Teatro
Cia. de Dança Robson Correia se apresenta em Salvador e Lauro de Freitas
A Cia. de Dança Robson Correia apresenta, em outubro, espetáculos, oficinas de dança e bate-papos com o público em Lauro de Freitas e Salvador.
A abertura da temporada será com dois espetáculos voltados a diferentes públicos: “Triscou, Pegou”, destinado ao público infantojuvenil, e “O Leque de Oxum”, voltado ao público adulto.
A programação começa no dia 09 de outubro, no Cine Teatro Lauro de Freitas, com oficinas de dança infantil e adulta realizadas pela manhã.
À tarde, às 16h, será apresentado Triscou, Pegou, seguido de O Leque de Oxum, às 19h. No dia 10 de outubro, o projeto chega ao Espaço Xisto Bahia, em Salvador, mantendo a programação de oficinas e espetáculos nos mesmos horários.

Após as apresentações, o público também poderá participar de bate-papos com a companhia, ampliando o espaço de diálogo sobre os trabalhos apresentados.
Dando continuidade à temporada, a Cia. de Dança Robson Correia apresenta ainda o espetáculo “Homens de Ogum”, às 19h30, na Arena SESC Senac Pelourinho, em Salvador. A apresentação acontece por meio de contratação do SESC Bahia.
O projeto 3D – Dança em Dose Dupla foi contemplado pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc – Bahia e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.
SERVIÇO:
09 DE OUTUBRO | CINE TEATRO LAURO DE FREITAS
08h – Oficina Infantil
10h – Oficina Adulta
16h – Triscou, Pegou
19h – O Leque de Oxum
10 DE OUTUBRO | ESPAÇO XISTO BAHIA – SALVADOR
08h – Oficina Infantil
10h – Oficina Adulta
16h – Triscou, Pegou
19h – O Leque de Oxum
Após as apresentações – Bate-papo com o público
ARENA SESC SENAC PELOURINHO – SALVADOR
19h30 – Homens de Ogum
Contratação: SESC Bahia
Fotos: Espetáculo Leque de Oxum – Foto Naiara Barros
Teatro
Musical infantil “Ombela – A Origem das Chuvas” chega a Salvador
Inspirado na obra do escritor angolano Ondjaki, o espetáculo “Ombela – A Origem das Chuvas” acompanha Ombela, uma pequena deusa africana que parte em uma jornada para descobrir a origem de suas lágrimas e sua relação com a chuva, os rios e os mares.
Com direção artística de Arlindo Lopes, a montagem reúne música ao vivo, dança, teatro, bonecos e máscaras, apresentando ao público infantil referências da cultura e da mitologia africanas.
No dia 10 de outubro, às 17h, haverá sessão com acessibilidade em Libras. A programação começa antes das apresentações, com oficina cultural nos dias 8 e 9 de outubro, às 14h.
Serviço
O quê: Musical infantil “Ombela – A Origem das Chuvas”
Quando: 10, 11 e 12 de outubro(Sabado, domingo e segunda-feira)
Sessão com Libras: 10 de outubro, às 17h
Horários: sessões duplas todos os dias às 11h e às 17h
Onde: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, Salvador
Classificação: Livre para todos os públicos
Vendas: Na caixa Cultural
Serviço
Oficina Cultural: Artista na Criação e Produção
Quando: 8 e 9 de outubro (quinta e sexta-feira)
Horário: 14h às 17h
Atividade GRATUITA
Classificação: a partir de 18 anos
Onde: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, Salvador
Foto: Lina Sumizono
Teatro
ELEGBAPHO se despede de Salvador neste final de semana
ELEGBAPHO – Território Afrocênico de Celebração Negra encerra a sua primeira temporada na capital baiana neste final de semana. A montagem celebra a existência negra no Brasil e no mundo a partir do Exu Elegbara, o senhor do poder e orixá que rege o orí do ator Nando Zâmbia. Na peça, Elegbara está retado porque ele leva os pedidos dos humanos até o Orum (a morada dos orixás), trabalha para que eles sejam atendidos, mas depois da conquista alcançada, as pessoas esquecem de agradecer e celebrar. A partir daí, a obra reflete sobre o poder da celebração na efetivação dos avanços coletivos e nas transformações interiores e individuais. A temporada se encerra com apresentações nos dias 1º, 2 e 3 de outubro, às 18h, e os ingressos estão disponíveis no Symplapor R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Espetáculo-festa – Elegbapho não é apenas um convite à reflexão sobre a importância de celebrar e os motivos que têm afastado as pessoas da celebração, é também um convite a sentir e experienciar a celebração e suas sensações no próprio corpo. Por isso, o espetáculo mescla cena, música, dança, humor, improviso e festividade, um chamado para o público pensar, mas também cantar, dançar, olhar nos olhos, estar presente, se divertir e se entregar à verdadeira celebração.
Exu multimídia – Orixá mensageiro que rege a comunicação, em Elegbapho Exu vai do analógico ao digital, do real ao virtual, do verso ao metaverso. Ele está nos pedidos escritos na folha de papel, nas ondas do rádio, na conectividade do podcast e ainda se lança como VJ e DJ. Entrelaçando arte e conexões multimídias, o espetáculo convida o público para uma imersão, uma experiência sensorial e ritualística através de projeções, vídeos, luzes e sonoridades, percorrendo um caminho que leva o espectador a reconhecer as conquistas negras e perceber o poder de celebrá-las. Afinal, celebrar também é estratégia ancestral de cura, conexão e fortalecimento.
Elegbapho foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado.
Sobre Nando Zâmbia – É ator, iluminador e produtor cultural; foi indicado como ator revelação ao Prêmio Braskem, em 2010, por sua atuação em “Dois Perdidos Numa Noite Suja”; seu primeiro solo “Irumalé Ayê – Divindades na Terra” circulou países como Portugal, Itália, Alemanha e Grécia”; esteve em cena em espetáculos como “Sirê Obá – A Festa do Rei” e “Oxum”, ambos do repertório do Núcleo Afro-brasileiro de Teatro de Alagoinhas (NATA); como iluminador, assina o desenho de luz de espetáculos como “Pele Negra, Máscaras Brancas”, “Medeia Negra”, “Exu – A Boca do Universo”, dentre outros, no Brasil e em Portugal.
SERVIÇO
ELEGBAPHO – Território Afrocênico de Celebração Negra
Datas: 1°, 2 e 3 de outubro
Horário: 18h
Local: Espaço Cultural da Barroquinha
Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Disponível no Sympla
https://www.sympla.com.br/evento/elegbapho-territorio-cenico-de-celebracao-negra/3569591?
Instagram: @zambianando
Teatro
Ângelo Flávio apresenta espetáculo afro-surrealista sobre Milton Santos
A montagem “O Segundo Caderno”, do premiado encenador baiano, Ângelo Flávio Zuhalê, estreia no teatro Martim Gonçalves, em Salvador, no dia 29 setembro (terça-feira). Será uma única apresentação gratuita, às 14h.
A apresentação é o resultado de um projeto de acesso a arte e cultura além de formação de plateia, que percorreu diversas escolas da rede pública de ensino, levando alunos e professores a conhecer um pouco mais da obra de Milton Santos. Com o suporte do edital de apoio às artes Lia da Silveira (PNAB – Edital Nº 05/2024), “O Segundo Caderno”, já passou por grandes colégios públicos de Salvador, como o Manuel Devoto, o Severino Vieira e o ICEIA. Esse último, local onde Milton Santos foi professor.
Ângelo Flavio é ganhador de três prêmios “Brasken”, hoje chamado “Bahia Aplaude”, além de participação em diversas obras na TV, Cinema e Streamings. Ele dirige e faz a concepção dramatúrgica da obra inédita que celebra o centenário do geógrafo Milton Santos, um dos maiores pensadores do Brasil. A promessa é dar cara e corpo a conceitos fundamentais do pensamento do intelectual baiano, que em sua trajetória, sempre foi um veemente crítico da globalização.

A OBRA
A montagem é um painel surrealista que retrata o drama de uma contemporaneidade em crise. A expressão “fábula perversa”, inclusive, é diretamente retirada dos escritos de Milton que, já a utilizava nos anos 90, para se referir à globalização. O Afro-surrealismo e o Teatro do Absurdo, entram, nesse contexto, para dar às concepções artísticas e dramatúrgicas, um clima onírico capaz de gerar estranhamento e abertura para reflexão no expectador.
Dessa forma, vestida com a roupagem do sonho, a elaboração teórica de Milton Santos pode se materializar nos palcos convocando a plateia a pensar sobre o mundo. Com isso, “O Segundo Caderno” dá voz à reflexão de pensadores que tensionaram a visão de mundo hegemônica, ao questionarem modelos excludentes, e propor sociedades humanas organizadas segundo valores mais humanitários.
“O Segundo Caderno é mergulhar em um deserto de sonhos que, no fundo, pertence a todos nós. Através do surrealismo e do teatro do absurdo, nós trazemos para a cena os deslocamentos existenciais e simbólicos de toda uma sociedade globalizada”, diz Ângelo Flávio.
Ficha Técnica
Direção, Concepção e Dramaturgia: Ângelo Flávio Zuhalê
Elenco: Antônio Soares (O Velho), Marijane Souza (A Menina) e Pablo Pereira (O Menino)
Direção Musical e Trilha Sonora: Mauricio Lourenço
Cenografia e Maquiagem: Marcos Costa e Ângelo Flávio Zuhalê
Ilumiação; Marcos Oliveira e Angelo Flávio Zuhale
Figurino e Composição Indumentária: Márcia Gannen
Supervisão de Movimentos Coreográficos: Marilza Souza
Produção: CAN Produções
Fotos: Yuri Perré
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