Conheça Biel Lima, promessa LGBTQIA+ na black music!


Foto: Luan Batista

 

Você conhece Biel Lima? Considerado uma das grandes promessas LGBTQIA+ na black music, Biel acaba de lançar videoclipe para a romântica “Será O Amor?”, faixa do EP “Estou Aqui Ao Vivo”, lançado pelo artista em 2020.


“Escrevi essa canção pensando que seria  interessante e prazeroso compor e cantar músicas que eu gosto de ouvir. Então, liguei o teclado e comecei a tocar alguns acordes aleatórios, mas eu já estava com a música “Whos Lovin’ You” do The Jacksons 5 na cabeça. Juntei parte da melodia dos Jacksons com a frase “Será O Amor” e pronto! Amei de cara e continuei escrevendo e tocando nas próximas duas horas. Eu me lembrei da sensação avassaladora de estar apaixonado e não ter certeza se estou sendo retribuído, as declarações de amor da adolescência misturadas com as vivências sexuais adultas. Quando ouço esta música hoje, percebo que consegui expressar de um modo direto tudo o que eu não consegui expressar quando eu estava apaixonado na adolescência.  Sinto que eu precisava deixar sair esse romantismo quase que meloso de dentro de mim, porque estava preso há muito tempo”.


No vídeo, Biel traz como personagem central a orixá que representa o amor: Oxum. “Eu mesmo fiz a direção de arte e escolhi iniciar o vídeo com a famosa frase “Oxum lava suas joias antes de lavar seus filhos” por sintetizar o amor próprio e autocuidado. Afinal, acredito que o amor pleno para com terceiros parte do fato de amar a si mesmo acima de qualquer coisa”.

 

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Inscrições abertas para o programa “Juntos no Corre” da Wakanda Educação


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Com o objetivo de estimular o empreendedorismo e a geração de renda para jovens de Salvador, a Wakanda Educação Empreendedora e a Santa Helena, indústria do segmento alimentício, lançam o programa “Juntos no Corre”. A iniciativa é gratuita e voltada para pessoas entre 18 e 25 anos que estejam estudando – ensino médio, curso técnico ou faculdade – e que queiram empreender para garantir uma renda extra.

 

“Com a crise provocada pela pandemia, o desemprego aumentou e muita gente encontra no empreendedorismo um caminho para sobreviver com dignidade. Com o programa, vamos conseguir alcançar essas pessoas que estão querendo começar, dar acesso ao conhecimento sobre planejamento, finanças e vendas no ambiente digital, para que todos e todas possam iniciar de maneira organizada e estruturada”, explica Karine Oliveira, CEO da Wakanda Educação Empreendedora.

 

Como funciona o “Juntos no Corre”?

O programa conta com 3 fases. Na primeira, os participantes selecionados terão acesso à 3 módulos – um por semana – com conteúdos que envolvem teoria e prática, incluindo desafios que funcionarão como uma espécie de competição entre os participantes: o “Pega Visão”, sobre gestão financeira; “Corre pro digital”, sobre vendas no ambiente digital e “Gestão Barril Dobrado”, sobre planejamento do negócio.

Na segunda etapa, os classificados participarão de mentorias para potencializar os conhecimentos adquiridos e cumprir novos desafios. Os 25 participantes que obtiverem melhor desempenho terão acesso a vários benefícios, como uma loja virtual oficial, acesso aos produtos Santa Helena com preços especiais e acompanhamento durante três meses com a equipe da Wakanda.

 

Para participar é necessário realizar a inscrição através do site https://www.wakandaeducacao.com.br/juntosnocorre até o dia 19 de novembro de 2021. As vagas são limitadas.

Casa do Hip-Hop da Bahia será polo de arte-educação, empreendedorismo e inovação


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Um sonho há bastante tempo sonhado pela antiga Rede Aiyê Hip-Hop, a Casa do Hip-Hop Bahia já tem data pra abrir, no Pelourinho, em Salvador. Será no dia 12 de novembro, data que celebra o Dia Mundial do Hip-Hop. O acesso será restrito a convidados e terá a presença de lideranças do hip-hop de 15 cidades baianas.

A Casa começou a ser pensada lá atrás, entre a articulação Salvador / Lauro de Freitas. A primeira apresentação do projeto foi em 2004, durante uma Sessão Especial na Câmara de Vereadores.  A partir daí, a Casa foi defendida em espaços públicos como a Conferência Nacional da Juventude em 2004, a Conferência Municipal de Juventude em 2005 e aprovada na Conferência Municipal e Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial em 2005.

A ideia é ser um espaço de formação e produção cultural, atuando com arte-educação, empreendedorismo, tecnologia da informação e inovação. Mas os desafios estão na mesa.

“O principal desafio para abrir a Casa esse ano é conseguir recursos financeiros para equipar o imóvel com mobiliário, a exemplo de mesa de escritório, computador, cadeiras e etc. Inaugurar a Casa do Hip-Hop Bahia é realizar um sonho de ter um espaço de referência da cultura e movimento hip-hop na Bahia, ter esse espaço é de fundamental importância para a valorização, reconhecimento e fortalecimento do hip-hop baiano”, diz Dj Branco, ativista que encabeça o projeto.

Uma estrutura foi pensada para atender os artistas. “A Casa servirá como um espaço de intercâmbio dos artistas, não só para apresentações culturais mais o aperfeiçoamento de técnicas a partir das ações de arte-educação que serão realizadas”, diz o DJ. Terá um estúdio de multimídia, uma sala multiuso para palestras, cursos, oficinas, projeção de vídeos e reuniões, um escritório, um espaço de coworking com exposição de livros, uma loja colaborativa, um memorial da cultural hip hop baiana, e uma área externa para eventos de pequeno porte.

 

Udi Santos

Programação

 

A abertura, a partir das 15h, terá show da banda Afrocidade, participações do grupo Nova Era, Família Tríplice, Udi Santos, discotecagem com Dj Leandro Vitrola e apresentação de roda de breakdancing com Unidade All Star Crew (dança de rua) e pintura de painéis de graffiti ao vivo, seguindo os protocolos de segurança.

 

O uso do imóvel é  resultado de uma concessão pública pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia – IPAC, unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. O espaço será coordenado e administrado pera CMA HIP HOP – Comunicação, Militância e Atitude Hip-Hop.

 

 

Associação Protetora dos Desvalidos (SPD) recebe mostra coletiva ‘Vivedores de Ganho, Ontem e Hoje!’


Foto_Camila Carrera

 

A Associação Protetora dos Desvalidos (SPD) recebe, em novembro, a mostra coletiva ‘Vivedores de Ganho, Ontem e Hoje!’, como parte do projeto Arte e Ancestralidade, uma parceria entre a arte e a históriaSerá no dia 31 de outubro, para convidados, com abertura para visitação entre os dias 1 e 30 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30 e das 14h às 16h30, e aos sábados das 9 às 11h30 na Associação Protetora dos Desvalidos (SPD) – Largo do Cruzeiro de São Francisco, 17, Centro Histórico de Salvador.

A mostra, idealizada pelo Ateliê Sérgio Amorim Artes, acontece durante todo o mês de novembro e apresenta, através das artes visuais, a ancestralidade e a contemporaneidade de sobrevivência do povo brasileiro e do trabalhador.

A exposição tem curadoria de Sérgio AmorimLuzimar AzevedoAdinelson Filho e Yara Guedes.

Nela, a SPD recebe obras de 29 artistas, são eles: Sérgio Amorim (pintura a óleo sobre tela); Rosalvo Santana (santeria em cerâmica); Edvaldo Assis (pintura a óleo sobre tela); Osmar Gama (fotografia); André Fernandes (fotografia); Josmara Fregoneze (escultura em argila e resina); Yara Guedes (mosaico); Adinelson Filho (aquarela e nanquim); Luzimar Azevedo (pintura a óleo sobre tela); Izabel Andion (pintura a óleo sobre tela); Gustavo Maciel (pintura acrílico sobre tela).

Ainda estarão Samuel Cruz (trançado e papietagem); Advany Figueredo (pintura a óleo sobre tela); Magali Abreu (fotografia); Ary Bastos (pintura a óleo sobre tela); Margarita Arize (pintura a óleo sobre tela); Osmar Barreto (pintura a óleo sobre tela); Camila Carrera (fotografia); Thais Gabarron (pintura a óleo sobre tela); Tânia Amorim (pintura a óleo sobre tela); Tati Viana (escultura); Lira Gomes (poesia); Mabell Fontes (aquarela s/papel); Edmundo Reis (nanquim); Edna Caldas (fotografia); Ludmilla Castro (feltro bordado); Adrião Filho (artes visuais); Alessandro (escultura em metal).

Foto_Camila Carrera

 

Como parte do projeto Arte e Ancestralidade o jornalista e poeta Fernando Coelho irá publicar um livro-reportagem para contar a história da SPD e do seu fundador, o negro Manoel Victor Serra.

SPD

SPD  foi a primeira organização civil negra no Brasil, fundada em 1832 por Manoel Victor Serra, um africano livre, que vivia de ganho, comercializando água nas imediações da Ladeira Preguiça, e funciona desde o início do século XX, em um casarão azul, próximo ao Cruzeiro de São Francisco no Centro Histórico de Salvador.

No Brasil, a associação se destaca por guardar a história de sobrevivência dos negros e, atualmente, é presidida por Ligia Margarida Gomes, primeira mulher eleita presidente da associação em toda a sua história.

SERVIÇO

Associação Protetora dos Desvalidos (SPD) recebe o artista Sérgio Amorim em mostra coletiva inédita

Quando – De 1 a 30 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 09h às 11h30 e das 14h às 16h30, e aos sábados das 9 às 11h30.

Onde – Associação Protetora dos Desvalidos (SPD) – Largo do Cruzeiro de São Francisco, 17, Centro Histórico de Salvador.

Gratuito.

Mostra de Cinemas Negros Mahomed Bamba exibe filmes nacionais e internacionais


MIMB
“Quanto Mais”

 

A edição especial da Mostra de Cinemas Negros Mahomed Bamba exibe filmes nacionais e internacionais a partir do dia 30 de outubro, na plataforma de streaming Wolo TV. Os curtas brasileiros “Quantos Mais” e “O Último Grão de Areia” e o moçambicano “Nkwama” são algumas das obras que compõem a mostra. A programação completa estará disponível no site da MIMB.

O público poderá conferir as obras até o dia 10/11, gratuitamente, em www.wolo.tv.  A escolha da plataforma tem como objetivo a construção de pontes, como explica Daiane Rosário, diretora executiva da MIMB.

“A hospedagem da MIMB Olhares Periféricos na Wolo TV representa o fortalecimento mútuo de iniciativas pretas. Nessa conexão construímos não só janelas de exibições para produções, mas potencializamos o consumo e o acesso a streamings gerenciados e exclusivos para conteúdo preto. A circularidade do mercado negro e visibilidade das nossas produções dependem de consumirmos os produtos dos nossos, seja ele uma pipoca ou a assinatura de uma plataforma virtual”, argumenta Daiane.

Com realização da produtora “Rosários Produções Artistícas”, a MIMB atravessa as barreiras sociais, raciais e do regionalismo que ainda estruturam a cadeia do cinema nacional e internacional. Cinco realizadoras negras seguem resistindo e protagonizando a cena do cinema, da Bahia para o mundo. Daiane Rosário, Loiá Fernandes, Kinda Rodrigues, Taís Amordivino e Júlia Moraes estão à frente de direção, produção, roteiro e programação.

ACESSE

Cantora Jadsa lança o clipe da faixa “Run, Baby” no Youtube


JADSA
Foto: Vulgo Jr

A cantora, compositora, guitarrista e diretora musical Jadsa lança o clipe da faixa “Run, Baby”, no dia 3 de novembro (quarta-feira), às 12h, em seu canal no YouTube. O clipe tem direção de Rei Lacoste (Caio Araújo), do selo Balostrada Records e o roteiro, escrito por Jadsa em parceria com Rei Lacoste.

Depois de lançar “Olho de Vidro” (Natura Musical), seu primeiro álbum solo, “Run, Baby” fala sobre apropriação cultural da estética, religião e comportamento ligados à matriz africana por pessoas brancas.

A música faz uma crítica bem direta às pessoas brancas que muitas vezes nem entendem do que estão falando, em relação ao candomblé por exemplo, aos orixás e à musicalidade africana”, explica Jadsa e completa: “mas aí vem a guitarra que desenha essa melodia doce, e o violão de Josyara (que também canta) que cabe muito bem no lugar do baixo e faz uma percussão também”.

A letra A música (e todas do disco “Olho de Vidro”) tem produção musical de João Milet Meirelles e participação da cantora e violonista Josyara (BA), na voz e no violão. O clipe foi gravado no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) e na Casa do Benin.

O álbum “Olho de Vidro” tem produção executiva da empresa Giro Planejamento Cultural em parceria com Rafaela Piccin e conta com patrocínio da Natura Musical e do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

JADSA

Jadsa é baiana, cantora, compositora, guitarrista e diretora musical. Integra o casting do selo Balaclava Records, que lançou seu primeiro disco cheio, “Olho de Vidro”, com patrocínio da Natura Musical. Lançou o EP “Godê” (2015), produzido por ela em parceria com o coletivo Tropical Selvagem (formado por João Meirelles e Ronei Jorge). Em 2020, lançou o EP “TAXIDERMIA vol.1”, colaboração da artista e de João Meirelles (BaianaSystem), que também assina a produção musical de “Olho de Vidro”.

Musical “Se acaso você chegasse” volta em cartaz no Teatro Sesc – Senac Pelourinho.


Foto: Carole Santos

 

Escrito por Elísio Lopes Jr. e dirigido por Antônio Marque,  “Se acaso você chegasse” é um musical em homenagem a Elza Soares que estreou em 2010 na capital baiana e teve uma trajetória de sucesso, seguindo temporada nos principais  espaços culturais de Salvador. A montagem, que este ano comemora 11 anos em cartaz, volta a

à cena em única apresentação, a convite do SESC Bahia, no dia 04 de novembro às 19h no Teatro Sesc – Senac Pelourinho.

Se Acaso Você Chegasse mostra as diversas facetas que a cantora teve que assumir ao longo da sua trajetória e presta homenagem para a artista que, hoje, é reconhecida como uma grande intérprete da Música Popular Brasileira (MPB). O espetáculo é entrecortado por canções do repertório da cantora, traz a atuação de três atrizes: Denise Correia, Lívia França e Clara Paixão, que vivem diversos momentos da biografia da artista. O elenco conta ainda com Agamenon de Abreu, Leonardo Freitas, Gilson Garcia, Cristiane Florentino, Davi Conceição,  Irven Alves e Núbia Ferreira. 

A peça instiga o espectador a refletir sobre a seguinte questão: e se você fosse a Elza?

Serviço : 

O que : Se Acaso Você Chegasse – musical em homenagem a Elza Soares

Quando : 04 de novembro de 2021 (quinta-feira)

Onde : Teatro Sesc – Senac Pelourinho

Quanto : R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia) R$ 8,00 (comerciário) 

Informações : (71) 99269-8274

Mestre Môa do Katendê recebe homenagem coletiva em videoclipe


Foto: Isabella Rudge

 

No dia 29 de outubro Romualdo Rosário da Costa – O Mestre Môa do Katendê – completaria 67 anos. Sua trajetória enquanto um dos maiores mestres de capoeira angola, do afoxé, da dança afro-brasileira e como militante dos fundamentos de raça, entretanto, foi interrompida em um brutal assassinato. Para eternizar o Mestre seus amigos de caminhada lançarão, dia 29 de outubro, o videoclipe da música ‘Viva Môa’. A composição, criada e dedicada em vida por seu companheiro de luta Mestre Gafanhoto, foi gravada por blocos de carnaval de São Paulo e está no recém-lançado álbum “Abrindo os Caminhos pro meu Carnaval”, do Kaya na Gandaia.

O videoclipe é um hino de homenagem coletiva dos blocos Unidos Venceremos, Kaya na Gandaia e Afoxé Amigos de Katendê, este último fundado pelo próprio Môa em parceria com Mestre Plínio. O clipe registra imagens e falas íntimas de Môa ao mesmo tempo que intercala a percussão do ijexá e o vocal do Mestre Gafanhoto.

Considerado um dos maiores mestres de Capoeira Angola do Brasil, Môa foi muito além e por onde passou marcou pessoas e época com sua arte, seja como compositor, percussionista, artesão, educador, dançarino ou como incentivador do resgate das origens africanas nos blocos de carnaval da Bahia.

OUÇA

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Ajuntamento musical CABOKAJI lança o seu primeiro álbum este mês


Foto Tamires Almeida

 

O ajuntamento musical CABOKAJI lança o seu primeiro álbum em todas as plataformas de streaming, dentro do projeto Original Caboks, que conta com patrocínio do Natura Musical e do Governo da Bahia – através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda. Já no dia 30 de outubro, através do Youtube da Casa Preta Espaço de Cultura, estreia turnê virtual de lançamento do disco em Salvador. A série de shows lives do CABOKAJI ocorre sempre aos sábados até 27 de novembro, às 19h, numa parceria com espaços culturais alternativos de Salvador, Aracaju, Maceió e Olinda. Terras que construíram a base da musicalidade do país.

No álbum gravado no estúdio da Aquahertz Beats, o grupo se debruça sobre a musicalidade indígena, reunindo rojão, aboio, dança de Búzios, Coco Fulni-ô, e outras mais populares como maracatu e afoxé.

Mais do que uma banda, o ajuntamento musical CABOKAJI é um encontro músico-performance dos cantores, compositores, instrumentistas e pesquisadores da arte Caboclo de Cobre, ISSA, Mayale Pitanga e Ejigbo Oni. O grupo faz da sua arte uma plataforma política que busca, entre outras pautas, contribuir com o processo de resgate da importância dos povos originários para a musicalidade nacional brasileira.

“Estar com eles e elas foi fundamental, foi fundamento. Fundamento em religiosidade é a célula basilar do rito. Se Cabokaji é um grande Ritual, a sua célula basilar é toda esta herança e beleza indígena, trocada e partilhada em corpo presente e incorporado de sentidos”, pontua Caboclo de Cobre.

Turnê virtual

A estreia da série de transmissões acontece no sábado (30/10), às 19h, no YouTube da Casa Preta Espaço de Cultura de Salvador. A banda CABOKAJI se apresenta com as participações de KATUMIRIM e da banda YBYTU-EMI. No dia 29 de outubro, acontece o lançamento do videoclipe de Gameleira, faixa que faz uma homenagem ao sagrado feminino e fala, sente e faz reverberar o Feminino.

A turnê segue no dia 06 de novembro, às 19h, com a transmissão do show do CABOKAJI no canal de YouTube do ESPAÇO DE ARTE, CULTURA E EDUCAÇÃO OMIRÓ – CASA DE MAR – em Aracaju. Direto da capital sergipana, quem participa à distância da transmissão é a ORQUESTRA DE ATABAQUES DE SERGIPE. O show online também marca o lançamento do videoclipe de Jurubeba, canção que propõe um mergulho dançante na cultura nordestina.

Já no dia 13 de novembro, às 19h, o show online será transmitido no YouTube do QUINTAL CULTURAL, de Maceió. Esta transmissão conta com a participação, também à distância, do CACIQUE IDYARRURY XUKURU KARIRI, da Mata Da Cafurna – reserva indígena de Alagoas. Ainda nesse dia, acontece o lançamento do clipe da música Chegança, uma saudação à ancestralidade indígena e afro-pindorâmica.

Foto Tamires Almeida

A próxima parada da turnê virtual é em Olinda, no dia 20 de novembro. A partir das 19h, acontece a transmissão do show do ajuntamento musical baiano no YouTube do ESPAÇO CENTRO CULTURAL GRUPO BONGAR – NAÇÃO XAMBÁ. Nesta apresentação o integrante do Cabokaji, o multiartista Mayale Pitanga apresenta composições do seu trabalho solo Oré.

Para encerrar a viagem virtual pelo Nordeste, o grupo retorna a Salvador na Casa Preta no dia 27 de novembro, às 19h, para realizar um show com as participações de KUNUMÍ MC e MESTRA JOSY, do MARACATU VENTOS DE OURO. Também no dia 27, será lançado o curta experimental Arrancamento, documento que narra os resultados do processo de colonização com a extinção quase que total dos idiomas originários do Nordeste.

Todas as gravações e transmissões da turnê serão realizadas em Salvador, no espaço da Casa Preta, seguindo todos os protocolos sanitários que a pandemia de Covid-19 exige.

Serviço 

O quê: Lançamento do álbum CABOKAJI (29 de outubro) e show turnê virtual Original CABOKS (30 de outubro)

Onde: Álbum; Live Transmissão

César Lacerda lança segundo single em dueto com Xênia França


 

 

O cantor e compositor César Lacerda, lança em todas as plataformas digitais, “Parece Pouco”, segundo single que anuncia a chegada do seu novo disco de inéditas. Desta vez, a canção é cantada em dueto com Xênia França, expoente da nova música negra brasileira.

A canção, de autoria do próprio artista em parceria com o poeta e cantor brasileiro, radicado em Portugal, Luca Argel, é uma reflexão sobre o consumo:

“É profundamente revelador e perverso que o consumo tenha ganhado um protagonismo tão determinante em nossas vidas. Nossa sensação de felicidade e plenitude na vida, via de regra, é atravessada por essa sanha de consumir, acumular, ter mais e mais coisas, inconscientes das pegadas que deixamos aqui neste planeta. Já não há mais formas de não se envolver atentamente com o debate urgente da crise climática”, reflete o cantor.

Pela primeira vez em sua discografia, César assina também a produção musical, e a divide com o músico e produtor paulistano Fabio Pinczowski.

OUÇA AQUI.