Tantos: Juraci Tavares homenageia Milton Nascimento e Moacir Santos no Pelourinho!


Juraci Tavares
Fto André Frtuôso

O cantor e compositor baiano Juraci Tavares se apresentará no Teatro Sesc Senac Pelourinho, nos próximos dias 19 e 20, com o show intitulado Tantos: Juraci Tavares homenageia Milton Nascimento e Moacir Santos. Para reverenciá-los, Juraci Tavares terá a companhia dos músicos Nem Cardoso (percussão), Ruan Souza (violão), Ângelo Santiago (contrabaixo) e Ícaro Santiago (piano). Haverá participação especial do Maracatu Ventos de Ouro. A direção musical é do maestro Ubiratan Marques e a direção artística é assinada por Luís Bandeira.  

O show também contém canções de outros artistas expressivos da música brasileira, tais como: Gilberto Gil, Gerônimo Santana, Mateus Aleluia, Ubiratan Marques. Os dois homenageados, Milton Nascimento e o maestro Moacir Santos são raízes profundas que espalharam tentáculos, brotos, fontes primárias da rica música brasileira. Porém, na ocasião, o público também será agraciado pela sonoridade da música negra em canções de sua autoria, pois Juraci Tavares traz na raiz do seu trabalho o exercício diário do seu ativismo negro. 

“A medida em que fui tomando consciência da construção da minha negritude comecei a ver nessas personalidades artística que elas estão além da música pela música. Percebi que eles são nossos aliados, parceiros e combatentes das lutas que nós negros empreendemos contra a porção escravocrata da sociedade brasileira além do aprendizado musical. Homenageá-los é um prazer sem mediada”, salienta Juraci Tavares. 

SERVIÇO

O Quê: Show Tantos – Juraci Tavares homenageia Milton Nascimento e Moacir Santos

Quando: 19.07.2019 (sexta-feira) e 20.07.2019 (sábado)

Local: Teatro Sesc Senac Pelourinho

Horário: 20h

Valor do Ingresso: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

Classificação Etária: Livre 

Cantor Juraci Tavares celebra 10 anos de carreira com shows no Gamboa Nova!


juraci tavares

O Teatro Gamboa Nova recebe, nos dias 18 e 25 de fevereiro, o cantor Juraci Tavares, que celebrará 10 anos de carreira com o show Juraci Tavares: Dez Anos Umbilicando Música e Poesia Afro Diaspórica e Carnaval.

Além de canções de sua autoria e parceiros, Juraci também cantará músicas do maestro Moacir Santos e de Milton Nascimento. No palco, através dos ritmos e letras das canções, o cantor mostrará a importância do continente africano para o mundo.

Juraci convidará para o palco, os blocos Rodante, DHojeaOito, Segura e Ataca e Tambores do Mundo.

 

Teatro Gamboa Nova
Horário – 17h
Dias – 18 e 25 (domingos)
R$20 /10
Livre

Juraci tavares celebra 10 anos de carreira na Casa da Mãe


juraci tavares

O cantor e compositor Juraci Tavares comemora, no dia 17 de fevereiro, seus 10 anos de carreira. A celebração será às 22h, na Casa da Mãe (Rio vermelho). Neste período, Tavares cantou seu trabalho poético-musical em Salvador, Recife, Olinda e Porto Alegre, dedicando-se aos estudos musicais e humanos.

Na ocasião, o cantor estará ao lado de Márcio Pereira nos arranjos, direção musical e violão e Nielton Marinho na percussão. No repertório, além de canções de sua autoria, também declamará  seus textos poéticos. Juraci Tavares também levará ao palco canções do maestro Moacir Santos ( Odwduá, Sou eu…) e Milton Nascimento ( Pai Grande, Morro Velho…).

SERVIÇO

Juraci tavares celebra 10 anos de carreira

Onde: Casa da Mãe – Rio vermelho

Quanto: R$10

Juraci Tavares leva show “Umbilical” ao Parque São Bartolomeu


juraci tavares
Foto: Marina Cardoso

O cantor, compositor e poeta, Juraci Tavares, levará para o Parque de São Bartolomeu seu show Umbilical, neste domingo (11). O show traz sua poesia, musicada na liberdade e autonomia das palavras e dos sons. A atração integra a  2° edição do Regue Poesia, que este ano convida músicos, poetas, professores, produtores, artesões, crianças, mulheres e, principalmente, a comunidade do entorno. Objetivo: levar o diálogo e a reflexão sobre o cotidiano.

Juraci Tavares é autor de várias músicas de blocos afro como Ilê Aiyê, Malê Debalê, Cortejo Afro, Filhos de Gandhy, além de afoxés de Olinda e Recife Oyá Tokolê Afoxé, Oxum Pandá e Alafin. Venceu, em 1999 e 2000, o 25º e 26º Festivais de Música Negra do Ilê Aiyê, com o tema “Força das Raízes” e “Terras Remanescentes de Quilombos”, respectivamente. Em Umbilical, Juraci tavares propõe o diálogo entre a música e a poesia, pautadas na sonoridade afrobaiana.

Na grade do evento Regue Poesia, o público terá ainda bate-papo, feira comunitária e atividade para crianças, a partir das 8h.É aberto ao público e segue até as 19h.

SERVIÇO

O QUÊ: Regue Poesia

QUANDO: 11/12

ONDE: Parque São Bartolomeu

HORÁRIO:  08h às 19h / Participação de Juraci Tavares às 15h

#SoteroRelato – “Eu Sopapo, Tu Sopapas”, por Juraci Tavares


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Este texto foi escrito alguns dias após a realização da grande festa noturna da Poesia Negra, do Sopapo Poético, da Associação de Cultura Negra, no Centro Referencial de Cultura Negra Nilo Feijó. Certamente você, leitor atento e amante da língua portuguesa, está se perguntando porque foi usado o verbo no presente, e não o passado concluído, uma vez que o evento foi realizado antes desta escrita.
A língua portuguesa no Brasil, apesar de ser fruto do entrelaçamento construtivo das culturas indígenas – os donos da terra – africanas e europeia, também divide o tempo em fatias: passado, presente e futuro, distanciando os fatos, abrindo a possibilidade de deixá-los estanques.
Na minha visão, a poesia Sopapo Poético, do 25 de outubro, contrariou a lógica da divisão temporal, pois poetizou se transformando em verbo Sopapear com a capacidade de unificar o tempo em uno, tempo sankofiano. Passado e presente caminham juntos, no mesmo instante: ancestralidade e contemporaneidade entrelaçando-se circularmente, sem rupturas temporais, abrindo possibilidades  de transformar a poesia negra do Sopapo Poético em perene herança cultural.
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Quando a minha produtora, a jornalista, professora e militante negra, Camila Lopes de Moraes  e a atriz e militante negra Vera Lopes, uma das fundadoras do Sopapo Poético convidaram-me para participar como homenageado da edição do mês de outubro a fim de sopapear com os meus parceiros e parceiras porto-alegrenses, fiquei muito feliz. O dia vinte e cinco chegou, perenizando-se em mim. Foi uma noite de muita poesia negra, marcando a singularidade da cultura, confirmando-se como construção no aqui e agora.
O Centro de Referência da Cultura Negra Nilo Feijó se transformou em uma grande e compacta nuvem negra poetizando. Senti-me entrelaçado dentro dela, porque todos os olhares, saberes e sonoridades poéticas formaram um grande círculo aberto, cabendo- me. Aquela noite  histórica, memorável e atemporal foi se transformando e vestindo roupas poéticas. 
À medida que as poetas e os poetas foram tornando as suas poesias em Verbo Sopapear, o Tambor Sopapo acenou e tocou para mim, Juraci Tavares, o homenageado da noite, expressando o seu lirismo e a sua expressão de felicidade. A grande mistura de música, olhares, saberes, poesias e outras expressões que não cabem na escrita foram me abraçando e sopapeando-me. As expressões citadas tornam-se fundantes, fundentes, transformando-se em nuvem poética negra sopapeada.
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A noite e o Sopapo Poético, melaninas fortes, se conheceram em 2012, ano da fundação deste. Sopapo Poético, fundição de valores, como: atmosfera densa, negra e escura, desaguando toda última terça-feira do mês, no Centro de Referência da Cultura Negra Nilo Feijó em Porto Alegre. Fomos inundados por água poética negra que a cada momento foi penetrando pelos nossos poros, hidratando os nossos seres, particularmente, o meu, repleto de poesia e felicidade. Inundação muito profícua, salutar, permitindo-me contrariar, nos versos abaixo, uma das armadilhas do racismo, quando diz que eu sou um negro bonito, negro inteligente: 
NEGRO LINDO É PLEONASMO,
 NEGRO LINDO É EXCLUSÃO
O NEGRO LINDO AÍ É DISPENSÁVEL
É EXCESSÃO É CONTRAMÃO
Esta poesia busca desarmar o racismo quando este afirma que eu sou um negro  bonito. Fiquemos atentos, pois o suposto elogio é uma exaltação à exclusão. Sopapo Poético, Cecune, Museu de Percurso do Negro em Porto Alegre, amigos e amigas da capital gaúcha também me proporcionaram afirmar naquela noite: TROUXEMOS O BRASIL  NO FUNDO DO NAVIO.  
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A perenidade é utopia e busca constante nos meus fazeres. Aproveito para ratificar a minha fala no início do texto, dizendo que a poesia daquela noite, 25 de outubro, me levou a transformar o poético Sopapo Poético  em verbo,  conjugando-o e perenizando-o em mim. Além disso, as minhas participações nos inúmeros espaços porto-alegrenses trouxeram-me grandes prazeres, alegrias e aprendizagens, fortalecendo a minha utopia de continuar percebendo-me e construindo-me na condição de sujeito inacabado, não pronto.
Finalizo agradecendo à produção do Sopapo Poético, aos participantes e simpatizantes as homenagens que me foram oferecidas. Neste momento estendo, particularmente, estes agradecimentos  a Vera Lopes e Camila de Moraes, minha produtora, que foram as setas e pontes que me levaram a Porto Alegre.
                                            
Ah! Noite de 25 de outubro de 2016! Ainda me sinto poetizando,
cantando e o Sopapo em mim tocando!  Abraços sopapeados.
                                                                                                                                             Texto do compositor, poeta, Juraci Tavares
Fotos: Divulgação Sopapo Poético

Poeta, compositor e cantor Juraci Tavares será homenageado em Porto Alegre


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Foto:Marina Cardoso

Autor de diversas composições de blocos afros, como Ilê Aiyê, Malê Debalê, Cortejo Afro, Filhos de Gandhy, entre outros, Juraci Tavares, também é escritor, filósofo, professor e construtor civil. Na noite do dia 25, terá a oportunidade de compartilhar suas vivências com os gaúchos no sarau de poesia negra, o Sopapo Poético.

Com mais de algumas décadas de experiências das mais diversas, continua trabalhando em prol do ser humano, com o foco bem direcionado em sua militância em prol das causas negras. Há sempre um diálogo entre poesia, música e filosofia em seus trabalhos. São os valores ancestrais e contemporâneos que norteiam suas ações enquanto artista e ser humano. A sua inserção na herança africana é característica marcante de sua trajetória, construindo caminhos sem se preocupar com a chegada.

O público gaúcho poderá apreciar versos conscientes abraçados a melodias dançantes, pois Juraci Tavares traz, em sua poesia musicada, a liberdade e autonomia das palavras e sons que levam o seu ouvinte e leitor a dialogar consigo mesmo,tirando-o da sua área de conforto, pois o encaminha a reflexões quando afirma: “Negro lindo é pleonasmo/ Negro lindo é exclusão/ O negro lindo aí é dispensável/ É exceção é contramão”. Sons e palavras vivem  entrelaçadas e abraçadas, assumindo a condição sankofiana, porque produz no aqui e agora, ou seja, ancestralidade e contemporaneidade, formando um tempo único.

O seu disco Umbilical são poemas sonoros contidos em seu livro Vocábulos Caminhantes. Ambos trazem para nós a importância da diáspora africana para o mundo com evidência marcante na formação dos baianos. As obras citadas remetem a olhares filosóficos, plurais, rítmicosafros brasileiros. É uma homenagem à África, berço da humanidade. As referidas obras poderão ser adquiridas no sarau Sopapo Poético.

Juraci Tavares valoriza a educação continuada, visto que se considera sujeito inacabado. Aos 51 anos de idade, começou a sua terceira licenciatura. Por já estar inserido na vida artística e musical, resolveu fazê-la em música, pela Universidade Federal da Bahia. Porque tem na inquietação um dos seus pilares, ele continua dando sequência aos referidos estudos com aulas de canto e conceitos musicais.

Balada Literária terá formato digital e homenageia a escritora Geni Guimarães!


Geni Guimarães Foto: ItaúSocial – Camilla Kinker

 

Realizada anualmente desde 2006, a Balada Literária chega à 15ª edição com um novo formato, totalmente online, mas mantendo a data prevista, de 3 a 7 de setembro,  no site www.baladaliteraria.com.br. Este ano, a festa homenageia a escritora paulista Geni Guimarães e traz nomes como Conceição Evaristo (amiga da homenageada), Mestre Jorjão Bafafé, Douglas Machado, Sidney Santiago Kuanza, Miriam Alves, Gabi da Pele Preta, Esmeralda Ribeiro, Landê Onawale, Luz Ribeiro, Cátia de França, Ricardo Aleixo, Daniel Munduruku e Eliane Potiguara. Em Salvador, o homenageado é o escritor e músico Juraci Tavares.

O evento contará com aulas, conversas, shows, exibição de filmes e saraus unindo autores brasileiros a africanos. Para finalizar cada dia, um encontro no Zoom aproximará participantes e público na Balada da Balada, com leituras e temáticas pré-definidas, a exemplo do Sarau Transversal, de temática LGBTQI+, já tradicional na festa. A abertura, dia 3, às 19h, será com show da pernambucana Gabi da Pele Preta, exibição do documentário Geni Guimarães, dirigido por Day Rodrigues, e mesa com a diretora, a homenageada, Conceição Evaristo e a bibliotecária Bel Santos Mayer.

Geni Guimarães é autora de 10 livros de poemas, contos e infantis, recebeu prêmio Jabuti por A Cor da Ternura. Nasceu em 1947 e é ativista em causas sociais e identitárias desde o início dos anos 1980. Numa época em que não se colocavam tais assuntos como responsabilidade de todos, debateu literatura negra, feminismo e construiu sua obra como forma de libertação em busca de deixar uma voz que ainda hoje é pouco ouvida. Na Balada do ano passado, Valter Hugo Mãe conheceu a escritora, ficou impressionado e publicou um artigo longo sobre o seu trabalho em Lisboa, e quer agora publicá-la em Portugal.

 

Balada baiana 

Em sua sexta edição, a Balada Literária da Bahia homenageia o poeta, cantor e compositor Juraci Tavares, 70 anos, nome de destaque da produção cultural afro-baiana. Juraci terá sua trajetória destacada em um documentário assinado por Ricardo Soares, produzido para o evento, e numa conversa com a cantora Fabiana Cozza, sábado (dia 5), às 18h.

Será a oportunidade de ouvir Juraci falar de sua poesia, registrada no livro Vocábulos Caminhantes e no disco Umbilical e também nas muitas canções que compôs para os blocos Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Malê Debalê e Cortejo Afro, entre outros.  “Juraci é uma dessas pessoas que eu chamo de mestre. Apesar de aposentado como professor, criou o Espaço de Humanidades Ossos 21, onde continua, de maneira voluntária, preparando alunos de baixa renda para ingresso no ensino técnico e superior. Como músico e poeta, é um legítimo representante da negritude brasileira. Gosto de dizer que seus poemas e canções também no educam para a percepção crítica do mundo, porém sem abdicarem da beleza, que lhe é fundamental. Poder homenageá-lo na Balada Literária 2020, ao lado da escritora Geni Guimarães, me dá uma alegria extra. Mais do que nunca, o Brasil humano e solidário precisa de artistas do porte desses mestres incríveis”, afirma Nelson Maca, curador da Balada baiana.

Juraci Tavares
Juraci Tavares – Foto André Frtuôso

Na sequência, o evento dialoga com a obra de Juraci através da história de outro mestre da cultura afro-baiana: o percussionista Jorjão Bafafé, um dos criadores do afoxé Badauê e do bloco afro Okanbí. Jorjão conversa na Terreiro de Jagun, barracão de candomblé instalado por sua avó, onde ainda mora sua família, no bairro do Engenho Velho de Brotas. Quem dialoga com o mestre é a cantora Mariella Santiago e o gestor cultural Chicco Assis.

A presença baiana acontece também com um sarau apresentado por Nelson Maca na abertura (às 22h), que une Bahia e África, com as presenças de Anajara Tavares, Jef (O Quadro), Ras Tardas (Moçambique) e Okwei Odili (Nigéria); com uma aula sobre literatura negra baiana do professor Sílvio Roberto Oliveira (dia 4, às 10h) e com a presença do filme O Caso do Homem Errado, da cineasta Camila de Moraes, gaúcha radicada em Salvador, que está disponível no site do evento. Salvador conta ainda com as participações das poetas Jocélia Fonseca e Lívia Natália, além de Landê Onawale. Os três participarão de diferentes mesas sobre literatura com nomes essenciais dos cadernos negros e da nova produção literária feminina e negra.

A Balada Literária conta com os apoios do Itaú Social, Instituto Vagalume, Biblioteca Mário de Andrade, Centro Cultural b_arco, Livraria da Vila e Navega. Toda a programação, que ficará disponível no site, é gratuita.

XV BALADA LITERÁRIA 2020 UM ABRAÇO SOLIDÁRIO

Quando:  3 a 7 de setembro, no site www.baladaliteraria.com.br

Espaço de Humanidades Ossos 21 sedia conversa com intelectuais negras e negros de Salvador!


Diosmar Filho

O Espaço de Humanidades Ossos 21 mantém seu compromisso de – todo o primeiro sábado de cada mês – realizar uma atividade cultural aberta ao público. Em novembro, no dia 02, as intelectualidades negras baianas que estarão presentes são o geógrafo Diosmar Filho, a multi artista Emilie Lapa e a atriz e arte educadora Natalyne Santos. A atividade é gratuita com início previsto para às 17h.

No mês de novembro, o geógrafo Diosmar Filho é o convidado da vez com um bate papo “Diálogo sobre Território e Corporeidade Negra”, um diálogo sobre ser maioria negra num território onde a igualdade te coloca grilhões. Diosmar também é autor do livro “A Geopolítica do Estado e o Território Quilombola no século XXI”, lançado em 2018, pela editora Paco Editorial.

Emillie Lapa

Para alinhar ideais e artes, as artistas Emillie Lapa e Natalyne Santos apresentarão o espetáculo-poético-musicado Mariar: Um mar de Poesias, traz em sua essência histórias que se passam no manguezal, vivenciadas por mulheres negras, marisqueiras que tem o mangue como meio de subsistência – trabalho e lazer. O espetáculo além de entreter, tem uma grande responsabilidade sócio/educacional/ambiental.

Naty Santos

Espaço de Humanidades Ossos 21

Existe há 27 anos e nasceu itinerante, com o objetivo de colaborar na preparação da juventude negra e de pessoas de baixa renda para seu ingresso na Escola Técnica Federal da Bahia. Da Escola, são oriundos seus idealizadores, professor Juraci Tavares e professora Elizabeth Tavares. O casal destinou uma casa exclusivamente à sua missão sócio-cultural. Situada na rua dos Ossos, número 21, o espaço tem inserido novas atividades em sua programação, tais como iniciação musical e yoga, além de ensaios para espetáculos culturais. As aulas preparatórias continuam, porém, agora, voltadas para o Instituto Federal da Bahia e universidades públicas.

SERVIÇO

O QuêConversa com intelectuais negras e negros da cidade de Salvador – Espaço de Humanidades Ossos 21 recebe o geógrafo Diosmar Filho e o espetáculo “Mariar” com as artistas Emillie Lapa e Natalyne Santos no mês de novembro

Quando: 02.11.2019 (sábado)

Horário: 17h

Local: Rua dos Ossos, 21, no bairro Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador – Bahia.

Entrada: franca

Conversa com intelectuais negras e negros acontece no Espaço de Humanidades Ossos 21!


No próximo sábado, dia 05 de outubro, o Espaço de Humanidades Ossos 21 recebe a socióloga e ativista negra Vilma Reis e o poeta Nelson Maca. Este vem acompanhado do mestre percussionista Jorjão Bafafé. A dupla apresenta o espetáculo TAMBORISMO. Após a introdução poética musical, os convidados participam de uma roda de conversa sobre cultura aberta à comunidade. O início desse novo ciclo de diálogos será às 17h.

O Espaço de Humanidades Ossos 21 existe há mais de 20 anos; nasceu itinerante, com o objetivo de colaborar na preparação da juventude negra e de pessoas de baixa renda para seu ingresso na Escola Técnica Federal da Bahia. Da Escola, são oriundos seus idealizadores, professor Juraci Tavares e professora Elizabeth Tavares. O casal destinou uma casa exclusivamente a sua missão sócio-cultural.

Situada na rua dos Ossos, número 21, o espaço tem inserido novas atividades em sua programação, tais como iniciação musical e yoga, além de ensaios para espetáculos culturais. As aulas preparatórias continuam, porém, agora, voltadas para o Instituto Federal da Bahia e universidades públicas.

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Vilma Reis | Fto Adeloyá Magnoni

A antiga sede, situada no bairro do Santo Antônio Além do Carmo, passou por uma reforma no início de 2019. A reestruturação de seu espaço físico possibilita que novas ações se somem às já tradicionais. Segundo o professor Juraci Tavares, “o tempo circular permite uma construção interna e indivisível. Ancestralidade e contemporaneidade são momentos unos”.

Desta forma, o projeto Espaço de Humanidades Ossos 21 tem como motivo gerador e objetivo central fomentar o desenvolvimento humano por meio da educação, cultura e arte enquanto instrumentos mediadores de trocas de saberes. Sua extensa agenda para 2019/2020 inclui as conversas com intelectuais negros e negras, parceiros e parceiras de diferentes matizes da cidade, com disposição para desenvolver atividades culturais, oficinas, debates sobre literatura. Outra ação prevista para efetivação em curto prazo é a fundação de um cine clube.

SERVIÇO

O Quê: Novo ciclo do Espaço de Humanidades Ossos 21 – Conversa com intelectuais

negras e negros da cidade recebe a socióloga Vilma Reis e a performance

TAMBORISMO com Nelson Maca e Mestre Jorjão Bafafé

Quando: 05.10.2019 (sábado)

Horário: 17horas

Local: Rua dos Ossos, 21, no bairro Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador – Bahia.

Entrada: franca

V Balada Literária da Bahia acontece Espaço Cultural da Barroquinha, na Casa do Benin eTeatro Gregório de Mattos!


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Cici

 

Com início nesta quarta-feira (21), às 19h, a V Balada Literária da Bahia este ano presta homenagem ao educador e filósofo Paulo Freire. Com apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), a quinta edição acontecerá de 21 a 25 de agosto no Espaço Cultural da Barroquinha, na Casa do Benin, Teatro Gregório de Mattos, estes, geridos pela FGM, e na Fundação Pierre Verger.

Na quarta-feira (21), a partir das 19h, o Espaço Cultural da Barroquinha receberá uma edição especial do Sarau Bem Black, o lançamento da revista Organismo número 7 e do livro Go Afrika, de Nelson Maca, além do pocket show da VERSUS2. Noa quinta-feira (22), às 19h, acontece TRANSVERSAL – Sarau da Diversidade e a apresentação de Ed Marte e Sued Hosana.

Já na sexta-feira (23), 19h, serão apresentadas as peças En(cruz)ilhada, com Leno SacramentoSe Deus Fosse Negro, com Sérgio Laurentino. No sábado (24), 14h, a primeira roda de conversa conta com a participação de Chicco Assis, Nelson Maca, Juracy Tavares, Miguel Marinho, Pinduka e Vertin. Já às 16h, será a vez do bate-papo entre Ana Cristina Perreira, Marcelino Freire e Valter Hugo Mãe (Portugal).

se deus fosse preto
“Se Deus Fosse Negro”  Foto: Max Fonseca

A Casa do Benin promoverá, na quinta-feira (22), às 10h, o café da manhã em homenagem a Dona Cici num bate-papo com Cássia Vale e Chicco Assis, além de intervenção artística com o grafiteiro Finho. Às 14h, Milena Britto conversará com os escritores Lima Trindade, Nilson Galvão e Steban Rodrigues. Já às 15h30, Nelson Maca conversa com Franciele Cruz, Márcio Bode e Marcus Gusmão e para encerrar, às 17h, Milena Britto e Sarah Rebecca conversam com Marcelino Freire.

O Teatro Gregório de Mattos, recebe no sábado (24), às 19h, os shows com Juraci Tavares, Miguel Marinho (PE) e Vertin (PE), além do lançamento nacional do videoclipe Pássaro Só de Vertin.

No domingo (25), 15h, o encerramento acontece na Fundação Pierre Verger – Engenho Velho de Brotas, num bate-papo com Dona Cici, mediado por Chicco Assis e Cássia Vale. Contação de histórias com Dona Cici e Cássia Vale. Às 17h, Show Brincante Canastra Real, com Pinduka & Canastra Real. Programação completa AQUI.