Projeto Rum Alagbê preserva patrimônio afro-brasileiro com atividades virtuais


FOTO Acervo Rum Alagbê

 

O projeto Rum Alagbê, desenvolvido há 20 anos pelo Ilé Iyá Omi Axé Iyamasé, o Terreiro do Gantois, em Salvador, realiza desde janeiro e até abril uma série de atividades virtuais com objetivo de preservar, valorizar e difundir as tradições rítmicas percussivas de matrizes africanas.

Batizado de “Rum Alagbê para Preservação, Salvaguarda e Difusão das Tradições Rítmicas do Terreiro do Gantois”, a iniciativa foi contemplada pelo Prêmio Jaime Sodré de Patrimônio Cultural, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Desde janeiro, o projeto vem realizando oficinas de música on-line com jovens de 15 a 29 anos, moradores do Alto do Gantois e áreas vizinhas, que já atuam como monitores do projeto. Semanalmente, são realizados dois encontros entre o coordenador do Rum Alagbê, o professor e percussionista Iuri Passos, e os participantes. O projeto ainda prevê a realização de oficinas virtuais de confecção de atabaques, com ensinamentos e práticas dos mestres da fabricação desses instrumentos tão importantes nos ritos do candomblé.

Além das oficinas formativas, estão acontecendo Encontros Musicais especiais entre Iuri Passos e os convidados Uirá Cairo, Rafael Palmeira e José Izquierdo. Abertos ao público e com transmissão ao vivo pelo YouTube do projeto, os bate-papos acontecem, respectivamente, nos dias 18, 25 de março e 2 de abril.

 

“Buscamos formas para que, mesmo com as restrições e cuidados exigidos pela pandemia, esses meninos e meninas possam reconhecer a importância da sua ancestralidade no fazer musical, de forma que descubram e desenvolvam habilidades e, dessa forma, se conectem com suas raízes, fortalecendo esse sentimento de pertencimento, que é tão importante na sua educação e formação pessoal”, destaca Iuri Passos.

 

Live e clipe – Duas atividades especiais marcarão o encerramento do projeto nos próximos meses com transmissão pelo YouTube do projeto: uma live, em que Iuri Passos e os monitores participantes se reunirão para uma grande mostra do trabalho realizado durante os quatro meses de oficinas, e o lançamento de um clipe, que trará com detalhes a potência artística e cultural do projeto.

 

ACESSE AQUI. 

 

Futurismos Ladino Amefricanas lança revista online este mês


Sanara Rocha

 

A Futurismos Ladino Amefricanas (F.L.A), plataforma idealizada pela feminista negra, pesquisadora, produtora cultural e multiartista Sanara Rocha, lança dia 24 de março a primeira edição de sua revista virtual, que versa nas perspectivas das pessoas negras e indígenas urbanas do Brasil. Com a realização de duas lives bate-papos nos dias 24 e 25 de março, ambas às 20h, a publicação se transformará em uma mensagem para o futuro e ficará disponível, de forma permanente, na plataforma Issuu, com link disponibilizado no Instagram do projeto (@futurismos_la).

Através de ensaios poéticos sobre uma terra que ainda nos é desconhecida e com referência no conceito  Ladino Amefricanidade da intelectual Lélia Gonzalez, a revista  mira em reflexões sobre o Brasil por meio do olhar futurista, com fotografias e escritas da realizadora e das artistas Tina Melo, Laís Machado, Diego Alcântara, Xan Marçal, Laura Franco e Luiz Guimarães. No dia 24 de março, estes participam de lives que trazem suas trajetórias e vivências, tensionando os limites que as categorias de identidade apresentam. E no dia 25 de março a Live bate-papo contará com a presença de Márcia Kambeba, mulher indígena pertencente ao povo Omágua/Kambeba do Amapá, Multiartista com reconhecimento internacional, liderança do Povo Kambeba e Vice Presidente da Associação dos povos Indígenas de Belém Wika Kwara.

“Como Lélia nos lançou essa mensagem-conceito na garrafa lá na década de 70 e nos apontou que o Brasil precisaria reparar também o silenciamento das narrativas indígenas, se livrar do imperialismo norte-americano e se entender muito mais negro e indígena do que latino ou ibero-americano se quisesse realmente ser livre, fincamos nossa revista como um caminho, como pistas futuristas desse aquilombamento”, trouxe Sanara Rocha.

A revista online é mais um passo do F.L.A, que abriu com convocatória para artistas pretes e indígenas e a subsequente exposição online Abre O Olho – Jikula Ô Messu. Em seguida, a partir de 05 de abril, o projeto traz a obra multilinguagem A Mulher Sem Cabeça, uma performance-ensaio rito-musical dividida em dois experimentos audiovisuais: uma vídeo-performance intitulada Corpo Ebó, prenúncio para uma ficção futurista amefricana audiovisual intitulada A Mulher Sem Cabeça.

O projeto é contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Matos, Prefeitura de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Projeto Calu Brincante produz série de ações de valorização da cultura negra


Foto Carolina Galmoura

 

O Projeto Calu Brincante promove entre março e abril o lançamento de um jogo virtual e de um cd com músicas autorais, uma série de apresentações online do espetáculo “Sarauzinho da Calu” e um seminário sobre a incorporação das brincadeiras antigas para o desenvolvimento cognitivo das crianças e melhor interação nas famílias. A programação acontece toda de forma virtual e GRATUITA entre os dias 31 de março, 4, 11 e 18 de abril, através dos canais do youtube e facebook da Calu Brincante.

 

A história da menina negra que cria um universo alternativo carregado de símbolos afro-brasileiros nasceu no premiado livro “Calu, uma menina cheia de histórias” (2017), de autoria de Cássia Vale e Luciana Palmeira, com prefácio de Lázaro Ramos. Em seguida, virou o espetáculo “Sarauzinho da Calu” e foi vencedor do Prêmio Braskem de Teatro do 2020 como melhor espetáculo infantojuvenil. Agora a iniciativa expande também para canais digitais com o objetivo de ampliar o diálogo, interação e ludicidade com seu público.

 

“Cada vez que iniciamos um projeto da Calu percebemos o quanto é importante falar de representatividade e respeito à nossa ancestralidade. Desde o lançamento do primeiro livro tivemos uma recepção muito calorosa tanto dos pais quanto das crianças. Se a gente arranja uma forma lúdica de falar sobre essas questões desde a infância, nossas crianças crescem e se tornam adultos mais conscientes e empoderados”, destaca Cássia Valle.

O projeto é contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

SERVIÇO

31 de Março das 13h às 17h

Seminário “Brincadeira tem hora? A importância da incorporação das brincadeiras antigas para o desenvolvimento cognitivo das crianças e melhor interação nas famílias ” com Cássia Valle, Lázaro Ramos, Bárbara Carine e Rodrigo França

Lançamento de cd, jogo virtual e selo Calu Bricante

04, 11 e 18 de Abril | 16h –  Sarauzinho da Calu: Ocupação Lúdica nas Redes

Gratuito e online

Onde:  youtube e facebook da Calu Brincante

 

PROGRAMAÇÃO

 

31/03 | 13 às 17h –  Seminário “Brincadeira tem hora?”

 

Traz como tema “Brincadeira tem hora? A importância da incorporação das brincadeiras antigas para o desenvolvimento cognitivo das crianças e melhor interação nas famílias”. O debate conta com a participação da  idealizadora do projeto Calu Brincante, Cássia Valle (BA); da professora, pesquisadora e escritora, Bárbara Carine (BA); do ator, cientista social e professor, Rodrigo França (RJ) e do ator e escritor Lázaro Ramos (BA/RJ). O Seminário será transmitido nos canais do youtube e facebook da Calu Brincante. Durante o evento também serão lançados:

 

Selo Calu Brincante

O Selo Calu Brincante marca o uso das metodologias de trabalho e linguagens artísticas desenvolvidas pelo projeto como ferramentas de ensino e aprendizagem, a partir dos lugares de fala que empreendem representatividade e participação ativa de crianças de 0 a 12 anos. Dentre as ferramentas estão:

 

– O livro “Calu uma menina cheia de histórias”

– O bloquinho da Calu

– O espetáculo “Sarauzinho da Calu”

– Performance Circo Poesia

– O CD do espetáculo “Sarauzinho da Calu”

– O Jogo Calu Brincante

– Oficinas de escrita criativa e musicalização

– Catálogo Calu Brincante

 

CD do espetáculo “Sarauzinho da Calu”

Reúne as músicas autorais que compõem o espetáculo “Sarauzinho da Calu”, ambientadas em temas que falam de legado cultural e ancestral, simbologias da cultura afro-brasileira, jogos e brincadeiras antigas.

 

Lançamento do jogo virtual Calu Brincante

A ideia é levar antigas brincadeiras de rua para o ambiente virtual, agregando ancestralidade, memória e ludicidade às novas formas de interação social entre o público-infanto-juvenil. O primeiro jogo a ser lançado digitalmente será a peteca. Segundo Cássia, que desenvolve pesquisa na área de ludicidade voltada ao patrimônio imaterial do povo brasileiro, esse é um jogo de origem indígena, um dos primeiros criados no Brasil. “A ideia é contribuir no registro e preservação da memória desses jogos antigos, além de reconhecer o importante legado deixado por nossos ancestrais indígenas”, ressalta Cássia

 

04/04 | 16h –  Sarauzinho da Calu: Ocupação Lúdica nas Redes

Vencedor do Prêmio Braskem de Teatro 2020 como melhor espetáculo infanto-juvenil, o Sarauzinho da Calu foi adaptado para o formato online e será transmitido nos dias 4, 11 e 18 de abril, sempre às 16h no canal do youtube e facebook da Calu Brincante. Com música, histórias, canções e poemas originais, a montagem fala da importância de conhecer os sonhos de crianças negras, respeitando a tradição, memória e identidade. O espetáculo tem a direção de Cássia Valle, codireção de Leno sacramento, direção musical de Cell Dantas e iluminação de Rivaldo Rio.

Documentário baiano foca na economia em torno do Candomblé e da cultura afro-brasileira


 

Rúbia de Oliveira

 

Por trás de todo sincretismo e dos rituais do Candomblé, há um comércio forte, que movimenta a economia baiana e ajuda no sustento de várias famílias. Este é o principal foco do documentário “A Viagem dos Búzios”, desenvolvido pela roteirista Rúbia de Oliveira. Essa é a primeira vez que um filme aborda o assunto, visando chamar a atenção sobre a importância econômica do Candomblé para diversos municípios da Bahia e de outros estados brasileiros.

O projeto terá 72 minutos e está em fase de roteirização. O ineditismo do longa metragem também é essencial para chamar a atenção ao papel social da religião afro. Por meio desse mercado, muitas famílias conseguiram sustentar seus filhos, manter as contas da casa em dia e muitas outras conquistas. Isso é possível por meio da comercialização do acarajé, da coleta e venda de búzios, da confecção de roupas e fabricação de adereços, além da comercialização de objetos utilizados durante os rituais religiosos.

“A Viagem dos Búzios” vai trazer uma visão objetiva sobre os trabalhadores desta indústria que cresce vertiginosamente e que envolve contradições e questionamentos. Desconstruindo o mito da democracia racial brasileira, os objetos, adereços e roupas usados nas celebrações religiosas, antes fabricados em pequenos ateliers, passaram a ser produzidos em larga escala e ganharam as ruas”, explica Rúbia de Oliveira.

O documentário ainda não tem data de lançamento, mas já está na fase de pesquisa e de roteiro.

A Viagem dos Búzios recebeu tutoria e consultoria de desenvolvimento de roteiro no âmbito da Usina do Drama (https://usina.estacaododrama.com.br/) – Projeto de Formação de Roteiristas.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Festival No Virote da Arte acontece neste domingo (28)


 

Festival_No_Virote_da_Arte

O Festival No Virote da Arte acontece a partir das 18h deste domingo (28) com doze horas de apresentações no Youtube. No Virote da Arte é um festival multicultural online composto por atrações de diversas linguagens artísticas que acontecerá de forma ininterrupta neste domingo. A programação reúne a produção artística de grupos, coletivos e artistas independentes das periferias de Salvador e suas criações de poesia, rap, teatro, performance, música, dança e cinema totalizando mais de 100 atrações”, declara o produtor executivo do festival, Lúcio Lima.

O objetivo central do Festival No Virote da Arte é dar visibilidade aos grupos, coletivos e artistas emergentes das periferias de Salvador, oferecendo uma plataforma para que eles possam compartilhar com o público as suas criações e possibilitar o intercâmbio entre eles em tempos de isolamento social. Para conferir a programação, os interessados devem acessar o canal do Virote através do YOUTUBE. 

 “A arte tem grande poder de transformação social e, participar de um festival como este neste momento de pandemia é uma oportunidade ímpar. Na peça “Volta ao Lar,” trazemos alguns pontos da realidade que estamos vivendo com esse novo normal”, pontuou a atriz e integrante do Grupo Art’Mandaia, Evellin Souza.

 

O Projeto No Virote da Arte foi contemplado pelo Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Serviço:
O que: Festival No Virote da Arte

Quando: 28 de março a partir de 18h

Onde: Youtube do Festival No Virote da Arte (https://www.youtube.com/channel/UCIE-GGM25LWe_-dIaVueofQ)

CulináriaMusical tem novo encontro nesta sexta (26) e sábado (27)


 

Dando continuidade à celebração de aniversário que começou no dia 13 de março, nesta sexta e sábado, a terceira edição do projeto Culinária Musical, do afrochefe Jorge Washington, vai reunir música, bate-papo e performances. Tudo será transmitido gratuitamente no Youtube da Casa do Benin.

Na Sexta Formativa, dia 26/3, já um dia especial deste novo formato do Culinária Musical, terá a presença do professor, bailarino, coreógrafo e diretor artístico, Zebrinha, que falará de sua culinária afetiva, como ele reúne amigos nesta relação, dando um diferencial a sua gastronomia. A partir das 15h, em uma tarde de muito bate-papo com o Afrochefe. Na ocasião, Zebrinha cozinhará ao vivo.

Zebrinha

A celebração continua no dia 27 de março (sábado), a partir das 12h, no Youtube da Casa do Benin, com mais música: a cantora Denise Correia fará show com participação do cantor Romero Mateus. Terá ainda a performance da atriz e idealizadora  da personagem Dona Zaury nas redes sociais, Lene Nascimento. No cardápio do dia, terá Xinxim de Frango, que poderá ser pedida no Pra Levar do Afrochefe (R$50 + taxa de entrega, embalagem de 1kg).


Edital –
 O projeto Culinária Musical, com gestão de projeto da Simples Produções e produção da Mil Produções, foi contemplado pelo edital de Ocupação e Dinamização dos Espaços Culturais da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura de Salvador para ocupar a Casa do Benin até junho de 2021.

 

SERVIÇO

O que: Celebração de 4 anos do Culinária Musical

Quando: 26/3 (sexta-15h) e 27/03 (sábado- 12h)

Onde: Youtube da Casa do Benin (AQUI)

Quanto: encomendas R$50 porção de 1kg (+ taxa de entrega), pedidos pelo zap do Afrochefe 71 98878-4634

 

 

Projeto apresenta cânticos e orações da Nação Jeje Savalu


O Projeto “Sà Hùn, cantando para os Voduns Savalu” vai apresentar o registro e veiculação de um conjunto de cânticos e orações da Nação Jeje Savalu (em mídia digital e e-book), como forma de valorização e manutenção dos vínculos históricos e sanguíneos que ligam o Brasil à República do Benin e com foco na herança Cultural Jeje-Nagô.

O registro de cânticos e rezas, com suas respectivas traduções para a língua portuguesa, vai fortalecer o processo de construção da identidade do negro como cidadão afro-brasileiro, demonstrando que sua herança cultural africana tem como suporte línguas dotadas de léxica e semântica, e que sua história não pode ser contada a partir de uma realidade de marginalização social e política do afrodescendente.

Serão gravados cerca de 40 (quarenta) cânticos e orações em Língua Fón ou Fɔngbè e em Língua Nàgó ou Èdè Yorùbá. Fongbe (na grafia local escrita como Fɔngbè) é uma língua franca, falada no Benin, na Nigéria e no Togo. É a língua majoritária da população do Benin, ou seja, é praticado por cerca de 50% da população, principalmente no Sul e na parte central do país. Já a língua Iorubá-Nagô é falada em vários países do mundo, como Brasil, em Cuba, Togo, Costa do Marfim, Venezuela, Trinidad-Tobago, no Sul dos Estados Unidos, no Togo. Os Iorubás são um grupo étnico da África Ocidental. No mundo todo, eles somam cerca de 45 milhões de indivíduos dos quais 35 milhões vivem na Nigéria.

“Precisamos divulgar esta iniciativa com toda a comunidade e, principalmente, em todas as instituições de ensino, como forma de elevação da autoestima do estudante afrodescendente em consonância com a Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história da África e das culturas africana e afro-brasileira no currículo da educação básica. A publicação e o registro da Liturgia do Candomblé Jeje Savalu são uma forma de combate ao racismo religioso e a intolerância associada”, defende o idealizador do projeto, professor Mawó Adelson Silva Brito.

No blog http://nagovodun.blogspot.com/ estão disponíveis os bastidores e curiosidades das gravações, que conta com os músicos Eliene Vale, Paulo Fiaz, Josué Debessy e Gustavo Caribé, além de publicações sobre a língua iorubá.

Festa Literária Internacional VivaLivro traz grandes nomes em série de debates de 24 a 27 de março


Ousman Umar

 

A Festa Literária Internacional VivaLivro – Literatura como Acolhimento acontece de 24 a 27 de março, e será um evento online e gratuito. A programação completa está no site www.festavivalivro.org, onde também é possível realizar as inscrições. A curadoria fica a cargo de Valéria Pergentino, sócia-fundadora da Solisluna, e de Dolores Prades, diretora do Instituto Emília.

Durante quatro dias serão realizadas conversas literárias, oficinas, contação de histórias e lançamentos de livros. Confira a programação:

Neide Almeida – Foto Osmar Moura

PROGRAMAÇÃO: 

DIA 24 

16h | Abertura
Zulu Araújo, diretor geral da Fundação Pedro Calmon
Valéria Pergentino, diretora da Solisluna e curadora do evento
Dolores Prades, diretora do Instituto Emília e curadora do evento
Conferência Infâncias e leituras sem fronteiras
Ousman Umar

18h | Pré-Lançamento do livro Migrantes, de Issa Watanabe.

19h | Mesa 1
Viver nas bordas
Délcio Teobaldo + Rosane Borges + José Eduardo Ferreira
Mediação: Dolores Prades

DIA 25

10h | Oficina Ilustração: arte de contar histórias com Goya Lopes

16h | Mesa 2
Somos todos iguais e diferentes
Gusti + Tereza Villela + Claudia Mascarenhas
Mediação: Mira Silva

18h | Lançamento do livro Quando somos um só, de Alessandro Marimpietri

19h | Mesa 3
A escola e a literatura como refúgios
Cybele Amado + Sara Barbieri + Bárbara Carine Pinheiro
Mediação: Ana Carolina Carvalho

DIA 26

10h | Oficina Ilustração: arte de contar histórias, com Goya Lopes

16h | Mesa 4
Quando a leitura e a escrita acolhem
Issa Watanabe + Sara Bertrand + Neide Almeida
Mediação: Ciça Fittipaldi

18h | Pré-Lançamento do livro
Patos e lobos-marinhos, conversas sobre literatura e juventude
Sara Bertrand

19h | Mesa 5
Comunidades leitoras inclusivas e criativas
Bel Santos Mayer + Ana Paula Carneiro + Maria Isabel Gonçalves.
Mediação: Valéria Pergentino

DIA 27

9h30 | Oficina
Qual o lugar da literatura negra em seu repertório de leitura?, com Neide Almeida

10h | Contação de histórias
Para as crianças, histórias que acolhem e encantam
Mira Silva + Mariana Caribé + Emília Nuñez + Helena Nascimento.

14h | Oficina
Qual o lugar da literatura negra em seu repertório de leitura?, com Neide Almeida (continuação)

16h | Mesa 6
Por um mundo sem fronteiras, é possível?
Alberto Acosta + Ailton Krenak.
Mediação: Dolores Prades e Valéria Pergentino

18h | Lançamento do Livro
Tecelagem – uma história ilustrada, de Goya Lopes

19 h | Encerramento: Sarau de Poesia

Resultado do Concurso Literário: Quem eu sou no mundo

INSCRIÇÕES ABERTAS: Atriz Matheuzza Xavier realiza oficina sobre travestilidade


Mattheuzza

O IV Festival de Artes de Alagoinhas (FESTA) já está com inscrições abertas para duas oficinas artísticas voltadas para a formação de atrizes e atores. Uma delas é a oficina “Pista – A travestilidade como potência para a preparação teatral”, da atriz Matheuzza Xavier, que acontecerá de 22 a 26 de março, das 10h às 12h.

 

A segunda oficina, ministrada pela dramaturga e diretora de teatro negro de Candomblé, Onisajé, intitulada  “Café Dramático: Laboratório de leitura e estudos de textos teatrais”, será realizada de 29 de março a 02 de abril, das 10h às 12h. As oficinas são inteiramente virtuais e gratuitas, e as inscrições podem ser feitas neste link.

A Frantz Fanon do espetáculo “Pele Negra, Máscaras Brancas”, indicada ao Prêmio Braskem 2020 na categoria Revelação, Matheuzza Xavier explora o universo trans-travesti em sua oficina de formação em atuação, incluindo a investigação do olhar africano tradicional e de suas contribuições sobre a constituição da identidade trans-travesti no Brasil.

Já a oficina da dramaturga e diretora de teatro negro de Candomblé Onisajé, diretora de “Pele Negra, Máscaras Brancas” dentre outras premiadas montagens, visa criar um espaço de exercício de leitura e análise de textos teatrais, com foco na dramaturgia negra, para ampliar o conhecimento de atores e diretores de teatro sobre a riqueza e a diversidade das dramaturgias regional, nacional e internacional.

Bando de Teatro Olodum realiza Festival A Cena Tá Preta totalmente online e gratuito


Calu_foto Alonso Natureza

 

O Bando de Teatro Olodum e a Mil Produções realizam, entre os dias 06 e 10 de abril, a 11ª edição do Festival de Arte Negra A Cena Tá Preta, em formato totalmente online e gratuito. 

O Festival integra as comemorações pelos 30 anos de trajetória da companhia e apresentará sete espetáculos do repertório do grupo, entre montagem infantil e adulto, além de leitura dramática, mesa redonda e oficinas. 

Os espetáculos que serão transmitidos pela internet contam com a direção ou atuação de artistas do Bando de Teatro Olodum. A leitura dramática e as ações formativas também serão realizadas no ambiente virtual por meio de videoconferência. 

As oficinas serão: Preparação do ator/atriz, com a atriz Valdinéia Soriano e o ator Ednaldo Muniz; Música para o Teatro, com o músico e compositor Jarbas Bittencourt; Memória e Identidade, com a atriz e museóloga Cássia Valle; e Preparação Corporal (o corpo na cena), com o dançarino e coreógrafo José Carlos Arandiba (Zebrinha) e e Arismar Adoné Jr.  As inscrições para as oficinas estão abertas de 8 a 28 de março, e as vagas são limitadas. Inscrições no link: https://cutt.ly/oficinasperformancenegra

Na abertura do Festival, dia 06/04, 18h, acontece a palestra “A história do Teatro Negro no Brasil e sua dramaturgia”, com a doutora em Difusão do Conhecimento pela UFBA, Mabel Freitas, autora do livro “Bando de Teatro Olodum: uma política social in cena” (Editora UFPE, 2014). Logo depois, Mabel Freitas participa de mesa redonda, juntamente com o ator, diretor e dramaturgo Ângelo Flávio e mediação do ator Fábio Santana, sobre a temática da Performance Negra, com interação do público, que poderá enviar comentários e perguntas online. 

 

SERVIÇO

11º Festival de Arte Negra A Cena Tá Preta

Espetáculos adultos e infantis, leitura dramática, palestra, mesa redonda e oficinas

Quando: 06 a 10 de abril de 2021 (terça a sábado)

Gratuito e totalmente Online

Onde: https://www.youtube.com/user/bandodeteatro

 

FESTIVAL DE ARTE NEGRA A CENA TÁ PRETA ANO XI 

PROGRAMAÇÃO 

Período: 06 a 10 de abril de 2021

Local dos Espetáculos: https://www.youtube.com/user/bandodeteatro 

Inscrições para as oficinas, de 08 a 28 de março. No link: https://cutt.ly/oficinasperformancenegra

TERÇA-FEIRA 06/04

18h Abertura do Festival 

Palestra: A história do Teatro Negro no Brasil e sua dramaturgia, com Mabel Freitas

Mesa Redonda: Ângelo Flávio e Mabel Freitas, mediador Fábio Santana

20h Espetáculo  Vi(elas)  

 

QUARTA-FEIRA 07/04

Oficinas

10h às 13h Música para Teatro, Jarbas Bittencourt

15h às 18h Memória e Identidade Corpo templo primeiro local de memórias, Cássia Valle.

20h  Espetáculo  Maloquêro  

QUINTA-FEIRA 08/04

10h às 13h Oficina: Preparação de ator/atriz O Corpo em cena, Valdinéia Soriano e Ednaldo Muniz

18h Leitura dramática Travessias

20h Espetáculo adulto  Se Deus Fosse Preto 

SEXTA-FEIRA 09/04

10h Oficina de Dança O Corpo na Cena, José Carlos Arandiba (Zebrinha) e Arismar Adoné Jr. 

17h Espetáculo Infantil Boquinha… E assim surgiu o mundo

20h Espetáculo adulto Nas Encruza 

SÁBADO 10/04 

17h Espetáculo Infantil Sarauzinho da Calu 

20h Espetáculo adulto Sarau Vozes Negras

Encerramento