midon) – RJ

Ao vivo pelo youtube

 

TARDE

13h às 17h –

OFICINA 3: Parada de mãos ou Handstand (Helder Vilela) – SP

OFICINA 4: Preto Nariz – As encruzilhadas de um palhaço preto (Eddie Miranda) – RJ

Sala de um app (a definir)

 

NOITE

19h – NÚMERO CIRCENSE 4: As dificuldades para subir na vida (Dú Yãndi Ramos dos Santos – Palhaço Gambiarra) – PE

NÚMERO CIRCENSE 5: Performance Elo – Fogo (Beatriz Coelho) BA
NÚMERO CIRCENSE 6: Aposta de Palhaças (Grupo atuantes) – BA
Estréia pelo youtube

20h – ESPETÁCULO 03: Grão Circo (N.U.C.C.A) – BA

Estréia pelo youtube

21h – EXIBIÇÃO DE FILME 2: O palco do relento: Do Circo-Teatro ao Quintal- Teatro de Zé da Almerinda (Lúcia Diniz) – SP

Estréia pelo youtube

 

Dia 28/03/2021
MANHÃ

10h às 12h – MESA 04: Circo e Educação

Mediadora:

Thairiny Haglair (profª ed Física) – BA

Convidados:

Adegivaldo Mota (NAENDA) – BA,

Cibele Mateus (Educadora Social) – SP

Jonas Laborda (Circense Iinerante) – BA

Ao vivo pelo youtube

 

TARDE

13h às 17h

OFICINA 5: A Nobre Arte do Palhaço (Marcio Liba) – RJ

Estréia pelo youtube

NOITE

19h – NÚMERO CIRCENSE 7: Mastro Chinês (Paolla Madalena) – MG

NÚMERO CIRCENSE 8: Escada Bartoletti (Kelvisson Eduardo Bezerra Pereira) – SP

NÚMERO CIRCENSE 9: Revés – Novas perspectivas de um processo criativo (Yerko Haupt) – BA
Estréia pelo youtube

20h – ESPETÁCULO 04: Malas e Peripécias “Flictis”) – PE

Estréia pelo youtube

21h – Leitura da Carta dos artistas circenses negros do Brasil – BA
Ao vivo pelo youtube

Grupo A Pombagem estreia espetáculo O Museu é o Rua com exibição virtual


A Pombagem
Foto Diego Andradde

O Museu é a Rua é uma montagem com texto e direção de Fabrício Brito e idealizado pelo grupo de arte popular A Pombagem, a ser apresentado em uma temporada virtual que traz o diálogo entre teatro de rua e educação patrimonial. Inspirado no desfile do Dois de Julho, esta ocupação cultural passará por quatro praças da capital baiana com exibição virtual aos sábados do mês de abril (03, 10, 17 e 24), sempre às 14h, pela fanpage do projeto O Museu é a Rua.

A cada praça, a dramaturgia coringa homenageia um artista e/ou personalidade conforme a seguinte programação: na Praça dos Trovadores (Fazenda Grande do Retiro), no dia 3 de abril, será o compositor Catulo da Paixão Cearense; no Largo da Soledade (Liberdade), no dia 10 de abril, em que está localizada a Estátua a Maria Quitéria, o grupo homenageia as mulheres que participaram da Independência da Bahia.

Já no dia 17 de abril, no Busto a Labatut, no Largo da Lapinha (Lapinha), é a vez do espetáculo de caráter educativo patrimonial homenagear caboclos e guerreiros que participaram do Dois de Julho. Para encerrar seu desfile artístico, O Museu é a Rua vai a herma do escritor, jornalista, advogado e poeta preto Luiz Gama, no Largo do Tanque, no dia 24 de abril, para recitar seus versos e Trovas Burlescas, festejar a importância deste para o povo preto e sua libertação.

Virtual
Por conta da pandemia, esta nova temporada terá uma configuração diferenciada, em vez de interagir na presença física com passantes e moradores locais, os artistas do A Pombagem vão à rua para gravar as cenas e estas serão exibidas virtualmente através da fanpage do projeto O Museu é a Rua.

Ocorrerão ainda as rodas de conversa a serem transmitidas ao vivo nos mesmos sábados, sempre às 19 horas, pelo Instagram do grupo A Pombagem. Em formato de lives, os bate papos terão como convidados artistas de teatro de rua que dialogam com a questão do patrimônio cultural.

O projeto é contemplado pelo Prêmio Jaime Sodré de Patrimônio Cultural, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Serviço
O quê: espetáculo O Museu é a Rua
Quando: 03, 10, 17 e 24 de abril (sábados), às 14h
Temporada virtual:
facebook.com/omuseuearua

O quê: batepapo O Museu é a Rua
Quando: 03, 10, 17 e 24 de abril (sábados), às 19h
Temporada virtual:
instagram @apombagem

Casa MAR inscreve para a capacitação de 200 mulheres negras e empreendedoras


 

Tayse Argôlo Fotografia

 

Estão abertas as inscrições gratuitas para a oficina “Coloque Seu Negócio No Digital”, uma realização do hub Casa MAR, em parceria com a primeira cerveja brasileira, Bohemia Puro Malte. Ao longo de quatro semanas, a oficina deverá qualificar trabalhadoras informais para o uso da internet como ferramenta de negócios.

Destina para a capacitação de 200 mulheres negras e empreendedoras, o objetivo do projeto é qualificar essas trabalhadoras que atuam no comércio informal, à utilização da internet e redes sociais como ferramentas de trabalho, ampliando suas possiblidades de vendas, lucro e novos negócios.

“Queremos apresentar conteúdos e ferramentas com uma linguagem simples para que possam crescer seus negócios, inseri-los no digital e torná-los cada dia mais sólidos”, explica Tamila dos Santos, Ceo da Afroimpacto e consultora de educação da Casa Mar.

Ao longo de quatro semanas de capacitação, serão realizadas oficinas virtuais via Youtube, acompanhado de um desafio a ser empreendido ao longo da semana. Quem participar das aulas e cumprir todos os desafios será premiada com uma contribuição especial para auxiliar o fluxo de caixa, e um cooler personalizado da primeira cerveja brasileira, Bohemia Puro Malte, que possibilitará manter a refrigeração dos materiais perecíveis de trabalho.

Para participar, as empreendedoras precisam ser negras, de Salvador, trabalharem no ramo da alimentação com pequenos negócios, formalizados ou não e possuírem acesso à internet. As inscrições são através do telefone/WhatsApp 71 98397-4052