Teatro
Espetáculo “Mwana Erê” chega ao Cine Teatro Lauro de Freitas
O espetáculo “Mwana Erê”, da Cia Suburbando de Teatro, chega ao Cine Teatro Lauro de Freitas neste domingo (01/11), às 18h. Os ingressos serão na modalidade Pague quanto Puder, na bilheteria.
O espetáculo parte da denúncia do genocídio de crianças e adolescentes negros, dialogando com temas como violência, racismo estrutural, homofobia, empoderamento feminino e direito à infância e articulando teatro, música, dança e humor como linguagem cênica.
A Cia Suburbando é resultado das Oficinas de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum, reunindo jovens atores e atrizes que buscam desenvolver um trabalho artístico comprometido com a valorização das narrativas negras e periféricas.
“Mwana Erê” é produzido pela Azeviche Produções e tem apoio do Coletivo de Produtores do Subúrbio. Foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado.
SERVIÇO
O que: Espetáculo “Mwana Erê”, Cia Suburbando de Teatro
Quando: 01 de novembro (domingo), às 18h
Quanto: Pague quanto Puder
Onde: Cine Teatro Lauro de Freitas (Praça João Thiago Santos, Centro, s/n | Lauro de Freitas
Música
TCA recebe experimento cênico “Ariano Brasa Brasileiro”
O experimento cênico Ariano Brasa Brasileiro fará uma única apresentação na Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA) no dia 31 de outubro. Após registrar sucesso de público no Teatro Gregório de Mattos e no Cine Teatro Solar Boa Vista, a montagem, realizada pelo Núcleo de Teatro e Artes Integradas do Barracão das Artes, integra a Programação Artística – Operação Teste do Novo TCA, realizada por meio da Convocatória para Ocupação Artística Gratuita da Sala Principal – Edição Especial Novo TCA.
Com direção geral e roteiro de Fábio Viana, o espetáculo promove a fusão entre o erudito e o popular, transformando o sertão nordestino em um espaço atemporal. A montagem trata de uma leitura livre e inédita de três obras póstumas de Ariano Suassuna: ‘História do Rei Degolado nas Caatingas do Sertão’, ‘Dom Pantero no Palco dos Pecadores’ e ‘O Pasto Incendiado’.

A linguagem do grupo aposta no teatro físico poético com um elenco de mais de 20 atores-músicos, definidos como ‘atuadores atletas afetivos do coração’. A encenação promove um diálogo direto entre a dança, artes circenses (tecido aéreo, lira e palhaçaria), canto e composições instrumentais ao vivo.
A pesquisa estética do grupo passa pelo Movimento Armorial, o universo de Chico Science e Nação Zumbi, a música de Villa-Lobos e o cinema de Glauber Rocha.
SERVIÇO:
Espetáculo: Ariano Brasa Brasileiro
Ingressos: a partir de R$ 25,00 (SYMPLA) ou Bilheteria do TCA
Data/Horário: 31 de outubro de 2026, às 20h
Classificação: 14 anos
FICHA TÉCNICA
Direção Geral e Roteiro: Fábio Viana
Elenco: Atuadores e músicos do Barracão das Artes
Assistente de Direção: Graziella Monteiro
Artes Circenses: Rafael Bandeira
Preparação de Elenco (Corpo/Voz): Paullo Fonseca
Fotografia: Tatiana Guimarães
Coordenação de Produção: Ruan Ribeiro e Ilza Teixeira
Plano de Iluminação: Tainá de Sousa
Produção Executiva: Janaina Costa
Operação de Luz: Bruna Immich
Operação de Som: Veriangela B. de Santana
Assistente de Produção: Rozin Daltron
Teatro
Cia Suburbando de Teatro leva espetáculo “Mwana Erê” a Alagados
Depois de ocupar o Centro Cultural Plataforma com sessões cheias em setembro, espetáculo “Mwana Erê”, da Cia Suburbando de Teatro, chega ao Espaço Cultural Alagados neste sábado (24/10), às 18h. Para incentivar e garantir maior acesso popular ao Teatro, os ingressos serão na modalidade Pague quanto Puder, na bilheteria.
A Cia Suburbando é cria das Oficinas de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum realizada em Plataforma em 2025. Com referência no Teatro Negro que o Bando promove há 36 anos, a Cia reúne jovens atores e atrizes que buscam desenvolver um trabalho artístico comprometido com a valorização das narrativas negras e periféricas.
Para o grupo, o Teatro é ferramenta de empoderamento, reflexão social e transformação simbólica dos territórios, envolvendo música, dança e outras qualificações artísticas.

Foi nessa base política que o espetáculo “Mwana Erê” nasceu: partindo da denúncia do genocídio de crianças e adolescentes negros, dialogando com temas como violência, racismo estrutural, homofobia, empoderamento feminino e direito à infância e articulando teatro, música, dança e humor como linguagem cênica.
O espetáculo é produzido pela Azeviche Produções e tem apoio do Coletivo de Produtores do Subúrbio. Foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado.
SERVIÇO
O que: Espetáculo “Mwana Erê”, Cia Suburbando de Teatro
Quando: 24 de outubro (sábado), às 18h
Quanto: Pague quanto Puder
Onde: Espaço Cultural Alagados (Final de Linha do Uruguai, s/n – Uruguai)
Fotos: Roberjan Magalhães
Teatro
Agamenon de Abreu estreia novo espetáculo solo “A Última Dança”
“Uma profunda reflexão sobre a “finitude”, a identidade e a potência da arte como ferramenta de resistência”. Essa é a proposta do o multiartista Agamenon de Abreu, que leva aos palcos, nos meses de outubro e novembro, seu mais novo espetáculo solo, “A Última Dança”, escrito e protagonizado por ele e sob a direção de Joilson Nunes.
Completando 35 anos de trajetória no Teatro, Abreu mistura teatro, dança e artes visuais, em um mergulho entre o real e o onírico. O espetáculo estreia nos dias 30 e 31 de outubro em Massarandupió, no CAMMA – Centro de Artes Maxim Malhado e segue com apresentações em Salvador no mês de novembro.
Em cena, o público vai acompanhar a história de um costureiro que recebe uma encomenda enigmática: confeccionar, em sete dias e em completo sigilo, o traje mais belo de sua carreira: a vestimenta para a “Última Dança” de alguém.
Além das apresentações do espetáculo solo, o projeto contempla duas frentes formativas: Oficina de Visualidade da Cena, no dia 18 de novembro (local a confirmar), ministrada por Maxim Malhado e Agamenon de Abreu, na qual os artistas vão compartilhar o processo de criação da visualidade do espetáculo, abordando figurino, cenografia e concepção estética.
E rodas de bate-papo que serão realizadas durante a temporada, nas quais o público poderá conversar com a equipe artística, aprofundando os temas do espetáculo: morte, identidade, ancestralidade e processos criativos, com mais informações e datas a serem divulgadas em breve.

“A Última Dança” conta com concepção cenográfica de Maxim Malhado, assistentes de direção João Lima e Lenon Sacramento, direção musical de Dão de Abreu, direção de movimento de Isis Carla, iluminação de Victor Hugo, preparação vocal por Andrea Alves, produção de Luciene Brito, comunicação da Tráfego de Ideias, mídias sociais por Alexandre Fateicha, figurino assinado pelo próprio Agamenon, com assistência de figurino de Alyson Verde; e trio musical formado por Ilma Nascimento (Violoncello), Emillie Lapa (Percussão e harmônicos) e Apolo Matos Abreu (Guitarra).
“Entre as coisas mais prazerosas deste momento está a reunião desta equipe. Há histórias que começam muito antes de chegar aos palcos. Joilson Nunes, por exemplo, foi o meu primeiro diretor. Foi ele quem estava presente em minha estreia, há 35 anos. Tempo é senhor de tudo. E esta Última Dança representa esse mistério e a vontade de reunir pessoas e linguagens, entre luminosas sensações, construções e entregas. É um momento de muita inspiração e o público vai sentir tudo isso de forma muito prazerosa e reflexiva, pois é isso que também buscamos”, conta Agamenon.
Sobre Agamenon de Abreu
Doutor e Mestre em Artes Cênicas, pelo PPGAC da Escola de Teatro da UFBA, com graduação em Desenho Industrial – Programação Visual pela Universidade Estadual da Bahia (1999) e pós graduação em Fundamentos do Ensino da Arte, foi Professor de Figurino, Maquiagem, Cenografia, Movimento na UNB, Brasília e também da disciplina Figurino e Metodologia Visual da UNIJORGE, Salvador/BA, e de Cenografia, Teatro de Formas Animadas e Artes Visuais, na Escola de Teatro da UFBA. Atualmente é Professor no Curso de Design da UNEB, Campus Cabula, Salvador/BA.
O projeto “Trilogia VIDAS – A ÚLTIMA DANÇA” foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado.
Serviço:
Estreia do espetáculo solo “A Última Dança” de Agamenon de Abreu
Quando: 30 e 31 de outubro de 2026
Local: CAMMA – Centro de Artes Maxim Malhado – Rua da Chegada, s/n, Massarandupió/Entre Rios/BA
Horário: 18h30
Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00
Vendas no Sympla: https://www.sympla.com.br/
Duração: 50 minutos
Classificação: 13 anos
Fotos: Fernanda Maia
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