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Literatura

Escritora Claudia Alexandre lança obras infantojuvenis no MUNCAB

Jamile Menezes

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escritora e jornalista, Claudia Alexandre

O Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB) recebe n dia 7 de Novembro, o evento oficial de lançamento dos livros infantojuvenis da jornalista, pesquisadora e escritora Claudia Alexandre: “Exu Mulher e o Mundo dos Homens” (Editora Aruanda) e “Tia Ciata e o Mistério da Foto” (Editora Cortez).

O lançamento contará com uma ação conduzida pelos contadores de histórias Mário Omar e Maria Teixeira e Rick Carvalho, músico pesquisador de instrumentos africanos.

“Lançar esses livros no MUNCAB, em Salvador, é celebrar a força da nossa ancestralidade no lugar onde a história respira. Queremos que as crianças se reconheçam, perguntem e se divirtam com a literatura”, como destaca a Livraria Katuka

Sobre as obras:

Tia Ciata e o Mistério da Foto (Editora Cortez): A obra convida os jovens leitores a uma jornada de investigação sobre a memória e a relevância histórica de Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata, figura central para a cultura brasileira e o samba.

Mario Omar e Rick Carvalho

Exu Mulher e o Mundo dos Homens (Editora Aruanda): Através de uma linguagem poética e acessível, a publicação aborda a sabedoria, o protagonismo feminino e o respeito às matrizes africanas, aproximando o público infantojuvenil de conceitos ancestrais desmistificados.

 

Serviço:

Evento: Lançamento dos livros “Exu Mulher e o Mundo dos Homens” e “Tia Ciata e o Mistério da Foto”, de Claudia Alexandre

Data: 07 de Novembro de 2026

Horário: 14h

Local: Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB)

Endereço: Rua das Vassouras, 25 – Centro Histórico, Salvador – BA

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre (indicado para crianças, jovens e educadores)

Fotos: Arquivos Pessoais

Literatura

Fliquinha 2026 homenageia Letieres Leite com livro e Rumpilezzinho

Jamile Menezes

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Leitieres Leite

A programação infantil da 14ª Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), a Fliquinha, contará com o lançamento do livro “O menino que era música”, de Liris Letieres e Caroline Feitosa, com participação do Rumpilezzinho, projeto de formação musical que dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo criador da Orkestra Rumpilezz – Leitieres Leite (1959–2021).

Reconhecido por sua contribuição à valorização das matrizes africanas da música brasileira e pela criação do método Universo Percussivo Baiano (UPB), Letieres Leite ganha essa homenagem que une literatura, memória e musicalidade.

A atividade convida crianças e famílias a conhecerem a história do artista e a importância dos ritmos afro-baianos na construção da identidade cultural, em uma celebração que também dialoga com o Novembro Negro.

Liris Letieres

“Estar no Recôncavo, na terra do samba, da música matricial, e falar do meu irmão, Letieres Leite, acompanhada pelos músicos do Rumpilezzinho vai ser uma experiência incrível. Letieres sempre foi uma das minhas grandes inspirações para que eu enxergasse a arte e a música com olhar de encantamento”, conta Liris Letieres, irmã do maestro.

Mais do que apresentar a biografia do músico, O menino que era música busca despertar nos pequenos leitores a curiosidade pela arte e o reconhecimento de suas próprias referências culturais.

Sob o conceito “Original como a infâncIA!”, a Fliquinha acontece de 5 a 8 de novembro, no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da UFRB, em Cachoeira, com curadoria de Emília Nuñez e programação gratuita.

SERVIÇO
Homenagem a Letieres Leite – Lançamento do livro O menino que era música , com participação do Rumpilezzinho
Quando: 7 de novembro de 2026 (sábado), às 16h
Onde: Fliquinha – CAHL/UFRB, Cachoeira-BA
Entrada Gratuita

 

Foto Leitieres: Vanessa Aragão de Mattos

Foto Liris Letiere: Clara Correa

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Literatura

Escritora Maria Izabel Nascimento celebra literatura infantil regional

Jamile Menezes

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Mariza izabel Nascimento Muller

Celebrando 9 anos de seu primeiro livro, a autora Maria Izabel Nascimento Muller conecta Jacobina, Salvador e a cidade suíça, Basileia, em uma trajetória de literatura afro-centrada, afeto e valorização da essência humana. Com sua 5ª obra em revisão final, Izabel defende a urgência de descentralizar o imaginário infantil.

“É urgente que possamos colocar no centro histórias que tenham o cheiro do tempero baiano, trocando cenários distantes por narrativas que trazem nossa potência, a grandiosidade da Chapada Diamantina e o orgulho da nossa ancestralidade“, diz.

A proposta não é apenas entreter, mas criar uma ponte afetiva entre as novas gerações e o patrimônio cultural do Nordeste. Em suas obras e atuações, o protagonismo infantil ganha contornos de brasilidade, incentivando a leitura a partir da identificação direta com o território, as cores e os saberes baianos que envolvem diferentes públicos.

Com uma trajetória dedicada à literatura humanizada e à valorização da cultura local, Maria Izabel aponta que o repertório oferecido na infância molda a autoestima e a visão de mundo dos pequenos.

“As crianças precisam se reconhecer nas histórias que leem. Quando trocamos os cenários distantes por uma narrativa que traz o sabor do acarajé, a grandiosidade dos morros da Chapada, o Sertão e os afetos da nossa terra, estamos dizendo a elas que a sua realidade também é mágica e digna de ser contada“, destaca a autora.

A iniciativa ganha ainda mais relevância estratégica no mês de outubro, período em que escolas e famílias buscam alternativas pedagógicas e literárias que fujam dos clichês comerciais, promovendo uma formação crítica, representativa e orgulhosa das suas raízes desde os primeiros anos de vida.

A Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro (CBL/SNEL/Nielsen) aponta que o segmento Infantil e Juvenil responde por mais de 18% do total de exemplares comercializados no país, reafirmando a força das produções voltadas à primeira infância.

No entanto, indicadores da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil mostram que o país ainda enfrenta um gargalo histórico no hábito leitor, onde o estímulo na infância a partir da identificação cultural é o principal fator de retenção de novos leitores.

Pequenas editoras, autorias independentes e narrativas regionais, como as de Maria Izabel, são hoje um motor de economia criativa essencial no Nordeste, gerando valor cultural e impacto socioeducativo direto nas comunidades.

 MARIA IZABEL NASCIMENTO MULLER

Professora aposentada, pesquisadora e escritora natural de Jacobina, Maria Izabel vive há 25 anos na Suíça e divide sua rotina com Salvador. Autora reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e pioneira no fortalecimento da literatura negra infantil, ela transforma memórias sertanejas e vivências internacionais em narrativas afro-centradas, afetuosas e alinhadas à Lei 10.639/03. Suas obras reescrevem clássicos sob a ótica baiana: trocam castelos europeus pela Chapada Diamantina e fadas por baianas de acarajé, fortalecendo a autoestima e a identidade de novas gerações.

Obras Publicadas: 1) Os contos de fadas na realidade afro-baiana (2017) 2) Inventando e contando baianidades (2022) 3) Inventando e contando baianidades entre a Bahia e Basel na Suíça (2023) 4) Cinderela Sertaneja (2025).

Conheça mais da autora AQUI.

Fotos: Ismael Silva

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Literatura

Performer e poeta Alex Simões circula por Diogo, Massarandupió e Rio de Contas

Jamile Menezes

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Alex Simões

Entre 1º e 30 de outubro, o poeta e performer baiano Alex Simões realiza uma circulação que passa por Lisboa, Diogo, Massarandupió e Rio de Contas, reunindo performance, lançamento do livro e oficina de poesia e técnicas básicas de encadernação.

Em Diogo, no dia 22 de outubro, das 14h às 17h, acontece a oficina Tudo métrica e rima num caderno. A partir das 18h, Alex apresenta a poeformance, em diálogo com o músico Ivan Huol, seguida do lançamento do livro.

Em Massarandupió, a oficina acontece no dia 23, das 14h às 17h, seguida de poeformance e lançamento, a partir das 18h. Já em Rio de Contas, a circulação integra a programação da Festa Literária de Rio Contas (FLIRCONTAS), no dia 30 de outubro.

A programação leva a diferentes territórios uma produção literária marcada pela experimentação da linguagem e pelo encontro entre palavra, corpo, música, imagem e cotidiano.

Publicado em 2021 pelo selo editorial paraLeLo13S, da livraria Boto-cor-de-rosa, “assim na terra como no selfie” reúne poemas atravessados por redes sociais, acontecimentos cotidianos, pandemia, desejos, memórias e contradições, experimentando diferentes formas, ritmos, imagens e referências.

SERVIÇO

Circulação Poeformance por Alex Simões | Livro + Oficina + Performance
1º a 30 de outubro de 2026
Lisboa (Portugal), Diogo, Massarandupió e Rio de Contas (BA)

DIOGO
22 de outubro
Oficina Tudo métrica e rima num caderno | 14h às 17h
Poeformance + lançamento de assim na terra como no selfie | a partir das 18h
Local: Pousada e Espaço Cultural Vila Flor Ecocentro

MASSARANDUPIÓ
23 de outubro
Oficina Tudo métrica e rima num caderno | 14h às 17h
Poeformance + lançamento de assim na terra como no selfie | a partir das 18h
Local: Centro de Artes Maxim Malhado (CAMMA)

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